15 Dec 2018

Folha Do ABC

A FOLHA DO ABC traz o melhor conteúdo noticioso, sempre colocando o ABC em 1º lugar. É o jornal de maior credibilidade da região
Nossa publicação traz uma cobertura completa de tudo o que acontece na região do ABCDM.

O Colégio Singular e Singular Anglo, com unidades em Santo André, São Bernardo e São Caetano, registraram 738 aprovações nas primeiras fases da Fuvest, Unicamp e Unesp. No ano passado foram 639, e nos dois anteriores, 613 (2016) e 660 (2015), respectivamente.

Esse resultado é um conjunto de muita dedicação dos estudantes, da equipe pedagógica e do Singular, já que os trabalhos de preparação têm início muito antes das inscrições dos vestibulares serem abertas. O Singular preocupa-se com a formação completa do aluno por meio de um ensino competente, exigente e inovador.

No Colégio Singular, os alunos contam com material didático moderno, acesso a conteúdos digitais que ajudam nos estudos, palestras, simulados, plantões de dúvidas e de orientações, encontro profissional, visitas monitoradas, entre outros recursos. Já no curso pré-vestibular  Singular Anglo, o estudante tem propostas diferenciadas que ocorrem ao longo do ano, seja por meio do Extensivo, Enem Mais ou Turma Medicina.

Tagged sob

A Prefeitura de São Bernardo oficializou, na terça (11), a ampliação do contrato de higienização nas unidades escolares e garantiu a geração de 225 novos postos de trabalho na área de zeladoria.

O número de escolas atendidas por empresa terceirizada saltou de 56 para 98, com a chegada dos novos profissionais (217 auxiliares de limpeza e oito auxiliares de serviços gerais). O investimento no novo contrato é de R$ 31,9 milhões e o acordo tem duração de um ano.

Com a ampliação do contrato, haverá reforço na quantidade de pessoas responsáveis pela limpeza escolar. No modelo atual, são utilizados funcionários terceirizados, servidores de carreira da Prefeitura e ainda pessoal recrutado dentro das frentes de trabalho.

A apresentação dos novos funcionários foi feita pelo prefeito Orlando Morando e aconteceu na EMEB Professor Otílio de Oliveira, no bairro do Rudge Ramos, e contou com a presença de secretários municipais e demais autoridades.

No total, serão 609 pessoas dedicadas à conservação e higienização das escolas do município. Ao mesmo tempo, outros 154 servidores serão remanejados para atenderem todas as outras escolas, completando assim o conjunto de atividades diárias de limpeza na rede municipal.

O chefe do Executivo aproveitou a cerimônia para conversar com os novos prestadores de serviço de limpeza. “São 225 novos trabalhadores que começam a atuar em um local importante da nossa cidade, que são as escolas. Vivemos um momento difícil do País, com muitos desempregados e oportunidades como essa devem ser comemoradas”, destacou.

Para a secretária de Educação, Silvia Donnini, o novo contrato colabora com o processo de melhoria do ambiente escolar. “É uma ação importante, que amplia os esforços para termos uma escola cada vez melhor em São Bernardo”, pontuou.

A auxiliar de limpeza Jackeline Alves comemorou a oportunidade de emprego. “Estava desempregada faz dois anos e este trabalho vai melhorar a vida dos meus filhos e da minha família. Já fui bem recebida na escola em que trabalho”, afirmou a trabalhadora, que atua na EMEB Dr. Vicente Zammite Mammana, no Jardim Gagliardi.

Ainda na visão de Morando, a chegada dos novos profissionais também ajuda a solucionar parte dos problemas da rede escolar municipal. “Conseguimos otimizar os recursos para poder investir nesse novo contrato. A escola precisa ser um ambiente limpo, salubre e bom para alunos, funcionários e professores”, finalizou o prefeito.

MANUTENÇÕES - A atenção da Administração com a melhoria foi destacada quando o chefe do Executivo assinou ordens de serviço para reforma e reparo de 15 unidades escolares, dentro de uma força-tarefa da Administração, que destinou R$ 5 milhões às intervenções e que contemplam manutenção e zeladoria, reformas de telhados, calhas, pintura, reparos elétricos, hidráulicos, entre outros, custeados com recursos municipais.

Tagged sob

Ribeirão Pires completou 20 anos com o título de Estância Turística, conforme estabelecido pela Lei Estadual nº 10.130 de 1998, sancionada pelo governador Mário Covas Júnior. A conquista do título permitiu a efetivação de convênios com a Secretaria de Turismo do Estado para investimentos em melhorias na cidade.

Depois de anos sem a execução de projetos para o setor, e com o abandono de atividades tradicionais da agenda turística municipal, em 2017, a Prefeitura colocou o turismo em posição prioritária, sendo estratégico para o desenvolvimento da economia local.

“Encontramos no início do último ano uma cidade em situação de abandono e desvalorização. Trabalhamos intensamente para regularizar a situação administrativa e financeira de Ribeirão Pires - o primeiro passo em longa caminhada que estamos fazendo para fortalecer não apenas o turismo, como todos os setores. Com muita dedicação, conquistamos avanços significativos, afastando o risco de perdermos um título tão importante, motivo de grande orgulho para todos envolvidos nesse processo”, explicou o prefeito de Ribeirão Pires, Adler Teixeira (Kiko).

Uma das primeiras ações realizadas em 2017 foi a análise dos convênios celebrados por gestões anteriores junto ao DADETur, departamento estadual que atua para fomentar o turismo em estâncias paulistas. Irregularidades, que impediam o recebimento de novos recursos para o setor, foram identificadas e corrigidas pela Prefeitura.

Para ampliar os debates sobre as ações de fomento, o COMTUR – Conselho Municipal de Turismo foi retomado. A Prefeitura também integrou a sociedade civil e profissionais do segmento em Comissão de Elaboração do Plano Diretor de Turismo, concluído no primeiro semestre de 2018 e elaborado em parceria com o SENAC – SP. O documento é a diretriz para investimentos e ações de desenvolvimento do turismo, pois diagnostica a infraestrutura turística da cidade, potenciais e também estabelece estratégias de fortalecimento da atividade econômica.

Além de recuperar recursos, a Prefeitura garantiu a aprovação de novos projetos, já em execução. O Boulevard Gastronômico – fases 1 e 2 – e o Parque Oriental estão em fase de implantação e fazem parte do processo reestruturação do receptivo turístico e da criação de novos roteiros para a cidade.

Os atrativos estarão integrados com o Templo Luz do Oriente, onde está situada a Torre de Miroku, empreendimento privado situado às margens da Represa Billings que tem atraído visitantes de diferentes regiões do Estado e do País a Ribeirão Pires.

O resultado dos esforços trouxe, ainda, destaque junto ao Ministério do Turismo (MTur). Em agosto deste ano, Ribeirão Pires recebeu o Selo+Turismo – declaração que garante ao município análise prioritária para a obtenção de recursos junto ao Governo Federal. A Estância foi a primeira cidade do Estado de São Paulo a receber a certificação.

A revitalização e valorização de pontos turísticos; a preservação do patrimônio municipal; a criação de lei de incentivo a empreendimentos turísticos; a retomada e o fortalecimento do calendário de festividades, entre os quais o Festival do Chocolate, a Festa do Pilar e o Festival do Cambuci, também estão entre as ações estratégicas de fomento ao turismo local.

 “Ribeirão Pires é uma cidade de incontáveis belezas naturais e imenso potencial para o crescimento da atividade turística. Com responsabilidade, o prefeito Kiko tem conduzido ações que estão impulsionando o setor, hoje tido como destaque no mundo inteiro pelo impacto positivo na geração de emprego e receita. Novos projetos, em fase de execução ou planejamento, miram justamente essas oportunidades de desenvolvimento. Já avançamos significativamente com ações que envolveram toda a cidade e, em breve, teremos novas conquistas sendo entregues em nossa Estância”, avaliou o secretário de Turismo e Desenvolvimento Econômico de Ribeirão Pires, César Ferreira.

Tagged sob

A longevidade impõe desafios para a população brasileira, em que parte significativa segue exercendo alguma atividade profissional mesmo após a aposentadoria. Um levantamento realizado em todas as capitais pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) mostra que sete em cada dez idosos (70%) estão aposentados. Desse total, 21% continuam trabalhando e uma das principais razões é o fato de a renda não ser suficiente para pagar as contas (47%). Já 48% disseram que querem se sentir produtivos nessa fase da vida e 46% buscam manter a mente ocupada.

Embora atuem ativamente, 43% reconhecem que tiveram dificuldades para conseguir uma oportunidade, principalmente por enfrentar preconceito com a idade avançada (30%). Por outro lado, 57% afirmam não ter tido problemas em conseguir trabalho. Quando questionados sobre até que idade pretendem trabalhar, mais da metade (61%) não soube definir ao certo. Para os que sinalizaram ter uma perspectiva em mente, a média é de 74 anos.

Apesar da questão financeira ser um ponto relevante para aqueles que optam por não parar, 76% dos idosos encaram o trabalho de forma positiva nessa fase da vida. Tanto que um terço (30%) destes menciona sentir satisfação por estar trabalhando e poder produzir, enquanto 20% têm orgulho de manter sua independência, ao passo que 18% disseram gostar do que fazem e ainda possuem muitos projetos a serem realizados.

Na avaliação da economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, os dados refletem um novo cenário com o aumento da expectativa de vida no Brasil. “Percebe-se, muitas vezes, que os idosos não se prepararam para este momento e os ganhos com a aposentadoria acabam não sendo suficientes para manter o padrão de vida desejado. Mas já enxergamos uma mudança na visão de grande parte dessas pessoas, que começam a encontrar um sentido especial no trabalho por se sentirem mais produtivos e independentes”, ressalta.

Nove em cada dez idosos contribuem com orçamento familiar; previdência social é principal forma de preparação para aposentadoria

O estudo observa ainda que boa parte dos lares conta com a renda de familiares acima dos 60 anos. Nove em cada dez (91%) idosos contribuem financeiramente com o orçamento, sendo que 43% são os principais responsáveis pelo sustento da casa. Ainda assim, 34% dos entrevistados recebem algum tipo de custeio — percentual que cresce para 40% entre as mulheres — vindo principalmente de pensão por falecimento do cônjuge (15%) ou de familiares (15%).

 Quando o assunto é preparação para aposentadoria, o que se percebe ainda é uma falta de conscientização sobre a necessidade de pensar no futuro. Entre os que se planejaram de olho nesta fase da vida, três em cada dez (32%) admitem nunca ter guardado dinheiro exclusivamente para esta finalidade. Outros 25% não lembram quando começaram a fazer uma reserva. Em relação aos 43% que recordam o período de início dessa poupança, a média de idade foi aos 27 anos.

A maior parte (47%) se preparou ou ainda se prepara para a aposentadoria por meio da contribuição ao INSS. Já 34% realizam ou realizaram algum tipo de investimento — número que sobe para 43% entre os homens e 49% nas classes A e B. Desse total, 13% dos recursos foram aplicados em poupança, 9% em previdência privada da empresa onde trabalhou e 7% destinados a outros investimentos, como fundos, ações, CDBs, Tesouro direto e renda fixa. Há também uma parcela que investe em previdência paga por conta própria (7%) e em imóveis (6%) – considerando apenas os imóveis tratados como investimento e não moradia.

Entre os que sinalizaram ter se preparado, 25% atribuem esse comportamento ao seu perfil mais precavido, enquanto 21% dizem que se espelharam em exemplos próximos de pessoas que não se preparam e tiveram problemas financeiros na aposentadoria. Já 17% seguem orientações de amigos e familiares. Quanto àqueles que não se prepararam, os principais fatores citados são falta de renda (29%) e de sobra de dinheiro no orçamento (25%).

Tagged sob

O cóccix é um osso localizado na última parte da coluna vertebral. Muito pouco lembrado pela população em geral, já que os problemas da coluna ou até mesmo as dores na região das costas são mais comuns na parte lombar e cervical (meio das costas e pescoço). Entretanto, segundo dados da literatura, cerca de 1 a 2% da população mundial sofre com a coccigodinia, ou seja, com quadros de dores crônicas no cóccix. 

 De acordo com o neurocirurgião Dr. Iuri Weinmann, especialista em Medicina da Coluna e em Cirurgia Endoscópica da Coluna Vertebral, o cóccix participa de muitos movimentos da vida diária, como o da defecção. “Outra função importante é funcionar com uma espécie de ‘amortecedor’ quando estamos sentados. Ao sentarmos, é realizada uma compressão na parte posterior do cóccix, que se move para frente”, explica o especialista. 

 Traumas na região são principais causa de dor

 A dor crônica no cóccix pode ter várias causas. “A principal são traumas, como cair sentado, por exemplo. Isso pode levar a fraturas, torções ou luxações neste osso, que são de difícil resolução. Há ainda causas congênitas, quando a criança nasce sem a curvatura anterior. Cisto pilonidal, cisto aracnoide e lipoma (espécie de nódulo fibrogorduroso) também são causas comuns desta condição”, explica Dr. Iuri

 “Devemos lembrar ainda das dores relacionadas às raízes nervosas, plexos ou nervos periféricos localizados próximos ao cóccix. Tumores, inflamações e traumas durante o parto também podem levar ao problema”, cita o especialista.

 Ficar sentado por longos períodos agrava a dor

Em algumas pessoas, a dor pode aparecer e desaparecer de forma espontânea. Entretanto, é comum encontrar quadros crônicos de dor no cóccix.

“Pessoas que ficam muitas horas sentadas podem sentir dor de forma mais crônica. Em mulheres, pode haver piora do quadro no período pré-menstrual e durante a menstruação. Outras podem sentir dor no momento da defecção ou ainda durante as relações sexuais, por exemplo”, comenta Dr. Iuri.

 Segundo um estudo, exames de radiografia mostram que metade dos pacientes apresenta alterações na mobilidade do cóccix. Uma das possíveis causas apontadas pelos pesquisadores são as mudanças do padrão de deslocamento do osso quando a pessoa se senta, especialmente em obesos. A outra hipótese é a alteração do padrão de flexão do cóccix.

 Estresse pode levar à dor

Nem todos os casos de dor no cóccix têm a origem esclarecida. Mas, alguns estudos mostram que a dor pode ter relação com o estresse e afeta, de forma frequente, pessoas com diagnóstico de depressão.

 Infiltrações com corticoide apresentam bons resultados

O diagnóstico pode ser feito por um neurocirurgião especialista em medicina da coluna. “Iremos avaliar várias possibilidades. Serão solicitados exames de imagem como raio-X, tomografia e ressonância magnética da região.

"Durante o exame clínico, levantamos todas as informações que podem esclarecer a origem da dor, incluindo traumas, cistos e até mesmo histórico de estresse e depressão”, diz Dr. Iuri. Também são excluídas outras doenças sistêmicas que podem causar a dor.

 O tratamento da dor crônica no cóccix quase sempre é conservador. “O paciente é orientado a fazer fisioterapia, usar almofadas para aliviar a tensão na região, assim como podem ser prescritos medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos. Quando não há melhora, podemos fazer infiltrações no local com corticoides, excelentes para diminuir a inflamação e a dor. A melhora do quadro com essa terapia pode variar de 60 a 85%", cita Dr. Iuri.

 Necessidade de cirurgia é rara

A cirurgia só é indicada quando o paciente não melhora com nenhum outro tratamento. Outra indicação é quando a dor é incapacitante. A cirurgia, chamada de coccigectomia e consiste na remoção total ou parcial do cóccix. Quando bem indicada, atinge bons resultados, reduzindo a dor e melhorando a qualidade de vida do paciente”, encerra Dr. Iuri.

Tagged sob

Visite-nos no Facebook

Main Menu

Main Menu