12 Dec 2019

Publicado em MIRANTE
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Ressentimento
O americano Francis Fukuyama, cientista político e mentor de personalidades como a ex-primeira-ministra britânica Margaret Thatcher e o ex-presidente americano Ronald Reagan, lançou recentemente mais uma obra, “Identidade: a Demanda por Dignidade e a Política do Ressentimento”, ainda sem previsão de lançamento no Brasil. Em entrevista à revista Veja, Fukuyama afirmou que a ascensão de líderes nacionalistas de direita como Trump está relacionada ao rancor de grupos que se consideram prejudicados pelo establishment.

Ressentimento I
O livro foi publicado em setembro do ano passado, mas, o cientista político afirmou que o presidente Jair Bolsonaro estaria na lista dos populistas que têm em comum o perigoso estilo de liderança que desmerece as instituições. “Bolsonaro é muito parecido com um europeu populista branco de direita, que se dirige a quem se sente desrespeitado. Bolsonaro também ataca as instituições para tentar deslegitimá-las, ataca a imprensa”, disse Fukuyama.

Esquerda
O presidente Jair Bolsonaro, em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, na quarta (30) de outubro, afirmou: “A esquerda está muito bem estruturada, a gente não vê a esquerda brigando entre si.” Porém o presidente não acredita, ainda, que a possibilidade de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sair da prisão possa fortalecer a esquerda: “A esquerda no Brasil está perante a opinião pública bastante desgastada. Afinal, a corrupção foi praticada de forma ampla, geral e irrestrita. A esquerda, no meu entendimento, não tem futuro no Brasil num curto espaço de tempo”, enfatizou.

Mobilização
Aliados do prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), se mobilizaram para monitorar qualquer especulação que possa fragilizar sua candidatura à reeleição em 2020. A ideia é blindá-lo. Quando deixar o hospital, a intenção é que Bruno mantenha agendas externas, com inaugurações de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e uma obra de asfalto por mês. Porém, ficará para o próximo ano, a grande parte das entregas.

Visita
Covas já recebeu visitas de diversos políticos. Estiveram no Sírio-Libanês, o governador João Doria, o presidente da Câmara Municipal, Eduardo Tuma e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Do ABC, os colegas tucanos Orlando Morando e Paulo Serra ainda não confirmaram se irão visitá-lo.

Palestra
A Associação de Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil- ADVB e a Fundação Brasileira de Marketing- FBM promovem, na quarta (6), café da manhã com ciclo de palestras do Fórum de Temas Nacionais - 2019. Na ocasião, o ex-governador Geraldo Alckmin discorrerá sobre o tema: “Reforma Tributária”. O evento acontecerá das 8h30 às 10h30, no buffet Colonial, em Moema, São Paulo e é exclusivo para convidados.

Caso Celso
O empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, recentemente, em um depoimento ao Ministério Público de São Paulo, prestado no Departamento de Investigação de Homicídios de Minas Gerais, cujo conteúdo a revista Veja publicou algumas partes, declarou que Lula e outros petistas foram chantageados pelo empresário Ronan Maria Pinto, do jornal Diário do Grande ABC, de Santo André que ameaçava implicá-los na morte de Celso Daniel.

Caso Celso I
No depoimento ao MP, Valério repetiu que Gilberto Carvalho, chefe de gabinete do presidente Lula, convocou-o para uma reunião no Palácio do Planalto. No encontro, o anfitrião afirmou que o empresário Ronan Maria Pinto, que participava de um esquema de cobrança de propina na Prefeitura de Santo André, ameaçava envolver a cúpula do Planalto no caso da morte de Celso Daniel. “O Ronan está nos chantageando, a mim, ao presidente Lula e ao ministro José Dirceu, e preciso que você resolva”, teria dito Carvalho.

Caso Celso II
Valério ainda contou ao MP que Ronan Maria Pinto, quando exigiu dinheiro para ficar calado, declarou que não ia “pagar o pato sozinho” e que iria citar o presidente Lula como “mandante da morte” do prefeito de Santo André. Nas palavras de Valério, Ronan ia “apontá-lo como cabeça da morte de Celso Daniel”.

Caso Celso III
As investigações da Operação Lava-Jato já confirmaram metade da história narrada por Marcos Valério. Ronan Maria Pinto já foi condenado pelo juiz Sergio Moro por crime de corrupção e está preso. Valério revelou ainda que dos R$ 12 milhões emprestados pelo banco, R$ 6 milhões foram para Ronan e a outra parte foi entregue ao petista Jacó Bittar.

Risco
A Braskem, apesar de ter alcançado demanda de cerca de US$ 9 bilhões para emissão de US$ 2,25 bilhões em títulos de dívida externa (bonds), pagou prêmio ao investidor pelo risco Odebrecht e pela extração sal-gema. Com isso, a Braskem foi classificada pelas agências de rating com uma nota superior à do Brasil, o que poderia dar à petroquímica suporte para captar pagando menos. Vale lembrar que a Odebrecht, em recuperação judicial, é detentora da metade das ações da Braskem, ao lado da Petrobrás, e sua fatia na empresa está sendo fortemente discutida por credores.

Democrática
Enquanto a Prefeitura de São Caetano abriu consulta popular para definir as cores das Calçadas Acessíveis e Permeáveis da mais famosa avenida da cidade, a Goiás, por meio de votação na internet; em outra Prefeitura do ABC, a ordem é uma só: a cor para pintar alguns espaços públicos do município deve ser azul.

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