21 May 2018

São Caetano, metrópole com 134 anos

Neste 28 de julho, São Caetano completa 134 anos de gloriosa existência e como um dos mais importantes municípios do País por se equiparar com cidades do primeiro mundo. São Caetano, com o passar dos anos, tornou-se uma metrópole no melhor estilo europeu. Não possui uma população que pode causar enormes transtornos ao poder público municipal, pois não tem favelas e nem periferia carente. Assim, seus moradores podem desfrutar de boa qualidade de vida igual à de qualquer metrópole do mundo.

A sucessão municipal no ABC

Faltam pouco mais de 15 meses para o ABC escolher novamente os prefeitos que irão governar por mais quatro anos a partir de janeiro de 2013. Alguns pré-candidatos já trabalham assiduamente no sentido de conseguir apoio de vereadores e lideranças políticas e outros ainda estão na estaca zero. Os que possuem experiência em eleições sabem que em campanha não se pode perder tempo, pois chega atrasado e perde muito apoio de bons cabos eleitorais, vereadores e de quem tem bom curral eleitoral. Nas três principais cidades do ABC, os atuais prefeitos de Santo André, Aidan Ravin, e de São Bernardo, Luiz Marinho, podem ser reeleitos Em São Caetano, o atual prefeito José Auricchio vai terminar no final de 20102 o segundo mandato consecutivo e, por força de lei, não pode disputar mais a reeleição. Seria interessante verificar como está o momento político da sucessão municipal.

O ABC está virando dormitório

Os jornais paulistanos publicaram, semanas atrás, que uma montadora chinesa está para instalar uma unidade de produção no Estado e, para isso, procura área entre Campinas e São Paulo. À primeira vista, é uma informação corriqueira igual a dezenas que pululam nos jornais no dia-a-dia. No entanto, para os moradores mais antigos do ABC, a notícia soa como um pouco de saudade e também com muita frustração. Tudo isso porque o ABC está deixando de fazer jus ao slogan que sempre caracterizou a região: A Capital do Automóvel e também por ser até então o maior parque industrial do País. E por que ocorreu essa frustração? Ora, entre os diversos fatores que provocaram a evasão industrial da região, um deles foi por causa da atuação de algumas lideranças sindicais locais.

O caso Pão de Açúcar

Os principais jornais paulistanos, nas primeiras páginas e nos cadernos de economia, publicam, há duas semanas, notícias sobre a manobra surpreendente do empresário Abílio Diniz, que fez a proposta de fusão do Pão de Açúcar com a filial do Carrefour no Brasil. Segundo especialistas, a chance de o negócio dar certo é do Bndespar entrar com R$ 3,9 bilhões e também se o atual sócio de Diniz, o grupo francês Cassino, concordar em perder o direito de controlar o Pão de Açúcar a partir de 2012. A movimentação de Diniz foi com o objetivo de não perder o controle acionário do grupo Pão de Açúcar (CBD - Companhia Brasileira de Distribuição), pois em contrato assinado em 2005, o grupo francês Cassino comprou 49% das ações com direito a voto e também fez o pagamento dos 2% de ações restantes para assumir o controle acionário do grupo em 2012.

O cerco aos prefeitos

Acabou o sossego dos prefeitos, secretários municipais e de primeiras-damas das cidades do interior que desviam verbas públicas, fraudam licitações e realizam superfaturamento. As polícias Federal e Civil estão fechando o cerco nas prefeituras do interior. As primeiras foram a de Taubaté, Sorocaba, Campinas e Taboão da Serra. Segundo matéria publicada pela Folha de São Paulo, no domingo (26), em Taubaté, neste mês, foram presos o prefeito Roberto Peixoto (PMDB) e a primeira-dama Luciana Peixoto sob suspeita de participarem de fraudes em licitações com empresas de merenda escolar e fornecedoras de remédio”.

O ABC e os novos investimentos

Não é novidade para ninguém, especialmente para os moradores locais, que o PT tem sua força eleitoral concentrada no ABC, principalmente depois que o até então líder metalúrgico, Lula da Silva, deixou o sindicalismo para fundar o PT. Com o crescimento do partido a nível nacional, Lula chegou à presidência da República, onde ficou por oito anos em dois mandatos consecutivos. Como resultado desse crescimento, os petistas chegaram a comandar até cinco prefeituras locais tempos atrás, só ficando de fora em Santo André e São Caetano.


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