
O Estado de São Paulo criou mais de 250 mil oportunidades de emprego com carteira assinada no primeiro semestre, o equivalente a quase 1,5 mil vagas por dia. Os dados são da Fundação Seade, com base nas informações do Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
Em junho, foram 35 mil vagas de emprego formais criadas. No acumulado de 12 meses, São Paulo criou mais de 210 mil oportunidades de trabalho.
Assim, o estado criou 27% do total de vagas com carteira assinada do país no semestre, 24% em junho e 22% em 12 meses. Os números consolidam São Paulo como o estado que tem maior saldo de vagas do país, além de criar 58% dos empregos na região Sudeste de janeiro a junho.
Em todos os períodos, houve crescimento na criação de vagas de emprego no estado: 0,24% em junho, 1,75% no semestre e 1,46% no acumulado de 12 meses.
Confira os números de vagas criadas:
Estado de São Paulo
Junho: 34.981
Semestre: 252.558
12 meses: 210.733
Brasil
Junho: 145.161
Semestre: 921.645
12 meses: 963.921
Região Sudeste
Junho: 70.383
Semestre: 444.363
12 meses: 365.894
Salário médio
Em junho, São Paulo teve também o maior salário médio de admissão do país, de R$ 2.724,94, seguido por Santa Catarina (R$ 2.449,72), Distrito Federal (R$ 2.431,74) e Mato Grosso (R$ 2.400,91).
A valorização dos trabalhadores paulistas é impactada por fatores como o salário mínimo paulista fixado pelo Governo de São Paulo para o Estado, que alcançará quase 50% de valorização nesta gestão com o valor R$ 1.874 em 2026.
O salário de admissão de São Paulo é 13% maior que do Brasil (R$ 2.404,34). O Sudeste foi a região com maior valor no país (R$ 2.565,35).
Setores com mais contratações
O setor de serviços foi o que mais criou vagas em junho – total de 21.672. Dentro do setor se destacam Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (9.389), Transporte, armazenagem e correio (9.377) e Alojamento e alimentação (3.438).
Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura vem na sequência, com 9.364 vagas, seguido por Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas (4.738).














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