22 Oct 2018

Folha Do ABC

A FOLHA DO ABC traz o melhor conteúdo noticioso, sempre colocando o ABC em 1º lugar. É o jornal de maior credibilidade da região
Nossa publicação traz uma cobertura completa de tudo o que acontece na região do ABCDM.

No dia 12 de outubro, os católicos comemoraram a data em homenagem a Nossa Senhora Aparecida, “Padroeira do Brasil”, com marcante devoção  de brasileiros, mas também de italianos e  descendentes. São realizadas  grandes festividades e eventos nas paróquias com o seu nome, dedicados à sua santidade, no Santuário da Basílica de Nossa Aparecida, na cidade de Aparecida – SP. As comemorações religiosas com grande fluência de fiéis denotando incontestável demonstração de muita fé, crença e devoção, pois  sua biografia demonstra a existência de dons com  infindáveis históricos de milagres. Isso enseja todo esse movimento, cujo respeito e admiração aumentam cada vez mais entre os antigos, mas principalmente entre os mais jovens que seguem essa postura dos seus ascendentes.Nossa Senhora da Conceição Aparecida, popularmente chamada de Nossa Senhora Aparecida, e  a Santinha, é a Padroeira do Brasil, Venerada na Igreja Católica, representada por uma pequena imagem de terra cota da Virgem Maria, atualmente alojada em local especial no Santuário, visitado o ano todo por milhares de devotos.Diz a história que, por ocasião da visita de Pedro Miguel de Almeida Portugal e Vasconcelos, figura importante do Império, estava de passagem pela cidade de Guaratinguetá, e o povo resolveu  fazer uma festa em sua homenagem.Apesar de não ser temporada de pesca, os pescadores lançaram seus barcos no Rio Paraíba do Sul com a intenção de coletar nas redes os peixes para oferta de  lauta refeição, isso ocorrido em meados do mês de outubro de 1717, e assim Domingos Garcia, João Alves e Filipe Pedroso, não conseguiram pegar nada após várias tentativas infrutíferas, e assim desceram o curso do rio até chegarem ao Porto Itaguaçu, rezaram a Deus e  a Virgem Maria, para que tivessem sucesso no intento.Tentaram muitas vezes e já estavam quase desistindo quando João Alves jogou a rede novamente e, os pescadores perceberam que, ao invés de peixes tinham apanhado um corpo de uma imagem da Virgem Maria, sem a cabeça.Ao lançar a rede novamente, veio a cabeça da imagem que foi envolvida com um lenço e, recuperaram as duas partes da imagem da cor negra. A partir desse momento, os três pescadores apanharam tantos peixes com muita abundância que foram obrigados a retornar ao porto, pois a canoa estava muito pesada prestes a afundar pelo grande volume da pesca. Esse o alcance da graça pela primeira intercessão atribuída à santa, cujo acontecimento foi relatado em toda a região, ficando assim conhecida como Mãe Aparecida, a primeira denominação por aquele momento do aparecimento da imagem “aparecida”. A imagem foi preparada e restaurada por Silvana da Rocha,  mãe de um dos pescadores e talvez de ser da cor escura  foi de ter   permanecido no fundo do rio por certo tempo. Esse o motivo que, a partir de então fosse considerada uma santa negra genuinamente brasileira e parte da identidade do nosso povo, justamente na época em que a influência de Portugal já estivesse em fase bem reduzida, dada a mistura de raças possivelmente já existentes.O enorme movimento da devoção tornou-se um fenômeno popular surgido inicialmente de maneira espontânea por famílias de brasileiros que, se eram pobres, também os ricos,  espalhando-se a notícia  de boca a boca nos diversos rincões, ensejou sobremaneira se tornar uma santa mais brasileira que qualquer outra, a ponto de ser parte integrante  da identidade do povo brasileiro.   Então, a família de Filipe Pedroso e os vizinhos construíram um oratório no Porto de Itaguaçu, mas ao tempo com a fluência de visitantes aumentando cada vez mais, o Vigário de Guaratinguetá mandou construir uma capela no alto do morro dos Coqueiros, recebendo muitos fiéis, a partir de 26 de julho de 1745 .Pelo grande número de visitantes no local, foi formado um povoado que recebeu o nome de Aparecida do Norte, popularmente conhecido, passando a se tornar famoso no meio religioso dos católicos pelo grande número das notícias dos milagres atribuídos a Nossa Senhora Aparecida. Em oito de dezembro de 1888, a igreja no centro da cidade  já com as obras terminadas, foi solenemente inaugurada e benzida e que até hoje subsiste, a Baíilica antiga. Com o aumento das visitas dos fiéis do Brasil todo, foi construida  nova igreja, o que foi projetado pelo arquiteto Benedito Calixto, de um edifício em forma de cruz grega, com 173 mts. de comprimento por 168 mts. de largura, com área construída de 23.000,00 m², as naves com 40 mts. e a cúpula com 70 mts. de altura, e no subsolo um salão.O prédio acomoda o altar central, as capelas, o salão dos milagres, o salão de velas, os escritórios e demais cômodos destinados à administração, segurança e diversas outras atividades.As obras foram concluídas, em quatro de julho de 1980, e o Papa João Paulo II, em sua visita ao Brasil, consagrou a Basílica de Nossa Senhora Aparecida, revigorando assim a devoção à Santa Maria, Mãe de Deus, sagrando solenemente o grande momento católico. O feriado de 12 de outubro, foi dedicado oficialmente a Nossa Senhora da Conceição Aparecida, como Padroeira do Brasil, através da Lei nº 6.802, de 30 de junho de 1980. A comemoração em homenagem à Santinha, na data comemorativa dos trezentos e um ano de sua Aparição, mostra como é robusta, inabalável e profunda a fé dos brasileiros, a qual a população se ampara e segue sentimental e religiosamente com fervor nos princípios cristãos. Nossa Senhora da Conceição Aparecida, a imagem que virou o símbolo do Brasil, rogai por nós.      

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No Brasil inteiro houve comemoração pelos trinta anos da nossa Constituição 05 de outubro de 1988.  Participei, como deputado constituinte, dos trabalhos para a sua elaboração, integrando a Comissão principal encarregada de sua redação, presidindo-a o então deputado Nelson Jobim que acabou por ser ministro do Supremo Tribunal Federal, antes tendo ocupado funções importantes no governo federal.  
O presidente da Assembleia Nacional Constituinte, o saudoso Ulysses Guimarães, saudou-a ao ensejo de sua promulgação pelos constituintes, como a Constituição-cidadã, pois nascia de um momento importante, posterior ao então vigente período de restrições legais e democráticas do chamado golpe de 1964.
Como documento vivo, espelhando a realidade do país, já teve pelo menos umas três dezenas de emendas que, ao contrário dos que as criticam, refletem a nossa realidade e as exigências da sociedade em relação ao amparo legal que ela necessariamente nos garante.  Daí por que ainda hoje temos mais motivos para louvá-la do que criticá-la, pois afinal como toda obra humana tem suas virtudes e seus defeitos.  
Nunca haveremos de esquecer que o texto e a possibilidade de sua execução e promulgação, representam um marco importante em nossa História.  O Brasil tem, decididamente, vocação para a liberdade e o regime democrático de direito, pouco importando críticas muita vez injustas aos tropeços de nossa vivência libertária e democrática.
Tive a honra de participar das assembleias e dos serviços para sua elaboração, honra ainda maior por ter meu nome incluído entre os elaboradores e signatários do texto aprovado.
Em São Paulo, nossa gloriosa Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, que cursei, fez vários eventos para comemorar a data, assim como a Ordem dos Advogados que outorgou aos advogados constituintes, em sessão especial, um diploma que perpetuará para cada um de nós a lembrança de termos participado, diretamente, dos esforços para produzir o texto até hoje em vigor.
Permito-me a ousadia de manifestar, publicamente, temores sobre nuvens carregadas que ameaçam rondar em torno de nossas liberdades, mas confiante na permanente garantia da plena vigência do Texto Maior desse histórico documento.

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O sociólogo e especialista em comunicação Manuel Castells publica “Ruptura” pela Zahar, com a mensagem apropriada para os dias que vivenciamos no Brasil. Tempos de incerteza, de insegurança e de ausência de perspectiva. Tudo já visto, tudo já dito, tudo já mastigado, digerido e vomitado.
A esperança de alguns é o surgimento de nova ordem. Para estes poucos otimistas, “aposta-se no surgimento dessa nova ordem de uma nova política que substitua a obsoleta democracia liberal que, manifestamente, está caindo aos pedaços em todo o mundo, porque deixa de existir no único lugar em que pode perdurar: a mente dos cidadãos”.
A crise crônica, o que é um paradoxo, assume o polimorfismo: “A subversão das instituições democráticas por caudilhos narcisistas que se apossam das molas do poder a partir da repugnância das pessoas com a podridão institucional e a injustiça social; a manipulação midiática das esperanças frustradas por encantadores de serpentes; a renovação aparente e transitória da representação política através da cooptação dos projetos de mudança. A consolidação de máfias no poder; ...a pura e simples volta à brutalidade irrestrita do Estado em boa parte do mundo”.
Por fim, salienta Castells, “o entrincheiramento no cinismo político, disfarçado de possibilismo realista, dos restos da política partidária como forma de representação. Uma lenta agonia daquilo que foi essa ordem política”.
A ruptura da relação entre governantes e governados é caótica e particularmente problemática no momento em que se questiona a habitabilidade deste planeta, a partir da própria ação dos humanos e de sua incapacidade de aplicar as medidas corretoras, de cuja urgência ninguém pode alegar inconsciência. É o super desenvolvimento tecnológico e o subdesenvolvimento político e ético, em ritmo veloz ladeira abaixo.
O desespero da falta de perspectivas talvez seja a tábua de salvação para que o ser humano, cada criatura provida de lucidez, aja com humanidade. Mediante a capacidade de auto comunicação, deliberação e codecisão de que agora se dispõe na Galáxia Internet, é cuidar de si e de sua família, na tentativa de reconstruir o tecido de nossas vidas, no plano pessoal, familiar e social.
Sem esperança de que partido algum res-ponda aos desafios urgentes, acreditar na utopia de um caos criativo, “no qual aprendamos a fluir com a vida, em vez de aprisiona-la em burocracias e programa-la em algoritmos. Dada nossa experiência histórica, aprender a viver no caos talvez não seja tão nocivo quanto conformar-se à disciplina de uma ordem”. De uma ordem carcomida, burocrática e falida, pode-se acrescentar.
Talvez o caos não seja tão ruim. Ou será que já não estamos nele?

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Presidente
O primeiro turno das eleições presidenciais revelou vitória de Jair Bolsonaro (PSL) em 16 Estados e no Distrito Federal. O candidato conquistou 49.276.990 votos e ganhou totalidade das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Fernando Haddad (PT) venceu em nove Estados, sendo 8 no Nordeste e um na região Norte do País, conquistando 31.342.005 votos válidos.

Desafios da vitória
Agora começam os maiores desafios dos candidatos na disputa. Jair Bolsonaro deve se esforçar para segurar seu candidato a vice, o general Mourão. Com a língua solta, Mourão é conhecido por seus discursos e declarações polêmicas, como: “o Brasil herdou a indolência dos índios e a malandragem dos africanos”. Bolsonaro terá reforço de outros generais das Forças Armadas para ajudá-lo.

Faça sua parte
Após o primeiro turno, o ex-presidente Lula declarou à Fernando Haddad: “tudo o que eu podia fazer por você eu já fiz, agora você é quem precisa trabalhar”. A presidente do PT, Gleisi Hoffmann, afirmou que Lula mandou um recado à Haddad para que ele se dedique à campanha e deixe de visitá-lo. “Lula me disse, manda o Haddad fazer campanha, não precisa mais vir aqui”.

Sondagem
Mesmo de dentro da carceragem, Lula instruiu líderes petistas a procurarem chefes militares das Forças Armadas para sondar como está a situação nos quartéis e a aceitação de Haddad, após denúncias de corrupção na Lava Jato contra as administrações petistas.

Comando
Dias após o primeiro turno, Bolsonaro afirmou: “o Brasil não é uma facção criminosa para ser comandado de dentro da cadeia”. Haddad declarou: “jamais vou deixar de defender que Lula foi condenado sem provas”.

Apoio
Guilherme Boulos (PSOL), candidato à Presidência da República e derrotado no 1º turno, declarou apoio integral à Fernando Haddad (PT). Em reunião, Haddad pediu apoio ao PSOL para combate à disseminação de fake news contra ele nas redes sociais.

“Canalha”
Jair Bolsonaro (PSL), pela 2ª vez, chamou Fernando Haddad (PT) de “canalha” em sua página no Twitter, na terça (9). “Quem está a favor do povo faz política com a verdade, não trabalha a serviço de um corrupto preso, nem faz parte da quadrilha que assaltou os brasileiros e colocou o país na lama. Canalha!”, afirmou Bolsonaro.

Crítica
Após ser derrotado e ocupar o quarto lugar na corrida ao Palácio do Planalto, Geraldo Alckmin (PSDB), criticou João Doria, candidato ao governo de São Paulo, durante reunião da Executiva Nacional da sigla, que aconteceu na terça (9). Alckmin interrompeu a fala de Doria por duas vezes. Na primeira o chama de “Temerista” e, na segunda, insinua que Doria o traiu. Doria rebate a acusação dizendo que Alckmin estava diante de dois ex-ministros de Temer e citou ainda Aloysio Nunes, que continua no governo. Alckmin então diz: “Traidor eu não sou”.

 
Eleito
Thiago Auricchio (PR) foi eleito deputado estadual com 73.435 votos e se tornou o deputado mais jovem do Estado de São Paulo, com 25 anos. “É um fato positivo, que nos anima e incentiva. Mas é o que eu sempre digo nas ruas, a renovação não está na idade, está na vontade de fazer, de ter compromisso e respeito com a população. Essa é a maneira que eu vejo a renovação e a força do que é novo”, afirmou Thiago.

Eleito II
Não é pra menos, quem circulou pelas cidades do ABC, em especial por São Caetano, durante o período de campanha, notava a cada esquina, carros e mais carros adesivados com a foto e o número de Thiago Auricchio. O candidato também gastou a sola do sapato e circulou por todas as cidades do interior.

Poder Feminino
Carla Morando (PSDB), esposa do prefeito de São Bernardo, Orlando Morando, foi a única mulher eleita deputada na região do ABC, com 89.636 votos.

ABC
A região do ABC elegeu três deputados federais: Vinicius Poit (NOVO), que obteve 207.118 votos, Alex Manente (PPS), 127.366 votos e Vicentinho (PT), 70.645 votos. E seis deputados estaduais: Barba (PT) - 91.394 votos, Carla Morando (PSDB) - 89.636 votos, Luiz Fernando Teixeira (PT) - 85.271, Thiago Auricchio (PR) - 73.435, Marcio da Farmácia (PODE) - 44.969 e Coronel Nishikawa (PSL) com 23.094 votos.

Saída
Prefeitos do ABC entraram em conflito após a derrota de Geraldo Alckmin (PSDB). O prefeito de São Bernardo, Orlando Morando, defendeu a saída de Alckmin da presidência nacional do partido. “É hora de os ‘cabeças pretas’ dirigirem o comando. O bom senso seria ele sair”, afirmou Morando. A fala repercutiu e Paulo Serra (Santo André) e José Auricchio (São Caetano) se posicionaram contra o prefeito de São Bernardo. “Não existe solução simples para problemas complexos. O Alckmin não pode ser exposto dessa maneira”, afirmou Paulinho.

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Segundo turno

Marcado para o próximo dia 28 de outubro, o 2º turno das eleições vai pôr fim à disputa eleitoral para Presidente da República, entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). Bolsonaro terminou o 1º turno com 46,03% dos votos válidos e Haddad com 29,24%. O resultado confirmou a pesquisa divulgada pelo Ibope, na qual Bolsonaro teria 45% dos votos e Haddad 28%. Este cenário é semelhante ao ocorrido em 2006, quando o ex-presidente Lula (PT), obteve 48,61% dos votos no primeiro turno em cima de Geraldo Alckmin, que na ocasião obteve 41,64%. Em 2006, Lula venceu o 2º turno com 58.295.042 votos (60,83%) contra 37.543.178 (39,17%) votos de Alckmin. A partir de agora, é esperado que a disputa entre os candidatos provoque uma maior polarização na campanha. Ambos os candidatos devem intensificar suas campanhas na região Nordeste do país. No 1º turno, apesar da vantagem de 16,75% dos votos, Bolsonaro perdeu em todos os 9 Estados do Nordeste, sendo em 8 para Fernando Haddad. Para o 2º turno, Bolsonaro deve trabalhar para conquistar o eleitorado na região, enquanto Haddad busca se consolidar e buscar indecisos nos demais Estados. O candidato do PT quer agregar votos de Ciro Gomes (PDT), 3º lugar na disputa presidencial, com 12,47% dos votos. Em entrevista logo após o primeiro turno, Jair Bolsonaro minimizou seu desempenho no Nordeste afirmando que, apesar de perder, nunca ninguém que fez oposição ao PT teve uma votação tão expressiva como ele. Em reunião com o partido, o candidato definiu que deve aproveitar a onda antipetista para difundir que o concorrente Fernando Haddad (PT) pode não garantir boas relações com o Congresso. Em discurso de seu filho, Flávio Bolsonaro, afirmou: “Jair já iniciará o próximo governo, se Deus quiser, com grande e ampla base. O lado oposto, o lado das trevas, dificilmente terá governabilidade”. O candidato deve “reforçar o discurso de valores e princípios conservadores com ideias liberais na economia para resgatar o Brasil”, afirmou um de seus coordenadores de campanha, o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS). Haddad afirmou que irá adotar um “protocolo ético” sobre o uso das redes sociais na propagação de notícias falsas. O candidato acredita que o debate sobre modelos econômicos será pauta para discussão no 2º turno. “O confronto será entre o neoliberalismo, que ele (Jair) propõe, e o estado de bem-estar social que nós propomos. Na minha opinião, o retorno do neoliberalismo vai agravar a crise econômica”. Até o fechamento desta edição, 12 partidos haviam anunciado apoio a um dos candidatos ou neutralidade na disputa. O PSDB, de Geraldo Alckmin, decidiu ficar neutro no 2º turno. O PSOL, de Guilherme Boulos, irá apoiar Haddad. O PTB, optou por Bolsonaro. A neutralidade dos partidos faz com que os diretórios estaduais fiquem livres para apoiar quem quiserem. O PP anunciou neutralidade, mas o diretório do Rio Grande do Sul assumiu apoio à Bolsonaro. Até 28 de outubro, teremos muito o que falar. Vamos acompanhar.

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