19 Aug 2018

Folha Do ABC

A FOLHA DO ABC traz o melhor conteúdo noticioso, sempre colocando o ABC em 1º lugar. É o jornal de maior credibilidade da região
Nossa publicação traz uma cobertura completa de tudo o que acontece na região do ABCDM.

A Casa Santa Luzia realiza, de 13 a 25 de agosto, a 1ª edição do Especial de Veganos, no mezanino da loja. O evento traz exposição, ofertas e degustação de produtos, que vão desde alimentos com versões integrais e glúten a diversos itens que não levam componentes de origem animal ou não foram testados em animais, como produtos de limpeza e desodorantes.

Ao todo participam da quinzena 50 marcas Bio2Bianca SimõesChocolife, Família de Minas, Naked Nuts, Isola Bio, A Tal da Castanha, Flor de Sal, Jasmine, Vida Veg e Govi Farm.

Além dos produtos de fornecedores, também estão disponíveis os produtos Feitos na Casa, como dadinho de tapioca funcional (R$ 60,30 Kg), moqueca de banana da terra congelado (R$ 22,50 de 330g) e mousse vegano de chocolate com avocado (R$ 10,30g de 90g).

Algumas ofertas:

Chocolate suíço branco com amêndoa Stella (100 g) – de R$ 50,00 por R$ R$ 45,00

Bebida orgânica de amêndoa Isola Bio (1 litro) – de R$ 29,80 por R$ R$ 26,80

Lava Louças coco (600 ml) – de R$ 10,20 por R$ 9,20.

Energy ball – doce de frutas secas (pote com 6 unidades), de Produção Própria da Casa Santa Luzia – de R$ 12,80 por R$ 11,60.


Confirma abaixo a programação:

Dia 15 de agosto, quarta-feira: Dubalaco, Monama e Simple

Dia 16 de agosto, quinta-feira: Naked Nuts, Copra, B-On e Ecobras.

Dia 17 de agosto, sexta-feira: Mais Pura, Xilitoca, Bioz, Bio2 e Flor de Sal.

Dia 18 de agosto, sábado: Eat Clean, Greenpeople, Pura Vida e Mr Veg.

Dia 22 de agosto, quarta-feira: Farovitta, Pinati e Vida Veg.

Dia 23 de agosto, quinta-feira: Chocolife, Pamalani, Flormel e Gerônimo.

Dia 24 de agosto, sexta-feira: Grani Amici, Flow, B. eat e Família de Minas.

Dia 25 de agosto, sábado: Bianca SimõesHarts, Schraiber, Square e No Moo.

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As gestões políticas de muitos anos passados, dada a grande e democrática exposição da mídia e de alguns orgãos da justiça brasileira, levaram-nos e ao grande povo, a um desânimo sistêmico, diante das calamidades que constituem as óbvias corrupções que deixaram este rombo extraordinário nas contas públicas e milhões de desempregados que sofrem muito para dar um mínimo de sustento às suas famílias. Estes, têm estado em desespero e muita gente passando indigna privação do básico em seus lares. E por aí vai, o caos se instalando, uma aflição e medo nos invadindo. Agora temos diante de nós já definidos os candidatos à Presidência da República e temos de estar a par de tudo que eles falam e como agem, ou depois, se nos omitirmos, não nos queixemos. Precisamos de algo novo, de muita coragem e sinceridade no candidato que escolhermos. Temos de buscar um ânimo dentro de nossas mentes e corações e vibrar positivismo, esperança e orações sinceras a Deus poderoso, para que nosso lindo país possa sair desta calamidade e que o novo presidente possa achar um caminho, um atalho que nos leve a um novo começo.País lindo, povo bom! Com boa escolha de candidatos com “fichas limpas” para o Executivo e Legislativo, nosso Brasil poderá ser reerguido e ser o gigante que nosso lindo hino canta, “Gigante pela própria natureza!” Avante, minha gente, pensemos numa onda positiva em uníssono: “Vai dar certo, Deus na frente”

Até! Glorita Caldas

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- Está tudo bem? a mãe pergunta à Luca, 12 anos, logo quando ele chega da escola. - Mais ou menos, responde a criança ao sentar à mesa do almoço semi-posta. - O que houve? quis saber a mãe - O professor. Ele disse que as pessoas tem uma média de dois bilhões e meio de batimento cardíaco ao longa da vida. - Sei... a mãe bebe um gole de vinho. - Continua, sugeriu ela. - Cada batida que sinto é como se fosse uma contagem regressiva, confessou o menino em tom de desânimo. A mãe apenas ficou pensativa, tomou outro gole de vinho e sorriu como quem tivesse arrumado a solução para algo.
No dia seguinte - ao chegar da escola - Luca encontra uma caixa sobre sua cama. Ao abri-la viu que era uma camiseta branca. Vestiu-a. Era tão grande que não lhe servia. O menino vê que a mãe está ao lado da porta recostada com o ombro: - Essa camiseta é pra mim ou pro papai? - Pra você, filho! Então eles sentam na cama e começam a conversar.
A vida passa. Doze anos depois aquele garoto de outrora se forma na faculdade, vive uma vida plena, feliz, tem seu trabalho, ajuda as pessoas, começa a namorar, casa-se e tem uma filha.
- Oi filha, cumprimenta a esposa de Luca que preparava o almoço. - Oi. ela passa direto pela cozinha sem nem olhar par os pais. - Sabe o que foi? pergunta Luca à esposa. - O menino da escola, responde a mãe, - Não deixa a Isabela jogar bola, só porque é menina. Naquela noite, Luca, pai de Isabela deitou-se na cama tão pensativo quanto um cientista que acabara de concluir seu invento mas não conseguia saber para o que servia. Não dormiu à noite toda, e, ao dirigir-se para ao quarto da filha a fim de acordá-la para ir à escola, a percebe, cabisbaixa, sentada na cama. Bate à porta e a entreabre - Posso entrar? pede permissão ao portar uma caia azul nas mãos - Claro, pai. Sentou-se ao lado dela. Isabela olha com atenção uma camiseta branca que ele trajava. A roupa estava cheia de frases aleatórias, ora com esferográfica azul, ora com tinta preta em dizeres que Isabela começou a ler: “nasceu minha filha”. “passei na faculdade”. “a briga foi ruim, mas fiz as pazes”. “tirei a carta de motorista”. “minha esposa ficou grávida”. “consegui uma promoção na empresa”.
Quando Luca tinha 12 anos, ao presenteá-lo com uma camiseta branca maior que seu número, a mãe, na ocasião, havia-lhe aconselhado: - Luca meu filho, ela sorria -Todas as vezes que você viver algo especial; todas vezes que você fizer algo de bom pra alguém, você vai escrever nessa camiseta, e quando você crescer, vai entender que não importa quantas batidas seu coração vai dar, mas por quais motivos  ele vai bater.
De modo que aquele presente que perdurou anos, Isabela fez questão de continuar a ler: “a menina que gosto sorriu pra mim”. “ mudei de cidade”. “vou ser pai”. E então Luca entrega a caixa azul à filha, ela abre e uma camiseta branca maior que o número dela lhe é presenteada.
Brincadeiras, namoro, festas, faculdade, formatura, casamento, gravidez, mudanças, trabalho, promoções, ser pai, vê-los crescer, envelhecer...: os momentos mais simples serão sempre os mais especiais.

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No próximo dia 17 de agosto, comemora-se o “Dia do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional”. Relembrando um grande movimento de proteção de bens patrimoniais, partir de 1932, para impedir que objetos antigos referentes à história nacional fossem retirados do país e que as edificações monumentais fossem destruídas por conta de obras, sem quaisquer critérios de proteção e manutenção. Assim, Getúlio Vargas, ao pretender a  reorganização das competências do Ministério da Educação e Saúde Pública, através de seu Ministro Gustavo Capanema, sancionou a Lei nº 378, de 13 de janeiro de l.937, que no artigo 46 e seus três incisos,  criou o Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, com amplitude das finalidades de promover, em todo o país e, de modo permanente, o tombamento, a conservação do patrimônio histórico e artístico nacional. Pela precariedade cadastral e fiscalização na manutenção e conservação do grande acervo de preciosidades com inestimável valor histórico ou artístico, os quais iam se perdendo, dispersando, arruinando e mesmo se alterando, com descaso e inércia dos poderes públicos. Desse modo, ocorreu ação enérgica e permanente, para conservação  do patrimônio histórico e artístico pátrio, para torná-lo bem conhecido. Atualmente, referido órgão foi convertido no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, fundação pública do Governo Federal vinculada ao Ministério da Cultura, com sede em Brasília – DF, e Superintendências em todos os estados brasileiros. A data escolhida para a comemoração se refere ao nascimento do jornalista Rodrigo Mello Franco de Andrade (l.898/l.969), idealizador do IPHAN, onde trabalhou a vida toda, dando grande incentivo a essas atividades de proteção aos bens patrimoniais. A criação da instituição obedece a um princípio normativo contemplado nas disposições do artigo 216 da Constituição Federal, que define o termo patrimônio cultural, mediante a caracterização de suas formas de expressão, dos modos das criações científicas, artísticas e tecnológicas, de obras, objetos, documentos, edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico culturais, e dos sítios urbanos de valor histórico, paisagístico, artístico, arqueológico, paleontológico, ecológico e científico, e também de  fiscalização. A nível estadual, foi criado em 1968, o Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico – CONDEPHAAT, com a função de proteger, valorizar e divulgar o patrimônio cultural do Estado de São Paulo, tais como: bens móveis, imóveis, edificações, monumentos, bairros, núcleos históricos, áreas naturais e bens imateriais. Dito órgão já procedeu o tombamento de mais de seiscentos bens que significam  toda a história e cultura do Estado de São Paulo. Nos municípios existem os Conselhos Municipais com tais finalidades. Na região do ABC, foi criado em 2002, a entidade privada - Instituto do Patrimônio do ABC – IPABC, cujos membros  vêm dedicando intensos esforços no sentido da preservação do patrimônio histórico e cultural de toda a região, visando a conscientização da população para a conservação e manutenção dos bens patrimoniais. Os seus componentes  conclamam a população para a formação de um grande movimento de ações para os esclarecimentos necessários para os fins de existência deles, proteção, manutenção e conservação desses bens existentes em toda a nossa ampla região. O IPABC editou um livro contendo a relação de todos os bens patrimoniais tombados nas sete cidades da região ao ABCDRM, com descrições, detalhamentos e fotografias, de grande utilidade para conhecimento público, aliás, de iniciativa particular, com omissão total das Prefeituras. Louvamos o trabalho de Anna Gedankien, muito dedicada e grande incentivadora do IPABC, a qual nunca se curvou diante das dificuldades de proteção dos bens patrimoniais, como também de Adalberto Dias Almeida, estudioso histórico da Vila de Paranapiacaba, mantendo importantes dados sobre as origens e principalmente a proteção desse patrimônio, aliás, em vias de abandono pela absoluta falta de providências do Poder Público responsável por sua conservação. Prestigiem o IPABC. Vamos olhar para os bens patrimoniais com carinho e seriedade.

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Vamos colaborar com nosso planeta?
Cada dia vemos mais notícias de solos contaminados por um lixo que deveria ser reaproveitado.
Como dizemos: Macaco velho não muda seus hábitos. Lógico que já mudaram e muito, mas vejo crianças mais preocupadas em colocar o lixo em lugares certos. Acho que as escolas orientam os pequenos para isso. Certa vez eu vi na Marechal um menino nos seus dez anos, jogar um papel numa lixeira o qual caiu no chão. Ele largou a mão da mãe e o colocou no lugar certo. Eu lhe dei os parabéns e a mãe disse que ele não admitia sujar a rua, assim como fazia em sua casa.
No ano passado, reuni amigos, compareceram oito, para fazermos um mutirão na Praça da Matriz. Foram chegando com sacos para acondicionar os resíduos que são jogados pelo jardim e luvas nas mãos. Na semana seguinte quando eu passei por lá, já estava tudo sujo novamente. Não é para desanimar?
Há 15 dias, num dia de sol, fui num sábado pela manhã com uma amiga caminhar na Praça da Caixa de Água. Impossível permanecermos por lá olhando para tanto descuido com o local, O mato crescido e a sujeira. Me disseram que no futuro pensam em gradear a praça. Isso vai nos tirar muito a liberdade. Uma vez eu já disse aqui que a praça não tem sanitários e nem ligação para água, assim como a Praça da Matriz, apesar desta ter em sua planta a instalação de um café e banheiros. Infelizmente administrações passadas, sem planejamento, esqueceram de canalizar a água. Quem quiser comprovar isso é só ir a revistaria do local.
Entrando novamente no assunto: reciclar. Em meu prédio, o caminhão de reciclagem passa todas as segundas e quintas. Não sei qual é seu percurso, mas por exemplo, sei que na Rua Américo Brasiliense ele não passa. Acho que é o caso de o Serviços Urbanos observar.
Além de limparmos o meio ambiente, a economia de sacos de lixo nos prédios é grande. Os funcionários em geral têm colaborado muito com isso, e como dizem, em suas casas fazem o mesmo. No centro da cidade, temos o supermercado Pão de Açúcar que tem um ponto para deixarmos nossos lixos para reciclarem. São encaminhados para uma cooperativa que trabalha com isso.
É importante nunca colocarmos no lixo pilhas ou baterias, pois eles têm materiais pesados, radioativos, que são o que existe de pior para contaminação do solo.
Falando agora em água. Que tal economizarmos? Uma amiga que ficou em uma parente na Alemanha falou que após 5 minutos de banho, o chuveiro se desligava automaticamente. Uma pessoa me falou que tem em seu box uma barra, e que faz sua ginástica sob o chuveiro segurando na barra. Outra deixa a torneira aberta sem fechar enquanto lava a louça. Me disse: eu moro sozinha no apartamento e pago igual aos outros condôminos onde moram várias pessoas. Desculpem, mas falar o que? Me calei.
O mesmo com as luzes acesas. Se um dia a água faltar, a luz também poderá faltar. Além do que, ao pagar altas contas é o mesmo que dinheiro indo pelo ralo.
Bom acho que já cansei vocês e me cansei... Fico um pouco indignada com o povo que não preserva nosso planeta.
Um abraço, Didi
OS. Eu escrevi esse texto na quarta-feira, no fim do dia. Salvei! Sorte! Na hora de encaminhar para o jornal, houve um apagão no centro de São Bernardo, ficando a cidade totalmente às escuras por uma meia hora... Coincidência...

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