19 Jun 2019

Publicado em DIVANIR BELLINGHAUSEN
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Felizes os que vivem muitos anos ao lado de uma família feliz. Nem todos têm boas lembranças, mas apagamos da mente o que possa nos trazer desconforto e guardamos as boas recordações.
Para quem já me conhece sabe que túmulos no cemitério para mim são indiferentes. No entanto converso com meus ancestrais diariamente. Tenho amigos que conservam as fotos dos entes queridos que já partiram, fechados em gavetas. Mesmo depois de anos não conseguem encarar os rostos saudosos sem lágrimas nos olhos. Eu os tenho em todos os lados do apartamento. Tanto que dá trabalho para conservar tudo limpo, mas é um prazer encontrar seus rostos em meu lar. Em minhas orações peço o repouso tranquilo de suas almas e então desfio meus pedidos de agradecimento e de saúde, paz, trabalho, aos meus protetores pelos filhos, noras, netos, irmãs e cunhados, afilhados, sobrinhos e amigos. Ufa! A reza é comprida. Sempre em seguida nos sentimos mais ligados com nossos anjos, nossos companheiros de jornada.
Não conheci meu avô alemão Guilherme (Willian) Bellinghausen. Meu pai tinha 11 anos quando ele faleceu. Minha avó Catarina (Catherine Guttbier) partiu do nosso mundo quando eu tinha 18 anos. Assim guardo boas lembranças do convívio com ela. Uma pena que não fui mais a fundo nas suas lembranças da Alemanha. Meus avós maternos portugueses, Assumpção e João Domingues Tavares, faleceram com mais de 80 anos. Dizem que avós são nossos segundos pais. E é uma grande verdade. Assim como meus pais foram com meus filhos e eu me sinto com meus netos. Uma coincidência, meu pai e meu avô João faleceram num dia 2 de novembro, em datas diferentes. Mas no mesmo horário e um filho meu teve um grave acidente de carro também nesse horário, 13 horas, e no momento lembrou-se dos avós e saiu só com alguns hematomas. Disse que a proteção estava ali.
Não curto os falecidos nesse 2 de novembro, dia dos mortos. Eu os cultuo diariamente. Agradeço o berço em que cheguei e a família com quem compartilhei e compartilho minha caminhada. As lembranças de meus pais Odette e Alberto, que nos deixaram uma linda história de vida. Meu marido e único companheiro Theo, que me deixou meus tesouros de hoje, filhos e netos...
Assim a vida vai seguindo, cada um com a sua história de vida. As vezes chegamos a dizer adeus a ela, mas o Pai ainda tem outros planos para a gente.
Enquanto respiramos não podemos nos deixar levar. Continuamos nossos projetos, e sempre inovando algo mais. Bom fim de semana prolongado meus amigos.
Abraço, Didi

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