17 Aug 2019

Por que eu?

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Foi comigo, mas não sei porque! Ano de 1982. Meu pai falecera, eu já me inclinava ao Espiritismo de Kardec e ao caminhar pela cidade tive uma forte inclinação para comprar telas e tintas. Briguei comigo pois eu nunca tive inclinações para crochê, tricô ou pintura. Sempre gostei de escrever, de estudar. Afinal comprei o que minha intuição ordenou e comecei a pintar. Pintei uma centena de quadros, briguei com as tintas e surpreendi minha família, pois eles achavam “esquisito” eu ficar pintando quadros. Assim, minha mãe, viúva há ano e meio, recebeu um convite para irmos a São Paulo a um teatro, para ver o medium Luiz Antonio Gasparetto pintar quadros de maneira espetacular, os quais, explicaram-me, vinham mediunicamente. Neste evento os quadros seriam leiloados e a renda iria para Betim, para ajudar a socorrer uma instituição que tratava de doentes leprosos e fogo selvagem. Na plateia, longe do palco, estávamos ansiosos para ver tudo acontecer. E foi espetacular mesmo. O medium pegava as tintas aleatoriamente, tirando-as de um saco e abrindo as bisnagas, na penúmbra, com a boca. No palco ficavam Gaspareto e os mediuns da casa espírita que iria beneficiar os doentes de Minas. Foi dito que não se levantassem e fizessem silêncio! A pintura foi acontecendo com rapidez. Alguém pegava os quadros pintados e colocava outra tela na mesa. Assim, em dado momento, eu me senti envolvida por algo estranho, e vi perfeitamente um homem de cabelos meio longos do lado de Gasparetto. Senti-me compelida a “falar” pela mente com este ser. Eu estava entre minha mãe e meu marido e segurava suas mãos fortemente. O medium parou como se fosse uma estátua, enquanto eu “dizia”: “Olá! Eu estou pintando e está estranho, pois eu nunca fiz isto! Será que posso vender para caridade?” Ele “disse”: “Sim, é seu dever”. Então, mesquinhamente eu perguntei a ele se eu poderia retirar das vendas o que eu estava gastando em tintas e telas. Ele disse enérgico: “Não! Pintar, é sua contribuição, assim como as tintas e as telas”! Daí eu ousei: “por favor, pinte-me, se possível! Eu vou ficar feliz! Ponha a cor verde como sinal!” Desapareceu “o ser”. Gaspareto, antes imóvel, voltou a pintar freneticamente. Minhas mãos suavam entre as mãos de minha mãe e meu marido. Eles acharam que eu não estava me sentindo bem. Esperamos os quadros serem leiloados e, no quarto quadro, numa grande tela verde, lá estava eu pintada, pasmem! Assinado: Rembrandt! O quadro está em minha casa e eu não sabia como compartilhar este acontecimento tão fantástico, o que agora o faço com vocês, leitores amigos! Até!
GLORITA CALDAS

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O governo brasileiro continua no mesmo descaso no que diz com a Preservação da Mata Amazônica, considerada ainda, e por enquanto, verdadeiro “pulmão do mundo”. O Inpe, Instituto Nacional de Pesquisas Especiais, faz um alerta sobre os 31% do desmate atual já  apontados  como sendo de 40%  até 31 de Julho deste ano. O ministro do Meio Ambiente Ricardo Sales afirmou recentemente que o governo não nega o desmatamento como um todo, mas o presidente Bolsonaro afirma que o desmate de 88% de junho de 2018 “não condiz com a verdade”.   E assim vamos verificando com pesar a divulgação de dados incompletos, com o propósito, quem sabe? - de confundir a opinião pública, ou seja, insistir na criminosa demonstração de mentiras sobre tão grave problema de interesse de toda a humanidade.
O jornal inglês  “The Economist”, em matéria recente sobre o importante assunto e sob o titulo “Velório para a Amazônia” alerta-nos que o Brasil tem o poder de salvar a maior floresta do mundo – ou destruí-la (ver no “Estado De S.  Paulo”,  caderno Metrópole,  edição de 2 de agosto deste ano de 2019). Referindo-se à ação predatória (e criminosa) do homem, assim como da fúria destruidora das moto-serras, com sua constante e irresponsável capacidade  para abater florestas inteiras, diz o “The  Economist” aqui referido  que “em nenhum lugar os riscos são mais altos do que na Bacia Amazônica – e não só porque ela abriga 40% das florestas tropicais e de 10%  a 15% das espécies terrestres de todo o mundo, mas porque essa maravilha natural da América do Sul pode estar perigosamente próxima do ponto crítico e, assim, sua transformação jamais poderá ser revertida.  
Os humanos  - prossegue o jornal Ingles - vêm desbastando a floresta Amazônica há mais de dez milênios e a partir da década de 1970 a mata começou a ser derrubada em escala industrial e vem aumentando em face de uma fiscalização débil e uma anistia para o derrubamento passado.  
O mundo tem que deixar bem claro para o presidente Bolsonaro que não vai tolerar seu vandalismo, até porque a agricultura do país pode ser a maior vítima. O tratado firmado em junho pela União Européia e pelo Mercosul (deste o Brasil é o maior membro) já inclui cláusulas para proteger a floresta tropical.  Resta-nos a esperança de que sejam essas cláusulas  cumpridas. A mudança climática, considerada pelo atual governo, tem que ser controlada com energia pelo Brasil, a fim de evitar que o velório da Amazônia se torne definitiva realidade, para desgraça nossa, da humanidade e de suas próximas gerações.  Segundo dados atuais o abate está em torno de 278%. Trata-se, pois, de um crime continuado contra a natureza e sua riqueza ambiental.  E o presidente nega que assim é...

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(Continuação) 2 - Utilizar um antivírus pago - Pode parecer uma solução prosaica, mas utilizar um antivírus pago é o primeiro passo para proteger os dispositivos – ou endpoint no jargão técnico – de ameaças conhecidas ou não. As soluções gratuitas oferecem proteção muito básica contra um conjunto reduzido de ameaças já conhecidas, diferentemente das pagas que já incluem recursos avançados de varredura e e-mail, arquivos, downloads e até análise de programas em execução no endpoint.
3 - Adotar gestão na Nuvem - Adotar serviços em nuvem pode ser uma boa alternativa às pequenas e médias empresas. Normalmente essas plataformas já têm recursos de segurança “built-in”, redundância e alta disponibilidade. Ter, por exemplo, e-mails e arquivos armazenados em nuvem pode evitar um desastre caso o ambiente interno da empresa seja comprometido. No entanto, é preciso saber que toda a segurança proposta por serviços em nuvem cai por terra se o usuário não levar em consideração nossa próxima dica, o uso correto de senhas.
4 - Política de uso de senhas e usuários - Neste ano, o Centro Nacional de Cibersegurança do Reino Unido descobriu que mais 23 milhões de contas ainda utilizavam “123456” como senha. Se esse dado por si só já é preocupante, metade dos usuários pesquisados usavam a mesma senha para e-mail e outros serviços. Se imaginarmos que o e-mail é por onde recuperamos a maioria das senhas, temos a ideia de como é fácil para um cibercriminoso obter dados pessoais e cometer fraudes.
O usuário deve usar uma senha para cada serviço na internet, contendo ao menos 8 caracteres, com letras maiúsculas e minúsculas, números e caracteres especiais. Além disso, é recomendável usar um segundo fator de autenticação, normalmente um app que oferece códigos randômicos que devem ser inseridos com as credenciais. Para facilitar a gestão das senhas que se acumular com os múltiplos serviços utilizados, pode-se usar um cofre de senha, recurso que mantém todos os dados armazenados de maneira segura, preenche automaticamente formulários e demanda uma única senha mestra.

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Há quem se recuse a admitir que o mundo hoje é outro. As pessoas estão antenadas na internet. Todas as idades, todas as tribos. Quem não acredita se estrepa. Vide quem pensava que televisão resolveria as eleições. Não. Foram as mensagens curtas, diretas, objetivas e com direção certa, com alvo na população descrente e enojada que ganharam o pleito.
Há muita coisa a ser extraída dessa realidade.
As eleições custam bastante. Obrigam a uma logística incrível. Recrutam-se milhões para o trabalho gratuito nas zonas eleitorais, requisitam-se escolas, faz-se o transporte de urnas eleitorais, o trânsito fica ainda mais caótico. As pessoas preferem justificar a enfrentar a dificuldade de locomoção e o desconforto.
Há de se pensar em votar em casa ou onde se estiver, com qualquer mobile que se tenha à mão. A tecnologia disponível já permite isso. Custará menos e o resultado será apreciado por aqueles que votam por obrigação, já que aqui – anacronicamente – o sufrágio é obrigatório. Deveria ser facultativo.
Outra coisa que se avizinha para melhor: o ENEM, outra grande concentração de pessoas jovens, com angústia das famílias, perda de horário, outra vez requisição de espaço físico e gastos com pessoal para fiscalizar, operacionalizar e corrigir as provas.
O prenúncio é o mais alvissareiro: o futuro do NEM é uma prova online em várias etapas, ao longo do ano, eliminado o temido e terrível dia “D”.
A vida precisa ser facilitada, não dificultada. Outra coisa que tem de acabar: os “orelhões”, que são depredados, destruídos, danificados e pichados, cada vez mais inúteis. Se as concessionárias pudessem reverter o custo da manutenção para cobrir o país inteiro com a banda larga, seríamos cada vez mais bem servidos.
Haverá coragem para reconhecer o óbvio? Há coisas evidentes que não funcionam no Brasil e que ninguém tem coragem de alterar. Temos urgência de uma criança que passe a gritar que “o rei está nu”, para ver se assim acordam aqueles que mamam nas tetas da Pátria e que não querem alteração que venha a prejudicar sua mamata.
A única certeza é a de que a permanecer na mesma inércia, outras nações continuarão a nos engolir. Não fique parado, Brasil! O progresso te come. E não adianta correr pouco. Lembre-se de que, se correr devagar, o bicho-progresso te alcança e te destrói.

Flavio Mendes, presidente da APAE de Santo André, Ary Silveira Bueno ex-presidente e sempre voluntário junto aos rotarianos, no sábado (3), comandaram feijoada para mais de 500 pessoas. Geraldo Reple, secretário de Saúde da Prefeitura de São Bernardo, arregaçou as mangas e se juntou aos ‘Cozinheiros Sem Fronteiras’ e mostrou que também sabe preparar uma boa feijoada. Já para os aperitivos, alguns entendidos no assunto puderam mostrar os dotes. Já os doces, grupo de senhoras preparou algumas receitas de família, simplesmente divinos: um manjar dos deuses, torta de chocolate com nutella e tantos outros. Tudo no maior capricho.

10 de Agosto de 2019

Missa

Sidnei Matrone, presidente do Clube Aramaçan, neste domingo (11), presenteia os sócios com Ato Ecumênico que será conduzido pelo Padre Julio Caetano da Silva, da Paróquia Nossa Senhora do Rosário.

A missa será em comemoração ao Dia dos Pais.

 

São Bernardo, 466 anos

A Câmara de São Bernardo, presidida pelo vereador Ramon Ramos, realizará, na quinta (15), às 19h, sessão solene, que dará início aos festejos do 466º aniversário de São Bernardo. Na ocasião, o prefeito Orlando Morando irá citar as principais obras em andamento, que serão entregues como parte dos festejos.

 

Repaginada

O prefeito Orlando Morando vem correndo contra o tempo na organização da extensa agenda para os festejos dos 466 anos de São Bernardo. Uma das inaugurações mais esperadas é a entrega do Paço Municipal toda repaginado e com as obras do piscinão concluídas.

 

Livros

Painel do varejo de livros no Brasil aponta recuperação, pela segunda vez neste ano, entre junho e julho. Trata-se de um aumento de 2,6% superior ao mesmo período do ano passado. Mais de 2,9 milhões de exemplares foram vendidos. Com isso, podemos respirar aliviados. Vamos poder continuar a passar boas horas respirando cultura dentro de uma livraria.

 

Saúde na UTI

O prefeito Paulo Serra precisa urgente dar um giro nas UPA’s e Santa Casa (Hospital Municipal de Santo André). Na última semana, um morador antigo na cidade, com fortes dores abdominais, febre altíssima e sem conseguir urinar, procurou atendimento. O atendente, sem pedir qualquer exame, colocou uma sonda no paciente, deu analgésico e o dispensou de volta para casa. Após piora, ele voltou ao local, onde apenas foi retirada a sonda. A dor piorou ainda mais. Só então, descobriu-se que a sonda foi colocada de maneira errada.

 

Saúde na UTI II

Uma senhora, na casa dos 67 anos, sofreu uma queda, fez cirurgia na Santa Casa (Hospital Municipal de Santo André), pegou uma infecção, que evoluiu para uma insuficiência renal e morreu.

 

Perigo

Uma empresária, que inaugurou, recentemente, escritório, na Av. Ramiro Colleoni, próximo ao cruzamento com a rua Venezuela em Santo André, em tão pouco tempo no local, já esta com os nervos a flor da pele. O cruzamento é muito perigoso, motoristas que circulam em alta velocidade e motoqueiros apressados cruzam com o semáforo vermelho. Só na última segunda (5), ocorreram quatro acidentes envolvendo motoqueiros e com vítimas.

 

Projeto

Wilma Moraes, presidente e fundadora do Instituto de Projetos Educacionais e Sociais – Instituto Ipes, e o professor Erasmo Assumpção, da Fatec São Bernardo, juntos, resgataram um projeto antigo e batizou-o de Oficina Gabriel Nascimento. O nome é homenagem ao garoto atleta que, com 15 anos de idade, sofreu um acidente provocado por linha chinesa, usada para soltar pipa, quando voltava do treino do São Cristóvão Futebol Clube (MG). Para alertar a população do risco, o projeto promove palestras e oficinas. Neste sábado (10),  o encontro acontece nas dependências da Igreja Assembleia de Deus do Jardim do Estádio, em Santo André, às 13h.


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