24 Sep 2020


Cozinheiros preparam massa à carbonara no próximo MasterChef

Publicado em Gastronomia
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Na próxima terça (1) de setembro, oito novos participantes entram na cozinha mais famosa do país para disputar o tão sonhado troféu MasterChef 2020. No primeiro desafio da noite, os competidores terão de preparar uma massa à carbonara, famosa receita italiana replicada em todo o mundo. Para chegar ao prato perfeito, o cozinheiro terá de demonstrar muita técnica e personalidade. Quem errar no ponto ou apresentar um molho com a textura errada será eliminado logo de cara. 

Na prova decisiva, os candidatos aprovados farão uma volta ao mundo. Os jurados Henrique FogaçaPaola Carosella e Erick Jacquin mostram seis caixas repletas de ingredientes típicos de seis países - México, Argentina, Portugal, Espanha, Japão e Brasil – e exigem receitas que tragam no paladar o verdadeiro sabor da cultura de cada região. Como no MasterChef é tudo mais complicado, o vencedor da disputa anterior terá a vantagem de dividir as caixas entre os adversários. Não será uma tarefa fácil, ainda mais quando os cozinheiros amadores se depararem com alguns ingredientes que nunca trabalharam antes. 

​O autor do melhor prato conquistará o oitavo troféu do MasterChef Brasil, além de ganhar R$ 5 mil do PicPay e doar a mesma quantia para a Casa Vincular, uma organização voluntária do Recife que atende moradores de rua e pessoas em situação de vulnerabilidade social. O vencedor do episódio ainda será premiado com uma bolsa de estudos integral para graduação ou pós-graduação da Universidade Estácio, um dispositivo Echo e R$ 5 mil em compras no site amazon.com.br. A Brastemp também dará ao campeão um forno da linha Gourmand, digno de um chef, e a Tramontina oferecerá um jogo de panelas profissional e um Kit Chef de facas. 

 

Conheça os participantes do oitavo episódio:

 

 

Amanda, 31 anos

É designer de biojoias e sua cozinha reflete o mesmo cuidado que seu trabalho com as artes. Sua maior ambição é viajar pelo país estudando sobre a cultura afro-brasileira em toda sua manifestação culinária. Aposta na apresentação e nas cores dos seus pratos para vencer a disputa.

 

 


 

 

Ana, 26 anos

A ilustradora cresceu assistindo programas de culinária com o irmão e começou a cozinhar com a avó ainda na infância. Não é de se abalar fácil e quando coloca algo na cabeça, não para até conseguir ser a melhor. Seu sonho é conseguir unir suas duas paixões: arte e gastronomia.  Promete trazer toda sua criatividade para se destacar nas bancadas do MasterChef.


 

 




André, 43 anos

Formado em Publicidade, o cearense já foi dono de uma agência e hoje trabalha com importação de móveis. Sua paixão pela gastronomia começou aos 8 anos vendo sua tia cozinhar. Quando ela ficou doente, assumiu as panelas dos almoços em família e expandiu seus conhecimentos. Descreve seu estilo de cozinha como casual, afetivo, rico em sabores e com muita história para contar.     

 

 

 

Gabriel, 23 anos

Inteligente e inquieto, estuda Odontologia. Embora venha de uma família de médicos e dentistas, garante que a gastronomia é sua verdadeira paixão. Bastante estudioso, se interessa por livros de cozinha clássica e contemporânea. O participante promete aplicar todo seu conhecimento para ser o melhor na cozinha do MasterChef.

 

 

 

 

 

Karoline, 37 anos

Formada em Direito, é capitã da PM. Para ela, seu trabalho na polícia é o mesmo que na cozinha: se doar para as outras pessoas. De família armênia, cresceu vendo as mulheres de casa cozinhando as delícias da culinária daquele país. Confiante e destemida, ela não vê a hora de trocar a farda pelo avental do MasterChef.

 


 

 

Keff, 30 anos

É do Espírito Santo e estuda design de interiores. Apesar de gostar de cozinha regional, também conhece muito da culinária francesa e italiana. Estrategista e bastante competitivo, promete analisar os competidores para vencer. O programa é o seu desafio pessoal, por isso está disposto a testar todos os seus limites.

 


 



Teresa Cristina, 39 anos

Soteropolitana, é figurinista há mais de 20 anos e aprendeu a fazer comida com sua avó no fogão de lenha. Carregada de tradições e ancestralidade, traz uma cozinha rica em influências africanas e indígenas, fruto da sua criação entre Salvador e a Chapada Diamantina. Seus temperos regionais prometem apimentar a competição.

 


 

 

 

Sidney, 51 anos

Pastor, mora com a esposa e a filha. Tem uma ONG para a formação e capacitação profissional de jovens carentes. Nascido em uma família que sempre se reunia para comer, despertou para a gastronomia por influência da mãe. A partir daí, desenvolveu seu estilo que ele define como “cozinha brasileira bem temperada”.

Última modificação em Domingo, 30 Agosto 2020 16:42
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