18 Jan 2019


A vez dos ‘apps’ nas ruas

Publicado em Editorial
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O que antes era uma palavra pouco escutada, hoje, pode ser ouvida diariamente em qualquer lugar. A expressão “chama um Uber” se tornou comum e fácil de ser escutada em qualquer esquina. Desde que chegou ao Brasil, em 2014, o Uber caiu nas graças dos brasileiros. Prático e rápido, o aplicativo de transporte se tornou comum no país. De origem americana, o Uber chegou primeiramente no Rio de Janeiro e logo em seguida em São Paulo. Quando surgiu, em 2009, a ideia era ser um táxi de luxo, oferecendo carros como Mercedes em São Francisco, na Califórnia. O Uber permite a busca por motoristas baseada na localização. Pesquisando pelo aplicativo na internet, encontra-se o termo “carona remunerada”. Atualmente, muitos brasileiros preferem “chamar um Uber” ao invés de tiraram o carro da garagem. A praticidade e comodidade de não ter que enfrentar engarrafamentos, procurar vaga para estacionar, simplesmente sentar e relaxar (ou trabalhar), enquanto o motorista te leva ao destino, tudo isso por um preço consideravelmente dentro das normalidades, realmente é tentador. Tão tentador que as viagens feitas por aplicativos de transportes como o Uber, 99 e Cabify, chegam a 362,4 mil por dia na região metropolitana de São Paulo, segundo pesquisa do Metrô. Alguns até já venderam o carro e atualmente só andam de Uber e não precisam se preocupar com gastos com combustível, IPVA e estacionamento. Outra pesquisa do Datafolha aponta São Paulo como a cidade que mais usa o Uber no mundo, entre os 65 países onde a empresa está instalada. Em quase quatro anos de operação no país, o aplicativo já se consolidou em 27 estados, com 500 mil motoristas parceiros. São mais de 20 milhões de brasileiros viajando pelo aplicativo. Quando o Uber começou a se popularizar no país, taxistas temiam perderem espaço. No entanto, atualmente o susto inicial passou. Para o presidente do Sindicato dos Taxistas Autônomos de São Paulo, Natalício Bezerra, em matéria publicada no jornal O Estado de S. Paulo, “parte da população que começou a usar esses aplicativos viu que os motoristas não tinham a mesma qualificação do taxista. As autoridades sabem tudo do taxista, fiscalizam, o que não acontece com o aplicativos. Então, muita gente voltou para o táxi”. De Uber, táxi, 99 ou Cabify, a praticidade e comodidade da “carona remunerada” é uma só.

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