
O PSD oficializou em São Paulo, no domingo (26), a candidatura de Ronaldo Caiado à presidência do Brasil. Formando chapa com Gilberto Kassab, presidente do partido.
O presidente nacional da sigla, Kassab, disse que “o PSD apresenta ao Brasil uma proposta que é a melhor para o momento, com um candidato muito bem preparado, 40 anos de vida pública, inatacável”.
Por sua vez, o ex-governador goiano destacou a importância de Kassab nesse processo. “Não seria candidato se não fosse a coragem de Gilberto Kassab, que enfrentou todos aqueles que achavam que podiam calar o Brasil e que não teria mais nenhum candidato fora da polarização”, afirmou.
Ele também homenageou o secretário extraordinário de Projetos Estratégicos do Governo de São Paulo, Guilherme Afif, um dos fundadores do PSD, relembrando que os dois foram candidatos a presidente da República há 37 anos, em 1989, e agora estão juntos em nova campanha eleitoral.
Os três governadores presentes no evento também se manifestaram sobre a indicação de Caiado. Eduardo Leite, do Rio Grande do Sul, disse que “nós acreditamos no caminho da política que promove a convergência entre os diferentes. A gente não precisa pensar igual, pensar de maneira idêntica sobre todos os assuntos. Mas eu acredito na política feita para trazer pessoas diferentes, para criar o caminho que entrega ao Brasil o que ele precisa. A política divisiva que a gente vive no País não tem sido capaz de entregar a redução das filas na saúde, a segurança pública que a população deseja”.
O governador gaúcho lembrou que “nenhum Estado é uma ilha. A gente faz um grande esforço nos nossos mandatos, mas se o Brasil continuar, infelizmente, andando de lado ou para trás, a gente não consegue melhorar a vida da população como a gente deseja. Precisamos de um líder forte, certamente, lá em Brasília, para que o Brasil simplesmente saia da polarização radicalizada e deixe de debater como destruir um adversário para se construir um país, deixe de simplesmente torcer pela derrota de alguém e passe a torcer pela vitória dos brasileiros”.
Kinder Ovo
Caiado se apresentou como um candidato que não entra em “brigas inúteis”, além de criticar o PT e o candidato do PL Flávio Bolsonaro, a quem classificou como “candidato Kinder Ovo, com uma surpresinha a cada dia”.
“Sou um candidato com coragem para libertar o País do sequestro do PT e das facções criminosas. Um candidato com vida pregressa que nunca se envolveu com rachadinha, mensalão, petrolão, escândalo do Master ou o das aposentadorias”, afirmou. A propósito das polêmicas provocadas pela polarização, lembrou que “quem rouba com a mão esquerda ou com a mão direita, é ladrão”.
Ele também criticou as polêmicas sobre o envolvimento dos presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e da Argentina, Javier Milei, no processo eleitoral brasileiro. “O atual presidente do Brasil quer de toda maneira provocar o presidente dos Estados Unidos. Do outro lado, as mesmas agressões, insultando autoridades, com o objetivo de desviar dos assuntos sobre os quais deveria prestar esclarecimentos”, afirmou.
O candidato do PSD ressaltou também sua preocupação com a violência contra mulheres. Disse que em seu governo haverá maior rigor na legislação penal contra agressores de mulheres, estupradores e pedófilos.
















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