20 Oct 2017

Publicado em Editorial
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Nos últimos anos, as pessoas que passam pelas principais ruas de São Paulo, ou mesmo no ABC, perto de centros empresarias e grandes centros urbanos, no período da manhã das 7h até às 8h30, podem observar que há mais mulheres andando apressadas para irem ao emprego do que homens. Nos bancos de esperas de ônibus, as mulheres tomam conta nos lugares. Isso está acontecendo diariamente. É curioso que, anos atrás, os homens que eram os chefes da família, sustentavam as casas e saiam cedo para mais um dia de muito trabalho. As mulheres ficavam cuidando da casa, cuidando dos filhos, lavando e passando roupas e cozinhando. Agora, o cenário é outro, são as mulheres que trabalham em maior volume. São independentes, guerreiras, trabalhadoras, conquistam suas próprias coisas, repõem a casa, cozinham e muitas sustentam filhos sem ajuda do marido. O clichê de “sexo frágil” já não faz mais sentido nos dias atuais no que se refere à mulher. No Brasil, os avanços nas leis trabalhistas permitiram o crescimento da mão de obra feminina e, em 2007, as mulheres representavam 40,8% do mercado formal de trabalho, já, em 2016, passaram a ocupar 44% das vagas. Nos dias de hoje, muitas mulheres se destacam no trabalho e chegam a ocupar postos importantes na sociedade. Aqui no Brasil, alguns exemplos são Chieko Aoki, CEO da rede Blue Tree Hotels e, Paula Bellizia, CEO da Microsoft. Um exemplo no exterior é a chefe do governo alemão Angela Merkel, considerada uma das pessoas mais poderosas do mundo. Realmente, as mulheres vieram para tomar conta da situação com mais atividades.

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