
São Bernardo foi palco, neste domingo (1), da Caminhada em Defesa das Mulheres. O evento reuniu mulheres, representantes da sociedade civil, lideranças políticas e moradores da cidade, na Avenida Barão de Mauá, em frente ao Hotel Pampas.
O movimento surgiu após a repercussão do feminicídio de Cibele Alves, 22 anos, em uma loja da Vivara no shopping Golden Square, em São Bernardo, na quarta (25). A jovem foi morta a facada pelo ex-namorado, Cássio Henrique da Silva, de 25 anos, que não aceitava o fim do relacionamento.
A deputada estadual Carla Morando (PSDB) esteve a frente da iniciativa. Também propôs um projeto de lei para que seja colocado a tornozeleira eletrônica nos agressores de mulheres a partir do primeiro pedido de medida protetiva concedido para a vítima.

“Chega, o feminicídio tomou uma escalada desproporcional e nós precisamos nos manifestar para que as autoridades federais façam movimentações no Congresso para endurecimento de penas”, disse.
Na avaliação da parlamentar, só desta forma vai ser possível prever a chegada do agressor antes no lugar a onde a vítima estiver.
Também foi lançada uma nova campanha. As pessoas podem gravar vídeos fazendo gesto de autoabraço para criar uma rede de apoio coletiva para essas mulheres.













