
O governo Tarcísio de Freitas (Republicanos) avança em mais uma fase da eliminação do chamado regime de substituição tributária, que visa a cobrança de imposto no começo da cadeia de produção ou na importação. É considerando como base de cálculo uma estimativa do valor na venda final ao consumidor dentro do mesmo Estado.
O mecanismo, na avaliação do governo, inibe a produção e, por ser cobrado do produtor, desestimula a atividade econômica, a geração de empregos e é incompatível com a nova reforma tributária.
A eliminação gradual já ocorre desde o ano passado. Tarcísio deve anunciar, agora, a terceira eliminação. Serão 33% dos produtos do Estado fora do regime, responsáveis por 25% da arrecadação advinda da modalidade, quando a iniciativa estiver em plena vigência. Agora, a iniciativa alcançará 50 itens, entre eles telhas cerâmicas, água mineral, sorvetes e produtos de papelaria. A medida entrará em vigor em julho.













