Perigo
Um casal de médicos parou o veículo no estacionamento do McDonald’s do Ipiranguinha, em Santo André. Entraram para pegar um lanche deixando, no interior do veículo, maletas com alguns pertences, entre eles os estetoscópios. O tempo longe do veículo foi de 15 minutos. Ao retornarem, os gatunos já tinham levado tudo. O prejuízo foi de R$ 60 mil. As câmeras mostraram dois jovens bem-vestidos conversando próximo
ao veículo.
Perigo II
Alvo fácil são os executivos no final de tarde, onde dão aquela paradinha na porta de hortifrutis e mercados deixando os notebooks no veículo. Quando voltam, já não encontram os pertences. Os trombadões abrem os veículos sem alarde e levam tudo.
Pressa para quê?
Nos anos 80, quem não lidava bem com a balança seguia passo a passo as dicas do escritor João Uchôa Jr., no livro ‘Só é gordo quem quer’, com milhões de exemplares vendidos e tiragem recorde em dois lançamentos. Ou seguia o passo a passo de Lucilia Diniz, herdeira do Grupo Pão de Açúcar, que desenvolveu receitas saudáveis e de poucas calorias, e publicou o livro ‘O prazer de viver light’, também com mais de 50 mil cópias vendidas. Lucilia, além de perder muito peso, ajudou milhares de leitores a ficarem em paz com a balança. Hoje, ninguém quer fazer dieta, abrir mão de alguns alimentos e substituí-los por outros, fazendo uma reeducação alimentar. Preferem ter resultado instantâneo, com as famosas canetinhas. Não importa o estrago que vem depois. O importante é o agora.
Triste
Quem circula pela Alameda Ministro Rocha Azevedo, esquina com a rua Barão de Capanema, em São Paulo, a poucos metros da Rua Oscar Freire, no coração dos Jardins, fica difícil não parar para admirar a belíssima construção que foi sede da Sabesp. O terreno, que ainda abriga frondosas árvores, está à venda por uma bagatela de R$ 2,87 bilhões e já tem construtora na negociação.
Melhor segurar a fera
Esposa de um forte político vem dando pitaco na candidatura do marido. Apoiá-lo, sim. Dar muito palpite antes da hora, queima o filme.
Zeladoria
A cadeira na diretoria da Fundação do ABC encanta os olhos de muitos, que não medem esforços para ocupá-la. Pena que o olhar só está para dentro da instituição. As poucas áreas verdes, que ainda restam, no entorno da in-tituição são mal aproveitadas, faltam zeladoria. Na portaria da Av.Lauro Gomes, os canteiros nas imediações são tomados por barracas e usuário de drogas. O cenário se repete na entrada da
Av.Prestes Maia. Por lá, vem formando três novos núcleos da Cracolândia.













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