15 Dec 2018

Folha Do ABC

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15 de Dezembro de 2018

Tapinha nas costas

Com tantas mudanças na política e o fim dos modelos saturados de fazer política, o prefeito de São Bernardo, Orlando Morando, faz questão de ressaltar que não é prefeito de “tapinha nas costas”. 

 

Parceria

O casamento entre Sabesp e a Prefeitura de São Bernardo está a mil por hora. A Sabesp vem firmando várias parcerias na cidade para melhorar os serviços, sanar a falta de água e, em alguns bairros, tratar a água para que chegue às residências limpa e tratada.

 

Mudando a Paisagem

O empresário Francisco Frangese de São Bernardo, no sábado (8), deu um rápido giro pela tradicional Casa Santa Luzia, onde apreciou os belos rótulos de vinho. Já o médico Edson Iglesias, de Santo André, acompanhado do filho preferiu tomar um bom café no mezanino do empório. Já Ricardinho Mansur ressurgiu casado, com filhinho, e fez questão de chamar a atenção por onde passava.

 

Entre Tapas e Beijos

Um casal de empresários do ramo de ensino em São Bernardo surpreendeu pais e alunos com atitudes bem negativas. O amor entre o casal acabou e, com a separação, veio as desavenças e as brigas pela partilha dos bens. Só que as brigas e tapas aconteceram nas dependências da escola e na frente de alguns alunos. Pode?

 

Posse

A advogada Andréa Tartuce, eleita presidente da  OAB Santo André, será empossada no próximo mês de janeiro.

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Eiki Kurokawa, presidente do Bunka – Sociedade Cultural ABC, no terça (4), comandou jantar de Confraternização. Sócios e membros da colônia japonesa marcaram presença e brindaram as conquistas e todos os trabalhos desenvolvidos pela sociedade durante 2018. Tudo aconteceu na sede da entidade.

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O casal Jussara e Rui de Oliveira, donos da tradicional Academia Modelo, no Centro São Bernardo, junto com alunos e pacientes derem um tempo em tudo e ocuparam mesas da tradicional Pizzaria Gino. Entre uma pizza e outra, o papo rolou solto.

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Santa Lúcia de Siracusa, italiana siciliana, nasceu de família cristã e rica em Siracusa, no ano de 283, mas muito conhecida por Santa Luzia, considerada a Santa da Luz, protetora dos olhos, janela da alma e canal de luz, segundo a tradição da Igreja Católica é venerada como virgem e  mártir, ainda conhecida por ser uma das mais belas da cidade e região. O seu pai, Lúcio, morrera quando tinha apenas cinco anos de idade, e a mãe, Eutíquia, sofria de graves hemorragias internas. Desde cedo Luzia já tinha grande convicção cristã, que a fez consagrar-se secretamente a Jesus e oferecer perpetuamente a sua virgindade. Certo dia ela e sua mãe foram peregrinar na cidade de Catânia, onde se encontrava o corpo da muita venerada Santa Águeda, que morrera por não se converter aos deuses romanos. O Evangelho pregado na Santa Missa desse dia foi o da mulher que sofria  com hemorragias internas, iguais às da mãe de Luzia, que então pensou: Se aquela mulher ao tocar nas vestes de Jesus ficou curada, será que Santa Águeda não pedirá ao Senhor que cure minha mãe da mesma forma que curou aquela mulher? Luzia pediu então a sua mãe para que esperassem quando todos saíssem da igreja, para que pudessem ir rezar junto ao corpo de Santa Águeda. Durante esse tempo de oração, Luzia dormiu, e em êxtase sonhou que anjos rodeavam Santa Águeda, e que a mesma lhe disse: Luzia minha irmã, por que pedes a mim uma coisa que tu mesma podes conceder?  Luzia rapidamente saiu do êxtase e despertou do sonho, e ao procurar a mãe recebeu dela a informação de que havia sido curada. Luzia então aproveitou esse momento para revelar à mãe que tinha feito um voto de castidade a Jesus, e que iria distribuir todos os seus bens aos pobres.Então sua mãe lhe disse: Luzia minha filha, tudo o que é meu e de seu falecido pai é teu, por isso faça o que queres, e ao chegar em casa, começaram a distribuir todos os seus bens aos pobres.Ao tomar conhecimento do que sucedia com Luzia, um jovem muito rico e pagão, politeísta  de nascença, que já era apaixonado por Luzia, foi perguntar à mãe dela o motivo de tanto esbanjamento de dinheiro, ao que Eutíquia respondeu: Luzia é muito previdente e é porque achou o Paraíso Celeste  muito mais valioso do que esses que estamos fazendo isso. O jovem não entendendo o significado de bens do Paraíso Celeste, interpretou como achou e voltou para casa, percebendo que nos dias que foram se passando Luzia e sua mãe foram dando mais e mais dinheiro aos necessitados, assim dilapidando a grande fortuna da família. Com tal comportamento, o jovem logo teve a certeza que Luzia era cristã, tendo-a denunciado ao governador romano de Siracusa, Pascasio, o qual ficou furioso com a grande fé cristã de Luzia, mandando-a ao imperador Diocleciano que tentou persuadi-la a se converter aos seus ídolos. Luzia contrariamente ao que o imperador esperava, manteve-se irredutível à demonstração de fé cristã ao Espírito Santo, e percebendo que não a converteria, decidiu pelo seu martírio. Mas antes, mandou-a para uma casa de prostituição, mas em vão, pois ninguém conseguia tirar Luzia dalí, nem mesmo com uma junta de bois. Os soldados saíram envergonhados, pois seus pés  estavam como que fincados no chão, igual raízes de plantas. Naquele tempo, as virgens tinham mais medo de perder a virgindade do que  enfrentarem uma cova  cheia de leões. Como nada dera certo, tentaram atear-lhe fogo, o que fez com que Luzia rezasse para que as chamas não lhe fizessem mal algum. Como as chamas não lhe atingiram, aplicaram nela o castigo  mais cruel após degolada, a mando do imperador, um soldado arrancou-lhe os olhos entregando-os num prato, mas milagrosamente nasceram-lhe no rosto dois lindos olhos sãos, perfeitos, e mais lindos do que os primeiros. Irredutível à conversão ao paganismo, deceparam-lhe a cabeça no momento em que Luzia afirmava: Adoro a um só Deus verdadeiro, a quem prometi amor e fidelidade, sua cabeça rolou pelo chão, isso no dia 13 de dezembro de 304 d.C. Os cristãos recolheram o seu corpo e o sepultaram nas catacumbas de Roma, e hoje se encontra na Catedral de Veneza. A sua fama de santa se espalhou em toda a Itália e para todo o mundo, sendo hoje venerada como a Santa da Visão. Os milagres atribuídos à sua intercessão a transformaram numa das mais veneradas santas auxiliadoras da população que a invocam, principalmente nas orações para obter cura nas doenças dos olhos ou da cegueira, sendo padroeira dos oftalmologistas. Foi enaltecida pelo magnífico Dante Alighieri, na obra “A Divina Comédia”, que atribuiu à Santa Luzia a função de graça iluminadora, cuja tradição se espalhou pelos séculos e mundo inteiro.       

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Uma coisa é amar por necessidade; outra por valor. Por necessidade é aquele desejo constante de que o outro satisfaça o que eu espero dele, tipo: “ah, eu só vou gostar dele se ele comprar um carro novo”. “O dia em que a gente morar numa casa maior, ele vai se tornar um cara mais legal”. “Eu só gosto dele quando ele fala que me ama e diz que estou bonita”, ou seja, é um amor condicional: esse amor precisa de condições para que você goste do outro.
Amar por valor é você não querer nada do outro e, ainda assim, amá-lo incondicionalmente. É ser livre diante do próximo sem amarras. Imagina que seu cônjuge não sai de casa, não cozinha, não lava, não passa, não arruma o lar, porém, no entanto você não consegue viver sem ele(a) – isso é amor – é quando alguém perdeu a utilidade na vida e você continua olhando nos olhos dizendo: ‘eu não sei viver sem você, você é inútil e te amo mesmo assim’.
Imagina uma pessoa que tem muita utilidade a quem você realmente precisa para várias coisas. Enquanto ela lhe for útil pode ser que não seja amor. Pode ser que essa pessoa esteja apenas satisfazendo suas necessidades; cobrindo aquela carência de que você tanto precisa – seja na vida pessoal ou profissional. Mas se você já enxergou que ela não serve pra nada e mesmo assim você não consegue dizer seu nome sem lembrar do dela; então isso é amor de verdade: o amor pelos inválidos.
Aí você conhece alguém que está no hospital imobilizado, não fala e não consegue mais manifestar o carinho das pessoas através de gestos, pois não mexe nenhum dos membros e ainda assim muitas pessoas vão visitá-la no hospital. A única coisa que tal enfermo pode oferecer é o que há de mais sagrado: O ser. Na hora em que não tivermos mais habilidade nenhuma e não pudermos mais oferecer nada, é que veremos se fomos realmente amados, pois só restará em nós a essência da verdade.
Você um dia perderá sua aparência, seus talentos, até a voz diminuirá de tom, mas se não se perder de si, está aí a chave para a longevidade. Você sempre terá alguém do seu lado caso tenha conquistado essa pessoa com aquilo que você é, pois acabará sua utilidade e sobrará o seu significado, e o que você significa é muito maior do quê o que você faz. É um convite para amadurecer.

 “Sorria sem câmera. Converse sem celular. Ame sem condições” – autor desconhecido.

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