22 Sep 2018


Quem é a mulher que comanda a GM? (I)

Publicado em ETHEVALDO SIQUEIRA
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Confesso que uma das coisas que mais me desperta curiosidade é conhecer mulheres de sucesso no mundo. A propósito, acabo de rever os vídeos das palestras de duas executivas de sucesso mundial que assisti no Consumer Electronics Show, na semana de 4 a 8 de janeiro, em Las Vegas: Mary Barra, da General Motors; e Ginni Rometty, da IBM – esta última já minha conhecida, como keynote speaker do Simpósio do Gartner de Orlando, em outubro de 2015.
Como disse, tenho grande interesse em conhecer essas super executivas de sucesso. Mary Barra é um desses exemplos completos: fala bem, tem postura de líder, transmite segurança, inspira confiança e não hesita em fazer previsões ou mostrar tendências, como nesta visão prospectiva de sua área:
"Não tenho dúvida em afirmar que o automóvel e a própria indústria automotiva passarão nos próximos 10 anos por transformações mais profundas e mais significativas do que as que experimentaram nos últimos 50 anos".
Quem é Mary Barra? Essa líder da indústria automobilística iniciou sua carreira na GM em Detroit, em 1980. Além de outros cursos, ela fez pós-graduação em Administração de Negócios em Stanford em 1990 e, depois de passar por sucessivos postos na General Motors, assumiu a posição de CEO da empresa, em 2014.
Pessoalmente, acho que essas super executivas de sucesso têm muita coisa a ensinar a nós, homens. Por quê? Porque todas revelam grande determinação, disciplina, seriedade em sua formação e atualização, aprimoramento permanente de seu trabalho, carreira e profissão. Em sua palestra, Mary Barra reflete o cuidado com a voz, com o vocabulário e as expressões faciais. Tudo parece ser minuciosamente preparado com o máximo cuidado – desde a sequência de ideias, os argumentos e as conclusões. É claro que ela deve contar também com uma bela equipe de assessores.
No passado, eram raríssimas as mulheres que chegavam ao topo de grandes corporações. Uma das grandes barreiras à ascensão das mulheres nas empresas era o preconceito masculino que considerava mulher um ser humano muito mais frágil, sentimental, dominado pelas emoções e, portanto, incapaz de agir com maior racionalidade. Na realidade, o que parecia ser muitas limitações da mulher pode, na realidade, ser transformado num conjunto de qualidades, como delicadeza, sensibilidade, idealismo e determinação.
É claro que o antigo estereótipo da personalidade feminina, distorcido e preconceituoso, praticamente desapareceu nas sociedades mais desenvolvidas. Tanto assim que o mundo tem hoje um número incontável de mulheres em postos de liderança. E mais: essas líderes têm, em sua maioria, todas as qualidades exi-gidas pelos cargos de cúpula. Vejam alguns exemplos de mulheres que ocupam a posição de CEOs em grandes corporações no mundo atual:
• General Motors – Mary Barra
• IBM – Ginni Rometty
• Pepsi – Indra K. Nooyi
• Lockheed – Marilyn Hewson
• Oracle – Safra A. Catz
• DuPont – Ellen J. Kullman
• HP – Meg Whitman, empresa que teve outro ícone feminino, a CEO Carly Fiorina, de 1999 a 2005
Assisti a diversas palestras magníficas de Carly Fiorina. Numa delas, um jornalista lhe perguntou quais eram, em sua avaliação, os maiores obstáculos que a mulher executiva enfrentava para chegar à cúpula da administração de grandes corporações. Fiorina foi surpreendente objetiva e franca:
 (Continua)

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