19 Nov 2019


A melhor para fazer negócios

Publicado em Editorial
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São Caetano alcançou o primeiro lugar no ranking de 2019 das 100 melhores cidades para fazer negócio com população superior a 100 mil habitantes, elaborado para a revista Exame, pela consultoria Urban Systems. O município, que em 2018, ficou em segundo lugar, superou a campeã Vitória; São Paulo ficou na terceira posição. Elaborado desde 2014, o levantamento traz 27 indicadores, agrupados em desenvolvimento econômico, capital humano, desenvolvimento social e infraestrutura.
A cidade, que possui cerca de 160 mil habitantes, já é referência para o País, possui PIB per capita de R$ 83.656 por ano, contra R$ 30. 407 da média nacional. Também é o maior do ABC, onde São Bernardo aparece em segundo lugar com R$ 52.324,92 e Santo André em terceiro com R$ 36.948,06. Possui o maior Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) do país, com 0,86 ante a 0,50 da média brasileira. São Caetano também possui alta expectativa de vida ao nascer, 78,2 anos.
Neste ano, o município também conquistou três troféus no Connected Smart Cities 2019: os de primeiro lugar em Educação e na faixa populacional de cidades entre 100 mil e 500 mil habitantes (este resultado das ações desenvolvidas em diversas áreas); e o da quinta colocação no ranking geral, entre todos os municípios brasileiros. Além dos três troféus, São Caetano alcançou o 4º lugar em Saúde e em Economia. Só com Educação, o município gasta em média quase R$ 2.800 por habitante, quase o triplo de Vitória.
Boa parte destes expressivos resultados foram conquistados ao longo dos anos, com o bom trabalho realizado pelos chamados “xerifões” de São Caetano, os ex-prefeitos, Walter Braido e Luiz Tortorello, e que tiveram continuação com o empenho do prefeito José Auricchio Júnior, em terceiro mandato.
São Caetano também ganhou destaque, pois apesar do período de recessão econômica enfrentado pelo País, soube reverter a crise ao passar por um processo de diversificação da economia. “Nunca vamos abrir mão de nossa vocação industrial, mas temos estimulado o crescimento de outros segmentos empresariais”, afirmou o prefeito José Auricchio Júnior.
Até 2014, no município, o setor automotivo representava cerca de 10% dos empregos gerados em São Caetano. Eram 9.944 empregos nas fábricas locais de carros e autopeças, porém, em 2019, esse número baixou para 1.100 e, no mesmo período, o total de postos formais diminuiu de 113 mil para 109 mil. A cidade não recuperou os níveis atingidos antes da crise, mas, obteve crescimento de 8% nos empregos que exigem o ensino superior, em 2017 e de 2016 para 2017, o número de empresas instaladas em São Caetano aumentou cerca de 3,5%, em especial as dos setores de saúde e construção civil, que teve alta de 50%. A cidade também obteve bom desempenho no setor de serviços, indústria e comércio. Juntos, todos esses setores, representam 95% dos mais de 110 mil empregos do município, o que faz São Caetano ter mais postos formais de trabalho do que população economicamente ativa, segundo o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).
Porém, talvez, o segredo deste sucesso no ABC e no Brasil, não fica por conta, apenas, da economia ou políticas públicas, mas, do principal, o fator humano. Governantes e gestores, que ao longo dos anos, se preocuparam e se preocupam em caminhar conectados com a população, ouvindo su-gestões, reclamações e reivindicações de maneira bastante equilibrada.

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