13 May 2024
Folha Do ABC

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A FOLHA DO ABC traz o melhor conteúdo noticioso, sempre colocando o ABC em 1º lugar. É o jornal de maior credibilidade da região
Nossa publicação traz uma cobertura completa de tudo o que acontece na região do ABCDM.

Sucesso no MorumbiShopping (SP), o evento Jump Around chega ao ParkShopping São Caetano, na sexta (11) de fevereiro. Inédita no ABC, a atração funcionará até o dia 27 de março, de quinta a domingo, das 16h às 22h, no estacionamento externo do shopping.

O Jump Around, também sucesso no exterior, é uma atração divertida para toda a família. Um castelo inflável de 2.500 m², super lúdico e colorido, onde a garotada poderá se divertir muito e desafiar seus limites nas várias pistas de obstáculos, estruturas de escalada, no escorregador e quadras de basquete.

Podem brincar pessoas de todas as idades, sendo obrigatório um adulto acompanhante para as crianças menores de 6 anos. Para acessar o evento é necessário tirar os sapatos, joias, piercings e demais objetos que possam comprometer a integridade do espaço e segurança dos participantes, seguindo as orientações dos monitores. O uso de meias é indispensável.

Pessoas com deficiências e seu acompanhante têm gratuidade no ingresso. Será reservada uma vaga por sessão.

As sessões duram 30 minutos e os ingressos custam: R$ 46 (meia entrada + taxas) comprando online antecipadamente e R$ 49,90 (meia entrada) na bilheteria. Agendamento e compra online podem ser feitos pelo site www.sympla.com.br ou aplicativo Sympla. Crianças com idade entre 0 e 5 anos devem estar acompanhadas por um adulto responsável – neste caso, o adulto não paga. E, às quintas e sextas-feiras, exclusivamente pelo App Multi, o valor será de R$ 60 para 2 ingressos da mesma sessão. O Jump Around conta com a produção da Ponto Org Eventos, empresa responsável pela Corrida Insana.

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A Prefeitura de Santo André, por meio da Secretaria de Saúde, vai realizar a partir da próxima semana testes para detecção do coronavírus em crianças de seis meses a quatro anos de idade que moram na cidade e estão matriculadas em escolas do município, públicas ou privadas.

A testagem não é obrigatória e será feita no período de 7 a 25 de fevereiro no Centro de Enfrentamento à Covid-19, que fica na avenida Ramiro Colleoni, 220, na região central. Para o teste, é necessário realizar agendamento por meio do link https://bit.ly/testagem-educacao.

O objetivo é fazer um levantamento epidemiológico visando uma avaliação sobre o comportamento do coronavírus nessa faixa etária de não vacinados neste momento de retorno às aulas.

 “Santo André segue sendo referência no combate ao coronavírus e no atendimento à nossa gente. Este trabalho é mais um elemento para que possamos planejar e executar ações específicas de saúde para o público infantil. Queremos que o retorno às aulas seja seguro e com as nossas crianças de 5 a 11 anos vacinadas”, destaca o prefeito Paulo Serra.

Para a realização do teste é necessário o CPF ou a certidão de nascimento da criança. Não é preciso que a criança esteja com sintomas de gripe ou Covid-19.

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A Prefeitura de São Bernardo concedeu permissão de uso do Pavilhão e Estúdio Vera Cruz ao Grupo Bandeirantes, pelos próximos três anos. A parceria foi aprovada pela Câmara e sancionada pelo prefeito Orlando Morando no final de outubro último. Com a concessão, os cofres municipais receberão cerca de R$ 15,7 milhões. Serão gerados cerca de 500 empregos.

A ação foi formalizada, na sexta (4), com a presença do presidente do grupo, João Carlos Saad; do diretor de Comunicação, Caio Carvalho, entre outros. O primeiro programa a ser gravado será o MasterChef Brasil.

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Diadema será a primeira cidade do ABC a ter um Plano Municipal de Promoção da Igualdade Racial, instrumento que estruturará as políticas de promoção da igualdade étnico-racial na cidade e o combate ao racismo em diversas frentes por um período de dez anos.

O texto foi construído a partir das discussões com representantes da sociedade civil, do movimento negro e da igualdade racial. Enviado para a Câmara pelo prefeito José de Filippi Júnior, foi aprovado em definitivo, por unanimidade, na sessão de quinta (3). Agora, irá à sanção do próprio prefeito.

Segmentado em objetivos de curto prazo (dois anos), médio (seis anos) e longo (dez anos), o plano aplica-se a todos os órgãos públicos do município e tem como metas garantir o exercício dos direitos sociais a todos em condições de igualdade, enfrentando o racismo e valorizando a cultura negra.

Para isso, propõe o desenvolvimento de políticas públicas nas áreas de Educação, Cultura, Comunicação, Saúde, Segurança Cidadã, Assistência Social e Cidadania, entre outras. Além dessas políticas e da criação de ações afirmativas, o planejamento prevê a realização de cursos, fóruns, oficinas, seminários e audiências públicas, para que as ações tenham o envolvimento da população. 

O cumprimento de metas e o monitoramento do cronograma ficarão a cargo do Creppir (Coordenadoria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial de Diadema) e do Conselho Municipal de Políticas de Promoção da Igualdade Racial de Diadema.

Coordenadora da Creppir, Márcia Damaceno destaca no plano as propostas nas áreas “da educação ético-racial, do cuidado com a saúde integral da população negra e a valorização e preservação das manifestações culturais negras e africanas na cidade”. Ela também ressalta o foco na proposta de uma política de segurança antirracista e o intercâmbio e diálogo com o continente africano, sobretudo com países de língua portuguesa. “Com esse plano, Diadema se torna a primeira cidade a ter um plano para executar a política de enfrentamento ao racismo”, diz Márcia.

Na proposta que enviou à Câmara Municipal, Filippi afirmou ter certeza de que o plano será um fator importante para o avanço das políticas de promoção da igualdade racial e de enfrentamento ao racismo, tornando o município referência para a região. “Não é mais possível aceitar que a estrutura social e econômica privilegie apenas um grupo, ignorando e desprezando a existência de outros grupos, gerando, assim, as desigualdades e o acúmulo de desvantagens em seus direitos humanos.”

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As fortes chuvas atingiram 27 municípios em São Paulo, deixaram mais de 1,5 mil famílias desabrigadas e causaram 31 mortes, sendo oito crianças entre as vítimas, segundo a Defesa Civil.
A chuva é um fenômeno natural, mas é preciso se atentar ao fato de as cidades que foram mais atingidas por deslizamentos tiveram um “boom” habitacional. A ocupação desenfreada em áreas consideradas de risco, aumenta a possibilidade de ocorrer deslizamentos e inundações. Muitas das vítimas desses municípios atingidos viviam em encostas de morros e margens de rios e córregos, ficando sujeitas a sofrer com deslizamentos e enchentes.
O “boom habitacional” se acentuou a partir dos anos 1990. As construções frágeis em relevo de morros, somada a falta de políticas públicas eficientes de moradia e urbanização são a combinação perfeita para que ocorram tragédias. Pelo menos 120 pessoas morreram em decorrência das chuvas entre 2016 e 2022 na Grande São Paulo, segundo levantamento realizado pela TV Globo.
De acordo com dados da Fundação Seade, Francisco Morato e Mairiporã, por exemplo, registraram aumento de mais de 100% nas suas populações entre 1990 e 2020. O boom populacional nessas cidades é bem superior ao crescimento da capital paulista, que atingiu alta de 29% no mesmo período, e da região metropolitana como um todo, que cresceu 40%.
Com falta de moradias adequadas e sem poder arcar com o alto custo das áreas centrais das cidades, a classe de baixa renda, de maneira informal e sem regulação, acaba ocupando áreas periféricas, em encostas de morros, margens de rios e córregos, fundo de vales e aterros sanitários, com terreno frágil, sem planejamento urbano ou acompanhamento técnico.
O problema é nacional e conhecido há décadas por todos os brasileiros e governantes, mas o descaso das administrações públicas, em todas as esferas de governo, faz, anualmente, o País perder centenas de vidas, vítimas do despreparo para lidar com as chuvas de verão e deslizamentos e enchentes.
No ABC, a situação não é diferente. Ações integradas, por parte do Consórcio Intermunicipal, são ineficientes. Em 2018, o Consórcio chegou a lançar o aplicativo gratuito “Alerta ABC”, para monitorar as condições climáticas da região, registrar e divulgar ocorrências como alagamentos e deslizamentos. O app foi retirado do ar pouco tempo depois.
Na última semana, Santo André foi classificada como o município que possui mais imóveis em áreas de alto e muito alto risco para inundação, deslizamento, solapamento de margens fluviais, entre outros, segundo dados compilados pelo jornal O Estado de S.Paulo, com base no Mapeamento de Riscos de Movimentos de Massa e Inundações. São 17,5 mil imóveis apenas em Santo André; 15,1 mil em São Bernardo; 10,4 mil em Mauá.
Políticas de longo prazo são ainda mais raras e, a incapacidade dos gestores públicos em frear a ocupação irregular em áreas de risco é tamanha que não há mapeamento e nem um plano exequível de remoção das pessoas que vivem sob ameaça de vida constante a cada temporal ou chuva mais intensa. Prefeitos e governadores agem pontualmente, a cada nova tragédia. Porém, é necessário agir de forma coordenada e integrada para evitar que centenas de vidas sejam vítimas do despreparo e da falta de políticas públicas eficientes.

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Estatais
Na campanha das eleições de 2018, o então futuro ministro da economia, Paulo Guedes, havia prometido arrecadar R$ 1 trilhão em privatizações de empresas estatais nacionais. Após três anos, nenhuma empresa foi vendida e ainda foram criadas duas empresas, a NAV Brasil e a ANSN (Autoridade Nacional de Segurança Nuclear). Ambas são da área militar. Hoje, o Brasil conta com 155 estatais, sendo 18 dependentes de aportes da União. Só em 2020 foram R$ 19,4 bilhões em subvenções.

Sobrevoo
O presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), sobrevoou, na terça (1), cidades de São Paulo atingidas por fortes chuvas, desde o final de semana, e lamentou as mortes provocadas pelo desastre natural. Após o sobrevoo, Bolsonaro e ministros se reuniram com prefeitos das cidades mais afetadas, em Francisco Morato. Na ocasião, também esteve presente o deputado federal, Eduardo Bolsonaro (PSL) e o vereador de São Bernardo, Paulo Chuchu (PRTB).

Passos
Os filhos do presidente Jair Bolsonaro (PL) estão seguindo os passos do pai na escolha partidária. Após Bolsonaro ter migrado para o PL, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL) vai seguir o pai, e se filiará ao Partido Liberal em março. O parlamentar confirmou a mudança de sigla em postagem em suas redes sociais, na terça (1). Além de Bolsonaro, o PL também já atraiu o primeiro filho do presidente, Flavio Bolsonaro, que é senador pelo Rio de Janeiro. Apenas Carlos Bolsonaro, que é vereador do Rio de Janeiro, segue no Republicanos.
 
Comando
O prefeito de Jundiaí, Luiz Fernando Machado, que foi reeleito em 2020, com quase 70% dos votos, irá coordenar a comunicação da campanha do presidenciável João Doria (PSDB). A equipe já conta com os marqueteiros Chico Mendez e Guillermo Raffo, que comandaram a campanha de Henrique Meirelles, em 2018, e o especialista em mídia digital, Daniel Braga. Machado, que comanda a sétima maior economia do Estado, se aproximou do governador durante as prévias tucanas e passou a compor a equipe eleitoral do governador de São Paulo.

Comando I
Já a campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao Palácio do Planalto, para TV e rádio, será coordenada pelo marqueteiro político Augusto Fonseca, da MPB Estratégia & Criação. Fonseca já atuou com Duda Mendonça na campanha vitoriosa de Lula em 2002 e também já trabalhou nas campanhas presidenciais de Aécio Neves (PSDB), em 2014, e de Ciro Gomes (PDT) em 2018.

Desconfiança
Enquanto o ex-presidente Lula se aproxima, cada vez mais, do ex-governador Geraldo Alckmin, mirando estreitar as tratativas com o Centro político, setores do PT temem que ele possa ser um “novo Temer”, caso o petista saia vitorioso das urnas e o ex-tucano seja o vice de Lula. Em 2015, Temer escreveu uma carta à então presidente Dilma Rousseff (PT), reclamando ser um “vice decorativo”. Quatro meses depois, a Câmara dos Deputados autorizou a instauração do processo de impeachment contra a petista.

Foco
A variante Ômicron fez a média móvel de mortes por Covid-19 aumentar 566% no último mês. Mas, outra dor de cabeça promete assolar a saúde pública. Os casos de dengue já somam 2.028 com uma morte registrada, até 31 de janeiro. Também já foram mais de cinco casos de chikungunya identificados e um de zika. O desafio é a atuação das equipes de controle, com as restrições da pandemia, além do afastamento de funcionários infectados. Membros da Sala de Situação de Arboviroses do Governo de São Paulo irão se reunir nos próximos dias para avaliar o cenário.

Escolha
O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, designou os três ministros que serão os responsáveis pelo julgamento das ações sobre propaganda eleitoral no pleito deste ano. Os escolhidos foram a ministra Maria Cláudia Bucchianeri e os ministros Carlos Velloso Filho e Raul Araújo.

Projeto
O deputado estadual Thiago Auricchio (PL) revelou à Folha que tem a “expectativa para que 2022 seja o ano de fato para retomar ao novo normal”. A Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) voltou do recesso, na terça (1), e o parlamentar avalia que o ano será de muito trabalho, mesmo com o período eleitoral. “Vamos trabalhar ainda mais para garantir mais investimentos para o ABC e concretizar as obras que foram anunciadas pelo Estado em nossa região”, conta. Thiago ainda disse que pretende expandir o Código Paulista de Defesa da Mulher para São Paulo. “Quero aprovar nossos projetos que tratam da defesa da Mulher que estão em tramitação na Alesp”, diz.

Abono
O prefeito de São Caetano, José Auricchio Júnior, enviou, na quarta (2), projeto de lei que autoriza a Prefeitura a conceder abono aos 4 mil profissionais da Educação do município. O texto será avaliado pelos vereadores nas próximas sessões. O projeto prevê o pagamento de 12 parcelas. Os valores das parcelas variam de R$ 275 a R$ 1.000, dependendo da função exercida e das horas trabalhadas. O investimento total é de R$ 26 milhões.

Federação
O vereador e presidente da Câmara de São Caetano, Tite Campanella (Cidadania), questionado pela Folha, durante entrevista coletiva, revelou que as federações partidárias, novidade nas eleições deste ano, trarão “maior organicidade” para que os partidos possam ter “uma vida melhor, dentro do processo eleitoral brasileiro”. Segundo Tite, o Brasil conta com mais de 50 partidos políticos e isso “não é saudável”.

Federação I
Em relação à possibilidade de federação com o PSDB, Tite avaliou que seria ‘muito tranquilo’. “Meus amigos estão no PSDB, o Auricchio está no PSDB, temos cinco vereadores no partido, é a maior bancada na Câmara e se fossemos juntar com o do Cidadania, teremos oito vereadores”, avaliou.

 

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Quando esteve no Brasil (1980) o Papa São João Paulo II, em Fortaleza, viu em meio à multidão um cartaz com os dizeres: “Santo padre: o povo passa fome”. Ele não se conteve e exclamou: “Fome de Deus sim, fome de pão não”. O papa expressou o projeto de Deus para a humanidade, que é buscar a Deus para amá-lo e conviver como irmãos, na partilha do pão e do coração: Fraternidade universal.
Tivemos por um tempo, a impressão superficial que o flagelo da fome, com o desenvolvimento tecnológico, teria sido erradicado do planeta. Mas não foi nem tem sido assim. Ao mesmo tempo em que vivemos uma era de alta tecnologia e desenvolvimento na produção de alimentos, aumenta a fome no mundo. Uma verdadeira praga que cresce mesmo em nosso meio, para nossa vergonha, visto ser o Brasil um grande produtor de alimentos.
Alguns atribuíam a fome ao crescimento acelerado da população mundial, algo suspeito hoje, com o decréscimo da população. Outros acham que sempre foi assim e será, nada se pode fazer, pois Napoleão Bonaparte já dizia que: “A fome governa o mundo”.
Por que isto acontece? Porque cresceu o progresso, mas junto a ele cresceu também o egoísmo, a sede de acumular bens, a sede do lucro a qualquer custo e o desperdício. Nem falemos da contaminação dos alimentos que são comercializados, mas da fome que bate à porta das famílias brasileiras neste momento.
As campanhas mundiais contra a fome não foram suficientes para debelá-la. Lembro aqui do Betinho, um brasileiro que se empenhou na luta contra a fome, com generosidade. Lembro do Arcebispo Dom Helder Câmara, perseguido pela ditadura militar na década de 70, que dizia: “Se dou pão aos famintos me chamam de santo. Se aponto as causas da fome, me chama de comunista”. Mais contundente ainda ele dizia: “Se eu tenho fome, é um problema material meu, se meu irmão tem fome, é um problema espiritual meu”.
Ele tinha razão, porque no julgamento final, conforme o Evangelho, o juiz dirá: “Afastai-vos de mim, malditos! Ide para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos; pois tive fome e não me deste de comer...” (Mt 25, 41-42). E Jesus, que multiplicou os pães para saciar a fome material da multidão, que deixou o sacramento da Eucaristia onde o pão se torna seu corpo, para saciar a fome espiritual da humanidade; Ele que era manso e humilde de coração, deixou uma maldição aos que causam a fome no mundo: “Ai de vós que agora estais fartos, pois passareis fome” (Lc 6,25).
No Brasil se criou o programa “Fome Zero” que era um projeto pluripartidário que foi substituído pelo “Bolsa Família”. Mas a corrupção e a incompetência não deixam avançar. Nenhum governo consegue acabar com a fome no Brasil, porque não acaba com as causas da fome. Enfim, o Brasil, voltou ao Mapa da Fome em 2018. Em 2020 registrou a metade da população convivendo com a insegurança alimentar. “Um quarto da população está passando fome no Brasil” (Walter Belik - Folha S.Paulo, 24/01/22).
A generosidade de nosso povo, solidário e afeito a partilhar os alimentos não é suficiente para mudar a situação. Para males estruturais se requer medidas estruturais. Para isso é que existe o Estado e seu aparato institucional, jurídico e político.
Entre nós ocorre o que dizia Benjamim Franklin: “onde há fome não há respeito à lei; e onde não há respeito à lei, há fome”. Isto precisa mudar.

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Mais de quinze milhões de brasileiros sabem que emprego acabou. Quantos outros milhões já deixaram de procurar? E quantos os que se resignam à ocupação que não lhes agrada, que não preenche o seu ideal de vida, mas não têm outra saída?
É que hoje o mercado é muito seletivo. Existem inúmeras ocupações, mas para elas, requer-se um profissional que a escola brasileira não consegue formar. Não é o diploma que garante boa colocação. São outras habilidades, aquelas normalmente chamadas “soft skills”, que são as esquecidas competências socioemocionais, das quais a educação convencional nunca quis cuidar.
Por isso é que as Universidades Corporativas têm uma rota de reconhecido sucesso. A partir da constatação que a Universidade - final do ciclo de aprendizagem tradicional - não oferta a qualificação necessária, as instituições e empresas criam o seu próprio sistema de educação. Promovem o desenvolvimento dos colaboradores a partir de cursos e treinamentos vinculados diretamente ao ofício e fornecem o caminho para a constante atualização e aprimoramento. É o que se chama “Upskilling”, método de aprimoramento de competências e conhecimentos já conhecidos pelo profissional. Diferente do “reskilling”, que requalifica os colaboradores, para que adquiram habilidades de que não dispõem ainda.
A Universidade Corporativa faz aquilo que a Universidade ainda não conseguiu realizar: o “Tailoring”, que customiza o currículo de acordo com a vaga e que é uma das recomendações dos especialistas em RH, para que o se-tor sempre conte com pessoas especializadas.
A Universidade Corporativa é especialista em pivotar, ou seja, criatividade, girar para outro lado, mudança de rota para experimentar novos caminhos. O dinamismo dos negócios reclama flexibilidade e capacidade de adaptação às novas exigências. É preciso perceber quando a estratégia adotada não está trazendo mais os resultados esperados ou quando se avizinha uma oportunidade, conectada ao negócio, que ainda não foi testada.
São práticas já adotadas pelas empresas que sobreviveram, embora desconhecidas pelo governo e pela educação pública, a patinar nos fracassos costumeiros. O jovem que tiver noção desse novo ambiente e das urgências do mercado, saberá encontrar seu caminho. Não espere do Estado. Ele existe para se autoperpetuar. O único assunto é eleição!

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O mundo

Frequentemente fico pensando e fazendo uma análise doméstica, dos vários países do mundo e seus respectivos povos e de seus governadores.
Se analisar de um lado, só vejo coisas maravilhosas, tanto as existentes a milhares de anos, mesmo A.C. como as mais recentes D.C., como as obras de Leonardo da Vinci, Michelangelo e tantos outros autores maravilhosos em todos os setores, como pintores, escritores, construções de vários tipos, até hoje visitadas e admiradas mundialmente. Também notamos homens liberatos e políticos importantes, além de observarmos coisas enganosas em vários setores humanos.
Mas, por outro lado, estes dias vendo um programa em um canal de TV, falando e descrevendo o quadrilátero da seca no Nordeste do Brasil. Estado do Ceará, Piauí e Rio Grande do Norte as nossas espetaculares belezas antes descritas, as imagens demonstradas no vídeo da TV, uma terra seca, quebradiça, sem nem uma árvore verde, sem bica d’água, sem um animal vivo a não ser seus ossos, casinhas caindo aos pedaços, com moradores emagrecidos, sujos, esgotados sem ter o que comer, sem água para sua higiene, exceto às vezes a presença de um caminhão pipa com água para satisfazer as necessidades mínimas. Fiquei absolutamente triste de ver tanta miséria, crianças doentes, com fome, tomando seu banho às vezes com uma caneca de água. Enfim, vi várias caixas de água de cimento vazias, ou quando havia líquido, era de má qualidade. Como dizia Euclides da Cunha em Os Sertões, o sertanejo é antes de tudo um forte. Não abandona sua terra e fica a espera de seus governadores com as soluções prometidas em épocas de eleições pré-eleitorais, jamais concretizadas.
O árido nordestino tem solução, desde que os governantes tenham interesse em realizar o necessário, como poços artesianos, plantações de árvores, trazendo escolas, fornecimento de alimentos para que os pobres vivam mínima sobrevida, e, sobretudo trazendo uma medicina familiar. As soluções a meu ver para esses povos brasileiros sobreviverem um pouco melhor, tanto através e seus governos ou de algumas Ongs que se interessem por esse povo necessitado.
Pois, até este árido pode ter até uma boa lembrança que se antepõem as belezas antes descritas, por uma zona completamente oposta mais que também nos deixa lembranças, como é a diferença em nosso Brasil.
Nós brasileiros precisamos conhecer estes locais e levarmos a nossa ajuda. Recebo mensalmente inúmeros boletos de Ongs pedindo ajuda para isto ou aquilo. Vamos inventar uma Ong para estes brasileiros que vivem em um agreste esquecido que também merece ajuda já que seus governos os esquece.

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O assunto agora é a chuva. Um assunto triste quando acompanhamos tantas tragédias acontecendo. E parece que ela não vai dar trégua tão logo. E em março, a canção Aguas de Março não nos deixa esquecer que é o mês das águas caírem do céu. O verde agradece, mas também tanta água faz com que as raízes das árvores se soltem da terra provocando a queda. Principalmente árvores plantadas há muitos anos e com seus troncos ocos ou com cupins. Há muitos anos, o jornalista Joelmir Beting falou no seu horário na TV: “Não estacionem seus veículos embaixo de árvores, pois pode ser um prejuízo”. Mas com o trânsito hoje em dia, qualquer vaga que encontramos, nem pensamos nesse detalhe.
Penso que vocês já estão se adiantando na matéria. Sobre as encostas que estão se desfazendo trazendo com elas famílias inteiras que desaparecem. Isso tem nos deixado com o coração apertado.
É o momento dos nossos governos pensarem em dar um lugar seguro para esses brasileiros morarem. Os apartamentos populares.
Tive uma diarista por cinco anos, que me contava como funcionava. Se inscrevia e quando o apartamento era entregue, eles tinham que dar um acabamento, onde amigos profissionais, ou não, no assunto, se ofereciam e faziam um mutirão para finalizar a obra. Ela era muito prestimosa com seu pedaço de chão. Antes disso morava em favelas e dava muito valor ao novo lar conquistado.
O valor mensal da prestação era de R$50,00 por mês. Por muitos anos, e só passando a escritura no final. Ela só tinha um filho, já com 20 anos. Sempre dizia que não deixava atrasar um dia. No tempo que esteve aqui, comprou uma geladeira, uma TV, que eu fazia em meu cartão em dez vezes e ia descontando no salário. Tinha micro-ondas e todos aparelhos eletrônicos que aparecia. Eu nem achava que os usava. Os prédios eram três torres e ela contava que muitos moradores já tinham vendido os apartamentos. Eu imagino a bagunça no futuro, pois faltava uma assistente social para os acompanhar. A sujeira era muita. A “síndica” tinha cinco cachorros que faziam suas necessidades nos corredores. O lixo se acumulava na entrada do térreo. Ela até mudou a porta do apartamento por uma maciça, pois a que tinha era muito frágil. Bom, assim vemos os prós e os contras, tudo dependendo de cada família. De qualquer forma, estão morando num lugar seguro. Temos visto prédios em que foram usados materiais inferiores na sua construção e os problemas vão aparecendo. Mesmo por isso, é necessário um acompanhamento de engenharia... ”honesto”, pois nos dias de hoje, é comum os atravessadores. E depois, uma visita mensal de um assistente social.
Bem, vou lembrar daquelas músicas que nos davam alegria, como “Cantando na Chuva” (cuidado com os raios) “Chove, chove chuva, chove sem parar...”... “Chove, minha rua está deserta”... ”São as águas de março, fechando o verão, é a promessa de vida no teu coração”.
Hoje as deixamos guardadas...
Mas, sim, a promessa de uma vida, sem problemas, para todo o povo!
Um abraço saudoso, Didi

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