28 Nov 2021

Publicado em Editorial
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O Dia das Mães, é uma das datas mais importantes para o varejo paulista. Supera o Dia dos Namorados, dos Pais e das Crianças, pelo apelo emocional e sentimental que as mães representam.
O segundo domingo de maio é consagrado às mães. Assim declarava o decreto de número 21.366, assinado pelo então presidente Getúlio Vargas (1882-1954) e publicado em 5 de maio de 1932. Em maio também se celebra o mês de Maria, a mãe de Jesus, então, também já se faziam associações ao papel da mãe.
Da celebração para o cunho comercial. A data deve representar um faturamento para o comércio de R$ 211,5 milhões, 14% a mais do que o mesmo período no ano passado, que foi de R$ 185,5 milhões. Em 2020, as restrições provocadas pela pandemia causaram uma queda no faturamento de 54,2% em relação ao mesmo período de 2019.
Para este ano, apesar das atividades de comércio e serviços poderem funcionar, entre 6h e 20h, a previsão é de que as vendas online representem 25,5% a mais na comparação com 2020. A pandemia de Covid-19 fez os consumidores adaptarem seus hábitos de consumo. Sem poder ir às compras nas lojas físicas, as pessoas experimentaram a compra pela internet, acionando seus dispositivos eletrônicos como celulares, tablets e computadores.
Entre abril e setembro de 2020, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), 11,5 milhões de pessoas fizeram sua primeira compra online. Mais de 150 mil novas lojas online surgiram neste mesmo período. É importante relembrar que, antes de março de 2020, as vendas pela internet representavam 5,8% do que era comercializado no varejo digital. Mas, elas fecharam o ano de 2020 com crescimento de 68%, por conta do isolamento social e da pandemia.
Em 2021 a projeção é que o e-commerce continue crescendo gradativamente e atinja 18%. A representatividade do comércio eletrônico no varejo brasileiro, atualmente, atingiu o porcentual de 11%. De acordo com a Ebit/Nielsen, neste ano, as vendas do e-commerce devem crescer 26%, chegando a um faturamento de R$ 110 bilhões.
Em relação à quantia que será gasta por presente, ela deverá ser maior do que o valor gasto no ano passado, já apresentando indícios de recuperação da economia. O valor médio previsto será de R$ 240, um aumento de 4,35% sobre o valor de R$ 230, do ano passado. Os segmentos mais procurados nas vendas físicas devem ser os de perfumaria, vestuário, calçado e floriculturas. Nas vendas digitais, a maior procura deverá ser de eletroeletrônicos, celulares e notebooks.
Apesar disso, as projeções da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) não são tão otimistas assim, um estudo projeta crescimento tímido de 2,5% no faturamento deste mês em comparação a maio de 2020, quando, ao contrário, os varejistas viram suas receitas caírem a um dos menores níveis da história (-13,3%).
O Dia das Mães, neste ano, ainda não deverá ser celebrado com abraços e beijos, posto que os índices de vacinação contra a Covid-19 ainda estão consideravelmente lentos no País, mas, a data não deverá passar em branco, demonstrações de afeto deverão ser realizadas por mensagens, chamadas de vídeo, ou ainda, presencialmente, mas de longe. Muitas, ainda, acompanhadas por lembranças ou generosos presentinhos. Feliz Dia das Mães!

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