A partir de 6 de julho, o IBGE, em parceria com o Ministério da Saúde, iniciará a coleta da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2026, o maior e mais amplo diagnóstico sobre as condições de saúde da população brasileira e avaliação do sistema de saúde.
A PNS foi realizada anteriormente em 2013 e 2019. A coleta de dados se dará através de uma entrevista presencial e aferição de medidas físicas (peso, altura e pressão arterial) de um morador selecionado aleatoriamente para cada domicílio. Nesta edição, a principal inovação é a coleta de material biológico (sangue e urina) em uma subamostra de domicílios da Região Metropolitana de São Paulo, incluindo a capital.

(Foto: Licia Rubinstein/Agência IBGE Notícias)
A coleta será realizada por técnicos de enfermagem, de laboratórios contratados pela Rede DASA/Hospital Albert Einstein. Serão analisados biomarcadores como sódio, potássio, creatinina, colesterol, hemoglobina glicada, ácido úrico, presença de chumbo e mercúrio, além de sorologia para Chikungunya. Os resultados individuais dos exames serão disponibilizados posteriormente aos moradores participantes por meio de uma plataforma exclusiva, com acesso realizado por login e senha.
“A PNS representa um grande painel de informações periódicas sobre a situação de saúde da população. A edição de 2026 permitirá uma análise desse cenário após a pandemia de Covid-19, com a possibilidade de comparação com os dados de 2019, pré-pandemia, contribuindo para a avaliação dos impactos desse período na saúde da população”, explica o chefe da Seção de Pesquisas Sociais do IBGE em São Paulo, Jailson Lopes de Sousa.
– Período da coleta: de 6 de julho a novembro de 2026 (com possibilidade de extensão até dezembro).
– Abrangência: 7.845 domicílios serão visitados em São Paulo, incluindo áreas urbanas e rurais.
– Equipe envolvida: cerca de 200 entrevistadores atuarão na coleta no estado.
– Temas investigados:
– condições de vida e moradia;
– características demográficas;
– acesso, utilização e avaliação dos serviços de saúde;
– cobertura de planos de saúde;
– saúde da criança e do adolescente;
– saúde da mulher;
– saúde do idoso;
– estilos de vida;
– doenças crônicas e doenças transmissíveis;
– saúde bucal;
– atividade sexual e violências.















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