18 Jun 2024

Apaixonados por café tem encontro marcado nesta sexta (21), sábado (22) e domingo (23) no São Paulo Coffee Festival.

Amantes da bebida poderão degustar excelentes cafés, comidas, coquetéis ao som de música ao vivo. Serão mais de 130 marcas expositoras. O evento acontece na Bienal, no Parque do Ibirapuera. Ingressos em: www.ticket360.com.br.

 

Foto: Divulgação 

São Paulo recebe, de quarta (26) a domingo (30), a ArPa – feira brasileira de arte contemporânea.

Em sua 3ª edição, a feira recebe mais de 40 galerias nacionais e internacionais de arte contemporânea, com setores dedicados à produção de arte audiovisual, arte em campo e exposição que explora a relação entre corpo e meio ambiente, sociedade e coletividade.

A ArPa visa incentivar o intercâmbio comercial e criativo, fortalecendo as relações entre os agentes do cenário artístico e formando novos amantes da arte. Considerada múltipla, participativa e plural, a ArPa gera oportunidades de negócios ao aproximar galeristas, artistas, curadores, colecionadores e entusiastas das artes. Ao exibir trabalhos nos mais diferentes suportes, fomenta o que há de mais instigante na cena artística nacional e internacional.

No Mercado Livre Arena Pacaembu, em São Paulo. Ingressos em: https://arpa.art/

 

Foto: Divulgação

 

Por Nicole Floret - 18/06/2024

Última modificação em Terça, 18 Junho 2024 10:28

Quase um quarto do território brasileiro pegou fogo, ao menos uma vez, no período entre 1985 e 2023. Foram 199,1 milhões de hectares, o equivalente a 23% da extensão territorial brasileira.

Da área atingida por incêndio, 68,4% eram vegetação nativa, enquanto 31,6% tinham presença da atividade humana, notadamente a agropecuária. O Cerrado e a Amazônia são os principais biomas vítimas da ação do fogo, seja de origem natural ou provocada pelo homem. Juntos, são 86% da área queimada.

Os dados obtidos por meio de comparação de imagens de satélite fazem parte de um estudo divulgado, na terça (18), pelo MapBiomas Fogo, rede que envolve universidades, organizações não governamentais (ONGs) e empresas de tecnologia.

Pelas imagens de satélite, os pesquisadores conseguem analisar o tamanho e o padrão histórico das áreas incendiadas, mas não é possível apontar com certeza o que iniciou o fogo.

No entanto, a coordenadora do MapBiomas Fogo e diretora de Ciência do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), Ane Alencar, explicou à Agência Brasil que é possível chegar ao entendimento de que a maior parte das queimadas não tem origem natural, quando raios, principalmente, são iniciadores do fogo.

“A gente pode inferir que a grande maioria é incêndio causado ou iniciado pela atividade humana”, aponta a geógrafa.

O principal motivo para chegar à conclusão é o período em que acontece grande parte dos incêndios, que são concentrados em agosto e setembro.

“Onde queima mais, Cerrado, Amazônia, e, agora, infelizmente, no Pantanal, é período seco, período em que, provavelmente, é bastante difícil de acontecerem as descargas elétricas das tempestades”, detalha Ane Alencar.

A estação seca, entre julho e outubro, concentra 79% das ocorrências de área queimada no Brasil, sendo que setembro responde por um terço do total.

A coordenadora do MapBiomas afirma que a maior parte da vegetação nativa incendiada continua sem ocupação humana. "Um pequeno percentual das áreas que foram afetadas se torna, principalmente, área de pastagem."

Quase metade (46%) da área queimada está concentrada em três estados: Mato Grosso, Pará e Maranhão. De cada 100 hectares queimados, 60 são em territórios particulares. Os três municípios que mais queimaram entre 1985 e 2023 foram Corumbá (MS), no Pantanal, seguido por São Felix do Xingu (PA), na Amazônia, e Formosa do Rio Preto (BA), no Cerrado.

O levantamento do MapBiomas mostra ainda que cerca de 65% da área afetada pelo fogo foi queimada mais de uma vez entre 1985 e 2023. Nesse período, a cada ano, em média 18,3 milhões de hectares – equivalente a uma área pouco menor que o estado de Sergipe – são afetados pelo fogo.

Brasília (DF) 17/06/2024 - Um quarto do território brasileiro pegou fogo nos últimos 40 anos.
Arte EBC

Biomas

Do total da área queimada ao menos uma vez no país, 44% ficam no Cerrado. São 88,5 milhões de hectares – quase metade (44%) da extensão territorial do bioma. É quase o tamanho de Mato Grosso.

A pesquisadora Ane Alencar adverte que, embora o Cerrado seja uma vegetação mais preparada para a ocorrência de incêndios, a alta frequência com que o fogo afeta a região debilita o ecossistema, que apresenta características savânicas, com vegetação rasteira.

“É muito mais difícil debelar o fogo”, diz ela. “Na hora em que o fogo está mais forte, com muito vento, é impossível combater.”

Segundo bioma mais afetado, a Amazônia teve 82,7 milhões de hectares queimados ao menos uma vez. A extensão representa um quinto (19,6%) do bioma amazônico.

Nascida no Pará e especialista em região amazônica, Ane Alencar alerta para o grande perigo que incêndios oferecem a florestas.

“Formações florestais não são adaptadas ao fogo, elas são sensíveis”, avalia. “Uma vez queimadas, o processo de recuperação é muito lento e deixa essas áreas superinflamáveis para que haja um segundo incêndio. Leva a um processo de degradação”, explica.

O bioma que mais queimou proporcionalmente a sua área foi o Pantanal, com 9 milhões de hectares. Embora seja apenas 4,5% do total nacional, essa extensão representa 59,2% do bioma. Por mais que seja adaptado ao fogo, o Pantanal enfrenta incêndios intensos principalmente devido às secas prolongadas.

Além de danificar a cobertura vegetal que, entre outras consequências, altera o equilíbrio ambiental, as queimadas são importantes fontes contribuidoras para o efeito estufa, uma vez que liberam o carbono armazenado na biomassa para a atmosfera na forma de gás carbônico (CO²). (A.Br)

“Gaslight - Uma Relação Tóxica” é o último trabalho de Jô Soares no teatro, e uma das peças de maior sucesso da história da Broadway. O texto, de 1938, ganhou versão no cinema em 1944, e o termo Gaslight, original da peça, é popular até hoje, sendo “gaslighting" eleita a palavra de 2022. A peça retrata um casal em crise. Jack desconfia que sua esposa Bella esteja louca. Ela teme pela própria saúde mental, pois reconhece que tem agido de forma estranha. Com a ajuda de um inspetor bem humorado, Bella é provocada a desvendar os mistérios de sua loucura. Será apresentado ao público de São Bernardo, no domingo (30) de junho, às 19h, no Teatro Lauro Gomes.

Com elenco formado por Érica Montanheiro, Giovani Tozi, Gustavo Merighi, Mila Ribeiro e Maria Joana, o espetáculo marcaria a volta de Jô aos palcos como diretor, quatro anos após dirigir e atuar em A Noite de 16 de Janeiro. Com cenário de Marco Lima, figurino de Karen Brusttolin, iluminação de César Pivetti, e trilha sonora original de Ricardo Severo, a montagem era cuidada de perto por Jô Soares, que trabalhou na concepção da encenação até os últimos dias.

Baseada no filme homônimo sobre abuso psicológico nos relacionamentos afetivos, a peça retrata um casal em conflito. No início do casamento Jack (Giovani Tozi) se mostrava doce e apaixonado. No entanto, sob a alegação de que sua mulher Bella (Érica Montanheiro) sofre de algum tipo de desequilíbrio mental, revela-se um homem impaciente e menos cordial. A esposa sente que está ficando louca mas, ao buscar o amparo do companheiro para lidar com a suposta doença, encontra apenas a resistência do homem, que justifica não ter mais forças para lidar com a situação.  A complicação do diagnóstico de Bella é acompanhada de perto pela fiel governanta Elizabeth  (Mila Ribeiro) e pela jovem e extrovertida Nancy (Maria Joana), a nova arrumadeira do casarão. Ralf (Gustavo Merighi), um inspetor de polícia, possui uma ligação curiosa com a casa, agora habitada pelo casal. Essa relação pode despertar fantasmas do passado que ainda habitam os cômodos com seus segredos, e podem revelar grandes surpresas.

A versão brasileira começou a ser gestada em 2018. “Gaslight nasceu numa noite de cinema no apartamento do Jô, quando nós dois assistíamos à versão cinematográfica, de 1944, estrelada por Ingrid Bergman. Fiz o convite arriscado para levarmos a história aos palcos e ele topou”, conta o ator e idealizador do projeto Giovani Tozi, também produtor do projeto ao lado da produtora e fotógrafa Priscila Prade. Gaslight - Uma Relação Tóxica é uma homenagem a Jô Soares, um dos mais importantes homens que a cultura e a educação desse país já produziu. Jô brinda o público com uma história carregada de mistério e suspense, sem deixar de lado o humor, sentimento que sempre o guiou, em tudo o que fez na vida.

 

(Foto: Priscila Prade)

Última modificação em Terça, 18 Junho 2024 14:27

Nos dois primeiros finais de semana da 37ª Festa Junina de Mauá, mais de 12 toneladas de alimentos foram arrecadadas. Os alimentos serão encaminhados ao Fundo Social de Solidariedade de Mauá, que fará a distribuição às famílias em situação de vulnerabilidade. No último final de semana, diversas atrações, entre artistas locais e grandes nomes do cenário musical do país, subiram ao palco do Paço Municipal, onde milhares de pessoas se reuniram para curtir o evento. Rolou música para todos os gostos, como o reggae do grupo Maneva, a versatilidade de Sidney Magal e a energia contagiante dos Barões da Pisadinha.

As famílias também puderam se divertir nos brinquedos do parque, aproveitar as barracas de comidas típicas e bebidas, além de desfrutar de muita música ao vivo.

O evento continuará na próxima sexta (21) de junho, a partir das 18h. Para garantir a entrada, os visitantes devem doar um quilo de alimento. O que for arrecadado será destinado ao Fundo Social de Solidariedade de Mauá.

Confira as próximas atrações principais e locais, além da sugestão de itens a serem doados:

Sexta (21)

Titãs

Atrações locais: Willians Afonso (The Lords), Blackgarden

Sábado (22)

Mumuzinho

Atrações locais: Samba do Bem, Dan Lorenzo

Domingo (23)

Edson & Hudson

 Atrações locais: Roger e Rogério, Erivelton Modesto

Nesta quarta (19), a Prefeitura de Ribeirão Pires, através da Secretaria de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal da Estância, realizará Drive Thru de Lixo Eletrônico. A ação ocorrerá no Paço Municipal de Ribeirão Pires, localizado na Rua Miguel Prisco, 288, Centro, das 9h às 16h.

A iniciativa visa reduzir o acúmulo de resíduos eletrônicos, evitando que estes materiais acabem em aterros sanitários, e prevenir danos ambientais causados pelas substâncias tóxicas presentes nos eletrônicos. Além disso, o evento faz parte das ações do Junho Verde, mês dedicado à conscientização ambiental.

Durante o Drive Thru, a população poderá levar diretamente ao Paço Municipal computadores, telefones celulares, TVs, eletrodomésticos, baterias, cabos e placas de circuito impresso. Uma equipe especializada estará no local para recolher e encaminhar os materiais para o destino correto.

"Este evento é uma oportunidade para os moradores de Ribeirão Pires descartarem seus resíduos eletrônicos de maneira segura e consciente," afirmou o secretário de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal, Temístocles Cardoso.

"Estamos comprometidos com práticas ambientais responsáveis e sustentáveis, e essa ação é fundamental para reduzir o impacto ambiental causado pelo descarte inadequado de eletrônicos."

A crescente obsolescência dos dispositivos tecnológicos tem gerado aumento significativo na quantidade de resíduos eletrônicos. Este evento é uma resposta a esse problema, promovendo a reciclagem e o manejo adequado desses materiais. A Prefeitura reforça a importância da participação da população nesta ação, que não só contribui para a preservação do meio ambiente, mas também para a saúde pública.


Pagina 1 de 1952

Main Menu

Main Menu