
O governador Tarcísio de Freitas, entrega, nesta segunda (22), às 10h, em Arujá, o primeiro trecho do Rodoanel Norte. Localizado entre o km 129 e o km 153, entre as rodovias Presidente Dutra e Fernão Dias, o trecho vai retirar 10 mil veículos pesados que transitavam pelas marginais, reduzindo congestionamentos e tempo de deslocamento, além de impactar positivamente a qualidade do ar na capital.
Com a nova ligação entre as rodovias Presidente Dutra e Fernão Dias, o Rodoanel Norte vai redirecionar caminhões e carretas que hoje atravessam áreas densamente urbanizadas. A estimativa é que aproximadamente 40 mil veículos, entre eles 10 mil caminhões, deixem de circular diariamente pela cidade de São Paulo, reduzindo conflitos com o tráfego local, aumentando a fluidez viária e diminuindo congestionamentos em corredores estratégicos da capital.
O Trecho 1 do Rodoanel Norte tem 24 quilômetros de extensão, entre o km 129 e o km 153, e conta com pistas duplas e três faixas de rolamento por sentido. O conjunto de obras inclui quatro túneis, que somam dois quilômetros de extensão, além de viadutos e acessos. As intervenções foram retomadas em abril de 2024, após um período de seis anos de paralisação, com antecipação de cerca de seis meses em relação ao cronograma contratual.
As obras seguem em andamento no Trecho 2, que dará continuidade ao Rodoanel até a Avenida Raimundo Pereira de Magalhães, na capital paulista, com previsão de entrega no segundo semestre de 2026. Ao todo, o Rodoanel Norte terá 44 quilômetros de extensão, passando por São Paulo, Guarulhos e Arujá. O Trecho 2 está com cerca de 30% de execução, e o empreendimento deve gerar aproximadamente 10 mil empregos diretos e indiretos ao longo de todo o período de obras.
A conclusão das obras do Rodoanel Norte beneficia não apenas a região. O empreendimento vai possibilitar a ligação do Porto de Santos com a rodovia Fernão Dias, que liga os estados de São Paulo e Minas Gerais ao Nordeste. Também irá facilitar o acesso dessas regiões ao Porto de Santos, expandindo o tráfego e o transporte de produtos e, consequentemente, a competitividade da Baixada Santista.
















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