22 Apr 2018

Publicado em MIRANTE
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Tirar Lula ou não?
O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), começou a governar o Maranhão como a imagem de um só santo, São Francisco de Assis em seu gabinete. Três anos depois, tentará a reeleição com dez santos na bancada, de acordo com matéria publicada pela Folha de São Paulo, na edição de terça (26). Frente a sua a mesa Dino pregou uma tela da Muralha da China (uma lição de paciência), ornando com bustos do comunista Mao Tsé-Tung e do socialista chileno Salvador Allende. A vista da sacada do Palácio dos Leões, para onde Dino escapa quando precisa espairecer, não o deixa esquecer o desafio que é governar o Estado mais pobre do país, segundo o IBGE. O governador do Maranhão diz que tirar Lula da eleição de 2018 seria um suicídio coletivo, por beneficiar um provável candidato Bolsonaro (ligado aos militares). Será?

Recebeu ou não? (1)
O deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara Federal, está sendo acusado de que a cervejaria Petrópolis teria doado R$ 200 mil em 2014 a pedido da Odebrecht, segundo a Folha de São Paulo, na edição de terça (26). Em relatório de um dos inquéritos que investigam o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, a Polícia Federal apontou os índices de que suas campanhas receberam dinheiro de empresas a mando da Odebrecht, prática chamada pelos investigadores de "caixas três". Desde que vieram a público as delações de donos e executivos da empreiteira em abril, apontava-se a Cervejaria Petrópolis, que fabrica a Itaipava, como a principal parceira da Odebrecht no caixa três. Na prática, as doações saíam da Odebrecht, que não aparecia.

Recebeu ou não? (2)
Rodrigo Maia mantia uma conta com a Cervejaria Petrópolis da qual abatia as doações ou dava descontos na construção. A Odebrecht revelou que a cervejaria doou nas eleições de 2008, 2010, 2012 e 2004 a cerca de R$ 120 milhões a diversos políticos a pedido da empreiteira - e usou ainda outras duas empresas com as quais mantinhas negócios. Agora, as investigações têm buscado os beneficiados, que não foram devidamente identificados nas delações.

Votos nas eleições (1)
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) iniciou uma licitação emergencial para tentar viabilizar impressão de voto nas eleições de 2018, que definirão presidente, governadores, senadores e deputados federais. A obrigatoriedade do voto impresso foi estabelecida pelo Congresso em dezembro de 2015 e já foi publicado, o edital no sábado (23), para as 30 mil urnas eletrônicas, o que representa 5% do total de equipamentos que serão usados em todo o país nas eleições de 2018. A ideia é fazer tudo em caráter de urgência. O resultado do certame deve sair em duas semanas, no dia 9 de janeiro. A empresa vencedora precisa se comprometer a entregar todos os dispositivos até julho, prazo considerado seguro para a logística de testes e distribuições às zonas eleitorais.

Votos nas eleições (2)
No mercado, há dúvida sobre a viabilidade do "plano B" do TSE. Se em mais de dois anos não foi possível conceder uma urna eletrônica segura para imprimir votos, quem poderá garantir a segurança de impressoras avulsas, cujo prazo máximo para desenvolvimento, produção e entrega não poderá ultrapassar os seis meses? Indagado, o TSE alega que houve atraso no cronograma inicial. "A empresa contratada entregou o protótipo, que não atendia plenamente os requisitos de segurança e funcionalidade do TSE e por isso o projeto continua em andamento e os protótipos estão testados", diz nota enviada pela assessoria de imprensa da Corte.

Nos Paços
O jornal Metro ABC, da Capital, criou o “De olho no paço” na semana que passou, com um resumo bem-humorado do primeiro ano de gestão dos prefeitos de Santo André, São Bernardo e São Caetano. Na quarta (27) foi a vez de Paulinho Serra, na quinta (28), Orlando Morando “que pintou parede e afundou o pé na Billings”. O último foi José Auricchio Júnior, prefeito de São Caetano.

Balsa
A Emae (Empresa Metropolitana de Águas e Energia do Estado), em parceria com a Prefeitura de São Bernardo, anunciou (27), autorização para ampliação da capacidade da balsa João Basso, que dá acesso ao bairro Tatetos, na região pós-balsa, pela represa Billings. A administração municipal diz que a nova plataforma terá capacidade para transformar 400 passageiros e 40 veículos, aproximadamente o dobro da capacidade atual (18 automóveis e 200 passageiros). A previsão é que o novo equipamento comece a funcionar de 1º de julho do ano que vem e receba investimento em torno de R$ 2 milhões.

Nossa Nota
O programa Nossa Nota está em 13.700 prestadores de serviços de São Caetano. Os estabelecimentos na cidade estão recebendo folhetos e adesivos de divulgação do Programa Nossa Nota, que visa inibir a sonegação e incrementar a receita da cidade. O material de divulgação é distribuído do Programa Nossa Nota por fiscais da Receita, que se colocam à disposição para orientar e tirar dúvidas. O objetivo do programa, em novembro, foi lançado para estimular a po-pulação a pedir a nota fiscal de serviços. Cada R$ 100 gastos, o consumidor receberá um cupom eletrônico para concorrer a prêmios de até R$ 30 mil.

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