25 Nov 2017

Sucessão municipal em Santo André

A sucessão municipal do ABC está aproximando-se rapidamente. Faltam precisamente menos de 10 meses para a realização do pleito municipal em Santo André, São Bernardo e São Caetano e nas demais cidades. Para quem está por fora da política, é muito tempo ainda. Para os políticos, pouco tempo. Quem vai se candidatar a prefeito em outubro de 2012 já precisa estar com sua equipe de trabalho montada para planejar um contato mais estreito entre o candidato a prefeito e os eleitores. Além disso, tem que manter vários contatos com dirigentes para conseguir coligações partidárias e o apoio de candidatos a vereador. E o mais importante: conseguir verba com empresários para levar a campanha adiante.

Os péssimos serviços prestados pela Telefonica

Os diretores da Telefonica espanhola, com cara de poucos amigos, chegaram à sede da CTBC, na Avenida Portugal, em Santo André, anos atrás, para comandar a assembléia de incorporação da empresa, que, até então, pertencia à Telesp. No auditório da CTBC, o procedimento foi sumário. As palavras dos diretores simplesmente ditavam as normas de como deveria ser desenvolvida a assembléia dos acionistas. Pouca conversa e nenhum sorriso. Um acionista quis saber como seriam resgatadas as ações da CTBC por parte da nova acionista majoritária. A resposta foi curta e grossa: iremos publicar nos jornais o procedimento para esse fim. Mais nada.

No ABC, briga eleitoral entre PT e PSDB

A briga política promete ser boa nas eleições municipais do próximo ano. O ex-presidente Lula (PT), há meses, saiu por aí divulgando a importância de apoiar “caras novas” nas eleições de 2012. Entre eles estão o ministro da Educação, Fernando Haddad, como pré-candidato a prefeito de São Paulo, em detrimento da senadora Marta Suplicy que, até então, liderava as pesquisas. No ABC, no entorno da Capital, conhecido como cinturão vermelho por ser considerado um tradicional reduto petista, o ex-presidente Lula vai apoiar a reeleição do prefeito Luiz Marinho, em São Bernardo, e em Santo André lançou o “cara nova” Carlos Grana, sindicalista que se elegeu deputado estadual em 2009. E outros mais.

As restrições aos caminhões no ABC

Finalmente, os sete prefeitos do ABC tomaram decisão conjunta para desafogar o trânsito em suas cidades impondo restrições aos caminhões, que foram proibidos de circular nos horários de pico. Assim, os caminhões, a partir de 21 de dezembro próximo, não poderão circular em 28 avenidas, num total de quase 40 quilômetros, das 6h30 às 9h e das 16h às 20h. Nos demais horários, os Veículos de Cargas Urbanas (VUCs) terão trânsito livre. O Consórcio Intermunicipal do ABC, com mais de 20 anos de existência, finalmente, conseguiu a união dos prefeitos para implantar medida que pode melhorar o trânsito nas principais cidades da região. Por sinal, é semelhante à implantada em São Paulo meses atrás.

Novos políticos querem prestígio fora

Os novos políticos do ABC, ao que tudo indica, começam a se preocupar em fazer carreira fora da área de atuação, isto é, querem ganhar prestígio fora do ABC. Até agora, quem foi mais audacioso do ABC não foi necessariamente um político, mas um ex-líder sindical, Lula da Silva, agora preocupado com um câncer na laringe, que consolidou uma liderança sindical na região, que era sede das grandes montadoras de veículos do País. Liderando os trabalhadores, evidentemente, conseguiu projeção em todo o País, principalmente por enfrentar, como trabalhador, o regime militar.

A lei de calçadas e as calçadas inclinadas

O morador de São Paulo, diariamente, quando sai de casa com seu veículo, está exposto a dois tipos de penalidades financeiras: precisa obedecer a velocidade imposta pelos radares distribuídos por centenas de ruas e também respeitar o rodízio de carros. Agora, também precisa se preocupar com um outro tipo de multa a partir deste mês, pois entrou em vigor a lei das calçadas da Prefeitura Municipal. Assim, por exemplo, se o morador que não consertar o buraco na frente de sua casa corre o risco de pagar a multa mínima de R$ 300. Essa legislação prevê a retirada de todos os obstáculos das calçadas, incluindo telefones públicos, lixeiras, bancos e caixas de correio. Tem também a novidade da ampliação do espaço mínimo dedicado exclusivamente à passagem do pedestre, que aumentou de 0,9 m para 1,2 m.


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