16 Sep 2019

O havaino Heimana Reynolds venceu em primeiro lugar o Mundial de Skate Park que aconteceu no Parque Cândido Portinari, em São Paulo, neste domingo (15). Reynolds terminou com 88 pontos. O segundo e terceiro colocado foram os brasileiros Luiz Francisco e Pedro Quintas, com 85,5 e 85 pontos respectivamente. Um dos favoritos da competição, o brasileiro Pedro Barros, errou a última volta e acabou ficando em 6º lugar, com 84,5 pontos. O também brasileiro Mateus Hiroshi fechou em 8º lugar, com 83,7 pontos. Heimana Reynolds deu um show e a cada manobra, levava as arquibancadas lotadas ao delírio.

 

Feminino

No sábado (14), foi a vez do Japão subir ao pódio na categoria feminina. Misugu Okamoto ficou em primeiro lugar, com 61,17 pontos e Sakura Yosozumi, também do Japão, ficou em segundo, com 60 pontos. A britânica Sky Brown, de apenas 11 anos, fechou em terceiro lugar, com 58,13 pontos.

 

Street

São Paulo recebe esta semana, até domingo (22), o Mundial de Street. Grandes nomes brasileiros como Leticia Bufoni e Pamela Rosa estão confirmados. O mundial acontece no Anhembi.

 

Fotos: @instilskater1234 | @worldskateofficial 

Blindados
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), junto a um grupo de parlamentares liderados pelo deputado e jurista Luiz Flávio Gomes (PSB), é o principal “articulador” para impedir que juízes de primeira instância determinem medidas drásticas contra políticos, como prisão, quebra de sigilo bancário e telefônico, além de busca e apreensão. A intenção é blindar deputados, senadores, governadores, prefeitos, ministros e outros agentes públicos de investigações e julgamentos chamados no Congresso de “ativismo judicial”.

Início
Bruno Covas, prefeito de São Paulo, deu o “start” na sua pré-campanha eleitoral. O presidente do diretório do PSDB em São Paulo, Fernando Alfredo, deixou ontem a chefia de Gabinete da Subprefeitura de Pinheiros para se dedicar integralmente ao projeto “Covas 2020”.

Início I
Covas também prepara uma reforma em seu secretariado para novembro. Devem deixar os cargos os interessados em disputar uma vaga na Câmara Municipal. Entre os prováveis nomes que deverão sair, estão: Carlos Bezerra (secretário de Esportes e Lazer), Daniel Annenberg (secretário de Inovação e Tecnologia), Aline Cardoso (Trabalho) e João Jorge (Casa Civil). O prefeito não quer deixar as mudanças para abril, prazo legal limite dos candidatos, determinado pela Justiça Eleitoral.

Lava Toga
Apesar da pressão de alguns senadores e da sociedade civil, a CPI da Lava Toga não deve ser instaurada. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), alegou que a Constituição não lhe permite atender a este pedido. Disse ainda que chegou a ouvir a consultoria jurídica do Senado sobre o assunto, mas recebeu um parecer que diz estar “assegurada na Constituição a proibição da investigação do Poder Judiciário”. Desde o início do ano, o presidente do Senado já recebeu dois pedidos de abertura de CPI contra o Poder Judiciário. Um deles foi arquivado. O outro foi judicializado e aguarda recurso.

Em queda
A produção da indústria paulista recuou pelo terceiro mês consecutivo, período em que acumulou uma perda de 3,7%. O tombo só não foi maior em julho porque houve crescimento na fabricação de veículos, especialmente de automóveis. A produção industrial teve retração em 8 dos 15 locais pesquisados no País, na passagem de junho para julho. O Estado de São Paulo, maior parque industrial brasileiro, encolheu 1,4%, resultado bastante aquém da média global (-0,3%). Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal- Produção Física Regional, divulgados pelo IBGE.

De volta
Atila Jacomussi (PSB) está de volta ao comando da Prefeitura de Mauá. A decisão foi proferida pelos desembargadores da 4ª Câmara de Direito Público do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), que deram parecer favorável ao agravo de instrumento protocolado por Atila contra o processo de cassação. Será a quarta posse de Atila, que foi suspeito de participar de um esquema de pagamento de propinas para empresários e parlamentares e chegou a ficar detido no presídio de Tremembé.

Federal
A Delegacia de Repressão aos Crimes Financeiros da Polícia Federal em São Paulo indiciou o prefeito de São Bernardo, Orlando Morando, o ex-secretário de Assuntos Governamentais e ex-presidente da FUABC (Fundação do ABC) Carlos Maciel e outras 14 pessoas em desdobramento da Operação Prato Feito, que apura suspeita de irregularidades em contratos de fornecimento de alimentos nas áreas de educação e saúde do município, que somam R$ 37 milhões. O caso foi divulgado pela rádio CBN.

Federal I
O prefeito de São Bernardo negou as irregularidades. “As contas da minha campanha foram aprovadas pelo TER (Tribunal Regional Eleitoral). Os contratos investigados nesta operação foram aprovados pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP). E a maior prova é que, num destes contratos foi de uma empresa contratada pelo PT, na gestão anterior, a Justiça mandou devolver R$ 5,2 milhões para a Prefeitura de São Bernardo. É óbvio que toda mudança gera desconforto e você acaba prejudicando, principalmente aqueles que estavam mamando na Prefeitura de São Bernardo. Estou muito confiante nas decisões que tomei e que vou continuar tomando”, afirmou.

Online
O presidente estadual do PT e ex-prefeito de São Bernardo, Luiz Marinho, lançou, nessa semana, uma página na internet, intitulada de ‘Blog de Marinho’ (luizmarinhopt.com). Na página principal, o objetivo do petista é revelado em poucas palavras: “Nada é absoluto quando se trata de pensamentos. Eles servem para estimular, e não para finalizar qualquer debate. O que busco com este espaço é provocar”.

Cutuque
A pouco mais de 12 meses das eleições municipais, uma publicação regional já está em “campanha” contra um prefeito do ABC. Diariamente, o político é alvo de matérias de cunho negativo, seja no site do jornal, ou em manchetes estampadas na primeira página da publicação impressa. A assessoria do prefeito, também diariamente, precisa emitir comunicados desmentindo as informações, esclarecendo outras e explicando que se trata de fake news.

Entrega
A senadora Mara Gabrilli (PSDB) virá ao ABC, nesta segunda (16), mais precisamente em São Caetano. Mara, junto ao prefeito José Auricchio Júnior, irá entregar veículo adaptado para a Sedef (Secretaria Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência ou com Mobilidade Reduzida). O evento acontecerá no Palácio da Cerâmica.

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) já afirmou que não lê jornais para não começar o dia envenenado, e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse que os evitava para não ter azia. A hostilidade à imprensa inclui desde apelidos pouco agradáveis aos meios de comunicação às tentativas concretas de controle sobre a mídia.
Recentemente Bolsonaro anunciou o fim da obrigatoriedade da publicação de balanços por empresas na mídia impressa, a medida ainda precisa ser aprovada pelo Congresso, decisão que apesar do apelo ambiental e econômico, pode ser interpretada como um ato de retaliação contra coberturas jornalísticas que deixaram o presidente bem insatisfeito. Porém, na época do governo Lula, a mídia também passou por apuros. O ex-presidente ensaiou a criação de um Conselho Federal de Jornalismo, cujo projeto chegou a ser enviado ao Congresso em 2004, mas, a iniciativa foi derrubada pelos deputados, após série de críticas.
É possível afirmar que tanto Bolsonaro, quanto Lula, não têm tolerância a crítica elaborada pela mídia e mobilizam suas bases eleitorais utilizando uma forma de “meio direto”. No caso de Bolsonaro, as redes sociais e, de Lula, o “palaque”, com discursos quase que diário, a maioria de improviso.
Os jornalistas precisam analisar o governo com seriedade, e ainda ouvir a opinião pública da sociedade em geral. As críticas jornalísticas aos governantes, mesmo injustas, muitas vezes, fazem parte do jogo. Governo e imprensa não podem nem devem ter uma relação promíscua. É natural uma tensão entre as instituições. Não se deve incentivar o “nós contra eles”, sob nenhum aspecto. Só o País perde com isso.
Também é preciso honrar os princípios sacros de todo jornalista: ética, imparcialidade e independência. Fazer jornalismo de qualidade não é militar de acordo com suas preferências pessoais sobre a política ou sobre seus governantes.
Uma análise não ingênua do cotidiano sugere afirmar que a política é um show de encenação, um verdadeiro espetáculo marqueteiro e cabe aos jornalistas não ficarem reféns desses atores, no teatro do poder. Fazer jornalismo de qualidade é cobrir os fatos, com clareza, profundidade e imparcialidade.
A imprensa séria e independente é essencial para um País democrático. É preciso coragem e humildade para rever atitudes e enxergar novos contextos. A agressividade como forma de comunicação, seja por parte da imprensa, ou dos governan-tes, não pode dar certo. Provoca antipatia e transferem para as mãos do que se apresentam como “vítimas” da comunicação, uma verdadeira ‘metralhadora giratória’, pois, no mundo atual, a força emocional das percepções sensoriais importam mais que a objetividade dos fatos. E, quem é o mocinho, pode se tornar o vilão, de maneira rápida e desproporcional.
Portanto, aos jornalistas, é preciso depor as armas da militância e fazer o verdadeiro jornalismo e aos governantes, descer do palanque e assumir a posição de presidente, governador ou parlamentar de todos os brasileiros. O diálogo, ponderado e imparcial, de ambas as partes, ainda é o melhor caminho para o País.

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A Vivo anuncia o Vivo Car, um serviço inédito no mercado brasileiro, que transforma automóveis comuns em veículos conectados. Os interessados na novidade podem fazer um pré-cadastro no site vivocar.vivo.com.br, e saber em primeira mão sobre o lançamento, que acontecerá em setembro em todas as lojas da Vivo. O Vivo Car poderá ser contratado por qualquer pessoa, inclusive por aqueles que ainda não são clientes da Vivo.
O Vivo Car transforma o automóvel em um hotspot Wi-Fi móvel com 40GB por mês para que todos os passageiros tenham acesso à internet do veículo. Além disso, o Vivo Car disponibiliza informações em tempo real sobre a saúde do veículo, possíveis falhas mecânicas ou elétricas, planejamento de revisões e alertas de segurança. Todas estas informações também podem ser acessadas por pessoas que compartilham o mesmo carro (desde que devidamente autorizadas pelo assinante Vivo Car). Todos recebem notificações no celular - se o carro foi ligado, desligado, se ultrapassou a velocidade configurada, uma possível colisão ou até mesmo se está sendo rebocado.
No Vivo Car, o cliente conta com o recurso de geolocalização, possibilitando encontrar a posição atual do veículo a qualquer momento. Um recurso de segurança muito interessante para a família é a possibilidade de fixar áreas onde o carro poderá transitar e caso saia da zona pré-definida, todos são notificados.

Como funciona
O Vivo Car é composto por um dispositivo que deve ser conectado na entrada OBD2 (sigla em inglês para On Board Diagnostics) do veículo, presente na maior parte dos modelos nacionais a partir de 2010 e de um aplicativo para celular, que pode ser baixado por clientes de qualquer operadora. A lista de veículos compatíveis estará disponível no site do serviço, no lançamento comercial.
Durante os 12 primeiros meses o plano Vivo Car será gratuito e o dispositivo deverá ser pago à parte, no cartão de crédito, em até 12 parcelas, sem juros. O valor será informado no lançamento comercial do serviço. Para usar o serviço, basta que o cliente conecte o dispositivo à entrada OBD2 de seu carro, baixe o app, faça um cadastro e depois o login, seguindo as orientações recebidas no ato da contratação.

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As conquistas da ciência e da técnica têm trajetos simultâneos com certo retrocesso axiológico. Ou seja: tornamo-nos mais satisfeitos em nossas demandas materiais e um pouco mais pobres no cultivo dos valores. Aparentemente nos brutalizamos ao conviver com a violência, com a insensibilidade, tornamo-nos cegos à miséria e à exclusão e surdos aos clamores dos injustiçados.
Como conviver com o impressionante número dos que passam a viver nas ruas? Como nos acostumar com as sessenta e cinco mil mortes anuais de jovens? É normal assistir à devastação da floresta, à destruição de viaturas do IBAMA e do ICMBio, a demolição de pontes para continuar a exploração ilegal de madeira, garimpo irregular e grilagem de terras?
O que nos leva a não nos indignar mais ante a continuidade de práticas nefastas, perpetradas em todos os níveis de uma Administração Pública inflada, que confunde o público e o privado e que profissionaliza, sob o signo da insensibilidade, um múnus que já foi honorífico e nobre?
É preciso resgatar princípios que já foram eixos consistentes da nacionalidade.Um deles, pela sua relevância, não pode ter sua restauração postergada. É a subsidiariedade. Calcada no truísmo de que tudo o que é suscetível de ser feito individualmente, graças à iniciativa e à desejável autonomia pessoal, é um estímulo a que os seres humanos deixem o casulo tutelar da autoridade e assumam suas responsabilidades. Chega de ser lagarta: é preciso virar borboleta e voar. Com as próprias asas, não com a muleta estatal.
A responsabilidade do cidadão é exercer a cidadania. E o que é a cidadania, senão o direito a ter direitos, conforme a clássica expressão de Hannah Arendt?
Não se pode esperar que o governo resolva aquilo que o indivíduo pode fazer em relação à sua pessoa. Ou a família a concretizar quanto aos seus membros, os anseios domésticos. O grupo ampliado quando for necessário, deve suprir a insuficiência familiar. A comunidade, na sua expressão mais explícita – comum unidade – quanto aos seus interesses, naquilo que representar atendimento ao interesse coletivo.
Governo é servo, não patrão. Governo é instrumento para facilitar a vida dos homens, não para afligi-los com burocracia, tributação excessiva e autoritarismo, tudo a serviço de um grupo distanciado das mais explícitas necessidades do convívio social.
De uns tempos a esta parte, a população foi acostumada a superestimar o governo e a aguardar que o Estado provedor cuide de todas as suas necessidades e atenda à totalidade das demandas. Ficou inerte, passiva, resignada, enquanto as partículas do banquete oficial supriam o essencial. Só veio a perceber que a receita era desastrosa, quando o Estado faliu em suas principais funções. Saúde, educação, segurança pública, saneamento básico, emprego, moradia.
Isso inibiu o espírito empreendedor, tolheu a coragem, bloqueou as iniciativas transformadoras. A sociedade perdeu brio, perdeu personalidade, viu-se em pânico ao perceber que o Governo se assenhoreou de tantas tarefas, que delas não deu conta.
Não deu conta sequer de prevenir a gigantesca e trágica crise moral, ética, a desaguar no cataclismo político e a produzir este debacle financeiro que a todos aturdiu e empobreceu. Temos todos responsabilidades éticas em relação às novas gerações. Cada criança brasileira já nasce devendo mais de setenta mil reais, diante do volume da dívida interna.
Enquanto isso, o Estado continua a crescer, a inflar suas estruturas, a conceder aposentadoria a pessoas que ainda têm capacidade de trabalho, a prover os quadros e a multiplicar as funções. Como se vivêssemos no País-maravilha, no qual não existem problemas, nem disfunções.
Ou a cidadania acorda, ou tudo vai continuar nessa lamentável direção.

Há no ar um rastro de luz contra a treva.  A luz é a democracia que paira sobre o Brasil; a treva é o esforço de uns poucos (o presidente da república à frente) na busca de condições de transformação para chegar-se ao progresso (sem democracia, claro). Nesse sentido, a lamentação  de Carlos Bolsonaro, filho do presidente num tuíte, lamentando a demora no avanço do país por vias democráticas, como asseverou seu pai presidente pois, dizem eles, que a vontade  do povo somente será cumprida se os lideres puderem revolver todos os obstáculos. Que obstáculos são esses senão as peias impostas pelo regime democrático, tais como imprensa livre, diversidade de opiniões sujeitas ao debate pelas  discussões de diversidade de pensamentos.  Está claro que Hitler e Mussolini, no comando de seus ilimitados poderes não pensavam assim. Mas o mundo ficou sabendo como nazismo e facismo tiveram o trágico fim por eles construído.
Em nosso caso, jogar a culpa nos obstáculos  que a democracia impõe ás liberdades sem freios foi significativa a opinião de um dos filhos de Bolsonaro para quem é necessário remover os entraves que só a democracia lhes impõe.
Muito  oportuna e corajosa foi a manifestação do Ministro Celso  de Mello, o decano do Supremo  Tribunal Federal  que  em mensagem dirigida à conhecida jornalista de São Paulo, Mônica Bérgamo, manifestou seu desconforto quando  o presidente Jair Bolsonaro republicou uma Medida Provisória que havia sido rejeitada pelo Congresso, ao dizer que “Ninguém absolutamente ninguém, está acima da autoridade suprema da Constituição da República”.  Enquanto não se aposente  Celso de Mello reafirmou à jornalista que o entrevistara que as vias democráticas “são  o caminho na luta da luz contra as trevas que dominam o poder do Estado, a saber a intolerância, a repressão ao pensamento e a interdição ostensiva ao pluralismo de ideias” (cf. Folha de S. Paulo, 10/09/19).


Apelo!

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