04 Jul 2020
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O descompasso entre o que se proclama e o que se pratica é um dos maiores pesadelos da República Federativa do Brasil.
A Mata Atlântica é patrimônio nacional, ao lado da Floresta Amazônica, do Pantanal, da zona costeira, como prevê o § 4º do artigo 225 da Constituição da República. Só que dela restam fragmentos. O ataque ao verde prossegue inclemente. Ocupação desordenada, destruição, poluição, todos os males provenientes de uma ganância que anda de braços dados com a ignorância.
A Revista Science divulgou há pouco uma característica ainda mais complicadora da situação da Mata Atlântica. Descobriu que as reservas menos sacrificadas por desastres naturais e por ação humana ao longo de milênios, são aquelas cujas espécies animais se tornam mais vulneráveis. É o conceito de “filtros de extinção”.
Os animais expostos a maiores ameaças durante seu passado evolutivo se tornam menos suscetíveis a sucumbir com os novos desafios. Já atravessaram o “filtro de extinção” e sobreviveram. Enquanto isso, aquelas que não sofreram essa escalada de destruição tornam-se mais débeis. Incapazes de resistir.
É o que acontece com a Mata Atlântica. Nela, os animais que dependem de um núcleo intacto de mata são 80% menos comuns. São espécies exigentes, que não subsistem se houver destruição de seu habitat. Não se adaptam a ambientes degradados. O problema é que a Mata Atlântica é uma colcha descosturada de pequenas propriedades, na maioria com menos de dez hectares. Seria preciso investir com urgência em corredores ecológicos, para a conexão de fragmentos. Você conhece alguém que esteja cuidando disso?
Prestamos muita atenção aos incêndios criminosos na Amazônia, no derramamento de óleo que atingiu praticamente mil cidades em todo o litoral brasileiro, mas, muito perto de nós, vai acabar o tesouro que levou os portugueses a acreditarem que haviam chegado ao Jardim do Éden no ano 1500. Em termos de história, outro dia mesmo. Todavia, a insensatez humana consegue acabar, em algumas décadas, com o que a natureza edificou durante milênios.

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Wi-Fi 6 é a nova geração da Wi-Fi (Wireless Fidelity) permite velocidades de transferência de até 10 ou 12 Gb/s (gigabits por segundo) para troca de dados entre dispositivos próximos. As taxas de velocidade representam ganhos de 30 a 40% sobre o desempenho máximo do Wi-Fi 5 (padrão IEEE 802.11 ac).
Para uso normal, o novo padrão wireless permite taxas de transferência até aproximadamente 1.201 Mb/s (megabits por segundo) - ou seja, 1,2 Gigabit/segundo, o que significa um ganho expressivo diante dos 866 Mb/s de velocidade máxima da geração anterior.
Essas velocidades são usadas para anunciar produtos, como AC1200, N300 e assim por diante. E, assim como já ocorria nas gerações anteriores, os números representam limites teóricos que dificilmente são vistos no dia a dia. As variações ocorrem por conta da diferença de qualidade entre diferentes dispositivos em uma rede, obstáculos, alcance do sinal, espectro poluído por outras redes, interferências, entre outras variáveis difíceis de controlar e prever.
Relembrando: WiFi é a abreviatura de “Wireless Fidelity”, ou fidelidade sem fio, em português, redes que utilizam frequências de rádio, infravermelhos etc. No caso específico da Wi-Fi, trata-se de uma rede aberta, que não necessita de licença do órgão regulador para instalação e/ou operação. Existem muitas outras redes sem fio, de uso exclusivo de empresas, que exigem licenças dos órgãos reguladores (como a ANATEL, no Brasil).
Do ponto de vista técnico, o padrão IEEE 802.11 define os protocolos que permitem a comunicação com os dispositivos sem fio atuais habilitados por Wi-Fi, incluindo roteadores e “access points” sem fio. Os “access points” sem fio são compatíveis com diferentes padrões IEEE.
Como usuários, podemos integrar seus equipamentos eletrônicos domésticos numa rede Wi-Fi, pois ela é uma tecnologia de rede sem fio que permite que computadores (laptops e desktops), dispositivos móveis (smartphones e dispositivos vestíveis) e outros equipamentos (impressoras e câmeras de vídeo) sejam integrados via Internet.
Do ponto de vista prático, o Wi-Fi permite que esses e muitos outros dispositivos troquem informações entre si, criando uma rede. A conectividade dessa rede com a Internet é assegurada por meio de um roteador sem fio. Ao acessar o Wi-Fi, você está se conectando a um roteador sem fio que permite que os dispositivos compatíveis com Wi-Fi façam interface com a Internet.

Descompassos

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Diz a Constituição que temos três Poderes na República: Executivo, Legislativo e Judiciário, que são independentes um de outro, e harmônicos entre eles. No Brasil, depois da volta ao regime democrático com a atual Constituição de 1986, harmonia é o que tem faltado para a convivência pacífica entre eles, depois da chegada de Bolsonaro à chefia do governo. Quanto à Independência, ele vem se encarregando de desmentir, pois não lhe têm faltado ocasiões para tentar rompê-la. Por ele, e se dependesse só dele, já teríamos uma dependência total de liberdade do poder Executivo sobre o Legislativo e o Judiciário.
Entre os fatos mais eloquentes a insistir quanto à pretendida subserviência destes dois últimos frente ao primeiro, merece destaque a furiosa investida do seu Ministro da Educação (Educação!) Abraham Weintraub ao referir-se aos Ministros do Supremo Tribunal Federal como "vagabundos", numa reunião importante de ministros com outros integrantes do Governo. Disse ele, em reunião oficial com membros do governo do qual faz parte, apontando para o prédio que abriga o STF: por mim eu colocaria esses vagabundos na cadeia!  Dito isso por um ministro do Estado, que mais se poderá esperar de um governo cujo integrante ignora hierarquias e não respeita uns e outros entre os seus próprios componentes.  Um mínimo de compostura há que ser obedecido por quem faz parte de um governo, especialmente numa reunião de trabalho, com repercussão pública.
E esse Weintraub inaugura uma nova postura como ministro sem o mínimo respeito por seus pares, no governo de que é parte integrante - e seguiu adiante, enquanto ali mantido por tolerância e apoio de seu superior hierárquico, o presidente da República.
Aliás, sobre a quebra de sigilo de parlamentares em inquérito para investigação sobre parlamentares e ele ligados, irritado por esse fato esbravejou em "chutar o pau da barraca", linguagem própria de botequim, não de um chefe de Estado!  Imagine-se uma pessoa com tal linguagem, e desejo mesmo de chutar o pau da barraca, ostentar a faixa de presidente da República e com ela e sob ela que jurou respeitar, mostrar tão estranho quanto antidemocrático desejo. Que, do simples desejo partiria para o ato concreto de chutar a barraca, vale dizer, inaugurar ditadura com a qual sonha desde que tomou posse em decorrência de eleição livre e democrática.
Será que seus eleitores, sabedores agora de seus pendores verdadeiros por um governo ditatorial, demonstrados a cada instante pela intenção de "chutar o pau da barraca", ainda votariam nele?  Se puder e se o regime de liberdade democrática o permitir, ele acabará por chutar o pau da barraca. É o que faria, se pudesse. É o que fará, quando se puder.

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Uma senhor idoso foi pedir uma oração na igreja.
-Padre eu vou começar um negócio, é uma loja de roupas, e gostaria de uma prece para essa minha nova empreitada. O padre achou estranho, pois o tal senhor aparentava já idoso
-Desculpe-me senhor, falou o padre. –Mas quantos tem mesmo? – 80 padre. Chocou-se o sacerdote. – Perdão, senhor, mas eu não sei que tipo de prece posso fazer para alguém que inicia a carreira aos 80.
E então o empreendedor contou o seguinte:
- Quando eu fiz 50 anos, fiquei deprimido, pois eu não havia feito muita coisa e não havia conquistado quase nada. Quando fiz 60 fiquei ainda pior: Meu psicológico abalou e a depressão chegou ao auge, quase morri. Minha esposa sugeriu procurar um guru indiano em Nova York, e lá fui eu. O padre escutava atentamente, e o idoso senhor continuou:
-Contei tudo àquele sábio na época, e ele me disse que Moisés, o profeta mais importante que já teve, só foi venerado aos 80 anos quando abriu o mar Vermelho e liderou todos os povos. Eu achei tudo aquilo um exagero padre, mas me fez refletir a vida.
Estou lhe ouvindo, meu senhor, continue:
Atentamente o idoso olha para o pároco e diz: - Padre, veja bem, hoje com 80 anos, você acha que vou ficar por aí me lamentando do que fiz e deixei de fazer? Pois não importa quando eu morrer, eu vou é viver tudo que me resta como se não houvesse amanhã. E seu morrer em 5 anos, morrerei feliz, pode ter certeza. E a oração feita
Cada dia que acordamos e vemos a luz a brilhar nossa janela, é a prova que sim, existe um milagre. O milagre da vida.

“Enquanto o coração bater e a vela estiver acesa, haverá esperança para tudo”. Autor desconhecido

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Quando ele contava algum caso, nunca se sabia se era verdade ou mentira, pois às vezes, as verdades são tão incríveis, que mais parecem mentiras.
Nós da casa sabíamos. Por dois motivos: quando ele dizia ser um caso verídico, era real. Quando era mentira, seu rosto formava uma ruguinha especial ao lado dos olhos.
As histórias que vamos contar nos foram lembradas pela família e amigos, que com ele viajaram por este nosso Brasil, de ponta a ponta.
Outras histórias poderão aparecer, pois, sempre que seu nome é citado alguém se lembra de um novo, ou velho, “causo”.
Elas terminam no ano de 1979, quando ele faleceu aos 69 anos.
 
Revolução
Durante a revolução constitucionalista, o governo estava requisitando os homens solteiros para a luta. Muitos se casaram nesse momento, outros se alistaram e outros fugiram. Diziam que não iriam matar seus irmãos brasileiros.
Em S. Bernardo os rapazes foram para um lugar no mato chamado Montanhão.  O Alberto havia servido o exército, sido campeão de tiro, mas matar?...Isso não.
As famílias dos que lá estavam mandavam semanalmente um italiano com um burrico carregado com mantimentos. O acampamento ficava próximo a um rio. Certo dia o carcamano chegou na hora do banho, e os viu todos nus na beira do rio. Gritou:
-Scapatti desertore!
Foi uma corrida só. Todos fugindo, nadando no rio ou correndo pela mata. Quando perceberam a brincadeira, o Alberto, o Arlindo e demais “desertores” estavam todos machucados e arranhados durante a fuga entre os arbustos da mata.
O italiano quase foi linchado.
 
Ilha Comprida
Alberto e seus amigos foram caçar na Ilha Comprida, em Iguape, SP. Ele e o Gomes foram por uma picada no mato e começaram a ouvir um barulho esquisito: - toc... toc...toc... Psiuuuuuu.....toc...toc...toc...psiuuuuuu...
Ficaram muito assustados pensando o que seria. Cobra? Não! O que então?
Em silêncio, foram investigar.
Na beira de um riacho, estava um pica-pau que batia o bico em um tronco e em seguida mergulhava-o na água para que esfriasse.
Causo?...Rsss
 
O cachorro
A turma do Alberto só viajava enquanto o dia tinha claridade. A partir da 16h, eles paravam na cidade em que estivessem passando. Sujeitavam-se assim a pernoitar em hotéis ou pensões sem muito conforto.
Contava o Alberto que numa pequena pensão o dono disse:- Se soubesse que teria hospedes hoje, teria caçado perdizes para o almoço de amanhã. Como tenho compromissos, não poderei caçar.  Disse que tinha um cachorro de caça, que tocaiava os pássaros como nenhum outro. Que ele já tinha rejeitado Cr$ 50.000,00 pelo cachorro.
A turma ofereceu-se para ir caçar, quando souberam que a dona da pensão preparava as perdi-zes como ninguém, e levaram o cachorro junto.
Vai agora uma explicação para quem não sabe. O cachorro de caça, quando fareja a perdiz, fica imóvel, até o caçador mirar a arma. Aí, ele dá um bote, a ave alça vôo, o caçador atira e o cão traz a ave pela boca, até os pés do caçador. Pois bem. Eles já haviam pegado 3 perdizes e acharam que só mais uma bastava. O cão tocaiou, deu o bote, o Alberto atirou. Nesse instante mais uma ave levantou vôo, e instantaneamente o Alberto deu mais um tiro. O cão começou a ganir, desesperadamente. Os amigos trocaram olhares preocupados. O segundo tiro teria acertado o valioso animal?
Nisso, aparece o cão no meio da vegetação com uma ave na boca e arrastando uma das pernas traseiras. Eles ficaram apavorados... Até perceberem que com a perna traseira ele puxava a outra perdiz.
Esse final da história era encenado pelo Alberto imitando o cão e arrastando a perna. (Continua).

O governador do Estado, João Doria, no Palácio dos Bandeirantes, acaba de anunciar, nesta sexta (19) de junho, durante coletiva de imprensa, junto aos secretários estaduais, de Saúde, José Henrique Germann; Desenvolvimento Econômico, Patricia Ellen; de Desenvolvimento Regional, Marcos Vinholi; da economista Ana Carla Abrão; ao coordenador do coordenador do Centro de Contingência do Coronavírus em São Paulo, Carlos Carvalho e do diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas ,novas medidas de combate ao coronavírus.

A primeira foi a reclassificação dos municípios de Marília e Registro, no interior do Estado, conforme o ‘Plano SP’, para a fase 1 (vermelha). Em Registro houve aumento de 67% no número de internações, na última semana, e Marília, 51%. Ribeirão Preto, Barretos e Presidente Prudente, que retornaram para a fase 1, na semana passada, apresentaram melhora nos índices, porém, ainda mantiveram a classificação atual. Também entraram em alerta as cidades de Campinas e Sorocaba, cujos números apontam para uma tendência de aumento do número de casos. Portanto, ao todo ficam classificadas na fase 1 (vermelha), onde apenas os serviços essenciais podem funcionar, cinco municípios do Estado (Ribeirão Preto, Barretos, Presidente Prudente, Registro e Marília).

 “Tenho a convicção que prefeitos e prefeitas saberão compreender isso, de forma perfeita e absoluta. Duvido que um prefeito queira inscrever no seu currículo que foi responsável por mortes na sua população”, enfatizou Doria.

Também foi anunciada nova fase de testagem da Covid-19 com aplicação de 233 mil exames na população mais vulnerável e em funcionários públicos de serviços essenciais.

BOLETIM- O secretário estadual de Saúde, José Henrique Germann, atualizou o número de casos no Estado:

-  211.658 casos confirmados

- 12.232 óbitos

- 4.996 internações em UTI

- 7.981 internações em enfermaria

Germann revelou que a taxa de ocupação das UTIs no Estado é 66,5% e na Grande São Paulo de 70,5%.


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