25 May 2020

Publicado em GUILHERME LAZZARINI
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Unindo forças
Num forte dia de chuva o trânsito estava caótico. Naquela cidade grande o estresse tomava conta das pessoas, os carros não paravam de buzinar, homens atrasados para o trabalho, mães na pressa de deixar seus filhos nas escolas, gente irritada. Em uma determinada avenida um grande tronco estava atravessado na via por causa de um vento forte que a derrubara, o que impedia a passagem dos veículos. Conclusão: caos total! Parou a cidade e, quem tomava conta era a tempestade, mas como aquele grosso tronco dali sairia?
As pessoas estavam impacientes e trovoadas se misturavam ao barulho das buzinas dos carros engarrafados. Em um dos carros havia uma família, cujo menino que estava sentado no banco de trás, abriu a porta de repente nem ao menos falar com o pai e saiu: “hei filho, onde você vai nesse toró?” “vou fazer a minha parte.” e eis que, em instantes, o garoto estava todo ensopado a fazer a maior força para tirar a árvore do meio do caminho - em vão, claro, pois ele não tinha tanta força assim. Um moço que estava próximo dali viu a cena e foi ajudar a mover mais de uma tonelada de peso. As pessoas de dentro de seus veículos se sentiram contagiadas, de modo que tão logo estavam centenas de pessoas todas encharcadas a fazerem força para deslocar o tronco da rua. A união moveu o objeto e a iniciativa foi de um garoto!
Todos ficaram eufóricos de alegria como objetivo alcançado e, o sol nesse momento, se fez presente.
 
Energia contagiante
Numa festa em um parque havia inúmeras pessoas onde muitas não se conheciam. Um rapaz magro dançava sozinho ao som de uma música eletrônica, já era fim de tarde e a galera estava cansada. À primeira vista, o moço pareceria um louco e, à segunda também, pois se mexia freneticamente, porém, a energia que o sujeito passava contagiou outro rapaz quem foi se unir na ação de mover os esqueletos também. Alguns segundos depois já havia três pessoas no mesmo ambiente a dançar em estilo próprio e aleatório.
Em pouco tempo tinha-se um mosaico de seres-humanos a se mexerem tais quais bolhas num recipiente fervoroso. E o negócio pegou fogo mesmo, pois a galera foi chegando e chegando e cada vez mais e mais se uniam.
No fim da balada todos bateram palma em agradecimento àquele momento e o rapaz magro e franzino levou todos os créditos da emocionante iniciativa.

 “O futuro pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos” - Eleanor Roosevelt - defensora dos direitos humanos e ex-primeira dama (EUA, 1967).

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