22 Feb 2018

A região do ABC promove neste sábado (3) o primeiro “Dia D” regional da vacinação preventiva contra a febre amarela, com as doses fracionadas distribuídas pelo Ministério da Saúde. Por meio da iniciativa, articulada pelo Consórcio Intermunicipal do ABC, haverá atendimento conjunto nas unidades de saúde em Santo André, São Bernardo, São Caetano, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra.

A campanha é aberta para toda a população, respeitando-se as indicações e contraindicações das autoridades de saúde. Quem já recebeu a vacina não precisa ser imunizado novamente. As crianças devem levar a carteira de vacinação e estarem acompanhadas dos pais ou de um responsável. Os adultos precisam apresentar um documento com foto.

O coordenador do Grupo de Trabalho (GT) Saúde do Consórcio e secretário da pasta em São Bernardo, Geraldo Reple, ressaltou a eficácia da dose fracionada. “A vacina que está sendo distribuída na campanha tem a mesma segurança e eficácia da dose tradicional. A única diferença é o tempo de proteção, pois a validade da dose fracionada é de oito anos. Com a ajuda de todos, atingiremos nosso objetivo de proteger a população”, afirmou.

Gestantes e mães amamentando podem receber a vacina se forem para áreas de risco, onde há casos confirmados da doença. Os idosos poderão tomar a dose sem apresentar relatório médico, desde que estejam em bom estado de saúde. Se apresentarem problemas como diabetes, hipertensão arterial ou outra doença, deverão consultar um médico e apresentar o relatório.

A vacina contra febre amarela é contraindicada em crianças com menos de nove meses de idade; em casos de imunodepressão transitória ou permanente, provocada por doenças (neoplasias, AIDS e infecção pelo HIV com comprometimento da imunidade) ou pelo tratamento (drogas imunossupressoras acima de 2mg/kg/dia por mais de duas semanas, radioterapia etc); gestação em qualquer fase deve ser analisada; e alérgicos a ovo de galinha e seus derivados. Os doadores de sangue devem realizar a doação antes de se vacinarem, pois é preciso esperar quatro semanas para voltar a doar após a vacina.

A participação do ABC na campanha de vacinação é orientada pelo Grupo de Vigilância Epidemiológica (GVE) do Estado de São Paulo. A recomendação do Estado está ligada à estratégia de bloqueio para que o vírus, que não circula na região, não chegue aos municípios.

 

Em algumas cidades do ABC, o Carnaval começa a ser comemorado uma semana antes da data.

Em Santo André, a comemoração do carnaval começa nesta sexta (2) com bloco de rua Beco do Conforto, no centro da cidade. Neste sábado (3), o bloco Maloca do Barbosa se reúne às 11h no calçadão do Cine Carlos Gomes e percorre as ruas Senador Fláquer, calçadão Oliveira Lima, rua Primeiro de Maio e rua Monte Casseros até o encerramento na rua Bernardino de Campos às 18h. No domingo (4), o evento ‘Vem para os Parques’ reúne foliões às 13h no Parque Celso Daniel e percorre a cidade até chegar no Parque Central. No sábado (10), a Banda da Baixaria percorre ruas do Centro da cidade. Em Paranapiacaba, haverá programação nos dias 10 a 13 de fevereiro com matinês e os blocos das Bruacas e Paranafolia.

Em São Caetano, os festejos começam no domingo (4), na Praça dos Imigrantes com oficinas de fantasias, máscaras e instrumentos musicais e no período da tarde, marchinhas e blocos de rua animam os moradores na Avenida Presidente Kennedy.

Em Ribeirão Pires, a programação começa nesta sexta (2) com ação de conscientização para prevenção de Doenças Sexualmente Transmissíveis com distribuição de materiais informativos e preservativos. No sábado e domingo (10 e 11), haverá aulas abertas de ginástica, dança e show com a Banda Furiosa na Praça Central da Vila Doce e na terça (13), marchinhas e concursos de melhor fantasia.

Em São Bernardo, no sábado (3), às 8h, haverá o Bloco da Prevenção, na Praça Lauro Gomes; o Bloco Comando da Madrugada, às 12h, na rua Sapucaí, Vila Vivaldi e o Bloco Batucachata, às 12h, na rua Apolônio Monteiro da Motta, no Parque Selecta.

O setor de cartões de crédito apresentou proposta ao Banco Central, em janeiro, que prevê o fim dos parcelamentos sem juros na aquisição de bens e serviços.

A proposta prevê que as empresas de cartões passem a oferecer modelos similares a crediários para seus clientes como forma de parcelar suas compras e que o prazo de pagamento aos lojistas seria reduzida de 30 para cinco dias. O cliente assim iria arcar com os juros da operação.

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) é contrária à proposta. A Federação crê que interferências do Estado em operações de negócios privados, por pressão de algum setor ou por definição governamental, tendem a gerar resultados prejudiciais ao comércio.

Brasileiros que deixaram o país em caráter definitivo ou temporário – por qualquer razão que seja, como trabalho ou estudo – também devem satisfações ao leão.

O envio de dois documentos: Comunicação de Saída Definitiva do País e a Declaração de Saída Definitiva é obrigatório e “libera” o contribuinte de declarar o Imposto de Renda no Brasil enquanto estiver morando fora. De acordo com Rômulo Fanni, advogado e analista de processos de negócios na Drummond Advisors, há ainda outra grande vantagem no envio dos documentos: “esclarecer a situação de não residente no Brasil perante a Receita Federal evita a bitributação, ou seja, impede que o expatriado seja tributado duas vezes na mesma fonte de renda”.

Comunicação de Saída Definitiva do País

Outro ponto importante relacionado às obrigações fiscais de quem mora no exterior diz respeito à explicação do patrimônio caso essa pessoa decida retornar ao Brasil. Fanni esclarece que sem a Comunicação de Saída Definitiva do País, o aumento do patrimônio sem explicação resulta na cobrança do imposto em sua totalidade.

Apesar da data limite de entrega ser sempre o último dia do mês de fevereiro do ano subsequente (este ano, dia 28), é importante observar que os prazos de entrega da Comunicação de Saída Definitiva do País se iniciam em datas distintas, e depende do caráter da saída: se o contribuinte deixou o país de forma temporária ou definitiva.

Observe:

  • Saída em caráter temporário é aquela em que a saída do país acontece de forma não planejada – por exemplo, quando alguém viaja para o exterior para passar alguns dias ou meses e acaba decidindo ficar definitivamente. Nesse caso, o prazo para envio da Comunicação começa a valer a partir do momento em que a pessoa se torna expatriada (ou seja, está fora do país há 12 meses consecutivos) e vai até o último dia do mês de fevereiro do ano subsequente.
  • Saída em caráter permanente é aquela que deriva de uma decisão prévia de deixar o país – em outras palavras, quando alguém embarca para o exterior já sabendo que vai passar mais de 12 meses fora do Brasil. Como essa situação, em geral, envolve um planejamento antecipado, o prazo para envio da Comunicação passa a valer do dia em que o contribuinte deixou o Brasil até o último dia de fevereiro do ano subsequente.

 

Declaração de Saída Definitiva

Apesar dos nomes parecidos, a Declaração de Saída Definitiva e a Comunicação de Saída Definitiva são documentos diferentes, independentes e não devem ser confundidas. O envio de ambos os documentos é obrigatório a quem se ausenta do país por 12 meses consecutivos.

A Declaração de Saída Definitiva é a última declaração de Imposto de Renda da Pessoa Física que vai para o exterior permanentemente. No programa de Receitanet existe a opção “Declaração de Saída”, que caracteriza o declarante como não residente.

Esse documento deve ser enviado à Receita Federal entre o primeiro dia útil de março e o último dia útil de abril do ano posterior ao da saída definitiva ou da caracterização da condição de não residente. “Se a Declaração de Saída Definitiva for entregue com atraso poderá haver penalidades: multa de 1% ao mês ou fração de atraso sobre o Imposto de Renda devido”, aponta Fanni. O valor mínimo é de 165,74 reais e o máximo é de 20% do imposto devido.

Lembre-se de que o expatriado que apresentar a Comunicação e a Declaração à Receita não precisa cumprir as obrigações novamente enquanto permanecer no exterior nem declarar o Imposto de Renda no Brasil.

A Prefeitura de São Bernardo, por meio da Secretaria de Saúde, confirmou, na quinta (1), o primeiro caso de febre amarela na cidade. Morador, de 33 anos, foi internado no mês passado no Hospital Assunção. O seu caso era um dos oito investigados, sendo oficializado hoje, por meio de análise realizada no Instituto Adolfo Lutz.

Seu quadro de saúde é estável e o cidadão se encontra hoje em sua residência. Por meio da Vigilância à Saúde, a Prefeitura realizou bloqueio no entorno da casa, com orientação em todo o bairro e busca por potenciais criadouros do mosquito transmissor da doença.

O morador contraiu a doença enquanto esteve em Mairiporã, Grande São Paulo, também no mês de dezembro. Ele foi imunizado pela vacina, mas viajou para Mairiporã, antes dos 10 dias recomendado Ministério da Saúde, que reforça a orientação de vacinação a todos os viajantes, que irão visitar alguma área de risco. Para garantir a proteção, a dose deve ser aplicada com, pelo menos, 10 dias de antecedência à viagem, tempo necessário para o organismo produzir os anticorpos contra a doença. Desde o dia 25/01, a Prefeitura de São Bernardo segue em campanha de vacinação pelas 34 UBSs (Unidades Básicas de Saúde). Até o momento, uma baixa adesão a imunização da doença foi registrada na cidade – em torno de 14% da meta estipulada. São 707 mil doses disponíveis em São Bernardo.

Assim, a Prefeitura anunciou a inserção de 102 escolas municipais para a aplicação da dose, entre os dias 5 e 9, das 9h às 16h. O objetivo é ampliar o acesso da população para mais pontos e, conseqüente, aumentar o alcance de toda a campanha. Junto a isso, serão realizados dois mutirões neste final de semana (3) e (4) e também no dia 17/02.

 

De acordo com dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o tumor de colo do útero atinge 16 mil mulheres no Brasil por ano, o que já faz dele o terceiro tipo de câncer mais prevalente entre a população feminina. A doença é silenciosa e, por isso, em cerca de 35% dos casos acaba levando à morte. A preocupação acerca dos crescentes índices da doença aumenta quando analisado o principal causador da condição: o contágio pelo chamado papilomavírus humano – conhecido como HPV.

Mais comum tipo de infecção sexualmente trasmissível em todo o mundo, o vírus HPV atinge de forma massiva a população feminina. Segundo o Ministério da Saúde, 75% das brasileiras sexualmente ativas entrarão em contato com o HPV ao longo da vida, sendo que o ápice da transmissão do vírus se dá na faixa dos 25 anos. Após o contágio, ao menos 5% dessas brasileiras irá desenvolver câncer de colo do útero em um prazo de dois a dez anos, uma taxa que preocupa os especialistas.

"Atualmente possuímos uma alta incidência deste tipo de câncer no Brasil, sendo ele hoje considerado a quarta maior causa de morte entre as mulheres. Quando tomamos conhecimento do agente causador da doença, os dados são ainda mais alarmantes, pois 90% das mulheres acometidas com câncer de colo do útero têm o vírus HPV", revela o Dr. Daniel Gimenes, oncologista do Centro Paulista de Oncologia (CPO) – Grupo Oncoclínicas.

Segundo o médico, esse tipo de infecção genital é muito frequente, o que pode ocasionar alterações celulares no corpo da mulher, evoluindo para um tumor maligno. "A neoplasia é considerada um problema de saúde pública e o Ministério da Saúde desempenha um importante papel no controle dentro de seu Plano de Ações Estratégicas para o Enfrentamento das Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) no Brasil, o que inclui a vacinação contra o HPV", complementa.

Para ele, a prevenção é um dos principais aliados no combate ao câncer de colo do útero. "A prevenção primária está diretamente relacionada à diminuição do risco de contágio pelo HPV, ou seja, para impedir o desenvolvimento do vírus é importante o uso da camisinha durante a relação sexual, além da vacina contra o vírus, que também é considerado um método efetivo de prevenção contra o câncer de colo do útero e outras infecções. A vacina é recomendada geralmente para mulheres que ainda não iniciaram a vida sexual".

Em complemento à prevenção primária, o médico destaca os exames periódicos para detecção da doença. "Quando diagnosticado precocemente é possível que haja uma redução de até 80% de mortalidade por este câncer. Falar de diagnóstico precoce é sempre importante, pois considerando que o tumor de colo do útero é uma doença com sintomas silenciosos, muitas vezes as mulheres perdem a chance de descobrir a condição ainda na fase inicial. O não diagnóstico precoce dificulta a eficácia do tratamento, por isso sempre aconselho as mulheres a realizarem os exames como o Papanicolau periodicamente", explica Dr. Daniel.

Fique atento aos primeiros sinais

O tumor ocorre quando as células que compõem o colo uterino sofrem agressões causadas pelo HPV. Os primeiros sinais aparecem por meio de sangramento vaginal, seguido de corrimento e dor na pelve.

Quando a doença já se encontra em um estágio mais avançado, a mulher pode apresentar um quadro de anemia devido à perda de sangue, além de dores nas pernas, nas costas, problemas urinários ou intestinais e até perda de peso sem intenção. "Os sangramentos podem ocorrer durante a relação sexual, fora do período menstrual e em mulheres que já estão no período da menopausa", diz o oncologista.

Quando detectado, os procedimentos para o tratamento do câncer são cirurgia, radioterapia e/ou quimioterapia. "A cirurgia consiste na retirada do tumor e, em alguns casos, na retirada do útero, o que pode impossibilitar a mulher de engravidar. Os tratamentos de radioterapia e quimioterapia são indicados em estágios mais avançados da doença", finaliza o Dr. Daniel.


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