24 Sep 2018

Publicado em DIVANIR BELLINGHAUSEN
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Meus amigos leitores. Estive uns tempos afastada deste espaço não por vontade própria, mas pelo motivo de ter tido uma queda que me levou a uma fratura do fêmur. A recuperação até a prótese se adaptar é lenta. Fico dependente dos familiares e amigos. Assim, cuidem-se para evitar algo assim. Tapetes foram retirados do apto por meu filho e tenho que ter cuidado para que a prótese não se desloque.
Aproveito agora através da nossa Folha do ABC, para agradecer o amigo Ademir Médici, por ter feito uma matéria com a minha pessoa em 27 de abril de 2018, contando passagens de minha vida. Eu e o Ademir passamos uma tarde muito agradável enquanto ele desnudava minha alma.
Bom, hoje é dia de falar da palavra mais sublime que temos: MÃE!
A minha mãe Odette já partiu há 22 anos, mas está viva nas minhas lembranças e de minhas irmãs. Sobre ela eu tenho tido oportunidades de falar sempre sobre a pessoa maravilhosa que era.
Difícil citar tantas mães que se dedicam e se sacrificam por um ser saído de suas entranhas.
Assim, vou falar de uma comidinha que fizemos essa semana e que publiquei no meu livro “Cozinhando Entre Amigos... Receitas, Histórias e Pensamentos.
Meus três filhos, Roberto Ricardo e Renato, não gostavam muito de legumes. Chuchu, abobrinha, vagem? Nem pensar. Assim comecei a fazer uma carne moída para acompanhar um arroz com feijão, onde eu fazia um refogado de cebola e alho, acrescentando a carne moída e bacon bem picadinho (obs. sem os fritar). Já com o sal e cozida a carne, eu acrescentava todos os tipos de legumes ralados no ralo grosso ou como a vagem, bem picadinha. Colocava também todos os tipos de batatas e cenoura ou nabo. Enfim, o que eu tinha na geladeira. Eles comiam até demais. Muitos anos depois eu lhes contei como eu preparava. Tenho filho que até hoje não gosta de chuchu, mas é a opção de cada um.
Em casa aprendemos desde crianças a comer qualquer coisa que estivesse sobre a mesa, pois como diziam meus pais: “Comam, pois se houver uma guerra vocês vão cavar a terra para encontrar uma raiz para se alimentar. ”
Assim, vai hoje o meu abraço para todas as mulheres mães, tias e madrinhas que cuidam de seus pequeninos com todo o carinho.
Filhos criados, nossos eternos bebês. E netos, a continuidade de nossas vidas.
E filhos, lembrem-se que o presente é dispensável quando um beijo, um abraço e uma flor os fazem presentes a nós, mães!
Um abraço, hoje muito especial,
Didi

Última modificação em Quarta, 16 Maio 2018 14:18
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