24 Oct 2018

Publicado em DIVANIR BELLINGHAUSEN
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Apesar de eu hoje viver sozinha, depois de ficar viúva, tenho muitas boas recordações de quando vivia com meu Theo.
Sou independente, assim meu marido me fez, e vivo muito feliz sendo dona de mim. Sempre digo que fui uma mulher de um homem só.
Guardo doces lembranças do Dia dos Namorados. Num envelope tenho muitos cartões com a frase: ”Para minha eterna namorada... Theo”
Lembro em especial o mês de junho de 1969, quando meu obstetra marcou a data para a cesárea (pois, teria que ser) no dia 12 de junho. Falamos que seria nosso presente do Dia dos Namorados. Ao ir na consulta, às 17 horas do dia 10, o doutor Dib El Kadre (quem se lembra dele?) marcou a cirurgia para as 7 horas do dia 11. Voltamos rápido para casa para que eu lavasse a cabeça no banho e me preparasse. A mala já estava pronta com todas as roupinhas feitas com muito carinho. Naquele tempo não havia fraldas descartáveis, e a gente costurava e bordava todo enxovalzinho. Completei a mala colocando no fundo dela, lindamente embalada, uma malha branca de lã que era o presente que eu já tinha comprado para meu Theo.
Assim ele ganhou dois presentes, o Renato e a malha com que ele ficava lindo.
Quando no Dia dos Namorados ele saia para trabalhar, já passava na floricultura fazendo o cartão e mandando me entregar uma orquídea. Certa vez, ao voltar para casa ele me pediu que passasse no florista para pagar a flor, pois havia deixado a carteira em casa...rsrsss... Sem problema...
Muitos dizem que é uma data comercial, que se vende mais presentes do que no Dia das Mães, pois mãe temos uma só. Já namoradas...
Eu dizia aos meus filhos: Pode ser uma flor, mas só assim para manterem o romance em suas vidas. Um pequeno gesto que marca todo o amor que sentimos pela companheira (o).
A frase: Casados, Eternos Namorados! Já foi o tempo em que se começava um relacionamento pensando nisso.
A convivência no dia a dia nos mostra que um casal que vem de famílias diferentes, culturas diferentes, nem sempre se aliam.
O problema todo é quando os filhos têm que conviver com essa situação. Assim, o importante para que eles se criem saudáveis, é um bom relacionamento entre o casal.
Para as meninas que estão sem namorado: Procurem fazer as simpatias para Santo Antonio, o protetor das jovens (?) casamenteiras.
Tirar o menino Jesus do colo dele (vendem-se estátuas que o menino pode ser removível), virar Santo Antonio de cabeça para baixo, colocar o nome de três rapazes num papel, dobrar e colocar sob o travesseiro. O primeiro que pegar pela manhã é o escolhido. Enfiar uma faca na bananeira (onde tem?) e ao tirar pela manhã, a letra do nome do escolhido estará nela…rsrsss...
E aí estão centenas de simpatias que agora com a internet ficou muito fácil de pesquisar.
Se vocês não tiverem namorado ou namorada, pelo menos vão se divertir.
E vamos comemorar também o Dia de Santo Antonio!
Um abraço, Didi

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