26 Jan 2020

Munícipes de Santo André têm agora uma nova opção para contribuir com a causa animal e ajudar os pets. A Prefeitura de Santo André inovou e no boleto do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) 2020 haverá um código de barras no valor de R$ 15 cujo pagamento é voluntário e o montante arrecadado será destinado diretamente ao Fundo Municipal de Proteção dos Animais.

 

Esse gesto de amor ajudará em ações contra o abandono de cachorros e gatos, guarda responsável e saúde dos animais domésticos e silvestres. A contribuição voluntária é simples e fácil de fazer. Junto com o IPTU haverá um código de barras próprio destinado à causa animal e o pagamento pode ser feito preferencialmente até o dia 21 de janeiro.

 

“No sistema da Prefeitura a data de vencimento é o último dia útil de 2020, mas caso o contribuinte opte em ajudar efetuando a contribuição voluntária até o dia 21 de janeiro, já a partir de fevereiro podemos colocar algumas ações em prática”, explica José Henrique Mioto, diretor do Departamento de Proteção e Bem-Estar Animal, setor ligado à Secretaria de Meio Ambiente de Santo André.

 

Outro ponto a destacar no projeto da contribuição voluntária é a transparência. “Todas as ações advindas da arrecadação desta contribuição serão amplamente divulgadas, com total transparência como forma de prestar contas a todos que fizeram o pagamento”, informou o secretário de Meio Ambiente de Santo André, Fabio Picarelli.

 

Criado por lei em 2016, mas só regularizado agora pela atual gestão, o Fundo Municipal de Proteção dos Animais permite doações, auxílios, contribuições, subvenções e transferências de pessoas físicas ou jurídicas de direito público ou privado, de entidades e organismos de cooperação nacionais e internacionais, de organizações governamentais e não governamentais, entre outros, para iniciativas em prol do bem-estar animal.

 

Fundo Social - Além de colaborar com a causa animal, os moradores de Santo André também terão a opção de contribuir com as ações realizadas pelo Fundo Social de Solidariedade. O carnê do IPTU 2020 conta com um boleto de R$ 15, com o objetivo de auxiliar projetos de entidades assistenciais do município, ajudando quem mais precisa.

 

O contribuinte pode escolher fazer as duas doações, contribuindo tanto para a causa animal, quanto para o Fundo Social de Solidariedade, ou se preferir, fazer o pagamento de apenas um dos boletos.

 

Novo formato e sem aumento - O IPTU de Santo André ganhou novo formato neste ano. A Prefeitura substituiu o tradicional carnê por uma correspondência no formato de boleto, mas que conta com códigos de barras para todas as opções de formas de pagamento disponíveis, já conhecidas pela população.

 

O imposto não teve aumento e passou apenas por reposição inflacionária de 2,54%, referente ao IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) do período de outubro de 2018 a novembro de 2019.

 

O boleto que está sendo enviado à população traz as opções de pagamento à vista (com 10% de desconto), em duas vezes (com 5% de desconto), ou em dez vezes, sem desconto. Os códigos de barras podem ser separados uns dos outros caso o contribuinte assim preferir.

 

As datas de vencimento continuam as mesmas do imposto cobrado neste ano. Para uso industrial e terrenos, o prazo final para pagamento é dia 15 de janeiro. Para uso residencial, comercial, escritórios, misto, apartamentos e garagem, o prazo é até 21 de janeiro.

 

Para aposentados, pensionistas ou maiores de 65 anos com beneficio de desconto já reconhecido pela Prefeitura, o prazo final para pagamento é 17 de fevereiro.

Samanta Soares, judoca da Seleção Brasileira, que por quatro anos treinou no Esporte Clube Pinheiros, a partir desta segunda-feira (6), passa a defender o São Caetano. Será o retorno da atleta ao clube do ABC.

"O São Caetano é praticamente a minha casa, e eu queria voltar. Gosto bastante daqui e estou esperando as melhores coisas. Mas eu gosto de ter pé no chão, viver um dia de cada vez, um treino por dia, uma superação por dia", disse.  

Samanta é um dos principais nomes do país na categoria meio-pesado (-78kg). Natural de São Paulo (SP), a judoca de 26 anos tem quatro títulos no Campeonato Brasileiro e quatro no Troféu Brasil. Pela seleção, disputou o Mundial de 2017 e subiu ao pódio inúmeras vezes.

A próxima competição de Samanta será o Grand Prix de Tel Aviv, em Israel. A competição, que será realizada entre os dias 23 e 25 de janeiro, faz parte do circuito mundial e conta pontos para o ranking olímpico. 

Autorizada em setembro do ano passado, a construção de novo prédio da UBS Vila Rosa segue em ritmo acelerado, atingindo neste mês  55% de execução dos trabalhos concluída. A expectativa é que a nova estrutura seja entregue à população até abril deste ano. 

Responsável por realizar média de 5,5 mil atendimentos por mês, a UBS Vila Rosa dobrará o número de consultórios médicos após a conclusão das obras de ampliação, passando de 6 para 12 salas. A quantidade de cadeiras odontológicas também aumentará, de 1 para 6 equipamentos. Com o novo prédio, o espaço para atendimento aos munícipes será ampliado dos atuais 639 m² para área de 831,64 m².

“Com a construção deste novo prédio, iremos transferir o atendimento oferecido hoje pela UBS Vila Rosa em um prédio antigo e pequeno para uma nova estrutura totalmente moderna. Com isso, a unidade ampliará seu número de consultórios e também de atendimentos, garantindo assim, um sistema qualificado para receber nossos moradores”, destacou o chefe do Executivo.

ESTRUTURA – O novo prédio da UBS Vila Rosa contará com consultórios clínicos, além consultório odontológico, sala de acolhimento com espaço criança, farmácia, sala de vacina, curativo, medicação, sanitários públicos, fraldário e cobertura exclusiva para Parada de Ambulância, com ligação direta à sala de medicação e inalação.

A execução do projeto, que vai beneficiar moradores do Jardim Independência e adjacências (Parque dos Pássaros, Jardim Vera Cruz, Jardim Beatriz, entre outros), está orçada em R$ 1,5 milhão, com serviços executados pela empresa CPO Projetos e Obras, vencedora do processo licitatório aberto pela Administração.

“A ampliação da UBS Vila Rosa seguramente irá proporcionar mais qualidade de vida e um atendimento mais humanizado dos pacientes referenciados neste região”, afirmou o secretário de Saúde, Geraldo Reple Sobrinho.

SERVIÇOS  - Atualmente, a unidade oferece serviços como consultas, visita domiciliar, saúde bucal, vacinação, coleta para exames laboratoriais, curativos, tratamento e acompanhamento de pacientes diabéticos e hipertensos, ações de controle da dengue e outros riscos ambientais em saúde, pré-natal e puerpério com acolhimento mãe-bebê, rastreamento de câncer de colo uterino (preventivo) e câncer de mama, teste rápido de gravidez, sífilis e HIV, entre outros.

O ano de 2020 já chegou e, com ele, mais uma eleição municipal vem aí. O dia dos eleitores irem às urnas será somente em 4 de outubro e as pessoas costumam se atentar para ao pleito quase que na véspera da votação, mas, os políticos já estão se preparando para o páreo, há um bom tempo.
No ABC, cinco prefeitos devem disputar a reeleição: Paulo Serra (Santo André), Orlando Morando (São Bernardo), José Auricchio Júnior (São Caetano), Adler Kiko Teixeira (Ribeirão Pires) e Atila Jacomussi (Mauá). Lauro Michels (Diadema) e Gabriel Maranhão (Rio Grande da Serra) que não poderão disputar, pois finalizam o segundo mandato, em breve, oficializarão, de fato, a escolha de seus sucessores.
No final de 2019, em entrevistas exclusivas, os prefeitos Paulo Serra (Santo André) e Orlando Morando (São Bernardo), em dias e momentos distintos, parafrasearam uma afirmação do ex-governo Geraldo Alckmin que dizia: “eleição só se comenta em ano par”. Então, pois bem, o ano par já chegou. Outra afirmação comum dos prefeitos da região é que estão preocupados com os atuais mandatos e nem pensam nas eleições, o que de fato, está politicamente correto, porém, sem nenhuma validade na prática.
Seria ingênuo demais esperar que os políticos não se preocupassem com as eleições, pois vivem de votos. Afinal, essa é a essência da democracia representativa. O que se vê em anos eleitorais é o de praxe: intensificam o ritmo das entregas de obras, equipamentos de saúde e grandes expoentes do governo. No entanto, um político que deixa de fazer seu trabalho por receio de perder votos corre o risco de não ganhar votos e ainda perder os que já tem. Se os prefeitos demonstrarem a consciência de que é preciso trabalhar pelo bem dos municípios a todo momento, mesmo em “ano eleitoral”, o eleitor certamente haverá de reconhecer o seu valor. Porém, no geral, o que se tem é mero oportunismo, que nada acrescenta aos municípios e que, ao contrário, colabora decisivamente para o abastardamento da política, com a consequente descrença na atividade política como meio de expressão genuinamente democrática.
Tudo igual. Mas nem tudo. Algumas coisas serão diferentes da eleição municipal de 2016. A eleição de 2020 será abastecida majoritariamente com recursos públicos. Será a primeira vez, por exemplo, que candidatos a prefeito e vereador poderão contar com dinheiro do Fundo Eleitoral para fazer campanha. O fundo de R$ 1,7 bilhão já foi utilizado em 2018, nas eleições gerais (para presidente, governador, senador, deputado federal e deputado estadual). Agora, R$ 2,034 bilhões estão previstos no Orçamento para a campanha de 2020, que deverão ser distribuídos aos 33 partidos em funcionamento no País. Já as contribuições de pessoas físicas são permitidas, mas limitadas a 10% da renda do doador. As siglas ainda terão o fundo partidário, no valor de R$ 959 milhões em 2020.
No ABC serão reeleitos aqueles que, em suma, melhor conseguiram gerar positividade nos efeitos da economia no bolso dos cidadãos. Afinal, segundo Anthony Downs (1957), o cidadão, dentro de uma racionalidade individual, comporta-se diante de uma urna como um consumidor no mercado, isto é, age racionalmente sob a lógica de custo-benefício. A ênfase na racionalidade pressupõe o caráter instrumental do voto - capacidade do eleitor em reconhecer seus interesses e votar naqueles que melhor convergem com seus objetivos e crenças. Em caso de bons resultados na economia, aumentam-se as chances da situação, enquanto as chances da oposição tendem a se elevar na medida em que o governo não apresenta bons desempenhos no campo econômico.

Investimento
O governo federal encerrou 2019 com o investimento de R$ 706,9 milhões para credenciamento de mais de 19 mil equipes e serviços na Atenção Primária. A população que procura uma unidade de saúde pública poderá contar, agora, com mais 19.638 novas equipes e serviços no Sistema Único de Saúde (SUS). Cerca de 11 milhões de pessoas serão beneficiadas pelo Ministério da Saúde. As equipes e serviços habilitados são formadas por médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e agentes comunitários, além de profissionais de saúde bucal, como cirurgiões-dentistas e técnicos em saúde bucal.

Fora
O governo federal já expulsou 7.766 servidores públicos estatutários desde 2003, segundo dados da CGU (Controladoria-Geral da União). Nenhum deles por insuficiência de desempenho, hipótese prevista na Constituição há mais de 20 anos, mas que nunca foi regulamentada. O número corresponde a 0,5% do quadro de servidores civis. Quase dois terços das expulsões (65%) se referem a casos de corrupção. Outras 25% estão relacionadas a abandono, inassiduidade ou acumulação ilegal de cargos.

Fechadas
O Ministério das Relações Exteriores fechou embaixadas no Caribe e na África, criadas pelos governo do PT, finalizando um processo iniciado em 2018. Foram fechadas representações em Antígua e Barbuda, São Vicente e Granadinas, São Cristóvão e Nevis, Granada, Serra Leoa e Libéria. A expectativa de economia ao Itamaraty é de cerca de R$ 9 milhões ao ano. Antes de tomar posse, Bolsonaro já havia prometido acabar com embaixadas “ociosas”. Alguns critérios do ministério foram: baixa representatividade de brasileiros; pouca expressão do comércio bilateral e custo de manutenção.

Sem Férias
O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), afirmou que irá se candidatar à reeleição no pleito municipal deste ano. Covas pretende fechar coligação com o maior número de partidos e formar uma grande aliança. Em entrevista à rádio CBN, na quinta (2), Covas citou as siglas Cidadania, Rede e PSB, que podem estar na sua chapa. Até o mês das eleições, em outubro, o prefeito de São Paulo quer toda sua equipe na ativa, sem férias para o seu secretariado.

Forças Armadas
Industriais paulistas estão descontentes com a aproximação da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) com as Forças Armadas. A queixa se deve ao fato do presidente da Fiesp, Paulo Skaf, deixar a agenda do setor de lado para se dedicar a agradar e se aproximar do presidente Jair Bolsonaro. O ponto mais criticado pelos associados é o projeto do Colégio Militar em São Paulo, que deverá abrir portas ao presidente. O custo estimado da construção deverá ultrapassar R$ 100 mil.

Empregados
A indústria da transformação, setor que tradicionalmente emprega mais mão de obra formal e com salários acima da média do mercado, começou a reagir no segundo semestre do ano passado e somou um total de 10,7 milhões de empregados. Foi o melhor resultado desde 2015, quando havia 11,5 milhões de funcionários. Os segmentos que mais contribuíram com a alta de 1,3% em relação aos números de 2018 foram os de alimentos, têxteis e manutenção, reparação e instalação de máquinas e equipamentos. Juntos, abriram 189 mil vagas com carteira assinada até o terceiro trimestre.

Obras
As obras de mobilidade de São Bernardo corresponderam ao segundo maior aporte em investimentos no município em 2019, totalizando R$ 215 milhões. Foram inauguradas obras como o viaduto dos Bombeiros, o Complexo Castelo Branco, a linha Camargo, o prolongamento da Av. Osvaldo Fregonezi, a entrega do segundo trecho do corredor Alvarenga, a nova faixa de rolagem na praça Ibrahim de Almeida Nobre, no Centro, entre outras.

Recesso
Os prefeitos de São Caetano, José Auricchio Júnior, e Atila Jacomussi, de Mauá, se afastaram por alguns dias das Prefeituras. Auricchio viajou para a Riviera de São Lourenço, litoral Norte de São Paulo; já Atila foi para Porto de Galinhas (PE).

Pipoca
A Operação Prato Feito, iniciada pela Polícia Federal em 2018, indiciou 154 pessoas suspeitas de desviar dinheiro que deveria ser utilizado para a compra de alimentos para estudantes de todo o Estado de São Paulo. Ovo ao invés de carne, pipoca no lugar da proteína e mais arroz do que o previsto eram alguns dos truques. De acordo com a investigação, cerca de R$ 1,6 bilhão foi desviado dos cofres públicos. Pelo menos 13 prefeituras estão envolvidas no esquema, entre elas Tietê, Águas de Lindóia, Mongaguá, Mauá e São Bernardo.

Pipoca II
A investigação apresenta, por exemplo, que a Prefeitura de Tietê chegou a pagar R$ 12 pela unidade do ovo. Foram apontados cinco núcleos de empresários que agiam de maneira interligada, burlando licitações, pagando propinas a políticos e influenciando eleições. Entre os apontados estão Simon Bolivar Bueno, Wilson da Silva Filho, Fábio Favaretto, Carlos Zeli Carvalho e Valdomiro Coan. As empresas envolvidas forneciam, além da merenda, uniformes, material escolar e serviços de limpeza.

Nota
A Prefeitura de São Bernardo afirmou, em nota, que prestou todos os esclarecimentos necessários às autoridades e que as informações mencionadas no relatório da operação causam estranheza, pois são inverídicas e descoladas da realidade. A Prefeitura de Mauá informou que reafirma a confiança nos esclarecimentos dos fatos e na isenção do prefeito Átila Jacomussi no envolvimento de qualquer crime.

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Sem adentrar à discussão a respeito da possibilidade de a inteligência artificial preponderar sobre a humana, é importante que o Brasil acorde em relação ao que está acontecendo no mundo. Hoje, pode-se afirmar que o conhecimento já não é o maior valor. Talvez tenha sido substituído pela mais inteligente fórmula de se filtrar o conhecimento e de fazer valer aquilo que é capaz de mudar – para melhor – a vida de todos.
Por que continuamos a insistir na repetição da mesmice, a fazer crianças e jovens decorarem, prestigiando apenas a capacidade de memorização? Por que desconsideramos a criatividade, a ousadia, a audácia e resistimos aos “outsiders”?
A história está repleta de exemplos de pessoas que pareciam fugir à normalidade e que se mostraram anormais, é verdade. Mas suplantaram em talento a geração de “nerds” aos quais foram comparados e considerados inferiores.
O impacto das tecnologias convida educadores – e educadores somos todos nós, a confiar no constituinte de 1988 – a investir no novo. A favorecer pistas alternativas. A estimular a invenção. A acreditar no pioneiro, naquilo que foge às regras. Já está provado que perseverar nas velhas trilhas leva ao velho fracasso. E a educação brasileira não pode ser considerada um sucesso.
Há um excesso de “donos da verdade” em matéria de educação. Proliferam os teóricos, aqueles que têm uma lupa que aumenta os defeitos e carências, evidentes e inevitáveis considerada a heterogeneidade do Brasil, a mediocridade de seus políticos e a omissão da parte lúcida da sociedade. Mas permanecem nas cátedras, a fustigar quem está na trincheira. Por que não vêm à sala de aula – ou a qualquer outro ambiente de aprendizado – e provam que suas teorias estão certas?
Enquanto isso, algumas sementes germinam no lodo. Crianças a respeito das quais o vaticínio seria o pior possível, superam suas amarras, vencem os obstáculos e conseguem concretizar seus sonhos.
Estes é que merecem aplauso e reverência. Mas há milhares de outros que só precisam de uma chance. Por que não detectá-los e oferecer a eles caminhos novos de aprendizado e de exercício da criatividade e do empreendedorismo?
O mundo está prenhe de necessidades. Infinitas questões aguardam resposta. Problemas solúveis não merecem atenção, enquanto a decoreba continua em sala de aula. Não é possível continuar a oferecer ao educando um PF, um “prato feito”, quando os apetites são tantos e os cardápios podem ser sedutores e nutritivos.
Há professores hábeis em despertar a curiosidade e o interesse do alunado. Não desistiram. A despeito da falta de reconhecimento, seja do empregador, seja do corpo discente, seja de sua família, continuam em busca do sonho.
Todos os vocacionados são chamados a virar o jogo e a provar que o estudante brasileiro não é retardado. Quando estimulado, quando se acredita nele, é capaz de milagres.
E o Brasil precisa urgentemente de milagres.


Ano Novo, tudo igual

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