24 Sep 2018

Publicado em GUILHERME LAZZARINI
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Unindo forças
Num forte dia de chuva o trânsito estava caótico. Naquela cidade grande o estresse tomava conta, os carros não paravam de buzinar, as pessoas estavam atrasadas para o trabalho, as mães na pressa de deixar seus filhos nas escolas e todos estavam irritados. Em uma determinada avenida um grande tronco de árvore interrompia a passagem da via, já que um vento forte a derrubou. Conclusão: caos total! a cidade parou, quem tomava conta era a tempestade, mas como aquele grande troco de árvore seria removido?
Todos estavam impacientes! Trovoadas se misturavam ao barulho das buzinas dos carros engarrafados. Em um deles havia uma família, cujo menino que estava sentado no banco de trás, abriu a porta de repente nem ao menos falar com o pai e saiu: "hei filho, onde você vai nesse toró?” “vou fazer a minha parte.” e eis que, em instantes, o garoto estava todo ensopado a fazer a maior força do mundo pronto para o impossível: remover a árvore do meio do caminho - em vão, claro, pois ele não tinha força física para mover tão pesado tronco. Um moço que estava próximo dali viu de dentro de sua caminhonete um menino de 13 anos fazendo o maior esforço do mundo a fim de arrastar mais de uma tonelada de peso de modo que o rapaz não pensou duas vezes: Ele saiu de seu veículo, tampouco se importou com a tempestade e juntou-se ao menino. As pessoas de dentro de seus possantes vendo aquilo tudo se sentiram contagiadas, até mesmo pedestres resolveram dar ajudar, de maneira que tão logo centenas de pessoas todas uniram forças a fim de tirar tal obstáculo do caminho.
Todos ficaram eufóricos de alegria depois que conseguiram remover o objeto dali e, o sol nesse momento, se fez presente.

Energia contagiante
Numa festa em um parque havia inúmeras pessoas onde muitas não se conheciam. Um rapaz magro e franzino dançava sozinho ao som de uma música eletrônica, já era fim de festa e a galera estava cansada. À primeira vista, o moço pareceria um louco e, à segunda também, pois se mexia freneticamente, mas a energia que o sujeito passava naquele parque contagiou um outro rapaz quem foi se unir na ação de mover os esqueletos. Alguns segundos depois já havia três pessoas no mesmo ambiente a dançar em estilo próprio e aleatório.
Em pouco tempo tinha-se um mosaico de seres humanos a se mexerem tais quais bolhas num recipiente fervoroso. E o negócio pegou fogo mesmo, pois a galera foi chegando e chegando e cada vez mais e mais se uniam.
No fim da balada todos bateram palma em agradecimento àquele momento e o rapaz magro e franzino levou todos os créditos da emocionante iniciativa.

 

“O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos” - Eleanor Roosevelt -
defensora dos direitos humanos e ex-primeira dama (EUA, 1967).

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