20 Jun 2019

Publicado em José Renato Nalini
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Um dos signos desta era turbulenta em que ninguém confia mais na Democracia Representativa, mas sabe que a vida precisa continuar, é a invenção de novas estratégias de controle das atividades. Aqueles que não se conformam com a hegemonia dos Bancos e querem facilitar as operações de aquisição de bens e serviços, celebração de contratos de crédito e de outras avenças, têm um filão apetitoso nas Fintechs.
O que são as Fintechs?
São startups que se propõem a substituir o monopólio das instituições financeiras, notadamente as bancárias, para operacionalizar de forma simplificada, mais célere e eficiente, aqueles ajustes de que todos dependemos para promover relações no mundo monetizado.
Houve multiplicação dessa iniciativa a partir de 2016. Ideia recentíssima, portanto. Resultado de protagonismo individual, quase sempre a cargo da juventude já antenada, aquela que nasce com chip e domina o universo desafiador das TICs – Tecnologias da Informação e Comunicação.
Elas funcionam à base de criatividade, pois a proposta é criar estratégias e alternativas aos negócios formais realizados à luz da velha concepção mercadológica. Propõem a colaboração entre as pessoas, para que compreendam que o mundo é outro e que não precisamos permanecer atados a velhas e superadas fórmulas. Em lugar do sigilo e da indisponibilidade dos dados, a ideia de compartilhamento. Quanto mais pessoas participarem do processo de alteração – para melhor – de táticas e de trâmites, chega-se à esperança de que tudo alcançará nível de aprimoramento compatível com os esforços desenvolvidos nessa direção.
Compreensão da realidade, abertura para audácias e ousadias quase sempre recusadas pelos conservadores. Quanta coisa não poderá ser facilitada se, em lugar da competição cruel, preponderar a ideia de somar ideias e iniciativas direcionadas à edificação de um novo patamar nesse universo cada vez mais complexo e sofisticado.
É importante que as crianças e jovens sejam incentivados a extrair saudável proveito dos mobiles, que aprendam programação, que saibam criar seus próprios jogos, pois a gamificação é não apenas o presente, mas significa a abertura de um novo e promissor nicho de trabalho. Para um País que tem 65 milhões de pessoas subempregadas, desempregadas e desiludidas de encontrar emprego, nada como sugerir novos caminhos, eis que os antigos estão sendo superados pela mais profunda mutação que a sociedade dos viventes já enfrentou neste planeta.

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