21 Jan 2022

Uma representação que pedia a prisão do jornalista e editor-chefe do Jornal Nacional, William Bonner, por ‘incentivar a vacinação obrigatória de crianças e adolescentes e a exigência de passaporte sanitário’ foi arquivada pelo Juizado Especial Criminal de Taguatinga. Bonner é um dos garotos-propaganda da campanha ‘Vacina Sim’, criada pelo consórcio de veículos de imprensa e lançada em janeiro de 2021.
Em seu despacho, a juíza Gláucia Falsarella Pereira Foley escreveu: “O Poder Judiciário não pode afagar delírios negacionistas, reproduzidos pela conivência ativa - quando não incendiados - por parte das instituições, sejam elas públicas ou não”.
A jornalista sérvia Ana Lalic, no início da pandemia de Covid-19 no Leste Europeu, relatou uma grave escassez de máscaras e equipamentos de proteção. Lalic foi presa, jogada em uma cela sem janelas e acusada de incitar pânico. Foi liberada, recebeu um pedido de desculpas do presidente autoritário da Sérvia, Aleksandar Vucic, mas foi difamada por semanas, chamada de traidora. “Virei inimiga do país”, disse.
Esses são apenas dois exemplos atuais do que tem acontecido com os jornalistas de todo o mundo. Mas, esse problema não é novidade. No Brasil, a história revela diversos casos de tentativas de intimidação aos jornalistas, perseguição, prisão e até mesmo assassinato. Um deles foi o caso do jornalista iugoslavo Vladimir Herzog, que se estabeleceu no Brasil e acabou sendo vítima dos horrores do país durante a ditadura militar.
Como há uma crescente cultura do desprezo por tudo aquilo que confronta as ideias e convicções pessoais, os jornalistas viraram grandes inimigos não só dos governantes, mas até da população como um todo.
O jornalista tem o dever de informar a verdade, com independência e imparcialidade. É preciso muita responsabilidade e compromisso com a credibilidade para escrever cada palavra, checar por diversas vezes as informações antes de publicar algo e ter fontes confiáveis. Mesmo assim, o trabalho do jornalista incomoda. Na política, os jornalistas incomodam o poder, pois revelam esquemas, privilégios, ineficiências e incompetências do poder público.
Os jornalistas expõem o que muitos gostariam que ficassem escondido e isso incomoda. Profissionais que atuam em veículos de comunicação não devem atuar como assessores de imprensa ou marketeiros de nenhum partido ou político. “Levantar a bandeira”, “vestir a camisa”, militar ou defender políticos, sejam A, B ou C não fazem parte do universo da credibilidade, o qual todos os jornalistas deveriam estar inseridos.
Um veículo de comunicação de qualidade não pode trazer uma única visão de mundo. É preciso oferecer diferentes perspectivas, ideias. Não para confrontar ou provocar. É preciso o contato com a diferença, seja de pontos de vista ou de variadas visões de mundo. A pluralidade é benéfica, pois auxilia a superar a dificuldade de olhar sob a perspectiva do outro, de ouvir uma opinião divergente, de aprender uma visão de mundo, uma percepção política distinta.
Não pode haver retrocesso da liberdade de imprensa no Brasil e muito menos tentativas de controlar o trabalho dos jornalistas, como já ocorre na Hungria, onde foi reunido centenas de meios de comunicação em uma holding controlada por aliados do primeiro-ministro Viktor Orban. Qualquer nível de controle ameaça a credibilidade jornalística.

Estrutura
Uma megaestrutura está sendo montada em uma casa de 3,5 mil m² na Avenida Brasil, em São Paulo, com 220 funcionários fixos para a campanha de João Doria (PSDB) ao Palácio do Planalto. No local haverá dois estúdios, um de rádio e o outro de TV; um auditório para cerca de 200 pessoas. O presidente do PSDB e coordenador da campanha de Doria, Bruno Araújo, também terá uma sala na casa. A inauguração do espaço está prevista para o dia 2 de março.

Adversário
O ex-juiz e pré-candidato a presidente, Sergio Moro (Podemos), em um tom mais agressivo do que o habitual, afirmou à Veja, que é preciso romper “essa polarização, que tem transformado os brasileiros e dividido as pessoas entre amigos e inimigos”. Moro avaliou que: “o Supremo, com essas decisões (condenações anuladas da Lava-Jato) reacendeu a crença de que não se pode confiar na Justiça para punir poderosos”. Disse ainda que seu adversário principal no primeiro turno é o presidente Jair Bolsonaro (PL). “As pessoas precisam de uma outra alternativa (...) se insistirem na polarização vamos acabar entregando o poder ao Lula”, enfatizou.

Disputa
Para disputar o Governo de São Paulo, o presidente Jair Bolsonaro (PL), escolheu o ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas. Mas, o ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub já retornou ao Brasil, para dar início a sua pré-campanha à governador de São Paulo. O pontapé inicial ocorreu, na segunda (17), no Vale do Paraíba. Com isso, as candidaturas se encaminham para dividir o voto bolsonarista em São Paulo. Enquanto Weintraub é próximo a ala radical bolsonarista, Tarcísio é considerado um dos nomes menos polêmicos e com perfil técnico.

Prioridade
O presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), desembargador Ricardo Mair Anafe, irá gerir, neste ano, um orçamento de R$ 13,5 bilhões. Em entrevista ao jornal Valor Econômico, na segunda (17), revelou que destinará parte dos investimentos para a área de tecnologia da informação e que também pretende reduzir a estrutura física do TJSP, principalmente em relação a imóveis alugados, cerca de 130 dos 792 ocupados.

Laboratório
O assassinato do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel (PT) voltou à tona e poderá ser tema da disputa eleitoral de outubro próximo. O presidente Jair Bolsonaro (PL), ao deixar o hospital, no último dia 5 de janeiro, após realizar tratamento, comparou as “dúvidas” sobre o atentado que sofreu em 2018, com o crime de Celso. A senadora Mara Gabrilli (PSDB), cujo pai era dono de uma das empresas de ônibus em Santo André, que teriam sido alvo de supostas cobrança de propinas, que alimentariam campanhas do PT, revelou à Folha de S.Paulo que Santo André foi “o laboratório do mensalão e do petrolão”.

Criação
O PT irá organizar, na segunda (31) de janeiro e terça (1º) de fevereiro, um seminário, em Brasília, que terá a participação virtual do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A expectativa é de que Lula apresente a RAP (Rede Nacional de Comitês de Atuação Partidária) para a criação de até 5 mil comitês, em todo o país, até maio próximo. Os comitês deverão ser instalados em espaços já existentes em diretórios municipais, por exemplo. Cada uma das estruturas ficará responsável por assuntos de comunicação, mobilização e organização de eventos.

Encontro
O chefe de gabinete de Doria, Wilson Pedroso, que também foi o coordenador geral da campanha das prévias de João Doria, se reuniu junto ao prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB) e o apresentador José Luiz Datena (PSD), durante jantar, na quarta (19). “Entendo que ambos terão destaque nas eleições deste ano”, revelou Pedroso, com exclusividade. Datena já anunciou que poderá ser candidato ao Senado e Morando apesar de nunca ter confirmado sua intenção em ser candidato ao Palácio dos Bandeirantes, tem seu nome ventilado para o Governo de São Paulo, desde o primeiro mandato como prefeito.

Encontro I
Para as eleições de outubro próximo, com a oficialização da candidatura de Rodrigo Garcia (PSDB) a governador de São Paulo, o nome de Morando tem sido cogitado para compor como vice. “Defendo o nome do Datena para estar em nossa chapa candidato a senador, o Rodrigo Garcia será nosso candidato a governador e o Orlando tem um ótimo trabalho na região metropolitana e tenho amizade e simpatia pelo nome dele para ser o vice-governador. Orlando hoje é o político com a maior experiência em derrotar o PT”, avaliou Pedroso.

Ninho
Os prefeitos tucanos, Paulo Serra (Santo André) e Orlando Morando (São Bernardo), além de amigos, sempre estiveram juntos, desde o início de suas carreiras políticas. Mas, no último ano, ficou mais difícil ver os dois tucanos lado a lado em eventos com temática regional. Os prefeitos ainda estiveram em lados distintos nas prévias do partido, enquanto Serra apoiou Eduardo Leite, Morando apoiou João Doria. Então, foi ventilado que a proximidade entre os dois já não era tão grande dentro do ninho tucano.

Ninho I
Apesar disso, Serra afirmou, com exclusividade à coluna, que foram apenas “projetos que acabaram distanciando um pouco”, mas que já esteve junto à Morando, na última semana, para definição do nome para presidente da FUABC, que ocorreu de maneira unânime. “Tem projetos que nos aproximam e, às vezes, tem outros projetos e escolhas que nos afastam, mas nenhuma questão de ordem pessoal. Muitas vezes, em disputas, as diferenças acabam se sobressaindo. Em convergências, as questões comuns prevalecem. Então, a política é assim”, avaliou. 

Mudança
O jornalista Fernando Scarmelloti que estava à frente da secretaria de Comunicação da Prefeitura de São Caetano, agora, responderá pela Ouvidoria na Câmara de São Caetano. Por enquanto, não foi anunciado oficialmente qual o nome escolhido para substituí-lo.

Desejo de Paz

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Penso que no estágio que atingiu a globalização dificilmente teremos um mundo mais humano, a não ser que haja uma orientação geral, em vista de se obter a paz. Mas será que a paz é o objetivo maior das lideranças que governam o mundo neste momento?
Sabemos que o desejo de paz está no coração humano, mas a guerra é desejada e promovida por muitos interesses escondidos.
Mesmo diante da máxima cunhada por um dos impérios mais violentos da história, o Império Romano (Si vis pacem para belum - se queres a paz prepare a guerra), a humanidade deseja a paz, e reconhece o esforço de pessoas que trabalham na sua construção. Atingimos um progresso fantástico com inúmeros avanços, porém, não há um rumo comum para direcionar o futuro. Qual seria esse rumo comum? A paz! É sempre a justiça, busca do bem comum, da dignidade da pessoa humana. Sem isto não há paz.
Durante décadas pareceu que o mundo tinha aprendido com tantas guerras e fracassos. Lentamente ia caminhando para a integração e união. Mas a história dá sinais de regressão. Reacendem-se conflitos, ressentimentos e agressividades. Hoje, a paz está ameaçada. Precisamos mais que nunca promover a cultura do encontro e dizer não à cultura do confronto.
O Papa Francisco afirma que os conflitos locais e o desinteresse pelo bem comum são instrumentalizados pela economia global, para impor um modelo cultural único. “Encontramo-nos mais sozinhos do que nunca neste mundo massificado, que privilegia os interesses individuais e debilita a dimensão comunitária da existência” (FT 12).
Neste contexto, a mensagem do Evangelho brilha com novo esplendor em nossos dias. Jesus proclama felizes os construtores da paz “porque serão chamados filhos de Deus”(Mt 5,9). Assim, Jesus nos garante que a causa da paz é uma causa de Deus. O apóstolo São Paulo ensina que o verdadeiro Deus é Deus da paz (1 Cor 14,33) e ainda escreve: “Cristo é a nossa paz”(Ef 2,14). São Tiago na sua carta afirma que a sociedade regida com a sabedoria de Deus é pacífica: “De fato, para os que trabalham pela paz, um fruto de justiça é semeado pacificamente”(Tg 3, 18).
A maneira de preservar e promover a paz é sempre o diálogo, a cooperação mútua entre as pessoas e os povos, o esforço em aparar as arestas que podem gerar conflitos insolúveis. John Kennedy disse: “A humanidade deve por fim à guerra, ou a guerra porá fim à humanidade”. E isto mais que nunca é verdade, dado ao poder letal das armas sofisticadas, com alto poder de destruição existentes hoje.
Permitam-me terminar esta reflexão citando parte do célebre discurso do papa São Paulo VI proferido na Organização das Nações Unidas (ONU) em 04/10/1965: “Nunca mais a guerra! A paz, a paz deve guiar o destino dos povos e da humanidade toda! Se quereis ser irmãos, deixai cair as armas de vossas mãos. Não se pode amar com armas ofensivas em punho”
“A paz terrena, nascida do amor do próximo, é imagem e efeito da paz de Cristo, vinda do Pai”, é o que afirma o Vaticano II (cf. GS 78). Só quem tem Deus no coração, portanto, pode promover a paz. A guerra é instrumento deste mundo material que passa. A paz é atributo do mundo futuro, a eternidade, que não terá fim.
Trabalhemos pela paz, vencendo o mal fazendo o bem.

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Recente polêmica evidenciou a polarização que impede análise ponderada de um assunto que interessa a todos. A proposta de um dia sem consumir carne é antiga. Parte daqueles preocupados com a origem dessa proteína que, no Brasil, tem uma vinculação inequívoca: a origem da pecuária seria o desmatamento.
É óbvio que há criadores que procuram tecnologias verdes, se é que elas existem. A redução do metano é preocupação planetária, pois em grande parte esse gás venenoso, causador do efeito-estufa, provém da ruminação e da flatulência do gado bovino.
O que o Brasil precisa é de transparência e rastreamento, para que se possa identificar a carne provinda de boas práticas e aquela proveniente de desmatamento e grilagem.
As novas gerações têm noção de que o mundo corre perigo e o aquecimento global está causando catástrofes rotineiras em inúmeras partes do globo, inclusive no Brasil. Ou vai se culpar São Pedro pelas chuvas na Bahia, em Minas e Goiás e pela seca no Rio Grande do Sul?
O consumo de carne tem seus mitos, superstições, mas também está provado que seu excesso é prejudicial, aliás como todo exagero. Um dia sem carne é uma contribuição para a reflexão, para mostrar à cadeia produtiva a seriedade da preocupação com a capacidade de inovação do agronegócio, até para garantir que os mercados internacionais continuem a consumir carne brasileira. No momento em que o mundo se recusar a adquirir carne diante de dúvidas quanto à sua proveniência, isso será nefasto para a economia tupiniquim e para milhares de pessoas que atuam nessa atividade.
O que não pode existir é mais uma lamentável ocorrência provinda do discurso do ódio. Agredir, injuriar, xingar, ofender, é próprio da barbárie. Ouvir, argumentar, debater, obter consensos, isso é o que faz uma sociedade civilizada. O que todos têm de assimilar é que a preocupação ecológica vai pautar a economia universal e quem não se ajustar aos parâmetros postos pela ciência vai se dar mal. Não é o que se quer para este Brasil tão necessitado de equilibrar sua balança comercial.

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A Netskope, líder em Secure Access Service Edge (SASE), acaba de nomear Claudio Bannwart como country manager no Brasil. O executivo assume a posição para acelerar o crescimento da companhia e ampliar maturidade de segurança do mercado brasileiro, ajudando as empresas a trilhar a jornada da transformação digital de forma segura.
Claudio tem mais de 20 anos de experiência no mercado de segurança da informação, incluindo atuação em companhias fabricantes, integradoras e clientes finais. Atuou como country manager da Check Point durante os últimos 9 anos, foi diretor de canais na McAfee, diretor na Compugraf e atuou em como gerente de TI no BBVA e Excel Bank.
Com vasta experiência em gestão de TI, mercado financeiro e em gestão de pessoas, o executivo assume a nova posição no time da Netskope como um desafio inspirador. “Estou muito motivado com essa oportunidade. A Netskope já tem uma estrutura forte no Brasil, com excelentes profissionais que conheço do mercado, e um produto excepcional que é reconhecido aqui e no mundo inteiro. Esse desafio é uma oportunidade para acelerar o crescimento da marca no País e ampliar ainda mais a nossa atuação”, explica Bannwart.
O executivo é otimista em relação à maturidade das empresas brasileiras e em como elas estão investindo em cibersegurança. Segundo ele, com aumento do trabalho remoto e dos casos recorrentes de ataques de ransomware afetando grandes players do mercado, inclusive no Brasil, a preocupação com a proteção dos dados deixou de ser algo característico do mercado financeiro e agora vem se tornando prioridade para todas as outras verticais.
“É evidente que os investimentos das empresas brasileiras ainda estão muito aquém do nível ideal de proteção, mas hoje está muito superior comparado aos anos anteriores. Nós, líderes de segurança, temos a missão contínua de educar essas empresas para que entendam o risco que estão correndo, e é nesta etapa que a Netskope consegue oferecer uma verdadeira proteção para esses ativos, principalmente na jornada para a nuvem”, conclui.
Segundo Alain Karioty, vice-presidente da Netskope para a América Latina, a chegada estratégica do novo country manager está relacionada ao momento da companhia na região. “A Netskope vem atuando no Brasil há quase 5 anos e nesse tempo, conseguimos estabelecer a empresa no mercado junto aos nossos parceiros. Ganhamos a confiança de muitos clientes até esse momento e a incorporação do Claudio ao time vai nos ajudar muito na próxima fase de crescimento e estruturação da operação no país”, explica Alain.
No ano passado, a Netskope captou 300 milhões de dólares em novos investimentos, alcançando uma avaliação em 7,5 bilhões de dólares em cima do rápido crescimento no mercado que os principais analistas estimam ser um total endereçável de 30 bilhões de dólares em 2024. A empresa expandiu significativamente a equipe no Brasil nos últimos meses, e agora está reforçando a liderança regional para apoiar ainda mais as empresas locais na jornada para o SASE.

22 de Janeiro de 2022

Idade Nova

O empresário Octavio Valejo, de Santo André, brinda mais um aniversário, na segunda (24). A esposa Livia Faé vai preparar um belíssimo almoço, para junto dos filhos, noras e netos, celebrarem a data.

 

Calafrios

Comerciantes e moradores da Rua João Pessoa, Rua Bela Vista e imediações, no Centro de São Bernardo, estão sentindo calafrios cada vez que param nas ruas caminhões da Companhia Enel ou carros da Vivo. Basta a presença no local do técnico de uma das duas empresas que é prejuízo e aborrecimento na certa. Qualquer movimento no local, o usuário fica sem energia ou sem sinal telefônico por até 7 dias. E quem paga a conta?...Pode acionar Ouvidoria, Assessoria de Comunicação, abrir vários chamados e ter em mão muitos números de protocolos. Tudo em vão.

 

Concorrência

 As imobiliárias de Santo André serão obrigadas a desenvolverem estratégias de vendas ainda mais criativas. Chegou na cidade o site de compra e venda de imóveis EmCasa. O portal já era conhecido nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. Agora, parte para novas conquistas em mais 15 cidades, entre elas a cidade de Santo André.

 

Níver

Rosely Miranda, de São Bernardo, comemora mais um aniversário, na quinta (27). A data será celebrada durante jantar na companhia do maridão Maurício.

 

Calçadão

No auge da pandemia, com os clubes e parques fechados, a Av. Portugal, em Santo André, foi tomada por jovens, coroas e casais que desfilavam belos modelitos, para o cooper, com se estivessem no calçadão de Copacabana. Algumas mulheres circularam com minúsculos shortinhos e tops. Agora, com os parques abertos, a avenida, nos finais de semana ganhou nova paisagem. A ordem agora é desfilar os veículos conversíveis. Alguns, modelos novos, outros, jóias raras de colecionadores.

 

Fora da Lei

Quem circulou pela Rua Bernardino de Campos, Centro de Santo André, na quinta (13), por volta das 17h, presenciou uma cena deprimente. Um senhor pilotando um belo veículo potente, descia a rua sentido Centro. Só que o indivíduo, ao avistar uma vaga de idoso na pista sentido contrário, em frente aos Correios, não titubeou e nem respeitou o semáforo vermelho. Acelerou e cruzou a pista. Ocupou a vaga e, como se nada tivesse acontecido, desceu do veículo e entrou em um clube que fica nas imediações. Pode?


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