23 Jun 2024
Folha Do ABC

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A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, esteve na Associação Comercial de São Bernardo (Acisbec), na sexta (21), para participar de seminário, organizado pelo deputado estadual e pré-candidato a prefeito, Luiz Fernando (PT), com o tema: “Transformação Verde- Cidade do Futuro e Transformação Ecológica”.  O evento faz parte da série de encontros, com ministros do governo federal, para a construção do programa de governo do pré-candidato.

“A Marina é a maior autoridade sobre o meio ambiente e o clima no nosso país”, disse Luiz Fernando. “É uma das principais ministras, é uma das principais personagens deste País para o meio ambiente. Uma guerreira, uma pessoa que luta. Muito antes de se falar de crise climática, a Marina Silva já defendia o meio-ambiente no Brasil”, destacou o ex-prefeito de São Bernardo e pré-candidato a vice, William Dib.

Na ocasião, o pré-candidato fez um alerta à ministra sobre a situação ambiental do município. “Temos 91,42 km² de Mata Atlântica no nosso município. A vegetação nativa é 46,81% do nosso território. Temos uma grande área da Represa Billings, que está em uma situação deplorável. Na Represa Billings, que é a nossa caixa d 'água da Grande São Paulo, o governo estadual tem jogado esgoto. O Rio Pinheiros é bombeado para dentro da Billings. Isso era para ser só em algumas situações, mas eles bombeiam o ano todo e isso é uma questão, inclusive de fiscalização. Precisamos ir para cima do Ministério Público”, revelou.

Segundo Luiz Fernando, a área verde do município também tem sido reduzida. “A nossa Mata Atlântica tem sido devastada para se construir galpões. É um absurdo, sem fiscalização alguma. As polícias ambientais não tomam nenhum posicionamento. Temos denunciado junto ao Ministério Público esta situação”, enfatizou.

O deputado também mencionou sobre a maneira com que é realizada a poda das árvores em São Bernardo. “A nossa cidade, no momento de aquecimento global, em que as cidades estão plantando mais árvores, para que se tente diminuir um pouco a temperatura, a atual gestão está erradicando a copa de todas as árvores da nossa cidade. Quando não se tira a copa, se tira a árvore”, contou. 

Em seu discurso, a ministra ressaltou possíveis soluções para o problema ambiental. “Todo problema vem acompanhado de uma solução. E vejo, neste problema, que nós mesmos criamos para nós, uma solução. É a solução da criação de um novo ciclo de prosperidade, com democracia, combate à desigualdade e com sustentabilidade. São três pilares importantes que, na política ambiental do presidente Lula, nós perseguimos: combater a desigualdade, fortalecer a democracia e usar com sabedoria os recursos naturais”, avaliou.

De acordo com Marina, a mudança climática não é mais “uma teoria de cientistas”, mas na sua avaliação é possível fomentar a geração de emprego, renda e “enfrentar” o problema das alterações no clima. “Podemos criar emprego, renda, melhorar a vida das pessoas e enfrentar o problema da mudança do clima. Já fui chamada de eco terrorista, de eco chata. Hoje, a mudança do clima não é mais uma teoria de cientistas. Não é mais um anúncio profético de ambientalistas”, afirmou.

Marina revelou que é possível se ter uma cidade com economia circular, onde o descarte de lixo seja o mínimo possível, reduzindo a quantidade de resíduos, reusando o que foi produzido e reciclando. Também mencionou a criação de espaços nos municípios para absorção de água, para se tornarem cidades resilientes. A ministra defendeu a arborização, pois, de acordo com ela, melhora o microclima das cidades.

Também mencionou algumas ações que o governo federal já tem realizado em prol do meio ambiente. “Estamos retomando o programa de reciclagem porta a porta, fazendo as cooperativas. Queremos reduzir a quantidade de resíduos, reusar aquilo que produzimos para embalar as coisas, reciclar”,disse.

E ainda anunciou que o governo federal já reduziu 50% do desmatamento na Amazônia, no ano passado e 40% neste ano. “Na Mata Atlântica, no ano passado, 42%, este ano 27%, no Pantanal, uma queda de 9%. No Cerrado, 13%. Estamos fazendo planos para a caatinga, para agricultura de baixo carbono, para continuar sendo uma potência agrícola, mas preservando a floresta”, afirmou.

À Folha, a ministra falou sobre como incentivar a arborização nas cidades do ABC, que têm sofrido intensa diminuição no número de árvores. “Primeiro, o processo de arborização das cidades e que se usem espécies que sejam resilientes e que façam parte do bioma Mata Atlântica. Muitas vezes, se faz a arborização com espécies exóticas, que não são apropriadas para aquele bioma. Podemos, em parceria com as universidades, com biólogos, com pessoas que entendam como fazer isso, fazer um processo de arborização com base em evidências, que gere emprego, renda, melhora o microclima e ainda evitando que tenhamos um espaço que seja inóspito para as pessoas viverem”, explicou.

Marina é a quarta ministra do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva que vem para São Bernardo participar de seminários organizados pelo pré-candidato. Wellington Dias (Desenvolvimento e Assistência Social), Jader Barbalho (Cidades), Silvio Luiz de Almeida (Direitos Humanos) já estiveram no município.

ELEIÇÕES

Em seu discurso, a ministra defendeu a pré-candidatura de Luiz Fernando para prefeito de São Bernardo e deixou a entender que o deputado estadual estará no segundo turno. “Não podemos perder a perspectiva de uma eleição. Queremos ir para o segundo turno e conversar com as pessoas que por ventura não foram. Estou feliz de fazer parte deste movimento, de pela terceira vez ser ministra do presidente Lula, enfrentando temas que são muito difíceis”, avaliou.

Já Cristiana Ferreira, esposa do deputado estadual, frisou a parceria que o governo federal terá com São Bernardo, caso Luiz Fernando seja eleito. “Conforme vêm os ministros, temos visto a preocupação do governo federal em estar pontuando esta parceria que vamos ter em São Bernardo. Isso para nós é muito gratificante”, disse. 

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Na quinta (20), foi comemorado o Dia Mundial do Refugiado. A data internacional foi designada pelas Nações Unidas para homenagear as pessoas refugiadas em todo o mundo, celebrando a força e coragem das pessoas que foram forçadas a deixar seu país de origem em razão de conflitos ou perseguições. Segundo dados da ACNUR (Agência da ONU para Refugiados), até o final de 2023, mais de 117 milhões de pessoas permaneceram deslocadas à força devido a perseguições, conflitos, violência, violações de direitos humanos e eventos que perturbam seriamente a ordem pública. O número representa aumento de 8% em relação a 2022, (um acréscimo de 8,8 milhões de pessoas), continuando uma tendência de aumentos anuais há 12 anos.

   Santo André, segundo a Secretaria de Assistência Social, tem testemunhado um aumento significativo no número de imigrantes inscritos no Cadastro Único. De acordo com os dados recentes, o total de imigrantes aumentou de 778 em 2020 para 1.777 em 2024. A pasta analisa que este crescimento acentuado demonstra uma tendência de aumento constante no fluxo migratório, refletindo possivelmente mudanças nas políticas migratórias, condições econômicas ou sociais que atraem novos residentes.

  A análise detalhada revela que o número de imigrantes tem uma tendência de crescimento contínuo. Sendo 1.107 imigrantes em 2021, 1.329 em 2022 e 1.718 em 2023.

   Em São Bernardo, a Prefeitura informa, por meio da Secretaria de Assistência Social, que 290 pessoas com nacionalidade estrangeira acessaram os serviços da Pas-ta em 2023. Entre as nacionalidades, estão venezuelanos, haitianos e sírios.

   Em Diadema, a Prefeitura informa que, atualmente, são 2.487 pessoas imigrantes/refugiadas na cidade. Em 2022, o número era de 2.266 pessoas. São refugiados de 82 nacionalidades dife-rentes, com presença significativa de venezuelanos, haitianos, portugueses, bolivianos, colombianos, japoneses, angolanos e afegãos.

   Em Ribeirão Pires, segundo dados dos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) da cidade, há ao todo 106 pessoas oriundas de outros países, em sua maioria Venezuela, Japão, Chile, Portugal e Bolívia. Há ainda imigrantes de Cuba, Filipinas, Angola, China, Uruguai e Colômbia. 

   Em São Caetano, a Secretaria de Assistência e Inclusão Social informa que desde 2022, há duas pessoas refugiadas na cidade e que se encontram em situação de rua, sendo uma haitiana e uma sul-africana. Em 2021, haviam sete pessoas refugiadas em situação de rua, que eram cinco venezuelanos, um haitiano e um sul-africano.

   No mundo, do total das 117 milhões de pessoas deslocadas à força, 40%, que representa cerca de 47 milhões de pessoas, são crianças. Até o final de 2023, uma em cada 69 pessoas globalmente, ou 1,5% de toda a população mundial, estava deslocada à força, quase o dobro do que há uma década.

 

Foto: Marcelo Camargo - A.Brasil 

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O governador Tarcísio de Freitas anunciou, na sexta (21), em evento no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo, a antecipação do pagamento de R$ 412 milhões do programa IGM SUS Paulista - Incentivo à Gestão Municipal. Para a Grande SP serão liberados R$ 129,4 milhões. A região do ABC receberá R$ 25 milhões, sendo: R$ 3,88 milhões para Diadema, R$ 4,62 milhões para Mauá, R$ 1,19 milhão para Ribeirão Pires, R$ 670 mil para Rio Grande da Serra, R$ 6,71 milhões para Santo André, R$ 7,37 milhões para São Bernardo do Campo e R$ 1,42 milhão para São Caetano. 
 
“Estamos celebrando mais uma liberação de recursos. Um dinheiro que vai para a atenção básica através do IGM SUS Paulista. Esse ano está sendo um ano de muita pressão, tivemos a da dengue, que pressionou lá atrás e a gente antecipou recursos. E agora estamos antecipando da tabela fixa R$ 412 milhões”, afirmou o governador. “E observe, o dinheiro já está na conta. E nós vamos manter os demais investimentos em outras áreas, e vamos seguir trabalhando em cooperação com os municípios”, acrescentou Tarcísio.
 
A cerimônia que autorizou o repasse ocorreu no Palácio dos Bandeirantes e reuniu os secretários Eleuses Paiva (Saúde), Arthur Lima (Casa Civil) e Gilberto Kassab (Governo e Relações Institucionais), além do presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, André do Prado, parlamentares estaduais, municipais, prefeitos, diretores e gestores municipais da área de saúde, entre outras autoridades.
 
Em fevereiro deste ano, o governo de São Paulo já havia antecipado R$ 205 milhões do IGM SUS Paulista, previsto originalmente para maio, para apoiar o trabalho das cidades paulistas no combate às arboviroses urbanas, especialmente a dengue.
 
“Vivemos no país e no mundo um grande desafio econômico, e é justamente devido à preocupação do governo Tarcísio de manter a sustentabilidade nos municípios, principalmente no que tange à atenção em saúde, que nós estamos anunciando mais esse importante recurso para investimento na atenção básica ”, reforçou o secretário de Estado da Saúde, Eleuses Paiva.
 
IGM SUS Paulista - O IGM SUS Paulista é um programa de incentivo criado pela gestão Tarcísio de Freitas para elevar os repasses estaduais aos municípios para serviços públicos de saúde com o compromisso de as prefeituras cumprirem indicadores assistenciais importantes, como cobertura vacinal, prevenção da mortalidade infantil, controle de câncer de colo de útero, pré-natal, controle de hipertensão e diabetes, além de controle de arboviroses urbanas.
 
Impulsionado pelo projeto de regionalização da Saúde no Estado, o IGM SUS Paulista também eleva os repasses estaduais para a saúde dos municípios paulistas em relação aos anos anteriores, passando de R$ 4 per capita para valores que vão de R$ 15 a R$ 40, e otimiza a atenção básica ao dar maior suporte financeiro para as regiões se estruturarem e organizarem suas demandas.
 
A oferta de recursos aos municípios foi definida conforme critérios de vulnerabilidade social, população e cobertura de estratégia de saúde da família. O programa também amplia a transparência na aplicação de recursos, já que se baseia em critérios específicos e mensuráveis para a transferência de verba a cada município.
 
Foto: Governo de SP 
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O vice-presidente e ministro da Indústria e do Comércio, Geraldo Alckmin, esteve em São Bernardo, na sexta (21), onde participou de visita à Scania. Na ocasião, o CEO e presidente da Scania Latin America, Christopher Podgorski, confirmou a nova fase de investimentos no Brasil, de R$ 2 bilhões para o período de 2025-2028.

Alckmin ressaltou que a empresa cumpre os principais requisitos da Nova Indústria Brasileira (NIB). “Nós estamos aqui, na ponta, na vanguarda da inovação, da tecnologia, numa indústria sustentável, verde, que lidera a descarbonização, com veículos elétricos, a gás e com biodiesel. Trata-se de uma empresa altamente competitiva, que faz 115 caminhões pesados e ônibus por dia; e exportadora, que atende a América Latina e até outros continentes”, afirmou.

O presidente e CEO da Operação Industrial da Scania, Christopher Podgorski, ressaltou que o polo industrial em São Bernardo abrange uma área de 427 mil m² e contém o que existe de mais avançado na indústria. “São nove fábricas operando conjuntamente para produzir caminhões, ônibus, motores industriais e marítimos, todas elas constantemente atualizadas”, informou. “Graças a nossa estratégia de Sistema de Produção Global e ainda o exclusivo Sistema Modular Scania conseguimos incorporar novas tecnologias às plataformas de produto recém introduzidas, como agora estamos fazendo com a plataforma para Chassis para Ônibus Elétricos”, disse Podgorski. 

O anúncio do investimento foi antecipado por Alckmin, na quarta (19), durante discurso no evento de comemoração dos 70 anos da Confederação Nacional dos Transportes (CNT). Segundo a montadora, os recursos reforçam a jornada de descarbonização dos ecossistemas de transporte e logística e dão continuidade ao ciclo de aporte de R$ 1,4 bilhão encerrado este ano.

A montadora vem registrando ciclos de investimentos contínuos no País. De 2016 a 2020, foram R$ 2,6 bilhões, em seguida foram R$ 1,4 bilhão no período de 2021 a 2024. 

Eletrificação - Segundo o presidente e CEO da Operação Industrial da Scania, Christopher Podgorski, entre as rotas a percorrer para descarbonizar o setor, o chassis elétrico para ônibus complementa as soluções já disponíveis: os motores a Gás e Biometano e o Biodiesel 100%. “O inimigo único e comum a todos é o carbono. Para abatê-lo, considerando um país de dimensão territorial como o Brasil, seu tamanho de frota e matriz energética, é fundamental abraçar múltiplas tecnologias. A eletromobilidade se encaixa neste contexto”, complementa.

Com o investimento de R$ 60 milhões, a preparação industrial se inicia agora e em março de 2025 a planta de São Bernardo do Campo passará a produzir chassis para ônibus elétricos.  A fábrica do Brasil será a terceira unidade global da Scania a produzir veículos elétricos. “São poucas adequações na linha, basicamente mudanças na pré-montagem, que envolve o sistema de resfriamento e de alta tensão, e da pré-montagem da estrutura que vai sustentar as baterias no lugar do motor”, diz a engenheira de processos industriais Isabelle Diniz, responsável pelo Projeto. 

Estes ônibus são do modelo 4 x 2, têm 12 metros de comprimento e são alimentados por até 5 Pacotes de Baterias. Com a absorção da nova tecnologia, a previsão é manter o nível de produção atual, com 11 chassis fabricados diariamente – sendo destes, três eletrificados. Os chassis de ônibus elétrico a serem ofertados ao mercado brasileiro serão os mesmos fabricados e comercializados atualmente na Europa – produzidos na unidade Scania localizada na Polônia.

“A pauta da sustentabilidade não pode ser adiada e no caso do transporte ela não depende somente do veículo, mas de outras variantes, como financiamento, infraestrutura e rede de distribuição, entre outras variáveis a serem consideradas”, comenta Podgorski.

 

Foto: Divulgação 

 

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A Nestlé desenvolveu uma plataforma de aprendizagem online aberta ao público em geral, de forma gratuita. As pessoas interessadas podem acessar a plataforma por meio do link Plataforma de Capacitação Externa Nestlé

A iniciativa é a evolução de uma ferramenta de capacitação que estava no ar desde 2022 com conteúdos apenas às pessoas candidatas dos programas de estágio e trainee. A nova plataforma foi desenvolvida pela Nestlé, está aberta para quem tiver interesse, sem limitações de idade, e conta com um time de especialistas Nestlé para o desenvolvimento dos conteúdos.

“Sempre alcançamos muitas pessoas por meio dos nossos processos seletivos. No primeiro ciclo do programa de estágio de 2024, recebemos mais de 40 mil candidaturas. No caso do processo para trainee, foram 44 mil pessoas inscritas. Esses números indicam que podemos chegar a mais pessoas e promover capacitação e desenvolvimento sem custos. É uma ação para a sociedade”, explica Izabel Azevedo, diretora de Talento & Cultura da Nestlé Brasil.

Com o novo canal de ensino, a empresa espera atingir 20 mil pessoas por meio de uma variedade de conteúdos que vão desde aulas de 15 minutos a cursos com mais de duas horas de duração, a depender do assunto. Os temas abordados falam de habilidades, como ‘Inteligência Emocional & Empatia’, ‘Autoconhecimento e autodesenvolvimento’, ‘Pensamento crítico e resolução de problemas’, ‘Resiliência e adaptabilidade’, entre outros. Conteúdos relacionados aos negócios da Nestlé, ‘Nutrição & Bem-Estar’, além de ‘Habilidades Digitais’ e ‘ESG & Sustentabilidade’, estão na esteira de desenvolvimento do time de especialistas da companhia, responsável por construir os cursos.

A ferramenta certificará todas as pessoas que se inscreverem e concluírem as aulas. Com um design gamificado, cada estudante poderá ver e acompanhar as habilidades desenvolvidas, os certificados emitidos e os treinamentos finalizados. As formações, inclusive, poderão contar como atividade complementar para quem estiver na faculdade e, em breve, a Nestlé espera formalizar parcerias com instituições de ensino que irão atestar a formação das pessoas que concluírem os cursos oferecidos pela plataforma.

 

Foto: Divulgação 

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Neste sábado (22), das 14h às 19h, acontece a Festa Junina do Centro de Referência do Idoso de Ribeirão Pires – CRI (localizado à Rua Alferes Botacin, 171 – Centro Alto). Além do tradicional bingo beneficente, cuja renda ajuda na manutenção das atividades da Casa, a festa conta com comidas e brincadeiras típicas para todas as idades.

Na programação cultural, além de shows com André Santana no Teclado, haverá dança cigana, cantoterapia, dança de salão, alongamento, dança das fitas, violão, ritmos e o tradicional quadrilhão.

 

Foto: Divulgação

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Santo André ganhou mais um importante reconhecimento com o programa Moeda Verde. Na sexta (21), a iniciativa foi uma das vencedoras da 12ª Edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, promovida pela instituição financeira com o intuito de valorizar ações que contribuem para solucionar problemas sociais.

O programa, que combate a insegurança alimentar e amplia a reciclagem ao permitir que munícipes de comunidades carentes troquem resíduos por hortifrúti, concorreu junto a outras 19 ações de todo o Brasil que foram certificadas e recertificadas como tecnologia social, isto é, reconhecidas por atuarem como soluções efetivas contra a desigualdade social, descriminação, exclusão e problemáticas nas áreas de saúde, habitação, alimentação, recursos hídricos, energia, meio ambiente e educação.

"É com muito orgulho que o Moeda Verde ganha a sua quinta premiação. Com o prêmio da Fundação Banco do Brasil, vamos investir em melhorias para transformar ainda mais a vida da nossa gente", comemora o prefeito Paulo Serra.

A Prefeitura de Santo André e o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) levam R$ 50 mil para aperfeiçoar essa importante política pública que acontece em favelas, conjuntos habitacionais e assentamentos

"Queremos aproximar os agricultores urbanos, trabalhadores das cooperativas de reciclagem e estudantes de escolas municipais. Hoje, eles não se conectam e não se envolvem na cadeia de reciclagem", explica o superintendente-adjunto do Semasa, Edinilson Ferreira dos Santos, responsável por levar o prêmio para a cidade.

"A ideia é fortalecer a educação ambiental nas instituições de ensino, tornar os cooperados multiplicadores de práticas sustentáveis e fortalecer a renda dos agricultores urbanos", explica a presidente do Núcleo de Inovação Social, Ana Claudia de Fabris. Em Santo André, um diagnóstico realizado pelo Semasa constatou a existência de mais de 170 hortas.

A premiação ocorreu no encerramento da Semana Nacional de Tecnologia Social, realizada de 17 e 21 de junho, em Brasília. O evento promoveu mesas, debates e exposições das tecnologias sociais e de seus produtos. Nesta sexta-feira, a 12ª Edição do Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social também entregou prêmios de até R$ 500 mil para dez tecnologias sociais.

Certificação – Em abril, o programa Moeda Verde foi uma das 87 iniciativas certificadas pela Fundação Banco do Brasil como novas tecnologias sociais, entre 888 programas e projetos de todo o Brasil que foram inscritos.

Com isso, agora o Moeda Verde faz parte do acervo da Plataforma Transforma!, que reúne milhares de programas e projetos.

 

Foto: Divulgação Semasa

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No próximo sábado (29 de junho), às 16 horas, o coral da Sociedade Cultural Ítalo-Brasileira de Santo André participará do encontro de corais italianos, no  Teatro Elis Regina, localizado na avenida João Firmino, 900, Bairro Assunção, São Bernardo do Campo.  O evento será em homenagem aos 150 anos da imigração italiana.

Sob a regência do maestro Reinaldo Sanches, o Coral da Sociedade Cultural Ítalo-Brasileira de Santo André foi fundado em 1º de junho de 1999 e seu repertório segue o cancioneiro italiano.

A Sociedade Cultural Ítalo-Brasileira de Santo André nasceu como Società Italiana di Mutuo Soccorso Savoia, em 1900, a partir da necessidade de amparo ao imigrante italiano da região do Grande ABC.

Hoje, a sua finalidade é congregar sócios que participam de atividades culturais e eventos ligados à tradição italiana, como a comemoração da República Italiana, dia do Imigrante Italiano e outras que lembram costumes e hábitos de seus ancestrais, tanto na arte, na cultura, na culinária, entre outros.

 

Foto: Divulgação 

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Santo André se despede de Vitor Mazzeti Filho, secretário de Infraestrutura e Serviços Urbanos. Vitor teve um mal súbito nesta sexta (21), foi socorrido, mas não resistiu. 

“Tristeza profunda para todos nós e uma perda imensa para cidade! Vitor foi, sem dúvida, uma das pessoas que conheci que mais se aproximava do termo insubstituível!”, afirma o prefeito Paulo Serra.

Vitor tinha 55 anos e deixa esposa, dois filhos e um enteado. Nascido em 13 de outubro de 1968 na cidade de Guaranésia, em Minas Gerais, Vitor era Mestre em Engenharia pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Servidor efetivo da Prefeitura de Santo André desde 1990, atuou como diretor nos Departamentos de Manutenção da Frota e Parques e Áreas Verdes, sendo membro titular dos Conselhos Municipais de Gestão e Saneamento Ambiental, Política Urbana e Orçamento Participativo.

Foi secretário adjunto e secretário de Obras da cidade de Embu das Artes no período de 2009 a 2012. No período de 2013 a 2016 dirigiu o Departamento de Manutenção e Obras de Santo André, ocasião em que também coordenou o programa Banho de Luz.

Em 2017, no primeiro ano da gestão Paulo Serra, foi nomeado secretário adjunto de Manutenção e Serviços Urbanos. Em 2018 se tornou titular da pasta, função que ocupava até então – a pasta passou a se chamar Secretaria de Infraestrutura e Serviços Urbanos no ano passado. 

Vitor Mazzeti Filho coordenou algumas das principais realizações da gestão como a modernização de equipamentos do programa Qualisaúde, construção de creches, reforma e requalificação de praças e áreas de esporte e lazer, construção de usinas fotovoltaicas, além de programas como Banho de Luz e Rua Nova.

O prefeito Paulo Serra decretou luto oficial de três dias. O Consórcio Intermunicipal Grande ABC, por meio da Assembleia de Prefeitos, da Secretaria Executiva e de toda a sua equipe, manifestou solidariedade e sentimentos aos familiares.

VELÓRIO - O velório do secretário de Infraestrutura e Serviços Urbanos, Vitor Mazzeti Filho, será realizado nesta sexta-feira, 21, na Câmara Municipal, a partir das 20h e até a meia-noite, e segue neste sábado, 22, das 7h ao meio-dia. O corpo será cremado em cerimônia restrita a familiares

 

Foto:  Helber Aggio/PSA e Angelo Baima/PSA

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A Festa de São Vito se trata de uma grandiosa festa de tradição católica italiana que acontece todos os anos na cidade de São Paulo, neste ano até o dia 15 de julho. A festa com 115 anos de funcionamento acontece aos sábados e domingos na Rua Polignano A Mare, nº 265, no Bairro do Brás, próximo à zona cerealista.
   Os italianos moradores da capital, principalmente os puglieses promoveram a primeira festa no ano de 1918, e no ano seguinte fundaram a Associação São Vito Mártir e a Capela com o seu nome, cuja imagem foi trazida da Itália em devoção ao Santo, tornando assim tradicional manifestação visto o grande conjunto cultural e religioso. A Associação São Vito Mártir passou a ser encarregada de organização e preparação da festa, desde os primeiros tempos e até os dias atuais, atuando nos ensinamentos da religião católica, além da promoção de reuniões recreativas de caráter festivo, esportivo e social.
   Atualmente, o evento passou a se dividir em dois: um na rua, organizado pela paróquia e outro no ginásio preparado pela Associação Beneficente São Vito Mártir. A festa é estruturada com dezenas de barracas, com comidas típicas, tais como: espaguete, ricchitelle e penne, e músicas tradicionais italianas. O bom vinho não poderia faltar, como também as saborosas sobremesas italianas. No final da festa, seguindo a tradição os participantes soltam fogos de artifício para embelezar toda essa grandiosa realização religiosa e festiva. A renda arrecadada com o evento é convertida em ajuda financeira para manutenção das obras sociais, tais uma creque-escola e a manutenção dos prédios que acolhem as atividades educacionais. Existe um projeto de Inclusão Digital, onde as pessoas de baixa renda podem realizar cursos de informática e atendimentos odontológicos gratuitos à comunidade carente do Brás e região.
   A assistência social aos carentes principalmente da região da zona do Mercado Municipal, presta relevantes trabalhos de atendimento visto a precariedade dessas pessoas na vivência nessa região. Mas, relembrando, Vito nasceu no final do século III, na antiga cidade de Mazara, na Sicília ocidental, de família pagã, muito rica e de nobre estirpe. A mãe faleceu quando tinha tenra idade e seu pai, Halaz, contratou uma ama, Crescência, para educar e cuidar do menino. Ela era cristã, viúva, tinha perdido o único filho havia pouco tempo, de linhagem nobre, mas em decadência financeira.
   O pai ainda contratou um professor, chamado Modesto, para instruir o herdeiro, entretanto era também cristão. Como o pai era um obstinado pagão que encarava o cristianismo como inimigo a ser combatido, por isso Modesto e Crescência nunca revelaram que eram seguidores de Cristo, contudo educaram o menino dentro da religião.
   Aos doze anos, clandestinamente já tinha sido batizado e assim demonstrava identificação total com os ensinamentos de Jesus. Ao saber do batismo, o pai tentou convencê-lo a abandonar a fé, o que não deu resultado e partindo para a força e, como castigo, entregou-o ao governador Valeriano, que o encarcerou e maltratou por vários dias, na tentativa de Vito abdicar de sua fé. Porém, Crescência e Modesto conseguiram arquitetar uma fuga e, segundo a tradição, com a ajuda de um anjo, tiraram Vito das mãos do governador e fugiram para Lucânia, onde esperavam encontrar a paz.
   Reconhecidos depois de algum tempo, passaram a viver de cidade em cidade, fugindo dos algozes. Vito que desde os sete anos havia manifestado dons especiais, praticou muitos prodígios como o mais célebre deles quando ressuscitou, em nome de Jesus, um garoto que tinha sido estraçalhado por cães raivosos. A perseguição teve trégua apenas quando o filho epiléptico do imperador Deocleciano ficou muito doente, assim o soberano mandou que o trouxessem à sua presença e pediu-lhe que intercedesse pelo doente.
   Vito então rezando com todo fervor e em nome de Jesus curou-o, porém Deocleciano pagou com a traição, mandando prendê-lo, pois que não aceitou renegar a fé em Cristo para ser libertado. Diante da negativa, aos quinze anos foi condenado à morte que ocorreu em 15 de junho de 304, depois de muitas torturas. O jovem mártir Vito existiu conforme consta no Martirológio Gerominiamo, sendo suas relíquias sepultadas em Roma, e no ano de 755, foram enviadas para Paris e mais tarde entregues a Venceslau, santo rei da Boêmia, que em 958, fez construir a belíssima catedral que leva o nome de São Vito e que conserva até hoje a sua história.
   Desde a Idade Média, ele é considerado um dos quatorze santos auxiliares, cuja intercessão é muito eficaz em ocasiões específicas e para diversas curas invocadas para a cura de epilepsia, da coréia, doença conhecida como dança de São Vito, letargia, de mordidas de cães e animais raivosos e hidrofobia. São muitos os devotos.

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