23 Sep 2018


Cingapura, uma selva de pedra, luta pelo domínio da energia solar

Publicado em ETHEVALDO SIQUEIRA
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Aloysius Low, especialista em energia de Cingapura, nos mostra em artigo publicado no portal C/NET a luta de Cingapura pelo domínio da energia solar, com o propósito de elevar ao máximo a qualidade de vida e maximizar seu espaço vital único com a energia renovável. Como? Coletando a luz em telhados e transferindo-a para reservatórios. Assim, Cingapura faz tudo que pode para maximizar o seu espaço de vida único por intermédio da energia renovável.
Este artigo é parte de "luta pela energia", uma série sobre as pessoas, organizações e países que transformam a forma como pensamos sobre a energia para melhor.
Quente, úmida, ensolarada e berço de uma população de 5,7 milhões de habitantes, Cingapura pode parecer o lugar ideal para a geração de energia solar, mas esse não é o caso.
Com apenas 720 quilômetros quadrados de área urbanizada e entupida com arranha-céus e apartamentos, a Cidade-Estado não dispõe de espaço para as fazendas solares que se encontram em países muito maiores. Em lugar disso, Cingapura ainda utiliza pesadamente combustíveis fósseis tais como o óleo combustível e gás natural para gerar os 48,6 Terawatt-horas (TWh) da eletricidade que eo país consumiu em 2017.
Uma grande parte serve para refrescar os moradores: o ar condicionado é responsável por 36 por cento do consumo de eletricidade residencial.
Ainda que a energia solar possa parecer algo como um sonho melancólico nessa ilha de terra escassa, o conselho habitacional, oficialmente denominado Singapore’s Energy Market Authority, fixou a meta gerar o pico de 1 gigawatt (GWp) depois de 2020, que diz se considera o volume de energia suficiente para abastecer 200 mil apartamentos de 4 cômodos anualmente.  
Nos telhados e reservatórios
Com a terceira mais elevada densidade populacional – maior do que a de Hong-Kong — Cingapura confia em um sistema habitacional acessível e uniforme para atender a massa da população. Ao contrário de arranha-céus únicos nos centros de negócios, estes edifícios ostentam telhados lisos, ideais para a instalação de painéis solares.
Em 2010, o conselho habitacional implementou um plano de cinco anos de cerca de US $23 milhões, para a instalação dos painéis solares, que já viu mais de 1.898 instalações em toda a ilha. Pode não parecer muito, mas estas instalações geram cerca de 143 megawatt de pico (MWp) de eletricidade, suficiente para abastecer cerca de 28.600 casas.

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