16 Jul 2024

Publicado em MIRANTE
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De fora
Os dois partidos, PL e PT, que encabeçam a polarização política do país ficaram de fora dos dois grandes blocos formados na Câmara. O primeiro, é composto por 9 partidos: PDT, PSB, PP, PSDB, Cidadania, União Brasil, Avante, Solidariedade e Patriota, e o segundo, por quatro: MDB, PSD, Republicanos e PSC. O novo bloco parlamentar, integrado pelas nove siglas, somam 173 deputados do total de 513. “A formação desse bloco é o compromisso que firmamos para além de disputas eleitorais”, disse trecho de manifesto lido pelo líder do PDT, deputado André Figueiredo (CE).

De fora I
Ao ficar fora dos grupos, membros do PL avaliam que poderão ser cortejados pelos dois grupos e assim, terão mais poder de barganha. Já o PT, o entendimento é de que os dois blocos formados são positivos, posto que a grande parte dos dois grupos é governista, bem como os respectivos líderes dos partidos.

Na estrada
A ex-primeira-dama e presidente do PL Mulher, Michelle Bolsonaro, irá iniciar em maio série de viagens pelo país. O primeiro destino será o interior de São Paulo, onde o bolsonarismo é mais forte.

Recorde
Neste primeiro trimestre do ano, o Brasil bateu recorde de alertas de desmatamento no Cerrado, chegando a uma área de 1.375 km², segundo o sistema do Deter, que é operado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Na Floresta Amazônica, o índice foi o segundo maior da série histórica, com 844 km². Entre os estados que mais desmataram estão o Amazonas, com 127 km², o Pará, com 83 km² e Mato Grosso, com 80 km².

Visita
O presidente da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo) e presidente da CACB (Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil), Alfredo Cotait Neto, estará no ABC, na terça (18), onde irá visitar as sedes das sete Associações Comerciais do ABC. A visita de Cotait deve começar em Diadema e seguir para a Acisbec, em São Bernardo.

Ninho
Grupo de tucanos de São Paulo, ligado aos ex-governadores João Doria e Rodrigo Garcia, que ainda estão à frente do diretório estadual do PSDB, refutaram as alterações realizadas no comando nacional da sigla, que está sob a gestão do governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite. O prefeito de São Bernardo, Orlando Morando (PSDB), e ex-integrante da Executiva, afirmou ao Estadão, que desde janeiro vem cobrando o registro da ata da reunião que formalizou a escolha de Leite como presidente do partido. “O partido vive uma ilegalidade, uma imoralidade. Eduardo Leite comanda o PSDB com uma comissão golpista”, disse. Morando cogita até acionar a Justiça, para questionar a reunião.

Ninho I
Sobre a possível judicialização, o prefeito de Santo André, Paulo Serra, aliado de Leite e tesoureiro nacional do PSDB, afirmou à Folha, na segunda (10), que se trata de um ‘movimento isolado’. “O PSDB já passa por um momento difícil, da diminuição da sua bancada. O que estamos fazendo é reconstruir o partido depois de tantos equívocos. Esse movimento isolado, tenho certeza que não irá trazer consequência alguma a não ser isolar, ainda mais, quem já não se relaciona com grande parte do partido”, enfatizou.

Ninho II
O tucano avalia que o processo de reconstrução da sigla será um atrativo para novos filiados. “A própria reconstrução vai ser um atrativo já para quem quer estar num projeto, não só para 2024, mas, especialmente, para oferecer em 2026, uma alternativa fora da polarização”, disse. Serra também não demonstrou preocupação com a possível debandada de tucanos do ABC. “Sempre há risco, a vida partidária é muito dinâmica. A gente vai perder alguns, ganhar outros, mas o importante é esse projeto, o de construir uma alternativa para o Brasil”, finalizou.

Mudança
O projeto de transferência da sede do governo paulista do Palácio dos Bandeirantes para a região central da Capital deve começar a sair do papel em outubro próximo. O projeto é uma das promessas de campanha do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). O secretário especial de Projetos Estratégicos, Guilherme Afif Domingos (PSD), revelou ao Estadão, que o governo já assinou contrato com a Fundação Instituto de Pesquisa da Universidade de São Paulo (Fipe) por meio da Companhia Paulista de Parcerias, estatal que implementa projetos em conjunto com a iniciativa privada.

Corrida
O deputado federal Alex Manente (Cidadania), recentemente foi apontado como favorito em pesquisas de intenção de voto para a disputa do comando do Paço Municipal de São Bernardo, em 2024. Sobre a possibilidade de se candidatar a prefeito, afirmou à coluna: “Está muito distante. É o início de uma nova legislatura. A minha obrigação como deputado federal é com a confiança do eleitor, neste nosso trabalho. E, na minha opinião, tanto o eleito quanto nós, não podemos estar na eleição de prefeito, que é só ano de vem”, revelou. Porém, não foi descartada a possibilidade.

Sucessão
Dois vice-prefeitos do ABC avançam na disputa pela sucessão em 2024. Luiz Zacarias (PL), de Santo André, para suceder Paulo Serra e Carlos Seraphim (PL), de São Caetano, Auricchio. A mola propulsora para ambas as candidaturas será o próprio partido de ambos e do ex-presidente Jair Bolsonaro, o PL. Recentemente, o presidente da sigla, Valdemar Costa Neto, afirmou que o partido tem como meta eleger 1 mil prefeitos em 2024. Tanto Santo André quanto São Caetano podem ser municípios estratégicos para o PL. Isso porque nas eleições do ano passado, o bolsonarismo obteve 52,1% dos votos válidos em Santo André e também levou a maioria, em São Caetano, com 60% dos votos.

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