23 Sep 2020

A Toyota decidiu desmobilizar parte do investimento feito por meio do projeto ‘São Bernardo Reborn’e confirmou que em 2021 irá transferir para Sorocaba todas as áreas administrativas, que, atualmente, estão instaladas no município.

Segundo a Toyota, a transferência da sede administrativa para dentro da área de sua maior fábrica no País, em Sorocaba – onde são produzidas as linhas Etios e Yaris e um novo SUV–, tornará suas operações mais eficientes, ficando mais próximas de suas outras duas outras unidades produtivas, em Porto Feliz, onde produz motores, e Indaiatuba, que faz o Corolla.

Os prédios inaugurados a partir de 2015, em São Bernardo, para abrigar as presidências e toda a diretoria da empresa no Brasil e na América Latina, os departamentos de administração geral, engenharia, compras, pesquisa e desenvolvimento, design e centro de visitas serão desativados e separados da fábrica, para serem vendidos ou alugados, segundo informou a montadora. A empresa garantiu que área de produção de componentes seguirá operando sem alterações, no mesmo local. A mudança será feita gradualmente ao longo do primeiro semestre de 2021.  

A planta de São Bernardo, inaugurada em 1962, seguirá produzindo bielas e virabrequins para os carros da marca feitos no Brasil, na Argentina e também nos Estados Unidos. A expansão dessa área, em 2015, recebeu a maior parte dos investimentos de R$ 70 milhões aplicados no projeto ‘São Bernardo Reborn’. Antes disso, em 2006, havia recebido aportes de US$ 42 milhões para iniciar exportações de componentes para os Corolla e Camry fabricados pela empresa nos EUA.

Durante quase 40 anos, a fábrica da Toyota em São Bernardo produziu um único veículo, o icônico utilitário 4x4 Bandeirante, que teve a produção encerrada em 2001, após 103,7 mil unidades fabricadas.  O Centro de Visitas da planta no ABC, que abrigava a memória da história da montadora japonesa no Brasil, será desativado e suas atividades também serão incorporadas em Sorocaba.

O governador do Estado, João Doria, no Palácio dos Bandeirantes, acaba de anunciar, nesta quarta (23) de setembro, durante coletiva de imprensa, junto aos secretários estaduais, de Saúde, Eduardo Ribeiro; de Desenvolvimento Econômico, Patricia Ellen; de Desenvolvimento Regional, Marco Vinholi; ao coordenador e ao secretário-executivo do Centro de Contingência do Coronavírus em São Paulo, respectivamente, José Osmar Medina e João Gabbardo dos Reis, novas informações sobre a pandemia do coronavírus. Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan e Xing Han, diretor do laboratório Sinovac no Brasil também participaram da coletiva.

Doria revelou que o primeiro lote de 5 milhões de doses da vacina Coronavac chegará ao Instituto Butantan em outubro. Até 31 de dezembro, serão mais 46 milhões de doses e até 28 de fevereiro, mais 60 milhões de doses. “Nossa corrida é pela vida”, afirmou.

Medina, após reunião com a Federação Paulista de Futebol, afirmou que, por decisão unânime do comitê, ainda não será permitido a liberação do público em partidas de futebol. Medina comentou que o Estado ainda permanece em quarentena com número de óbitos elevado e que eventos como partidas de futebol reúnem aglomerações de pessoas também ao redor do estádio.

 

BOLETIM- O secretário executivo de Saúde, Eduardo Ribeiro, atualizou o número de casos no Estado:        

- 951.973 casos confirmados

- 34.492 óbitos

- 3.972 internações em UTI

- 818.593 pacientes recuperados

- 104.209 altas médicas

Ribeiro revelou que a taxa de ocupação dos leitos de UTIs no Estado é 46,9% e na Grande São Paulo de 46,1%.

A Prefeitura de Ribeirão Pires implantou mais um serviço para reforçar ações de monitoramento e prevenção ao coronavírus. A partir de quarta (23), a rede municipal contará com atendimento voltado aos moradores que foram internados por Covid-19, em unidades do município ou de outras cidades – públicas ou privadas.

Entre 14 e 21 dias após a alta hospitalar, o internado em emergência ou com quadro de internação grave por coronavírus fará sua primeira consulta no Ambulatório de Atendimento a Pacientes Pós-Covid, situado no Serviço de Atenção Especializado, região central da cidade. No local, além do atendimento médico, será realizada a solicitação de coletas de exames laboratoriais e de imagens. Se necessário, de acordo com a avaliação médica, o paciente terá encaminhamento para atendimento psicológico e fisioterapêutico.

Cada paciente será avaliado individualmente, priorizando as consequências e sequelas do acometimento por Covid-19. O período de acompanhamento será estabelecido após análise médica, de acordo com o perfil do paciente, podendo chegar a até três meses. O agendamento será realizado pelos profissionais da rede municipal. O ambulatório específico para o monitoramento e acompanhamento atenderá às quartas e sextas-feiras, das 13h às 17h. Fazem parte da equipe de atendimento médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, psicóloga e fisioterapeuta.

Segundo a Secretaria de Saúde da Prefeitura, a implantação do novo Ambulatório se dá considerando que o novo coronavírus (SARS-CoV-2) segue sob estudos e investigações, para a compreensão e melhor controle de possíveis consequências e danos pós-recuperação que a infecção pode causar, como fraqueza muscular, respiratória, cardíaca, renal, vascular, fadiga, alterações de sensibilidade, e outros.

Desde o registro dos primeiros casos suspeitos de coronavírus em Ribeirão Pires, a Prefeitura adotou novos protocolos de atendimento na rede municipal, implantou Hospital Municipal de Campanha (com 41 leitos exclusivos para internação, 17 deles com respiradores), ampliou a testagem para casos suspeitos (seguindo diretrizes do Ministério da Saúde), entre outras medidas de controle e prevenção à Covid-1.

Pela primeira vez, a Assembleia Geral das Nações Unidas foi realizada em um ambiente virtual por causa da Covid-19. Os líderes mundiais enviaram vídeos gravados com seus pronunciamentos para a 75ª Assembleia Geral das Nações Unidas, na terça (22). Como tradição, o Brasil foi o primeiro a ser ouvido.

Em seu discurso, de quase 15 minutos, o presidente da República, Jair Bolsonaro, lamentou as mortes provocadas pelo novo coronavírus e falou sobre as medidas adotas pelo Governo Brasileiro para enfrentar a doença. “Desde o princípio, alertei, em meu País, que tínhamos dois problemas para resolver: o vírus e o desemprego, e que ambos deveriam ser tratados simultaneamente e com a mesma responsabilidade”, disse.

Bolsonaro também lembrou que, apesar da crise mundial, a produção rural não parou, mantendo a preservação de matas nativas. “Nosso agronegócio continua pujante e, acima de tudo, possuindo e respeitando a melhor legislação ambiental do planeta”.

Destacou ainda a política ambiental brasileira. “Os focos criminosos são combatidos com rigor e determinação. Mantenho minha política de tolerância zero com o crime ambiental. Juntamente com o Congresso Nacional, buscamos a regularização fundiária, visando identificar os autores desses crimes”.

A Associação das Secretarias Municipais de Finanças Municipais do Estado de SP (Assefin-SP) encaminhou, na segunda (21), ofícios ao Ministério da Economia, ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) e ao Congresso Nacional solicitando a suspensão do pagamento dos precatórios ainda neste ano. A iniciativa tem apoio do Consórcio Intermunicipal do ABC.

Os documentos manifestam a preocupação dos secretários paulistas com os valores devidos com precatórios neste ano, que já provocam impactos nas finanças dos municípios. Além disso, apontam a possibilidade de os serviços essenciais serem ainda mais prejudicados, incluindo as ações de saúde pública durante o enfrentamento da pandemia. “Muitas dessas administrações municipais já temem pela falta de recurso até para pagamento do 13º”, explicam os secretários.

A Assefin pediu ao TJSP a suspensão do pagamento dos precatórios ainda neste ano ou uma renegociação da dívida, uma vez que existem duas Propostas de Emenda à Constituição (PECs) em tramitação no Congresso Nacional, o que motivou os ofícios encaminhados aos presidentes do Senado Federal, David Alcolumbre, e da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia.

A entidade se junta à Frente Nacional de Prefeitos (FNP) e ao Consórcio ABC para pedir que sejam rapidamente votadas as PECs 21/2020, que trata da suspensão do pagamento dos precatórios, e 95/2019, que prorroga o prazo de vigência do regime especial de pagamento de precatórios previsto no artigo 101 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, aprovada no Senado e em trâmite na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados desde novembro de 2019.

A Assefin solicitou ainda o apoio do ministro da Economia, Paulo Guedes, às propostas. No documento, os secretários agradecem ao ministro o apoio dado do governo federal aos municípios e aos cidadãos para evitar a deterioração da economia, mas ressaltam o entendimento de que a ação ainda é insuficiente e agravada pela dívida com precatórios.

“Vamos orientar e pedir aos prefeitos e dirigentes municipais que procurem os parlamentares que representam sua região para que lutem para acelerar a votação e aprovação dessas PECs”, concluem os secretários paulistas.

A associação paulista tem promovido uma série de reuniões com representantes das pastas de Finanças e Fazenda dos municípios paulistas, acompanhadas pelo Consórcio ABC.

O presidente da entidade regional e prefeito de Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão, destacou a importância da suspensão do pagamento dos precatórios para as finanças dos municípios.

“Trata-se de um momento delicado para os municípios, que seguem no enfrentamento da pandemia da Covid-19 e na retomada gradual da economia, além de marcar o encerramento da gestão dos atuais mandatários. Por isso, desde o começo do ano o Consórcio ABC tem atuado a favor da suspensão dos precatórios junto a entidades como a FNP e a Assefin, representando as sete cidades da nossa região nesse pleito”, afirmou Maranhão.

Em nenhum momento foi considerado que muitos do que têm direito em receber os precatórios estão em idade avançada e dificilmente receberiam o benefício em vida.

Um caminhão oriundo de Minas Gerais com destino a Campinas-SP, com 3.100 quilos de queijos, sem registro de inspeção, sem identificação e transportados de forma inadequada e impróprios para o consumo foi abordado, na terça (22), em uma fiscalização realizada por uma equipe da Coordenadoria de Defesa Agropecuária, da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do estado de São Paulo em operação conjunta com a Polícia Militar Rodoviária.

"O transportador recebeu auto de infração lavrado por funcionário do Escritório de Defesa Agropecuária de Limeira, vinculado à Coordenadoria por despachar produto de origem animal em desacordo com as determinações do serviço de inspeção. O responsável tem o prazo de 15 dias para apresentar defesa e em se ratificando a irregularidade poderá gerar multa de 2500 Unidades fiscais do estado de São Paulo (Ufesp), chegando a um total de R$69.025,00" disse o médico veterinário Rodrigo Cesar Machado. A carga, acompanhada do transportador foi encaminhada ao aterro sanitário de Limeira onde foi feita a destruição do produto.

"Cabe ressaltar que o consumo de produtos de origem animal, não inspecionados, pode servir de modo de transmissão de importantes enfermidades ao ser humano, dentre estas doenças estão a salmonela, cisticercose, botulismo, toxoplasmose, gastroenterite, toxinfecções e intoxicações, que podem causar graves danos à saúde dos consumidores", disse o médico veterinário da Secretaria Bruno Bergamo Ruffolo, que junto à Coordenadoria dirige o Centro de Inspeção de Produtos de Origem Animal (CIPOA). O procedimento de inspeção visa garantir a boa qualidade e a segurança alimentar.

A fiscalização conjunta foi realizada das 7h às 11h, na Base do Policiamento Rodoviário (4° BPRv 4a Cia 1° Pel) à Rodovia Anhanguera, km 151 +600 metros, pista sentido interior/Capital sendo realizada a abordagem de 11 veículos pela Polícia Militar Rodoviária. No que se refere à competência da Defesa Agropecuária a fiscalização ocorreu em cinco caminhões, sendo um com o transporte dos queijos e outros quatro com carga total de 16.600 galinhas para abate, porém sem nenhuma irregularidade.

Além do médico veterinário Rodrigo Cesar Machado participou da fiscalização, o engenheiro agrônomo Daves Willian Setin e o técnico de apoio agropecuário Expedito Fernandes Gonçalves.


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