21 Jan 2022
Folha Do ABC

Folha Do ABC

A FOLHA DO ABC traz o melhor conteúdo noticioso, sempre colocando o ABC em 1º lugar. É o jornal de maior credibilidade da região
Nossa publicação traz uma cobertura completa de tudo o que acontece na região do ABCDM.

Uma representação que pedia a prisão do jornalista e editor-chefe do Jornal Nacional, William Bonner, por ‘incentivar a vacinação obrigatória de crianças e adolescentes e a exigência de passaporte sanitário’ foi arquivada pelo Juizado Especial Criminal de Taguatinga. Bonner é um dos garotos-propaganda da campanha ‘Vacina Sim’, criada pelo consórcio de veículos de imprensa e lançada em janeiro de 2021.
Em seu despacho, a juíza Gláucia Falsarella Pereira Foley escreveu: “O Poder Judiciário não pode afagar delírios negacionistas, reproduzidos pela conivência ativa - quando não incendiados - por parte das instituições, sejam elas públicas ou não”.
A jornalista sérvia Ana Lalic, no início da pandemia de Covid-19 no Leste Europeu, relatou uma grave escassez de máscaras e equipamentos de proteção. Lalic foi presa, jogada em uma cela sem janelas e acusada de incitar pânico. Foi liberada, recebeu um pedido de desculpas do presidente autoritário da Sérvia, Aleksandar Vucic, mas foi difamada por semanas, chamada de traidora. “Virei inimiga do país”, disse.
Esses são apenas dois exemplos atuais do que tem acontecido com os jornalistas de todo o mundo. Mas, esse problema não é novidade. No Brasil, a história revela diversos casos de tentativas de intimidação aos jornalistas, perseguição, prisão e até mesmo assassinato. Um deles foi o caso do jornalista iugoslavo Vladimir Herzog, que se estabeleceu no Brasil e acabou sendo vítima dos horrores do país durante a ditadura militar.
Como há uma crescente cultura do desprezo por tudo aquilo que confronta as ideias e convicções pessoais, os jornalistas viraram grandes inimigos não só dos governantes, mas até da população como um todo.
O jornalista tem o dever de informar a verdade, com independência e imparcialidade. É preciso muita responsabilidade e compromisso com a credibilidade para escrever cada palavra, checar por diversas vezes as informações antes de publicar algo e ter fontes confiáveis. Mesmo assim, o trabalho do jornalista incomoda. Na política, os jornalistas incomodam o poder, pois revelam esquemas, privilégios, ineficiências e incompetências do poder público.
Os jornalistas expõem o que muitos gostariam que ficassem escondido e isso incomoda. Profissionais que atuam em veículos de comunicação não devem atuar como assessores de imprensa ou marketeiros de nenhum partido ou político. “Levantar a bandeira”, “vestir a camisa”, militar ou defender políticos, sejam A, B ou C não fazem parte do universo da credibilidade, o qual todos os jornalistas deveriam estar inseridos.
Um veículo de comunicação de qualidade não pode trazer uma única visão de mundo. É preciso oferecer diferentes perspectivas, ideias. Não para confrontar ou provocar. É preciso o contato com a diferença, seja de pontos de vista ou de variadas visões de mundo. A pluralidade é benéfica, pois auxilia a superar a dificuldade de olhar sob a perspectiva do outro, de ouvir uma opinião divergente, de aprender uma visão de mundo, uma percepção política distinta.
Não pode haver retrocesso da liberdade de imprensa no Brasil e muito menos tentativas de controlar o trabalho dos jornalistas, como já ocorre na Hungria, onde foi reunido centenas de meios de comunicação em uma holding controlada por aliados do primeiro-ministro Viktor Orban. Qualquer nível de controle ameaça a credibilidade jornalística.

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Estrutura
Uma megaestrutura está sendo montada em uma casa de 3,5 mil m² na Avenida Brasil, em São Paulo, com 220 funcionários fixos para a campanha de João Doria (PSDB) ao Palácio do Planalto. No local haverá dois estúdios, um de rádio e o outro de TV; um auditório para cerca de 200 pessoas. O presidente do PSDB e coordenador da campanha de Doria, Bruno Araújo, também terá uma sala na casa. A inauguração do espaço está prevista para o dia 2 de março.

Adversário
O ex-juiz e pré-candidato a presidente, Sergio Moro (Podemos), em um tom mais agressivo do que o habitual, afirmou à Veja, que é preciso romper “essa polarização, que tem transformado os brasileiros e dividido as pessoas entre amigos e inimigos”. Moro avaliou que: “o Supremo, com essas decisões (condenações anuladas da Lava-Jato) reacendeu a crença de que não se pode confiar na Justiça para punir poderosos”. Disse ainda que seu adversário principal no primeiro turno é o presidente Jair Bolsonaro (PL). “As pessoas precisam de uma outra alternativa (...) se insistirem na polarização vamos acabar entregando o poder ao Lula”, enfatizou.

Disputa
Para disputar o Governo de São Paulo, o presidente Jair Bolsonaro (PL), escolheu o ministro da Infraestrutura Tarcísio de Freitas. Mas, o ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub já retornou ao Brasil, para dar início a sua pré-campanha à governador de São Paulo. O pontapé inicial ocorreu, na segunda (17), no Vale do Paraíba. Com isso, as candidaturas se encaminham para dividir o voto bolsonarista em São Paulo. Enquanto Weintraub é próximo a ala radical bolsonarista, Tarcísio é considerado um dos nomes menos polêmicos e com perfil técnico.

Prioridade
O presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), desembargador Ricardo Mair Anafe, irá gerir, neste ano, um orçamento de R$ 13,5 bilhões. Em entrevista ao jornal Valor Econômico, na segunda (17), revelou que destinará parte dos investimentos para a área de tecnologia da informação e que também pretende reduzir a estrutura física do TJSP, principalmente em relação a imóveis alugados, cerca de 130 dos 792 ocupados.

Laboratório
O assassinato do ex-prefeito de Santo André, Celso Daniel (PT) voltou à tona e poderá ser tema da disputa eleitoral de outubro próximo. O presidente Jair Bolsonaro (PL), ao deixar o hospital, no último dia 5 de janeiro, após realizar tratamento, comparou as “dúvidas” sobre o atentado que sofreu em 2018, com o crime de Celso. A senadora Mara Gabrilli (PSDB), cujo pai era dono de uma das empresas de ônibus em Santo André, que teriam sido alvo de supostas cobrança de propinas, que alimentariam campanhas do PT, revelou à Folha de S.Paulo que Santo André foi “o laboratório do mensalão e do petrolão”.

Criação
O PT irá organizar, na segunda (31) de janeiro e terça (1º) de fevereiro, um seminário, em Brasília, que terá a participação virtual do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A expectativa é de que Lula apresente a RAP (Rede Nacional de Comitês de Atuação Partidária) para a criação de até 5 mil comitês, em todo o país, até maio próximo. Os comitês deverão ser instalados em espaços já existentes em diretórios municipais, por exemplo. Cada uma das estruturas ficará responsável por assuntos de comunicação, mobilização e organização de eventos.

Encontro
O chefe de gabinete de Doria, Wilson Pedroso, que também foi o coordenador geral da campanha das prévias de João Doria, se reuniu junto ao prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB) e o apresentador José Luiz Datena (PSD), durante jantar, na quarta (19). “Entendo que ambos terão destaque nas eleições deste ano”, revelou Pedroso, com exclusividade. Datena já anunciou que poderá ser candidato ao Senado e Morando apesar de nunca ter confirmado sua intenção em ser candidato ao Palácio dos Bandeirantes, tem seu nome ventilado para o Governo de São Paulo, desde o primeiro mandato como prefeito.

Encontro I
Para as eleições de outubro próximo, com a oficialização da candidatura de Rodrigo Garcia (PSDB) a governador de São Paulo, o nome de Morando tem sido cogitado para compor como vice. “Defendo o nome do Datena para estar em nossa chapa candidato a senador, o Rodrigo Garcia será nosso candidato a governador e o Orlando tem um ótimo trabalho na região metropolitana e tenho amizade e simpatia pelo nome dele para ser o vice-governador. Orlando hoje é o político com a maior experiência em derrotar o PT”, avaliou Pedroso.

Ninho
Os prefeitos tucanos, Paulo Serra (Santo André) e Orlando Morando (São Bernardo), além de amigos, sempre estiveram juntos, desde o início de suas carreiras políticas. Mas, no último ano, ficou mais difícil ver os dois tucanos lado a lado em eventos com temática regional. Os prefeitos ainda estiveram em lados distintos nas prévias do partido, enquanto Serra apoiou Eduardo Leite, Morando apoiou João Doria. Então, foi ventilado que a proximidade entre os dois já não era tão grande dentro do ninho tucano.

Ninho I
Apesar disso, Serra afirmou, com exclusividade à coluna, que foram apenas “projetos que acabaram distanciando um pouco”, mas que já esteve junto à Morando, na última semana, para definição do nome para presidente da FUABC, que ocorreu de maneira unânime. “Tem projetos que nos aproximam e, às vezes, tem outros projetos e escolhas que nos afastam, mas nenhuma questão de ordem pessoal. Muitas vezes, em disputas, as diferenças acabam se sobressaindo. Em convergências, as questões comuns prevalecem. Então, a política é assim”, avaliou. 

Mudança
O jornalista Fernando Scarmelloti que estava à frente da secretaria de Comunicação da Prefeitura de São Caetano, agora, responderá pela Ouvidoria na Câmara de São Caetano. Por enquanto, não foi anunciado oficialmente qual o nome escolhido para substituí-lo.

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Desejo de Paz

Penso que no estágio que atingiu a globalização dificilmente teremos um mundo mais humano, a não ser que haja uma orientação geral, em vista de se obter a paz. Mas será que a paz é o objetivo maior das lideranças que governam o mundo neste momento?
Sabemos que o desejo de paz está no coração humano, mas a guerra é desejada e promovida por muitos interesses escondidos.
Mesmo diante da máxima cunhada por um dos impérios mais violentos da história, o Império Romano (Si vis pacem para belum - se queres a paz prepare a guerra), a humanidade deseja a paz, e reconhece o esforço de pessoas que trabalham na sua construção. Atingimos um progresso fantástico com inúmeros avanços, porém, não há um rumo comum para direcionar o futuro. Qual seria esse rumo comum? A paz! É sempre a justiça, busca do bem comum, da dignidade da pessoa humana. Sem isto não há paz.
Durante décadas pareceu que o mundo tinha aprendido com tantas guerras e fracassos. Lentamente ia caminhando para a integração e união. Mas a história dá sinais de regressão. Reacendem-se conflitos, ressentimentos e agressividades. Hoje, a paz está ameaçada. Precisamos mais que nunca promover a cultura do encontro e dizer não à cultura do confronto.
O Papa Francisco afirma que os conflitos locais e o desinteresse pelo bem comum são instrumentalizados pela economia global, para impor um modelo cultural único. “Encontramo-nos mais sozinhos do que nunca neste mundo massificado, que privilegia os interesses individuais e debilita a dimensão comunitária da existência” (FT 12).
Neste contexto, a mensagem do Evangelho brilha com novo esplendor em nossos dias. Jesus proclama felizes os construtores da paz “porque serão chamados filhos de Deus”(Mt 5,9). Assim, Jesus nos garante que a causa da paz é uma causa de Deus. O apóstolo São Paulo ensina que o verdadeiro Deus é Deus da paz (1 Cor 14,33) e ainda escreve: “Cristo é a nossa paz”(Ef 2,14). São Tiago na sua carta afirma que a sociedade regida com a sabedoria de Deus é pacífica: “De fato, para os que trabalham pela paz, um fruto de justiça é semeado pacificamente”(Tg 3, 18).
A maneira de preservar e promover a paz é sempre o diálogo, a cooperação mútua entre as pessoas e os povos, o esforço em aparar as arestas que podem gerar conflitos insolúveis. John Kennedy disse: “A humanidade deve por fim à guerra, ou a guerra porá fim à humanidade”. E isto mais que nunca é verdade, dado ao poder letal das armas sofisticadas, com alto poder de destruição existentes hoje.
Permitam-me terminar esta reflexão citando parte do célebre discurso do papa São Paulo VI proferido na Organização das Nações Unidas (ONU) em 04/10/1965: “Nunca mais a guerra! A paz, a paz deve guiar o destino dos povos e da humanidade toda! Se quereis ser irmãos, deixai cair as armas de vossas mãos. Não se pode amar com armas ofensivas em punho”
“A paz terrena, nascida do amor do próximo, é imagem e efeito da paz de Cristo, vinda do Pai”, é o que afirma o Vaticano II (cf. GS 78). Só quem tem Deus no coração, portanto, pode promover a paz. A guerra é instrumento deste mundo material que passa. A paz é atributo do mundo futuro, a eternidade, que não terá fim.
Trabalhemos pela paz, vencendo o mal fazendo o bem.

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Recente polêmica evidenciou a polarização que impede análise ponderada de um assunto que interessa a todos. A proposta de um dia sem consumir carne é antiga. Parte daqueles preocupados com a origem dessa proteína que, no Brasil, tem uma vinculação inequívoca: a origem da pecuária seria o desmatamento.
É óbvio que há criadores que procuram tecnologias verdes, se é que elas existem. A redução do metano é preocupação planetária, pois em grande parte esse gás venenoso, causador do efeito-estufa, provém da ruminação e da flatulência do gado bovino.
O que o Brasil precisa é de transparência e rastreamento, para que se possa identificar a carne provinda de boas práticas e aquela proveniente de desmatamento e grilagem.
As novas gerações têm noção de que o mundo corre perigo e o aquecimento global está causando catástrofes rotineiras em inúmeras partes do globo, inclusive no Brasil. Ou vai se culpar São Pedro pelas chuvas na Bahia, em Minas e Goiás e pela seca no Rio Grande do Sul?
O consumo de carne tem seus mitos, superstições, mas também está provado que seu excesso é prejudicial, aliás como todo exagero. Um dia sem carne é uma contribuição para a reflexão, para mostrar à cadeia produtiva a seriedade da preocupação com a capacidade de inovação do agronegócio, até para garantir que os mercados internacionais continuem a consumir carne brasileira. No momento em que o mundo se recusar a adquirir carne diante de dúvidas quanto à sua proveniência, isso será nefasto para a economia tupiniquim e para milhares de pessoas que atuam nessa atividade.
O que não pode existir é mais uma lamentável ocorrência provinda do discurso do ódio. Agredir, injuriar, xingar, ofender, é próprio da barbárie. Ouvir, argumentar, debater, obter consensos, isso é o que faz uma sociedade civilizada. O que todos têm de assimilar é que a preocupação ecológica vai pautar a economia universal e quem não se ajustar aos parâmetros postos pela ciência vai se dar mal. Não é o que se quer para este Brasil tão necessitado de equilibrar sua balança comercial.

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A Netskope, líder em Secure Access Service Edge (SASE), acaba de nomear Claudio Bannwart como country manager no Brasil. O executivo assume a posição para acelerar o crescimento da companhia e ampliar maturidade de segurança do mercado brasileiro, ajudando as empresas a trilhar a jornada da transformação digital de forma segura.
Claudio tem mais de 20 anos de experiência no mercado de segurança da informação, incluindo atuação em companhias fabricantes, integradoras e clientes finais. Atuou como country manager da Check Point durante os últimos 9 anos, foi diretor de canais na McAfee, diretor na Compugraf e atuou em como gerente de TI no BBVA e Excel Bank.
Com vasta experiência em gestão de TI, mercado financeiro e em gestão de pessoas, o executivo assume a nova posição no time da Netskope como um desafio inspirador. “Estou muito motivado com essa oportunidade. A Netskope já tem uma estrutura forte no Brasil, com excelentes profissionais que conheço do mercado, e um produto excepcional que é reconhecido aqui e no mundo inteiro. Esse desafio é uma oportunidade para acelerar o crescimento da marca no País e ampliar ainda mais a nossa atuação”, explica Bannwart.
O executivo é otimista em relação à maturidade das empresas brasileiras e em como elas estão investindo em cibersegurança. Segundo ele, com aumento do trabalho remoto e dos casos recorrentes de ataques de ransomware afetando grandes players do mercado, inclusive no Brasil, a preocupação com a proteção dos dados deixou de ser algo característico do mercado financeiro e agora vem se tornando prioridade para todas as outras verticais.
“É evidente que os investimentos das empresas brasileiras ainda estão muito aquém do nível ideal de proteção, mas hoje está muito superior comparado aos anos anteriores. Nós, líderes de segurança, temos a missão contínua de educar essas empresas para que entendam o risco que estão correndo, e é nesta etapa que a Netskope consegue oferecer uma verdadeira proteção para esses ativos, principalmente na jornada para a nuvem”, conclui.
Segundo Alain Karioty, vice-presidente da Netskope para a América Latina, a chegada estratégica do novo country manager está relacionada ao momento da companhia na região. “A Netskope vem atuando no Brasil há quase 5 anos e nesse tempo, conseguimos estabelecer a empresa no mercado junto aos nossos parceiros. Ganhamos a confiança de muitos clientes até esse momento e a incorporação do Claudio ao time vai nos ajudar muito na próxima fase de crescimento e estruturação da operação no país”, explica Alain.
No ano passado, a Netskope captou 300 milhões de dólares em novos investimentos, alcançando uma avaliação em 7,5 bilhões de dólares em cima do rápido crescimento no mercado que os principais analistas estimam ser um total endereçável de 30 bilhões de dólares em 2024. A empresa expandiu significativamente a equipe no Brasil nos últimos meses, e agora está reforçando a liderança regional para apoiar ainda mais as empresas locais na jornada para o SASE.

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22 de Janeiro de 2022

Idade Nova

O empresário Octavio Valejo, de Santo André, brinda mais um aniversário, na segunda (24). A esposa Livia Faé vai preparar um belíssimo almoço, para junto dos filhos, noras e netos, celebrarem a data.

 

Calafrios

Comerciantes e moradores da Rua João Pessoa, Rua Bela Vista e imediações, no Centro de São Bernardo, estão sentindo calafrios cada vez que param nas ruas caminhões da Companhia Enel ou carros da Vivo. Basta a presença no local do técnico de uma das duas empresas que é prejuízo e aborrecimento na certa. Qualquer movimento no local, o usuário fica sem energia ou sem sinal telefônico por até 7 dias. E quem paga a conta?...Pode acionar Ouvidoria, Assessoria de Comunicação, abrir vários chamados e ter em mão muitos números de protocolos. Tudo em vão.

 

Concorrência

 As imobiliárias de Santo André serão obrigadas a desenvolverem estratégias de vendas ainda mais criativas. Chegou na cidade o site de compra e venda de imóveis EmCasa. O portal já era conhecido nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo. Agora, parte para novas conquistas em mais 15 cidades, entre elas a cidade de Santo André.

 

Níver

Rosely Miranda, de São Bernardo, comemora mais um aniversário, na quinta (27). A data será celebrada durante jantar na companhia do maridão Maurício.

 

Calçadão

No auge da pandemia, com os clubes e parques fechados, a Av. Portugal, em Santo André, foi tomada por jovens, coroas e casais que desfilavam belos modelitos, para o cooper, com se estivessem no calçadão de Copacabana. Algumas mulheres circularam com minúsculos shortinhos e tops. Agora, com os parques abertos, a avenida, nos finais de semana ganhou nova paisagem. A ordem agora é desfilar os veículos conversíveis. Alguns, modelos novos, outros, jóias raras de colecionadores.

 

Fora da Lei

Quem circulou pela Rua Bernardino de Campos, Centro de Santo André, na quinta (13), por volta das 17h, presenciou uma cena deprimente. Um senhor pilotando um belo veículo potente, descia a rua sentido Centro. Só que o indivíduo, ao avistar uma vaga de idoso na pista sentido contrário, em frente aos Correios, não titubeou e nem respeitou o semáforo vermelho. Acelerou e cruzou a pista. Ocupou a vaga e, como se nada tivesse acontecido, desceu do veículo e entrou em um clube que fica nas imediações. Pode?

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No mundo existem várias histórias feitas por homens visionários, ligadas ao bem em vários setores, desde que o mundo existe. Está que vou contar teve início em 1927, é que foi a exploração da borracha, produto útil para a produção de muitos produtos como pneus e artigos de borrachas, iniciado em 1927 como disse também, o início da indústria automobilística, por Henri Ford, que veio ao Brasil na cidade Belterra, próxima ao Rio Tapajós, região rica de Hevia-Brasiliense, mas, os resultados foram pífios. No mesmo ano tentou um projeto em Aveiro, a 116 km ao Sul, batizado com o nome de Fortelândia, onde formou uma cidade com estilo americano, casas, cafés, lanches, igreja e com todo conforto pessoal, o que deixou os funcionários caipiras revoltados com tantas melhoras, que até precisou da ajuda do exército para acalmá-los.
Também nesta oportunidade não foi feliz na exploração da borracha e mudaram para Belterra em 1934, nesta terceira tentativa, para aproveitar as melhores seringas. Mas, sem ajuda governamental e com a concorrência asiática e o começo da borracha sintética em 1945, Ford desistiu da sua empreitada. Hoje o governo brasileiro na região mandou fazer um tombamento histórico dessa área que vai se tornar um belo parque com todos os recursos turísticos próximos ao rio Tapajós e que fica a 20 km de Santarém. Em um futuro próximo vai ser uma região de grande turismo respeitando os acordos de Glasgou. Existe também o projeto de reflorestamento com fauna e flora da Amazônia segundo a Universidade do Oeste do Pará, com projeto de produção de cacau, gengibre e cúrcuma, produtores de carbono zero. Nota-se atualmente que a plantação de Hevia-Brasiliense, consequência da alta necessidade de borracha, as plantas desta árvore aumentam drasticamente e São Paulo está se tornando o maior produtor e só quem viaja pelo Brasil pode observar as enormes plantações existentes, sendo Votuporanga um exemplo.
Obs: Existe apenas um bem, o saber e um mal, a ignorância.

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No último dia quinze de janeiro, faleceu em São Bernardo, aos oitenta e um anos de idade, o Dr. Eduardo Antonio Di Rissio Barbosa, Desembargador aposentado do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, com larga folha de trabalhos prestados para a Justiça Paulista. Considerado um Magistrado com marcante carreira mercê de seu robusto saber jurídico, urbanidade, amabilidade, lhaneza e no trato gentil com os colegas Magistrados, Advogados, Promotores, Auxiliares e Serventuários, e principalmente para aqueles que se socorriam da Justiça. Com muita tristeza da família, parentes, inúmeros amigos e da classe jurídica paulista, e principalmente de São Bernardo, pois residia na cidade há mais de quarenta e cinco anos, onde a família granjeou grandes amizades e por ser muito benquisto mercê de suas qualidades pessoais e morais, sempre polido e cortês, o que justifica o grande circulo de amigos. Teve sempre especial carinho no trato com a classe dos Advogados, a quem manteve laços de fortes amizades, com os componentes do Judiciário, no meio social, nas escolas dos filhos, nos esportes, contudo cumprindo com dignidade a nobre missão de praticar justiça, nunca esmorecendo nas suas decisões. Nasceu na cidade de Santos, em 19 de janeiro de 1940, filho de Joaquim do Vale Barbosa e de Gemma Di Rissio Barbosa, portanto lá nascido foi entusiasmado torcedor do Santos Futebol Clube, a quem sempre se dedicou como ferrenho e apaixonado torcedor. Na cidade natal, cumpriu os cursos primário, secundário e colegial, ingressando na Faculdade Católica de Direito de Santos onde colou grau como Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais, na Turma de 1968.
A particularidade de sua formatura foi a de ter sido colega de turma e contemporâneo de vários estudantes de direito de nossa cidade, que lá também cursavam na mesma faculdade, os quais após o término sempre mantiveram sólida amizade. Casou-se com Miriam Baladi Martins Di Rissio Barbosa, em nove de janeiro de 1963, a qual foi sempre, além de dedicada esposa, a grande companheira de sua vida pessoal e profissional, pois muito o incentivou nos estudos superiores para alcançar os seus objetivos de aprovação no concurso de Juiz de Direito, pois ingressou na faculdade já casado. Foi ótimo aluno cumprindo com brilhantismo o currículo universitário, pois almejava buscar a carreira como Juiz de Direito, motivo de ter destinado muitas horas de estudos na busca da aprovação no concurso público da Magistratura. O seu sonho se realizou, quando com grandes méritos no exame de ingresso na Magistratura foi aprovado para o cargo de Juiz de Direito, assumindo em 31 de março de 1970, como Juiz Substituto em regime probatório. Seguidamente percorreu na carreira atuando nas comarcas de Tupã, São Bernardo, Rancharia e Itapeva e na Vara Distrital do Ipiranga da Capital, em entrância especial, a partir de vinte e sete de junho de 1990. Cumprindo os misteres desde o inicio da carreira nas referidas Comarcas, assumiu em 1978, a 1ª. Vara da Comarca de São Bernardo do Campo. Daqui após cumprir a promoção para o Foro Distrital do Ipiranga, seguidamente assumiu a vaga de Juiz do Tribunal de Alçada Criminal do Estado, em três de junho de 1992.
A seguir, cumprindo o período de dois anos e pouco foi designado como Juiz Convocado no Tribunal de Justiça do Estado, quando seguidamente em três de janeiro de 2005, foi nomeado e assumiu o almejado cargo de Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo. Assim, no auge da carreira cumpriu quarenta anos de trabalhos judiciários com impecável conjunto de brilhantes atuações prestadas no exercício da Magistratura, aposentando-se em quatro de janeiro de 2010. Do casamento de cinquenta e nove anos de feliz e harmoniosa vida conjugal com Miriam Balazi Martins Di Rissio Barbosa, então namorada na juventude, deixou os filhos André Luiz, Rafael Luiz e Márcio Luiz, as noras Milene, Rita e Liliana, e os netos Maria Eduarda, Rafaela, João Vitor, Eduardo Neto, Lucas e Márcio Filho. Tendo morado em São Bernardo por um longo período de tempo, aliás, mais do que na cidade onde nasceu, não resta dúvida alguma que pode ser considerado “prata da casa de São Bernardo – um batateiro”, pela grande afeição que sempre teve por nossa cidade, como também a esposa e filhos, deixando grandes lembranças pelo seu percurso de vida pessoal e profissional, como também de muitos amigos que choram a sua partida.

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O presidente Jair Bolsonaro faz uma visita oficial ao Suriname, país sul-americano que tem fronteira com o Brasil na Região Norte. Ele foi recebido na capital, Paramaribo, pelo Presidente do país anfitrião, Chandrikapersad Santokhi, no início da tarde de quinta (20). Os dois Presidentes tiveram um encontro privado logo após a chegada, em seguida, participaram de um almoço de trabalho, acompanhados também do Presidente da República da Guiana, Mohamed Irfaan Ali. A comitiva presidencial visita a Guiana nesta sexta (21).

Ao final da tarde, os Presidentes Jair Bolsonaro e Chandrikapersad Santokhi fizeram um encontro ampliado para discutir acordos bilaterais em áreas como segurança e defesa, infraestrutura, energia, comércio e meio ambiente. No encerramento do encontro bilateral, eles assinaram uma Declaração Conjunta.

É uma satisfação muito grande estar no Suriname, uma país irmão e amigo. Trouxemos uma equipe de ministros que buscam atender as justas reivindicações de nossos países. Temos a oferecer ao país a nossa expertise na prospecção de petróleo e, para isso, trouxemos o nosso ministro de Minas e Energia. Eu agradeço e cumprimento o que conversamos há pouco, na possível prioridade para que o país, através da Petrobras, venha colaborar na prospecção de petróleo e gás”, ressaltou o Presidente Jair Bolsonaro em declaração à imprensa.

Entre os assuntos acordados entre as duas nações estão a retomada das negociações para a ampliação de um acordo para abranger o maior número de setores econômicos e estimular os fluxos comerciais bilaterais; negociar certificações sanitárias e fitossanitárias bilaterais para facilitar o comércio agrícola; realizar seminário bilateral envolvendo empresários dos dois países com foco em novas oportunidades no setor de petróleo e gás; intensificar a atual cooperação em segurança, com foco na colaboração na área de segurança pública e no combate ao crime organizado transnacional, entre outros.

“Temos muito o que oferecer um ao outro, bem como cooperar. Esse é o nosso sentimento, esse é o motivo da minha vinda aqui, na qual, inclusive, agradeço o honroso convite por parte do nosso presidente do Suriname. Muito obrigado pela oportunidade. Os nossos povos têm muito a ganhar”, concluiu Bolsonaro.

Em seu pronunciamento, o Presidente do Suriname destacou a longa parceria com o Brasil, em especial, a cooperação técnica por meio da Agência Brasileira de Cooperação (ABC). Segundo Chandrikapersad Santokhi, são 25 projetos, dos quais alguns estão em via de implementação, outros já foram assinados formalmente e estão prontos para serem implementados, além de outros, ainda, em estágio de negociação em áreas como agricultura, educação, recursos naturais, administração pública, saúde, segurança cibernética, tecnologia da informação e comunicação, cooperação entre os bancos centrais, Justiça e polícia.

O presidente do Suriname agradeceu, ainda, a doação feita pelo Brasil de doses de vacina contra Covid-19 e contra várias outras doenças. “Estou convencido de que a nossa cooperação no futuro em várias áreas, entre elas comércio, investimento em energia, incluindo aqui petróleo e gás, segurança, defesa, bem como assuntos migratórios e consulares, com certeza renderão resultados concretos em benefício mútuo", declarou o Presidente Chandrikapersad Santokhi.

Laços entre Brasil e Suriname

De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, a estimativa é de que existam, hoje, entre 15 e 30 mil brasileiros vivendo no Suriname, muitos deles se dedicam a atividades de exploração mineral. A regularização migratória desse contingente é objeto de contatos políticos de alto nível entre os dois países, além de ser tratada pelo Grupo de Trabalho sobre Assuntos Migratórios e Consulares, criado em 2011.

Os dois países contam com uma ampla agenda de cooperação e assistência técnica. O programa de cooperação técnica bilateral é composto por 12 projetos, seis dos quais são na área temática de agricultura e os outros em administração pública, educação, geologia, meio ambiente, saúde e segurança cibernética.

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O chefe de gabinete do governador João Doria, Wilson Pedroso, que foi o coordenador geral da campanha das prévias de Doria, marcou jantar, na quarta (19), para reunir o prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB), que também participou da organização da campanha do tucano pelas prévias, e o apresentador José Luiz Datena (PSD). “Entendo que ambos terão destaque nas eleições deste ano”, revelou Pedroso, com exclusividade à Folha do ABC.

Recentemente, Datena anunciou que poderá ser candidato ao Senado, por São Paulo. Esta é a quarta eleição consecutiva em que o apresentador se apresenta como potencial candidato.

Morando, em suas redes sociais, escreveu que o encontro foi: “uma oportunidade de debatermos os assuntos que sempre preocupam a população de São Paulo e do Brasil, além de nos atualizarmos sobre os temas relacionados às eleições de 2022”. Apesar de nunca ter confirmado sua intenção em ser candidato ao Palácio dos Bandeirantes, Morando, desde o seu primeiro mandato como prefeito, tem seu nome ventilado para o Governo do São Paulo.

Para as eleições de outubro próximo, com a oficialização da candidatura de Rodrigo Garcia (PSDB) a governador de São Paulo, o nome de Morando tem sido cogitado para compor como vice-governador.

“Defendo o nome do Datena para estar em nossa chapa candidato a senador, o Rodrigo Garcia será nosso candidato a governador e o Orlando tem um ótimo trabalho na região metropolitana e tenho amizade e simpatia pelo nome dele para ser o vice-governador. Orlando hoje é o político com a maior experiência em derrotar o PT”, avaliou Pedroso.

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