24 Jun 2018

Folha Do ABC

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A sustentabilidade é parte integrante da estratégia de negócios da General Motors e fundamental para as operações globais da empresa, conforme demonstrado em seu mais recente Relatório de Sustentabilidade (gmsustainability.com).

Guiada pela visão de um futuro com zero colisão, zero emissão e zero congestionamento, a empresa está enfrentando os desafios sociais e ambientais, ao mesmo tempo em que transforma o futuro da mobilidade. Ao lidar com essas questões, a General Motors tem o potencial global a cada ano para ajudar a salvar alguns dos 1,25 milhões de vidas perdidas em acidentes; ajudar a eliminar os mais de 2 bilhões de toneladas métricas de dióxido de carbono das emissões veiculares; e reduzir o congestionamento, devolvendo aos passageiros tempo gasto no trânsito.

"Estamos no meio de uma revolução nos meios de transportes, à medida que as tecnologias inovadoras e os estilos de vida em evolução dos clientes transformam nossos veículos e como os utilizamos", disse Mary Barra, Chairman e CEO da General Motors. “Temos a equipe certa, tecnologia, parceiros, escala de produção e mentalidade para liderar essa revolução”.

Os destaques do Relatório de Sustentabilidade 2017 incluem:

  • Entregando um futuro eletrificado - Com pelo menos 20 novos modelos totalmente elétricos sendo lançados globalmente até 2023, a General Motors está pronta para cumprir sua visão de um futuro totalmente elétrico e livre de emissões. Em resposta à demanda global, a produção de Bolt EV aumentará este ano. A empresa também está posicionada para liderar nos principais mercados de EV, incluindo os EUA e a China, e está em parceria com concessionárias, comunidades, governos e outros para acelerar a infraestrutura de recarga, enquanto trabalha para aumentar a aceitação do consumidor.
  • Aprimoramento da eficiência energética - À medida que a General Motors se aproxima de um portfólio totalmente elétrico, as melhorias de curto prazo nos veículos tradicionais continuam incluindo a estratégia da empresa com os avanços na eficiência de motores e transmissão, aerodinâmica, redução de peso e outras tecnologias para reduzir o consumo de combustível. Uso e custo. Desde 2016, a General Motors reduziu mais de 2.267 quilos em 14 modelos de veículos novos, economizando 133 milhões de litros de gasolina.
  • Avanço na direção autônoma - A General Motors é a primeira montadora a usar métodos de produção em massa para veículos autônomos (AV) e é a única empresa a produzir veículos autônomos em escala. Registrando um marco significativo, a empresa anunciou que as versões de produção do Cruise AV serão construídas na fábrica Orion Assembly da General Motors em Michigan, com comercialização em 2019.
  • Redesenhando a mobilidade pessoal - Em resposta ao aumento das populações globais nas áreas urbanas, o Maven entregou um pacote de soluções de mobilidade compartilhada e expandiu-se para capitalizar a crescente popularidade do compartilhamento de carros e do compartilhamento de viagens e está reduzindo o congestionamento.
  • Acelerar e dimensionar a energia renovável - Avança a promessa da General Motors de fornecer 100% de energia renovável para suas manufaturas globalmente até 2050. A empresa usa 371 megawatts de energia vinda de fontes renováveis e, até o final de 2018, energia renovável será já 20% do total usado globalmente pela companhia.
  • Manufatura Responsável - Desde 2010, a General Motors reduziu a intensidade energética de suas operações em 15%, gerando US$ 135 milhões em economia de custos. A empresa superou sua meta de 2020 de reduzir a intensidade de carbono de suas operações em 20% três anos antes do prazo.
  • Aumentando o impacto social - Como os países estão perdendo talentos em STEM, a General Motors está concentrada em mais de 100 iniciativas para reverter essa tendência. Através do seu apoio ao Code.org, a empresa alcançará 40.000 estudantes secundários em 2018 nos EUA. Em média, a General Motors recruta ativamente um funcionário para uma posição STEM a cada 26 minutos.
  • Diversidade na força de trabalho - A General Motors investe no desenvolvimento de habilidades de líderes por meio de sua Iniciativa Mulheres em Ação, que atraiu mais de 6.700 funcionários participantes. E 32% dos cargos de liderança na General Motors são ocupados por mulheres.

A abordagem integrada da General Motors para a sustentabilidade inclui o engajamento das partes interessadas e a divulgação proativa e voluntária. Terceiros independentes reconheceram o progresso da empresa. Ela foi nomeado para o Índice de Sustentabilidade Dow Jones - América do Norte e Índices Mundiais, foi classificada no Just 100 pela Just Capital como a única fabricante de automóveis na lista e foi nomeada como um dos 100 Melhores Cidadãos Corporativos pelo segundo ano consecutivo.

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Crescimento econômico com bem-estar, este é o principal raciocínio do empresário que decide migrar para os Estados Unidos. De acordo com levantamento da consultoria americana Visa Franchise, 72% dos entrevistados mudam de país por conta de oportunidades de negócios; 58% buscam qualidade de vida, 46% se preocupam com a educação dos filhos e 34% pensam em segurança.

O estudo, estruturado em questões de múltipla escolha, foi realizado com 210 investidores de diversos países, mas que estão consolidados nos Estados Unidos ou em etapas finais de migração. A conveniência entre ascensão profissional e preocupação familiar se mostra nos perfis que mais desejam a mudança de país: 77% são casados e 73% possuem filhos.

"O investidor internacional nos Estados Unidos é o empresário que busca qualidade de vida para si e sua família, principalmente no que diz respeito à educação e segurança. No caso de brasileiros, são normalmente das classes sociais A e B, com idades entre 30 e 60 anos", explica Jack Findaro, diretor financeiro da Visa Franchise.

Quanto ao aprendizado do idioma americano, 45% são fluentes em inglês, 17% têm conhecimento intermediário, 18% são avançados na linguagem, 12% conhecem mais profissionalmente e 8% são iniciantes. "Saber inglês não é necessário se o empresário quiser atuar apenas como investidor, entretanto, quem irá coordenar o negócio precisa conhecer a linguagem", aponta Jack. "Não falar o idioma limita as opções de investimento".

Tipo do negócio impacta em visto e carga de trabalho

Ingressar de forma legalizada é uma preocupação dos empresários. 62% já estão em contato com um advogado de imigração e 38% utilizam as referências de consultorias especializadas para contratar esses profissionais. A utilização de um advogado de imigração é obrigatória por lei.

Os entrevistados também sabem quais tipos de vistos desejam utilizar: 83% recorrem ao E-2, direcionado a pessoas que possuem cidadanias de países com tratados de comércio junto aos Estados Unidos; 15% desejam o L-1, visto para transferência de quem trabalhará na mesma empresa em que atua no país de origem; e 13% idealizam o EB-5, para quem almeja o Green Card. 2% querem outros tipos de vistos e 1% não necessita desta documentação.

"No caso do Brasil, o país não tem tratado com os Estados Unidos para comercialização, porém muitos brasileiros são descendentes de italianos, espanhóis, alemães, entre outras nacionalidades. Como esses países possuem tratado com os EUA, essas pessoas são elegíveis para obter o visto de empreendedor", realça o consultor financeiro.

Para 27% dos entrevistados, o investimento planejado na migração empreendedora aos Estados Unidos gira entre US$ 100.000 e US$ 149.999; 37% destinam entre US$ 150.000 a 249.999; 16% reservam de US$ 250.000 a US$ 349.999; 7% se planejam com quantias entre US$ 350.000 a US$ 499.999; 6% dos empreendedores trabalham com valores acima de US$ 500.000; e 7% destinaram outros valores.

Sobre o tipo de empresa a ser aberta em terra estrangeira, 31% buscam negócios direcionados para consumidores (business to consumer), 19% desejam negócios que prestem serviços para outros negócios (business to business) e 63% não têm preferência. Quanto à carga de trabalho, 64% se planejam a trabalhar no período integral, 41% em meio período e 32% apenas como investidores.

"Normalmente, o empresário nos procura já desejando a mudança para os Estados Unidos. Entretanto, temos clientes que buscam a residência empreendedora, e clientes que ingressam apenas com investimentos. O principal desafio é entender qual o melhor cenário para cada empreendedor. Se vai envolver mudança de país ou não, e, posteriormente, definir qual o tipo de negócio melhor irá se adequar às suas necessidades. Um processo que pode levar de dois a seis meses, somente a análise econômica. Mas, quanto mais planejamento, mais chance de sucesso", considera Findaro.

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Nesta quinta (21), começa oficialmente o inverno. Além do frio, da chuva e de dias mais secos, essa estação é propícia para a propagação de doenças como as meningites bacterianas. Segundo a neuropediatra, Dra. Andrea Weinmann, no inverno é mais comum casos de meningites causadas por bactérias. Já as virais tendem a ser mais prevalentes no verão.

  “A meningite é um processo inflamatório das membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. A doença tem diferentes origens, mas as meningites infeciosas, que podem ser causadas por vírus, bactérias, fungos e protozoários, são as mais comuns. A meningite, entretanto, pode também ser causada por doenças sistêmicas, como câncer ou lúpus, por exemplo ou ainda como consequência de certos medicamentos”, explica Dra. Andrea.

 Crianças e idosos são principais vítimas

O risco de desenvolver uma meningite bacteriana é maior em crianças menores de cinco anos e em adultos com mais de 60 anos. Estima-se que em 75% dos casos, as vítimas são crianças com menos de cinco anos.

A meningite bacteriana é uma emergência médica, pois precisa de diagnóstico e tratamento imediatos para reduzir o risco de sequelas, como surdez e atrasos neuropsicomotores. Infelizmente, a taxa de mortalidade também é alta quando se trata de meningite bacteriana.

 Principais tipos

“A grande maioria das meningites bacterianas são causadas por um crescimento anormal das colônias das bactérias que habitam a nasofaringe e a orofaringe. As bactérias se multiplicam e resistem às defesas do organismo. Com isso, elas atingem a corrente sanguínea e chegam ao sistema nervoso central, levando assim à infecção das meninges e da medula”, comenta Dra. Andrea.

Neisseria meningitidis (meningococo), Haemophilus influenzae e Streptococcus pneumoniae (pneumococo). Juntas, essas bactérias são responsáveis por 95% dos casos de meningite bacteriana após os dois meses de idade.

Tosse, espirros e beijos são principais meios de contágio

Todas as meningites bacterianas podem ser transmitidas por contato direto por meio de gotículas e secreções do nariz e da garganta, como tosse, espirros e beijos, sendo que a pneumocócica pode ser transmitida também pelo contato indireto por meio de objetos contaminados pelas secreções nasais e da garganta.

 A meningite pneumocócica é considerada a mais grave, pois está associada a altas taxas de mortalidade e de complicações, como hidrocefalia, edema cerebral (inchaço), hemorragia intracraniana, entre outras complicações.

“Até um terço dos pacientes pode apresentar deficiências cognitivas, lentidão cognitiva, surdez, cegueira, deficiências neuropsiquiátricas, paralisia cerebral, convulsões e atraso mental como sequela da doença. Já a meningocócica também é grave, pois evolui muito rápido e precisa ser tratada imediatamente, pois do contrário pode ser fatal”, diz a médica.

 Alerta aos sintomas

Infelizmente, os sinais e sintomas em bebês podem ser inespecíficos e isso atrasa o diagnóstico. “Febre alta, recusa alimentar, vômitos, apatia e irritabilidade podem sugerir alguma alteração em crianças menores, principalmente em bebês. Nessa faixa etária, os sinais de irritação da meninge não são tão frequentes”, explica Dra. Andrea.

Já as crianças maiores costumam apresentar sintomas bem característicos, como dor de cabeça, vômitos e febre com início repentino ou insidioso.

 “A criança pode apresentar também sensibilidade à luz (fotofobia), sonolência e letargia. No exame clínico procuramos os sinais clássicos da irritação das meninges, como rigidez da nuca e flexão involuntária dos membros inferiores quando o pescoço é fletido (flexionado), além do sinal de Kernig (impossibilidade de estender a perna em um grau específico quando a perna é flexionada)”, afirma a neuropediatra.

 “Um sintoma clássico da meningite meningocócica é o exantema, que são manchas ou pontos avermelhados que podem evoluir para petéquias de cor mais escura ou púrpura”, comenta Dra. Andrea.

 Quando procurar o médico

Os pais devem ficar atentos a essa lista de sintomas e procurar um pronto-socorro o quanto antes, mesmo que seja para descartar uma meningite. O médico irá fazer o exame clínico e solicitar, na maioria dos casos, o exame de Líquor, entre outros. O início da terapia antibacteriana endovenosa deve ser imediato, por isso a criança é internada ainda no atendimento do pronto-socorro.

 A evolução do quadro vai depender de uma série de fatores como, por exemplo, qual bactéria causou a meningite, o estado de saúde geral da criança, o tempo entre o aparecimento dos sintomas e o início do tratamento, entre outros.

 Vacinas devem estar em dia

Felizmente, hoje é possível imunizar a criança contra a maioria dos agentes causadores das meningites bacterianas. Um bom exemplo é a queda da incidência da meningite por Haemophilus influenzae.

 A maior parte das vacinas está incluída no calendário do Sistema Único de Saúde e algumas só podem ser feitas em clínicas particulares. “A imunização sem dúvida é a melhor forma de prevenir as meningites, portanto os pais precisam estar atentos ao calendário de vacinação e imunizar a criança corretamente”, diz Dra. Andrea.

Pais de crianças que frequentam creches e escolas, principalmente as menores de cinco anos, precisam redobrar a atenção aos sintomas, assim como perguntar nos estabelecimentos sobre a saúde das outras crianças. No caso de alguma criança apresentar um quadro de meningite, é preciso se informar sobre qual foi o tipo e se certificar que a vacinação está em dia, além claro de monitorar possíveis sintomas.

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A Prefeitura de Santo André quer zerar, até o final do mês, a fila de espera por exames laboratoriais na cidade. O resultado poderá ser possível por meio de três mutirões do programa Saúde Fila Zero, que realizarão cerca de 90 mil exames, beneficiando 18 mil pessoas. O primeiro mutirão ocorreu no sábado (16), em 17 unidades de saúde do município.

“Estamos continuando os mutirões do Saúde Fila Zero hoje e nos próximos dois sábados nós vamos zerar as filas de exames laboratoriais e alguns exames de imagem. Queremos neste ano zerar todas as filas. Além disso, com o Programa Qualisaúde, entregamos a UPA Bangu e teremos mais dez equipamentos pra gente construir uma saúde com mais qualidade na cidade de Santo André”, afirmou o prefeito Paulo Serra.

Os próximos mutirões ocorrerão nos dois últimos sábados do mês, dias 26 e 30 de junho. “É importante destacar que além deste mutirão para zerar os exames de análises clínicas, nós estamos atendendo os exames de imagem, tomografia já estamos zerados, já está sem espera, ultrassom de próstata também estará zerada este mês e na próxima semana vamos inaugurar o novo Centro de Diagnóstico no Centro Hospitalar Municipal, que também irá abrir uma agenda expressiva para exames de imagem”, destacou o secretário de Saúde, Marcio Chaves.

Criado pela atual administração no ano passado, o Saúde Fila Zero tem reduzido o tempo de espera para consultas e exames na cidade. Um exemplo é a redução em 45% o tempo de fila de espera por ultrassom. Tiveram a fila zerada exames como: curva glicêmica em gestantes, gasometria arterial, espermograma, tomografia, densitometria, mamografia e audiometria.

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Este ano será para o Brasil uma data especial. Sim, porque nele terão lugar dois acontecimentos que tocam na alma das pessoas. Um novo presidente da república será eleito, depois do ano político caótico que não gostaríamos de repetir, e será o ano em que a seleção de futebol tentará a desforra, na Copa da Rússia, pela vergonha da derrota por 7 a 1 contra a Alemanha no Mineirão.
Neste ano as urnas serão um termômetro para saber até onde chega a febre de desalento dos brasileiros com a política e seus desejos de renovação. Saberemos se querem que as coisas mudem para melhor ou preferem que continuem se arrastando no desgoverno e descaramento que estamos vivendo. O resultado da seleção na Copa da Rússia, hoje nas mãos de Tite, um treinador discreto e com pulso firme, poderia influenciar positiva ou negativamente as eleições que se apresentam como uma das mais complexas e difíceis em muitos anos? Não acredito nisso. A sociedade, deseja renovar a política para recomeçar, com gente nova, um processo mais transparente.
O futebol, nem sequer no Brasil, desperta hoje aquela paixão dos tempos em que este país ganhava uma Copa atrás da outra e se identificava com a bola bem jogada. O futebol, paixão quase universal, carregada de símbolos, foi profanado por corruptos da FIFA, assim como acontece com a política brasileira que se vê cada vez mais envolvida em mazelas. Mas, ainda assim, o futebol continua vivo nas veias de milhões de brasileiros. E a política movimenta cada vez mais discussões calorosas, seja por meio das redes sociais, seja em reuniões informais de família, ou nos famosos papos de final de semana entre amigos. Nunca se viu tamanha participação dos brasileiros nos problemas nacionais. De toda forma, não podemos esquecer que foi, curiosamente, a partir do desastre da última Copa, com as vaias contra a ex-presidente Dilma, que se aprofundou a crise política que nos conduziu até o desastre de hoje.
Cada um decidirá, tão logo acabe a Copa, quem escolher para recompor o Brasil que, de país do futuro, se viu descarrilar em um presente sem rumo. O Brasil parece estar precisando de um presidente normal. Sim, normal, não tocado pelo lixo da corrupção, com capacidade e sabedoria para levantar os ânimos de um país em depressão e de reunificar os que a degradação da política levou a se enfrentarem duramente.
Um presidente normal, que não precise de grande biografia, como a maioria dos que governam o destino dos países com a maior qualidade de vida e a maior justiça social. Quantos sabem os nomes dos presidentes dos dez países nos quais, segundo a ONU, se vive melhor e há menos pobres e analfabetos, se houver algum? Normal significa que não precisa ser um herói, nem um santo, nem um messias, nem um justiceiro. Simplesmente, uma pessoa preparada, séria e honesta, disposta a pensar mais no país do que em seus privilégios de hoje e de amanhã. Existe?
O Brasil me parece um país rico e complexo internamente, uma mistura de tantas experiências sedimentadas ao longo de séculos, embora hoje profundamente decepcionado.
E essa decepção já foi plasmada pelo grande Guimarães Rosa, em Grande Sertão Veredas, quando escreveu: “Pensar mal é fácil, porque esta vida é embrejada. A gente vive, eu acho, é mesmo para se desiludir… A “sem vergonhice” reina tão leve, que por primeiro não se crê no sincero sem maldade”. É o que o Brasil está vivendo, onde a “sem vergonhice” a que se refere Guimarães nos levou a ver maldade até onde poderia existir sinceridade.
O Brasil é hoje o país do futebol ou o país da crise política?

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