24 Jun 2018

Folha Do ABC

A FOLHA DO ABC traz o melhor conteúdo noticioso, sempre colocando o ABC em 1º lugar. É o jornal de maior credibilidade da região
Nossa publicação traz uma cobertura completa de tudo o que acontece na região do ABCDM.

“Mãe eu não vou pra escola assim.”protestou Leslie “Por que não?” “Porque eu não quero que ninguém dê risada de minha cabeça raspada.”.
A mãe, portanto, teve uma ideia e comprou uma peruca. Argumentos vão, argumentos vêem, a menina topou vestir os cabelos falsos e foi pra escola. No recesso havia uma porção de crianças a correr, brincar, jogar bola, e conversar. Porém, Leslie ficava num canto acompanhada de seu complexo, de modo que, eis que alguém sem querer esbarra em sua peruca e a mesma cai no chão. Ela abaixou para apanhá-la e quando levantou viu todo mundo rindo de sua cara. Leslie nem voltou pra sala, foi direto para a diretoria ligar para a casa. A mãe ficou muito triste e a menina parou de ir à escola por um bom tempo.
Tão logo a mãe foi à farmácia, desesperada, em busca de um remédio para crescer cabelos. Quem a atendeu foi um funcionário que estava lá há poucos dias e não tinha muita experiência, mas tinha coração. A mãe pediu-lhe o remédio e contou-lhe a história da filha e todo sofrimento desse calvário. O farmacêutico teve uma ideia. Ele escreveu um bilhete que dizia assim:
“Olá, meu nome é Leslie, desculpe se vos pertubo, mas gostaria de ser tratada como eu sou, pois sou igual a vocês, apenas tenho câncer e devo continuar careca por um bom tempo. Sofro com preconceitos e, talvez, eu não tenha muito tempo de vida, mas assim como vocês, eu necessito continuar a viver com motivação - o que tem sido muito difícil sem apoio. Grato pela atenção.”
O farmacêutico que escreveu esse pequeno apelo, fez inúmeras cópias e distribuiu pela cidade. Toda vizinhança recebeu. Na escola foi ter com a diretora, quem o permitiu a entrega do aviso a todos alunos, professores e colaboradores. Feito isso o moço quis saber onde moravam, pois queria, com Leslie, falar:
“Olha, não importa o quanto a vida vai te bater. Esteja certa de que todos nós vamos cair, mas o que importa mesmo é o quanto você vai resistir. Por isso mesmo, cabeça pra cima e vá à luta; sinta orgulho de você mesma, e lembre-se: não importa o quão frágil seja uma situação, sempre cabem dois lados, agora vá pra escola e escolha o lado da motivação.” a menina nunca antes havia se sentido tão renovada.
Leslie pegou a mochila, pôs a peruca e a mãe a levou de carro. Quando estacionou na rua, Leslie desceu, caminhou até portão, mas não entrou. Deu meia volta, reclinou-se sobre a janela do carro, tirou a peruca e falou : “Mãe não preciso mais disso aqui”. A mãe apenas consentiu com um olhar que dispensava comentários.
Quando Leslie chegou à sala, encontrou-na com as portas, janela e cortinas fechadas. Bateu à porta ao que ouviu a voz do professor: Pode entrar!
Qual não foi sua surpresa ao presenciar que todos os alunos, inclusive o professor estavam como ela. E na lousa uma promessa: “não deixaremos nossos cabelos crescerem enquanto você estiver careca”.

 

“Podemos esperar a vida inteira para encontrar a flor perfeita e rara. E mesmo assim não será um desperdício.” - do filme O último Samurai.

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Vivemos um momento, neste 2.018, simplesmente complicado! Sem definições e sem rédeas seguras contra o mal viver, nos vemos apegados a recordações, ao passado que se foi, mas deixou marcas indeléveis de um viver mais tranquilo. Como? Se não havia internet, celular, computadores... Mas havia mais respeito, educação moral e cívica, mais patriotismo, mais professores interessados na aprendizagem real dos alunos, e, sobretudo, mais pais interessados em saber onde andam os filhos e “com quem?” Simplesmente não há muitos pais que se reúnem todos os dias na sala ou à mesa, para conversar com os filhos, perguntar o que eles pensam, o que querem e do que realmente precisam.Muitas vezes, os filhos precisam é da presença dos pais em casa.A juventude de hoje não tem noção do que era o nosso passado e de como nós encontrávamos a felicidade,mesmo sem ter tantas regalias e tecnologia avançada como existe hoje, mas que não substituem as nossas preciosas conversas em família. Simplesmente a comunicação de muitos pais e filhos está falha hoje, o que traz muitas lacunas no espírito, no caráter, e no pensar da juventude.  Na história de cada família há eventos que seus jovens desconhecem, e estas lacunas, às vezes, mais tarde, trarão a eles uma espécie de desconforto mental e emocional, por não saberem nem os nomes de seus antepassados, até de avós e bisavós. Um dia isto lhes cutucará as almas e já não existem pessoas vivas da família para lhes elucidar!Ah!e as maneiras, o modo de alguns se comunicarem, simplesmente uma lástima. Sabemos que até mesmo em sala de aula, professores são agredidos, palavrões acontecem como algo natural. E há alguns professores de hoje que acompanham este linguajar, pensando que assim ganham a confiança dos jovens. Posso ser taxada de antiquada, mas penso que deveria haver uniformes para alunos em toda trajetória escolar. Assim, nada de shortinhos curtos no verão, blusinhas sumárias e calças super estraçalhadas, de brim desbotado. Estas últimas, são peças caras vendidas já rasgadas nas lojas! Simplesmente complicado, simplesmente diferente!Tanta coisa não agradável decorre desta estranha modernidade!Não posso mudar de opinião pois faço parte de uma juventude que conheceu as mais belas músicas, os mais belos bailes,o cavalheirismo dos moços e a elegância das mocinhas com cabeças cheias de belos sonhos que até se realizavam nos anos dourados de meu passado! Assim penso eu! Boa semana.  “Até”!
Glorita Caldas

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A Companhia Paulista de Estradas de Ferro, cujos trens de passageiros ou de cargas, faziam parada na estação de Torrinha, era um modelo de organização empresarial. A gente acertava o relógio de casa ou do bolso pelo apito do trem quando deixava a estação.  Era de uma pontualidade para orgulhar qualquer empresa que prestasse serviço público de qualidade. E havia o costume de irem passear na estação moças e moços para ver a passagem dos trens de passageiros.
A CPEF era organização perfeita, ao ponto de Monteiro Lobato escrever no prefácio de um de seus livros: se quisermos botar ordem e eficiência nos serviços públicos do Brasil é só deixar para a Paulista administrar. Assim se designava “a Paulista” para a ela se referir. Funcionários devidamente uniformizados tanto nas estações como a bordo dos trens.  No carro restaurante só se podia entrar de terno e gravata.
Depois da desapropriação das ações da Paulista pelo governo do Estado de São Paulo, tudo mudou.  E, claro, para pior. Os trens de passageiros desapareceram. Os de carga que ainda passam pela velha Estação de Torrinha envergonham qualquer um. É a Rede Ferroviária Federal assumindo um serviço de transporte de cargas, em vagões velhos, todos aos pedaços, rabiscados por fora, os maquinistas às vezes sem camisa nos dias de muito calor, espetáculo desolador num país jogado às traças nestes dias tristes destes últimos anos.
O Brasil, diz nota recente de jornal, “não usa quase um terço de seus trilhos ferroviários, além de deixar apodrecer boa parte da pouca estrutura que possui nessa área”. Segue a nota: os dados da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) apontam que “dos 28.218 kms. da malha ferroviária, 8,6 mil kms.  – o equivalente a 31% - estão completamente abandonados e deteriorados, ou seja, são trilhos que não poderiam ser usados, mesmo que as empresas quisessem”. (cf. Folha de S. Paulo, ed. de 07/06/2018, matéria assinada por André Borges, de Brasília). Essa matéria tem, entre outras informações entristecedoras, os seguintes números: no Brasil 63% do transporte de cargas são feitos por rodovias; 21% são transportadas por ferrovias; 13% por hidrovias; 3% por estruturas de dutos. Tais dados mostrados pela Folha de S.Paulo, em 7 de junho passado, como acima referido, apontam para esta triste realidade: no ano de 2017 somente 6,5% dos investimentos públicos do governo foram destinados “ao setor logístico”; as rodovias receberam 85% do total investido.  “Aplausos” ao capital estrangeiro: petróleo, pneus, montadoras de veículos automotores, etc. etc. Enquanto isso, na Europa há sérios planos para investimento no transporte rodoviário: 28 bilhões de euros nos próximos anos.
E nós continuaremos a ser uma colônia, “gigante pela própria natureza”, pois o “gigante” precisa ainda despertar de um sono inteiramente impatriótico e comprometido.

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O Dia Internacional do Sushi é celebrado, nesta segunda (18), e o melhor jeito de comemorar é provando essa iguaria de dar água na boca. Os amantes dessa comida não precisam viajar só para o Japão para provar o melhor sushi do mundo, já que a Booking.com, revela alguns dos melhores destinos do mundo recomendados pelos viajantes para encontrar sushi*. A culinária japonesa dominou o mundo e, o que antes era considerado um prato local, agora pode ser encontrado em qualquer lugar. Visite Otaru (Japão), São Paulo (Brasil), Vancouver (Canadá), Düsseldorf (Alemanha) e a Cidade do Cabo (África do Sul) para ter um gostinho dessa famosa iguaria japonesa.

Otaru (Hokkaido), Japão

Otaru é famosa por seus frutos do mar frescos, então ela é uma concorrente óbvia quando alguém procura por sushi. A cultura de sushi de Otaru sobreviveu por conta do seu porto pesqueiro e de um de seus restaurantes mais populares, que vem servindo o prato aos clientes por mais de 70 anos. Outras melhores recomendações dos viajantes da Booking.com incluem passeios pela cidade, paisagens românticas; com chineses, coreanos e taiwaneses no topo das nacionalidades que mais reservaram em 2017.

Onde se hospedar: Otaru Furukawa é um charmoso hotel localizado ao longo do lindo canal Otaru. A propriedade oferece quartos tanto no estilo japonês quanto no ocidental e os hóspedes podem relaxar em uma fonte termal ou se deliciar com iguarias locais no restaurante do hotel.

São Paulo, Brasil

São Paulo tem uma comunidade japonesa forte, a maior fora do Japão, o que traz uma oportunidade fantástica de experimentar sushis incríveis durante a sua viagem. A maioria dos restaurantes de sushi fica no bairro da Liberdade, onde também acontece uma feirinha semanal que oferece artesanato local e comida de rua todo fim de semana. Outras recomendações para São Paulo incluem compras, comida e cultura. Viajantes da Argentina, Estados Unidos e Chile foram os que mais reservaram em 2017.

Onde se hospedar: o Bê Hotel tem uma das melhores localizações em termos de explorar todas as oportunidades de comida e compras que São Paulo tem a oferecer, a pouco mais de 1 km do refinado Shopping Pátio Higienópolis.

Vancouver, Canadá

Vancouver ostenta mais de 600 restaurantes de sushi, e dizem que tem os melhores sushis do Canadá, que vão desde restaurantes baratinhos com fila na porta até lugares comandados pelos melhores chefs do mundo. Os menus degustação, chamados de omakase, são muito populares nos restaurantes de sushi da cidade, nesse caso, o chef escolhe o que quer servir. O Canadá é também onde o famoso California Roll foi criado pelo lendário chef Hidekazu Tojo. Outras das melhores recomendações dessa cidade incluem paisagem, visita a locais turísticos e natureza, e os viajantes dos EUA, Reino Unido e Austrália foram os que mais reservaram em 2017.

Onde se hospedar: o Fairmont Pacific Rim fica no coração de Vancouver e tem tudo o que você precisa para a sua viagem. Experimente um delicioso sushi no premiado restaurante The Lobby Lounge RawBar do hotel, enquanto relaxa e curte as apresentações musicais ao vivo.

Düsseldorf, Alemanha

Com uma população de mais de 6.500 japoneses, Düsseldorf tem uma das maiores colônias japonesas na Europa, com mais da metade morando em "Little Tokyo" – a região perto de Immermannstrasse, no centro de Düsseldorf. Com restaurantes japoneses e bares de sushi espalhados pela cidade, essa é uma oportunidade incrível de provar um sushi autêntico. Outras melhores recomendações incluem compras, centros históricos e comida, e viajantes da Holanda, Reino Unido e Rússia foram os que mais reservaram em 2017.

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Esse o nome de um documentário de Eduardo Coutinho, realizado em 2010, que explica a consciência de grande parte da nova geração brasileira. Ela foi formada à frente da TV. E ali assistiu de tudo. Esse excesso de imagens e de sensações, sem aprofundamento, é o que justifica em parte a absoluta ausência de consenso em relação a quase tudo. Principalmente naquilo que concerne à vida concreta de cada um: quem e como coordena o convívio, exerce o monopólio do poder e define em que se gastará o escasso dinheiro extorquido de uma população miserável.
Muito pouca gente possui condições de proceder a análises sensatas daquilo que acontece no Brasil nestes últimos anos. Francisco Bosco, ensaísta e autor de “A vítima tem sempre razão”, editora Todavia, procura explicar o que aconteceu durante a greve dos caminhoneiros e a compara às manifestações de junho de 2013.
Não é fácil concluir o que se passa pela cabeça do brasileiro. Até porque, de qual brasileiro estamos falando?
Uma das leituras possíveis é a de que a revolta é da quase extinta classe média. Laura Carvalho, no livro “Valsa Brasileira”, diz que os 50% mais pobres aumentaram sua participação na renda total de 11% para 12% entre 2001 e 20015. Os 10% mais ricos subiram de 25% para 28%. Enquanto isso, os 40% intermediários reduziram sua participação na renda de 34% para 32% no mesmo período.
Há uma sensação muito ruim de desalento, de descrença e de desesperança. Todos conhecem ao menos alguém, e talvez seja da própria família, que está desempregado. Não há quem não fique indignado com o indescritível aumento de seres humanos ocupando as ruas. A sujeira adiciona um clima de fim de festa ao milagre brasileiro. O descalabro no tratamento da natureza é uma das maiores frustrações de quem acreditou no Brasil verde.
Mas não existe uma voz confiável em quem depositar aquela esperança moribunda que ainda resiste nos mais otimistas. Ninguém fala na redução dos partidos, que só servem para beneficiar seus integrantes, sustentado pelo povo que tem a mais elevada carga tributária do mundo e os serviços públicos menos eficientes. Ninguém tem coragem de dizer que Estado sem receita tem de voltar a ser território e município idem teria de se tornar distrito. O Brasil parece uma festa baile da Ilha Fiscal, com gastos desnecessários e a nau sem rumo afundando rapidamente.
Começam os gritos pela intervenção militar, eufemismo de autoritarismo. Se vier, começará por calar a boca daqueles que hoje preferem praticar vandalismo, interromper o trânsito, queimar pneus e ônibus do que tentar convencer o povo de que ele é o patrão e o governo seu empregado. Péssimo empregado, por sinal.

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