Origem na Fazenda Beneditina de São Caetano

Os monges beneditinos das terras situadas no Tijucuçu, as quais foram doadas pelo Capitão Duarte Machado, em 1631. A Fazenda Beneditina de São Caetano originou-se dessa doação e da realizada pelo bandeirante Fernão Dias Paes, em 1671, desenvolvendo-se em uma parcela da região do Tijucuçu (termo de origem indígena significa local de muita lama e barro).
Com a construção da capela em louvor a São Caetano, a partir de 1717, a Fazenda do Tijucuçu passa a ser chamada de Fazenda de São Caetano do Tijucuçu. A partir de 1747, começa a ser designada apenas como Fazenda de São Caetano.
Centro Urbano do Núcleo Colonial de São Caetano
Vista panorâmica do centro urbano do Núcleo Colonial de São Caetano, por volta de 1900. Destaca-se, à esquerda, a atual Paróquia São Caetano, em construção; no centro, o casarão da família De Nardi, onde se localiza atualmente o Museu Histórico Municipal; atrás, vê-se a chaminé da Fábrica de Sabão e Graxa de Pamplona Sobrinho & Cia.

Passam-se anos, décadas e alguns comércios de São Caetano atravessam as adversidades, as mudanças e seguem firmes e fortes, mantendo a clientela com qualidade e bom atendimento. Selecionamos dois entre os mais antigos da cidade. Confira.
Casas Pernambucanas, desde 1930

As Casas Pernambucanas chegaram a São Caetano em 1930, década marcada pelas ações dos funcionários que percorriam as cidades do Brasil para divulgar as Casa Pernambucanas. A rede de lojas teve o seu início no ano de 1908, e na década de 1910 as lojas chegaram a São Paulo, sendo o endereço da Praça da Sé da primeira loja em São Paulo.
Na década de 1960, as Casas Pernambucanas lançaram uma propaganda na TV que entraria para a história: “Quem bate? É o frio. Não adianta bater, eu não deixo você entrar…”. Ao longo de décadas, as Casas Pernambucanas vêm acompanhando o desenvolvimento da cidade até os dias de hoje. As Casas Pernambucanas estão locali-zadas na Av.Conde Francisco Matarazzo, 40, Centro.
Salão Zulu, desde 1960

Desde 1960, Ciro de Siena, mais conhecido como Zulu, italiano que chegou em São Caetano no ano de 1958, veio com o ofício de barbeiro.
Marcio Roberto Borges, mineiro, proveniente de Minas Gerais, e Zulu mantém o salão de cabeleireiro de São Caetano, Salão Zulu & Mineiro, localizado no mesmo local na Rua Rio Grande do Sul, 313, bairro Santo Antônio, em São Caetano.
















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