27 Oct 2020


Patrimônio histórico de Paranapiacaba é tema de live

Publicado em Cidades
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Museu Castelo, Museu Funicular, Torre do Relógio e Estação Campo Grande são apenas alguns exemplos de construções de grande valor histórico na região de Paranapiacaba. A importância desses locais e o papel do restauro na preservação da memória são alguns dos temas de uma live que será realizada neste sábado (26), às 15h.    

O encontro virtual “A importância da Educação Patrimonial em obras de restauro” será promovido no YouTube da Contemporânea Paulista, escritório de arquitetura e urbanismo especializado em restauração de patrimônio histórico cultural, responsável pela obra de restauro da Estação Ferroviária de Campo Grande.

A live faz parte do projeto cultural de restauração da estação ferroviária, obra patrocinada pela MRS Logística, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, que conta com apoio da Prefeitura de Santo André e do Comdephaapasa (Conselho Municipal de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arquitetônico-Urbanístico e Paisagístico de Santo André).

A conversa é aberta ao público interessado nas áreas de cultura e educação e, em especial, a agentes culturais, professores e moradores de Santo André e Rio Grande da Serra. Será possível participar com perguntas.

O encontro reunirá profissionais responsáveis pelo inventário participativo do patrimônio histórico da região, realizado entre fevereiro e março - antes do início da pandemia -, e que teve como ponto de partida a Estação Ferroviária de Campo Grande, com educadores, especialistas em arquitetura e história que integram a Repep (Rede Paulista de Educação Patrimonial).

Participarão os educadores especialistas Mariana Kimie Nito e João Demarchi Lorandi, que vão falar sobre os desafios da Educação Patrimonial na atualidade, a partir das ações educativas, e o diálogo sobre obras de restauro. Também irão abordar as perspectivas da atuação da Educação Patrimonial na Estação de Campo Grande e arredores, em Santo André e em Rio Grande da Serra.

A live abrirá espaço para uma reflexão a respeito da importância da preservação, do restauro e da participação social nestas ações, além de trazer curiosidades e histórias de construções da região.  Sob coordenação do Mestre em Antropologia Social pela USP Carlos Eduardo Gimenes e da arquiteta e urbanista Ana Paula Soida, o projeto de educação patrimonial foi elaborado por uma equipe multidisciplinar com experiência na área de patrimônio cultural, composta por arquitetos, antropólogos, geógrafos e historiadores.

As atividades educativas estavam previstas para acontecer de forma presencial, mas por conta da pandemia precisaram ser adaptadas para o formato online. Por isso, o projeto de educação patrimonial da Estação Ferroviária de Campo Grande será apresentado em duas etapas: a primeira live, dia 26, sob o tema “Educação Patrimonial em obras de Restauro: reflexões e práticas na estação Campo Grande”. A segunda será no dia 17 de outubro (sábado), às 15h, sobre o tema "Inventários Participativos, abordagem em tempos de pandemia e olhares para Campo Grande".

A Contemporânea Paulista é o escritório de arquitetura e urbanismo especializado em restauração de patrimônio histórico cultural responsável pela obra de restauro da Estação Ferroviária de Campo Grande, uma construção histórica de Paranapiacaba, datada da metade do século XIX e abandonada há cerca de 20 anos.

Estação Ferroviária de Campo Grande - Com 300 metros quadrados de área construída e 7.500 metros quadrados de área externa, a Estação Ferroviária de Campo Grande é um edifício histórico, construído na segunda metade do século XIX pela empresa inglesa São Paulo Railway. O projeto de restauração foi elaborado pelo arquiteto Laerte Gonzalez. O escritório de arquitetura e urbanismo Contemporânea Paulista coordena a obra que está sendo executada pela Anwal Engenharia desde o primeiro trimestre de 2020, com entrega prevista para novembro.

Atualmente, a Estação Ferroviária de Campo Grande está sob responsabilidade da MRS Logística, concessionária de transporte de carga pela ferrovia. Após a obra, a estação será usada como centro de controle operacional das composições MRS que trafegam pela região em direção ao Porto de Santos ou retornando no sentido do interior de São Paulo, entre outros destinos. 

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