Editorial

Mulheres trabalhadoras

Nos รบltimos anos, as pessoas que passam pelas principais ruas de Sรฃo Paulo, ou mesmo no ABC, perto de centros empresarias e grandes centros urbanos, no perรญodo da manhรฃ das 7h atรฉ ร s 8h30, podem observar que hรก mais mulheres andando apressadas para irem ao emprego do que homens. Nos bancos de esperas de รดnibus, as mulheres tomam conta nos lugares. Isso estรก acontecendo diariamente. ร‰ curioso que, anos atrรกs, os homens que eram os chefes da famรญlia, sustentavam as casas e saiam cedo para mais um dia de muito trabalho. As mulheres ficavam cuidando da casa, cuidando dos filhos, lavando e passando roupas e cozinhando. Agora, o cenรกrio รฉ outro, sรฃo as mulheres que trabalham em maior volume. Sรฃo independentes, guerreiras, trabalhadoras, conquistam suas prรณprias coisas, repรตem a casa, cozinham e muitas sustentam filhos sem ajuda do marido. O clichรช de โ€œsexo frรกgilโ€ jรก nรฃo faz mais sentido nos dias atuais no que se refere ร  mulher. No Brasil, os avanรงos nas leis trabalhistas permitiram o crescimento da mรฃo de obra feminina e, em 2007, as mulheres representavam 40,8% do mercado formal de trabalho, jรก, em 2016, passaram a ocupar 44% das vagas. Nos dias de hoje, muitas mulheres se destacam no trabalho e chegam a ocupar postos importantes na sociedade. Aqui no Brasil, alguns exemplos sรฃo Chieko Aoki, CEO da rede Blue Tree Hotels e, Paula Bellizia, CEO da Microsoft. Um exemplo no exterior รฉ a chefe do governo alemรฃo Angela Merkel, considerada uma das pessoas mais poderosas do mundo. Realmente, as mulheres vieram para tomar conta da situaรงรฃo com mais atividades.