30 Oct 2020

03 de Outubro de 2020

Cartão postal

Av. Presidente Kennedy, em São Caetano, é um verdadeiro cartão postal da cidade. Nos finais de semana, o local é tomado por atletas, gente bonita e saudável que vem para o local para correr, caminhar ou somente para ver e ser vista. Muito frequentada também por políticos.

 

Referência

A Rede D’Or já caiu no gosto de políticos e empresários do ABC. O Hospital São Luiz, unidade São Caetano, é o preferido de políticos para o tratamento de Covid-19. O Hospital Assunção, em São Bernardo, é o preferido de alguns empresários. Já o IFOR é o paraíso dos atletas e idosos no tratamento de traumatologia, quedas e cirurgias por lesão durante prática de esporte e acidentes. 

 

Referência II

O Hospital Brasil, em Santo André, se tornou uma referência em maternidade e tratamentos neonatais. Recentemente, a unidade passou a oferecer exame exclusivo no ABC para diagnóstico de câncer de próstata.

 

Em alta

Por diversas vezes, relatamos o descaso na Av. Lauro Gomes, divisa de município, no trecho entre a rua Afonsina e Av.Prestes Maia, em Santo André. O local era tomado por descarte de lixo, entulho, servia de ponto de consumo de drogas e haviam tendas improvisadas que serviam de abrigo para moradores de rua. Agora, a atual administração deu um destino certo para o pedaço. Limpou o local, construiu uma praça e uma quadra para a garotada, que mora na comunidade local se divertir e ainda praticar esportes.

 

Em alta II

A Av. Lauro Gomes faz divisa com os municípios Santo André e São Bernardo. Do lado de São Bernardo, a avenida teve um destino certo na administração William Dib. No lugar de matagal, lixo e ratazana, o espaço foi revitalizado, se tornando num cartão postal para a cidade e um presente para os motoristas que circulam por lá.

 

À noite

A atual administração de Santo André precisa urgente cuidar da Av. Lauro Gomes, no trecho entre Av. Atlântica até a Av. Pereira Barreto. Por lá, em quase toda a extensão, vem surgindo barracos, muitos apinhados às margens do Rio dos Meninos. Muitos surgem no calar da noite. Falta fiscalização. 

 

Curva

Dirigir pela Via Anchieta, em São Bernardo, é sempre uma delícia. Há quem consiga se desestressar passeando pela via, de madrugada, com as janelas do veículo abertas, sentindo o vento no rosto e ouvindo uma bela música. Mas, para os apressadinhos, que circulam durante o dia ou mesmo à noite, todo cuidado é pouco. Depois da via ter passado por ampliação e reforma, o trecho próximo da Base Operacional da Ecovias, apresenta uma curva acentuada, que causa acidentes horríveis e em alguns casos, fatais. Triste.

O Grupo Sempre Mulher, liderado por membros da colônia japonesa de São Bernardo, promoveu, no domingo (13) de setembro, o Yakissoba Beneficente, realizado pelo sistema drive-thru. A renda arrecadada será destinada a Associação Beneficente de Nossa Senhora de Fátima, na Vila Marlene, São Bernardo.

A Câmara de São Bernardo, por iniciativa do vereador Hiroyuki Minami, prestou homenagem ao padre Antônio Guimarães do Couto Filho, da Paróquia Nossa Senhora de Fátima- Vila Marlene,
com o título de Cidadão Emérito. A solenidade de entrega aconteceu nas dependências da paróquia.

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O Papa Francisco publicará uma nova Encíclica, dia quatro de outubro, festa de São Francisco de Assis, santo escolhido “homem do milênio”, ao apagar das luzes de 2000. O que dirá o Papa? Há expectativa! Seus pronunciamentos trazem uma contribuição positiva, mesmo que não obtendo unanimidade absoluta, mas um consenso significativo, num mundo no qual a falta de lideranças é fato histórico pouco comum.
Uma encíclica é um documento que se destina a circular (do latim circulus), dar a volta no mundo. Era usado no Império Romano para distribuir decretos imperiais. Posteriormente, entrou no âmbito da Igreja para fazer circular no mundo cristão as cartas papais. Geralmente, levam o nome das suas duas primeiras letras. Assim a nova encíclica, já sabemos, se intitula “Fratelli tutti”, não em latim desta vez, mas em italiano, homenageando São Francisco, santo italiano. Traduzido seria: “Todos irmãos”. Seu tema é a fraternidade e amizade social, aprofundando os temas de suas encíclicas, exortações, documentos e mensagens anteriores.
Frequentemente, se recordam divergências da Igreja com a ciência ao longo da história, esquecendo-se, na maioria das vezes, que foi a Igreja que fundou as Universidades. Porém, neste momento histórico há uma grande convergência entre a ciência e o que ensina o Papa Francisco, como liderança maior da Igreja Católica.
Foi um momento histórico a visita do Papa Francisco aos Emirados Árabes Unidos, em fevereiro de 2019, durante a qual assinou o Documento sobre a Fraternidade Humana, juntamente com o Imã muçulmano, Ahmad Al-Tayyeb. Documento que assim se inicia: “A fé leva o crente a ver no outro um irmão que se deve apoiar e amar. Da fé em Deus, que criou o universo, as criaturas e todos os seres humanos - iguais pela sua Misericórdia, o crente é chamado a expressar esta fraternidade humana, salvaguardando a criação e todo universo e apoiando todas as pessoas, especialmente as mais necessitadas e pobres”.
O papa convida a “cuidar da casa comum”, mudar o estilo de vida, transformar os relacionamentos com a natureza, o trabalho humano e entre os povos e culturas. Porque? Porque os progressos científicos mais extraordinários, as invenções técnicas mais assombrosas, o desenvolvimento econômico mais prodigioso, se Não estiverem unidos a um progresso social e moral, voltam-se necessariamente contra o homem (cf. LS 4).
O papa faz eco ao anúncio primordial do Reinado de Deus proclamado por Jesus “Completou-se o tempo e está próximo o Reino de Deus. Convertei-vos e crede no Evangelho” (Mc 1,15). Este clamor de Cristo e do Papa Francisco repercute na ciência, como podemos conferir na pequena síntese de uma entrevista do astrofísico Fritjof Capra (cf. Folha SP 10/8/20 p. A14), a seguir.
A obsessão com o crescimento econômico e corporativo gera ganância ilimitada com base na crença de um progresso ilimitado em um planeta finito. O aprofundamento das desigualdades é próprio do “mercado global” cujo princípio é ganhar dinheiro a qualquer custo. A pandemia que vivemos, emergiu de um desequilíbrio ecológico e tem consequências dramáticas, devido à desigualdade econômica. A pandemia é resposta biológica da terra como organismo vivo, diante das emergências sociais e ecológicas amplamente negligenciadas. Assim, a justiça social se torna questão de vida ou morte e somente será efetivada por meio de ações coletivas e corporativas.
Pois bem, Ciência e Fé convergem quanto ao tema da fraternidade universal capaz de salvar a humanidade e a natureza. E agora? Nós já temos o conhecimento e a tecnologia para executar iniciativas concretas, para mudar o destino da humanidade para melhor. Teremos a fé, o bom senso e a vontade política que faltam para isso?

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A diferença substancial entre o homem e os demais animais deveria revelar, na criatura humana, a presença de um princípio vital. Aquilo que não poderia ser mero fruto da evolução e que se convenciona denominar alma.
A alma é o que distanciaria o ser da espécie racional dos outros seres animados. No mais, tudo se avizinha. Os corpos físicos não são tão diferentes, como o comprovou a pesquisa do genoma.
Qual a origem do corpo humano? Não difere daquela constatável entre os outros animais. Mamífero, deriva de alguma coisa que já foi identificada como forma desconhecida e infe-rior. Quem não se recorda do asserto que a tantos chocou: “o nosso mais próximo antepassado foi um quadrúpede piloso, fornecido de cauda e de orelhas pontiagudas, que vivia no antigo mundo, habitando provavelmente as árvores”. Em síntese, o homem é o macaco que perdeu a cauda e, em alguns exemplares, um pouco de pelo.
Não se cuida de revolver as hipóteses sustentadas por Mivart, Guillemet, Zahm e Leroy, que se acercam do evolucionismo. Teoria que é perfeitamente conciliável com o design inteligente e, portanto, não é herética.
O livro póstumo de Oliver Sacks (1933-2015), “Tudo em seu lugar”, tem um texto interessante: “Orangotango”. Ele se defrontou no espaço reservado a um exemplar de tal símio no zoológico de Toronto. Era uma fêmea. E ele relata: “E então, separados apenas pela lâmina de vidro, ela me olhou nos olhos e eu nos dela, como apaixonados que se contemplam”... “A afinidade era óbvia: nós dois podíamos ver o quanto éramos similares. Para mim, foi espantoso, fascinante: tive uma sensação intensa de parentesco e proximidade como nunca antes com um animal”.
Afinidade maior do que aquela que se não encontra em relação a seres de nossa espécie que não se condoem com o sofrimento dos semelhantes submetidos a situação terrível, por força da pandemia. Para eles, mortes são números. Cifras, das quais as mais importantes são as da economia. Preocupam-se com a retomada a qualquer custo, desatentos à severa advertência dos cientistas. Pensam nos lucros, na contabilidade, na preservação dos negócios.
Esquecem-se de que deveríamos ser mais humildes, a reconhecer nossa fragilidade e impotência diante de uma finitude tão vizinha. Chegam a nos fazer acreditar que nem todos os humanos foram dotados daquele intangível espírito vital chamado “alma”.

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O País dispõe hoje 9 computadores para cada 10 habitantes. Ou seja, uma disponibilidade de 90 máquinas para cada 100 habitantes. Esse é um dos dados constantes do estudo coordenado pelo professor Fernando Meirelles da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas (FGV EAESP). O trabalho contempla, entre outros aspectos, o volume de vendas de computadores, tablets, telefones e TVs no Brasil e no mundo, assim como os gastos e investimentos em TI e a evolução e tendências do mercado de software.
A quantidade de computadores em uso no Brasil também nos oferece um dimensionamento da importância dessa tecnologia”, diz o prof. Meirelles. Para ele, existem atualmente 190 milhões de computadores em uso no País, entre desktops, notebooks e tablets.
A pesquisa mostra também que hoje, para cada televisor vendido, são vendidos quatro celulares. Essa mesma relação prevalece praticamente no Brasil, nos Estados Unidos e no mundo. Conforme esse e outros resultados divulgados, comprova-se o impacto do processo de Transformação Digital das empresas e da sociedade.
Esses dados integram a 31ª Pesquisa Anual do FGVcia, estudo anual que apresenta um amplo retrato do mercado de Tecnologia de Informação (TI) com base em uma amostra de 2.622 empresas, entre médias e grandes.
O mercado de TI tem muito a ver com os resultados da privatização das telecomunicações. Diferentemente do que previam os defensores do antigo monopólio estatal da antiga Telebrás, o País dispõe hoje de dados que mostram os resultados altamente positivos do novo período de desenvolvimento setorial ocorrido a partir do leilão realizado no dia 29 de julho de 1998.
Naquela época, por puro interesse político-ideológico, os defensores do monopólio estatal sempre repetiam que o Brasil havia privatizado suas telecomunicações “a preço de banana” - tese que jamais se dispuseram a discutir publicamente.
Um dos princípios que devem nortear toda ação pública tem muito a ver com o ensinamento bíblico de que “uma árvore deve ser julgada por seus frutos.” Se aplicarmos esse mesmo critério na avaliação dos resultados da privatização das telecomunicações, ocorrida no dia 29 de julho de 1998, veremos que seu saldo foi largamente positivo.
Num balanço sucinto das telecomunicações brasileiras nos últimos 22 anos, podemos avaliar o extraordinário impacto da abertura do mercado de telecomunicações, tanto para o próprio setor como para a economia do País. Com a privatização, o Brasil atraiu um volume de investimentos superior a R$ 1 trilhão. Sim, 1 trilhão de reais. Ou quase 250 bilhões de dólares. (Continua)


1984

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