18 Jun 2019

15 de Junho de 2019

Invasão
A Polícia Federal suspeita que a invasão hacker no celular do ministro Sergio Moro tenha sido planejada. Moro atendeu a uma ligação de um número igual ao dele, o que permitiu que os invasores tivessem acesso ao aplicativo de mensagens Telegram, o qual Moro não utilizava mais. Os hackers reativaram a conta do ministro no aplicativo e se passaram por ele. O aplicativo Telegram nega que tenha sido invadido e afirma que a invasão ocorreu pelo próprio celular.

Ex-presidente
Em entrevista, na quarta (12), à emissora sindical TVT, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, criticou a condução de seu caso pelo juiz Sergio Moro. Lula afirmou: “Moro estava condenado a me condenar porque a mentira havia ido muito longe. Ele sabe que sou honesto. Minha tranquilidade é daquele que sabe que é honesto. Que sabe que Deus sabe que eu sou honesto”.

Bloqueio
Dois imóveis e uma lancha de propriedade do ex-diretor da Dersa, Paulo Vieira de Souza, foram bloqueados pelo juiz federal Diego Paes Moreira, da 6ª Vara Federal Criminal de São Paulo. O bloqueio foi feito para assegurar a devolução de parte do dinheiro em crimes de corrupção, desvio de dinheiro público e cartel. Foram apreendidos uma mansão no Guarujá, um apartamento em Ubatuba. Paulo de Souza foi condenado, em março deste ano, a 145 anos de prisão.

Aprovação
A Câmara de Santo André, na terça (11), aprovou projeto de lei que autoriza a Prefeitura  a firmar acordo com a Sabesp para acabar com os problemas de abastecimento de água, melhorar a distribuição de água e o tratamento de esgoto. Além disso, o acordo deverá sanar a dívida bilionária que a cidade tem com a Sabesp.

Repaginada
Santo André vai investir R$ 143 mil no restauro da estátua de João Ramalho, ícone da cidade e que por anos ficou instalada junto à passarela de acesso ao Paço Municipal. Repaginada, a estátua será colocada na Praça dos Correios.

Frente Parlamentar
Na segunda (17), durante solenidade no Consórcio Intermunicipal, será lançada a Frente Parlamentar em Apoio aos Municípios do Grande ABC. Criada pelo deputado estadual Thiago Auricchio (PL), a iniciativa visa formar uma aliança suprapartidária para aprimorar políticas públicas em prol da região. Participarão da solenidade secretários de Estado, deputados estaduais e federais, prefeitos e vereadores da região.
 
Ufa!
Luiz Marinho (PT), ex-prefeito de São Bernardo, comemora a aprovação de suas contas de 2015 e 2016. A aprovação pela Câmara de São Bernardo, na quarta (12), aconteceu após abstenção de votos dos vereadores Julinho Fuzari (Cidadania), Dr. Manuel (Cidadania), Mauro Miaguti (DEM) e Rafael Demarchi (PRB) e votos da bancada Petista.

Convênio
A Prefeitura de São Caetano assinou convênio do Programa Cidade Legal, junto ao Governo do Estado. O acordo permite o início do estudo fundiário do imóvel Condomínio Di Thiene, no bairro Fundação, que sofreu desabamento parcial no sábado (8). O estudo deve durar cerca de 15 dias. Enquanto isso, a Prefeitura disponibilizou 120 vagas em abrigo para as moradores residentes do condomínio.

Ponto facultativo
Suposto adversário do atual prefeito de São Caetano vem tendo dificuldade para levantar pontos negativos da atual administração. Com isso, usou o ponto facultativo decretado pelo prefeito, na quinta (13), para criar uma fumaçinha. Só esqueceu que o eleitorado da cidade é o mais esclarecido.

Novo Acesso
O prefeito de Rio Grande da Serra, Gabriel Maranhão, na quarta (12), se reuniu com o deputado estadual Thiago Auricchio, para discutir questões relacionadas à mobilidade urbana e um novo acesso à cidade.

Destaque
Kiko Teixeira, prefeito de Ribeirão Pires, tem motivos de sobra para comemorar. A Educação na cidade foi destaque em programa da GloboNews, na segunda (10), com a matéria sobre projetos voltados  à alfabetização  e formação de estudantes no País. Ribeirão Pires foi apresentada como destaque nessa área, por meio da parceria com o Instituto Ayrton Senna. A Prefeitura oferece reforço no Ensino Fundamental para ensinar crianças a ler, escrever e estimular o desenvolvimento de forma saudável.

Férias
Lauro Michels (PV), prefeito de Diadema, entra de férias a partir de segunda (17). Quem ocupará o cargo temporário será o presidente da Câmara, Pretinho do Água Santa (DEM), uma vez que o vice-prefeito, Márcio da Farmácia (Podemos), renunciou o cargo para assumir mandato de deputado estadual. Há rumores de que Pretinho será vice de Michels em futuras eleições.

Frase
“Eu queria que essa fantasia fosse eterna”, Carlos Jereissati Filho, presidente da Iguatemi Empresa de Shoppings Centers, ao ser questionado, pelo jornal O Estado de S.Paulo, sobre o momento atual da economia. Jereissati citou refrão da música de Daniela Mercury, para se referir à perda de otimismo em relação à economia brasileira.

Ansiedade: Sentimento e sensação de intranquilidade, medo ou receio. Estado emocional frente a um futuro incerto e perigoso no qual o indivíduo se sente impotente e indefeso. Ou ainda, sofrimento físico e psíquico; aflição, angústia, nervosismo. (Fonte: Dicionário Michaelis). A ansiedade faz parte do ser humano desde o momento em que saímos da barriga da mãe. Choramos, desesperadamente, por “n” motivos, sendo um deles, a fome e a ânsia pelo leite materno. Ao longo da vida, crescemos, apreendemos, evoluímos e o sentimento ansioso continua sempre conosco. Ansiedade pela nota da prova, pelo recreio, pelas férias, início das aulas, pelas compras de materiais, para dormir na casa do colega de classe e por ai vai. Em seguida, a cobrança para ir bem no vestibular, apresentar uma tese ou arrumar o primeiro emprego. Não tem jeito, sempre nos sentimos ansiosos pelos resultados ao longo da vida. Isso é natural do ser humano. Tão comum, que passou a não ser mais aceito como “ponto fraco” numa entrevista de emprego. Afinal de contas, quem não é ansioso? E tem como não ser? E a situação econômica do país?, que como dizem “não tá fácil pra ninguém”, e a Reforma da Previdência? E as incertezas políticas e econômicas e o desemprego? Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil tem a maior taxa de pessoas com transtornos de ansiedade do mundo e o quinto maior com depressão. O Brasil é o campeão da América Latina, com 9,3% da população com algum tipo de transtorno ligado à ansiedade, como ataques do pânico, fobias e transtorno obsessivo compulsivo. A taxa é três vezes superior à média mundial. Outro mal, considerado o “do século”, é a depressão. Segundo a OMS, o número de pessoas com depressão aumentou 18,4% nos últimos dez anos. Os números levam o Brasil ao patamar de país mais deprimido e ansioso da América Latina. Com isso, o uso de anti-depressivos quase dobrou no país nos últimos cinco anos. De 2013 a 2014, o número de vendas de tais medicamentos era de 47 milhões de comprimidos. De 2017 a 2018, a venda foi de cerca de 71 milhões. O uso do medicamento se tornou popular, mesmo em casos em que médicos nem chegam a diagnosticar o paciente com depressão. Tão popular que, nos dias atuais, não é preciso nem mais ir a um psiquiatra para sair de uma consulta médica com uma receita de “anti-depressivo”.  Uma simples queixa de estresse, insônia ou nervosismo e... pronto! Anti-depressivo nele! O considerado regulador de humor virou regulador da vida. E então, o paciente passa a acreditar que não há vida sem anti-depressivos. E assim, caminha a humanidade, cabisbaixa e com o humor “controlado” por um comprimido. 

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Tenho reafirmado, em vários ambientes e espaços, que a ética é a matéria prima de que o Brasil mais se ressente. Ela falta em todos os setores. Notadamente naqueles que atuam a representar o interesse de todos. Os administradores públicos. A falência da política partidária começou com o fracasso ético dos políticos profissionais.
Hoje recorro a Gustavo Corção, em seu livro “As Fronteiras da Técnica”, para uma reflexão a respeito daquilo que se convencionou chamar de “ética profissional”.
Corção começa por dizer que não existe uma ética profissional no sentido que alguns lhe atribuem. Menciona o vezo de, em algumas corporações, admitir-se a solidariedade com o malfeito. Para ele, “essa ética de casta só tem um defeito : é absolutamente imoral. Ou melhor, tem dois defeitos: aquele que acabamos de mencionar, e um outro, mais pragmático, que tem escapado às referidas corporações, e que é o seguinte: essa solidariedade é afirmada para prestigiar o companheiro culpado; na realidade, só serve para desprestigiar toda a corporação”.
Não é nesse sentido de mundo à parte, de regra de coleguismo, ou de espírito de casta, que se pode falar em ética profissional. “Só há uma ética, mas essa ética única e universal, tem problemas especiais em cada domínio especial; e é nesse sentido, e só nesse, que podemos falar em moral particular de um grupo ou de uma profissão”.
Cada mister humano tem suas singularidades. “Todos os ofícios, bem ou mal escolhidos, exercidos com entusiasmo ou a contragosto, trazem para a vida do homem encargos morais”. Para quase todas as profissões, o comando ético poderia se resumir ao sétimo mandamento: não furtar. Principalmente para os políticos. Ocorre que há inúmeras modalidades de se apropriar do alheio: “Não é só galgando o muro a desoras, ou enfiando dedos ágeis na algibeira desatenta que se conjuga esse irregularíssimo verbo. Outros mil modos existem, e pelo que temos visto ultimamente entre nós, muitos deles pretendem incorporar-se aos costumes e tornar-se o que os sociólogos chamam “traços culturais”. A comissão na compra do material, a gratificação recebida para o cumprimento de uma obrigação já remunerada, o emprego de material inferior ao especificado ou ao exigido pela natureza do serviço, tudo isto, por mais que procurem um processo semântico que dê ao vício nome de virtude, se enquadra dentro do mesmo mandamento e se chama “roubo”. Digamos furto. Ladroagem, ladroeira ou ladroice. Gatunagem ou gatunice. Varia o vocábulo mas permanece o mesmo fato essencial da apropriação indébita”.
Corção critica também o suborno, que considera “pior do que o roubo simples, porque é um encorajamento e uma recompensa do vício. Lesa e prostitui. Todos dirão, aflitos ou irritados, que hoje é quase impossível evitar o suborno. Bem o sei. Já disse que dia a dia se torna quase impossível ser simplesmente honesto. Nossos últimos governos desenvolveram, com extraordinária eficiência, a técnica do suborno que se vem incorporando aos nossos costumes”. Mas isso não impede se reafirme: subornar é roubar ao quadrado.
É o suficiente para que reflitamos sobre a falta de ética em nosso Brasil. O livro de Gustavo Corção foi publicado em 1953 pela Agir e, portanto, escrito antes disso. Sessenta e cinco anos depois, o que mudou nesta Pátria, a não ser a sofisticação das técnicas, táticas e estratégias de lesar o povo?

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Dados divulgados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) informam que o serviço de telefonia fixa deixou de ser prestado em 2,69 milhões de domicílios nos últimos 12 meses (-6,88%). No total, 36,36 milhões de domicílios brasileiros possuíam telefone fixo em abril deste ano.
Em abril de 2019, a Vivo registrou 12,29 milhões de domicílios atendidos com linhas fixas (33,80% de mercado), a Oi teve 11,36 milhões (31,24%) e a Claro teve 10,12 milhões (27,84%). Nos últimos 12 meses, a Vivo apresentou redução de 1,08 milhão de linhas (-8,05%), a Oi menos 1,17 milhão (-9,33%) e a Claro menos 660,46 mil (-6,12%).
No entanto, as Prestadoras de Pequeno Porte (PPPs) registraram aumento de 16,93 mil domicílios na prestação da telefonia fixa (+1,04%). A PPP é uma empresa que detém menos de 5% de cada mercado de varejo de telecomunicações em que atua.
Na variação de março para abril de 2019, o serviço de telefonia fixa deixou de ser prestado em 147,73 mil residências (-0,40%). Enquanto os grandes grupos de telecomunicações apresentaram uma redução total de 170,15 mil linhas fixas (-0,49%), as PPPs tiveram um acréscimo de 22,42 mil (+1,39%).
Concessões e Autorizações
Nos domicílios brasileiros, a telefonia fixa prestada em regime público (concessões) apresentou redução de 1,96 milhão de linhas (-8,88%) em doze meses. Nesse período, a diminuição das linhas fixas em regime privado (autorizadas) foi de 707,5 mil unidades (-4,27%). Entre março e abril de 2019, a redução foi de 88,76 mil domicílios (-0,44%) para a prestação em regime público e de menos 68,89 mil (-0,43%) no regime privado.
Para o possuidor de uma linha fixa, uma das diferenças é que no regime privado o reajuste é estabelecido pelo Índice de Serviços de Telecomunicações (IST) e no regime público o reajuste é pelo IST mais um redutor tarifário denominado Fator X.

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Euclides da Cunha,  famoso por seu livro “Os Sertões” vai receber homenagens na FLIP  (Festa Literária de Paraty) nos dias 10 a 14 de julho deste ano de 2019. No livro ele aborda “de passagem”  o importante fato histórico da Guerra de Canudos,  um conflito armado que envolveu o Exército brasileiro e membros da comunidade  sócio-religiosa liderados por Antonio Conselheiro.  Este bravo cearense embrenhou-se   em terras baianas, nos anos  de 1895 para comandar  uma luta contra o Exército, por não concordar com a República, proclamada seis anos antes.
Hoje Canudos não existe mais. É uma cidade perdida duas vezes, no dizer Marcos Vinicius de Almeida num ensaio histórico recente (cf. Folha de S. Paulo, 09/09.19). O arraial hoje  é  Belo Monte, assim rebatizado pelo taumaturgo cujo  nome   está ligado ao povoado  que foi palco de um capitulo importante da nossa História.
Em seu famoso “Os Sertões” Euclides faz breve referência ao movimento sedicioso, pois já doente não teve como mergulhar no estudo dessa epopéia mal compreendida por ele, subestimando ideais e propósitos de luta contra a República recém instalada.
Canudos hoje é uma memória. Em seu lugar está Belo Monte, cidade distante do antigo local e das antigas atrocidades que ainda relembram um triste episódio dessa historia de violências que o tempo ainda não apagou e agora revivido pelo professor cearense Pedro Lima Vasconcelos, em dois preciosos volumes nos quais refaz a historia desse movimento, trazendo os “Apontamentos do Conselheiro” sobre o movimento que abalou o Brasil no final dos anos 1800  (cf. Realizações Editora, SP, 2017).  
O prefácio desse livro é do conhecido intelectual Leandro Karnal, sob o título “O Beato que Escreve”, destacando  do estudo de Vasconcelos:  “Se as elites urbanas da capital viram no Conselheiro  o brasileiro arcaico, o texto parece indicar um homem letrado acima da média e fruto do todo o  processo colonizador e missionário do Brasil”. Um segundo caderno de anotações do Conselheiro, de 1897, foi publicado  somente em 1974, pelo professor Ataliba Nogueira, saudoso mestre da nossa Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, sendo que tais anotações ressurgem dos escombros de Belo Monte (antes, Canudos). Os soldados que os acharam  estavam procurando o cadáver do Conselheiro,  morto 15 dias antes.
 “Longe de ser um demente mental (como muitos enganadamente o consideraram) o Conselheiro era um homem letrado e prático”, diz Pedro Lima Vasconcelos referindo-se aos escritos e às obras do peregrino de Canudos, que trabalhou na construção de casas, igrejas e cemitério ainda nos primórdios de seus dias de luta pela libertação de Canudos, destruída pela República que o Beato tanto combateu.
A obra de Vasconcellos revive a tragédia e seu personagem central. O sertão virou mar, enfim”.
Sobre os “Apontamentos” do Conselheiro (2º volume), parte importante do livro, assinala Karnal,  que  ele era de muitas leituras e sabia muito bem o que queria com sua luta contra a República, assumida também pela gente humilde do arraial.  Lutou em vão contra forças do Exército que dizimaram o povoado para fazer de Canudos um capítulo comovente de nossa História.
Marcos Vinicius Almeida arremata seu texto com esta observação de Ariano Suassuna: “Quem não conhece a história de Canudos não conhece o Brasil”.                                                                                      

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O mundo não é somente arco íris. O mundo é um lugar sujo e assustador, e não importa o quão valente você seja, a vida irá te dar porradas da cabeça ao pé e se manterá assim permanentemente, caso você permita, já que ninguém conseguirá, um dia, bater tão forte quanto a vida. Mas o que importa não é a quantidade de murros que ela vai te dar, e sim o quanto você aguenta apanhar, o quão resistente é você, o quanto você realmente está pronto pra essa briga, pois você deve estar preparado para cair dez vezes e levantar onze: esteja sempre em pé. Assim você conseguirá bater e continuar batendo – é assim que se constrói vencedores! E não desista! É assim que se constrói o sucesso.
A margem para erros é muito estreita, ou seja, meio passo atrasado ou meio passo adiantado faz com que você não atinja suas metas. Um segundo mais devagar, ou um segundo mais rápido, e você não alcançará seus objetivos. O momento certo pode estar no intervalo de cada hora do almoço, no tempo do jogo, no mais criativo ócio... a cada minuto, a todo instante.
Não tenha medo de falhar, você não pode todas as vezes ganhar, e tampouco tenha medo de tomar decisões. Tem que acreditar que algo diferente vai acontecer. Não deixe ninguém falar que você não pode, nem mesmo seu pai, mãe ou fraternos mais próximos. Porque você pode!
A dor é temporária. Pode durar um minuto, uma hora, uma semana ou até anos, mas isso ficará para trás, acredite - e, então, algo bom surgirá. Porém, se desistir, a dor continuará para sempre. Você tem um sonho? Vá atrás! Você deve proteger seu sonho. Muitas pessoas dirão que você não conseguirá. Quer algo? Vá buscar. A vida é um constante esforço, e o dia em que desejarmos o sucesso, muito mais que o ar que respiramos, aí sim, falharemos menos. Nosso maior medo não é agir inadequadamente; nosso maior medo é sabermos que temos poderes e ainda assim não usarmos. O poder que possuímos é a nossa luz e não essa escuridão que, na maioria das vezes, nos amedronta.
Cave fundo. Cave bem fundo e pergunte a si: ‘quem você quer ser?’ Descubra o que te faça feliz, sem importar com a opinião dos outros. Faça a escolha certa, siga seus instintos. Decida o que vai ser e como você fará para que aquilo aconteça: A maioria das pessoas que seguiu seus instintos se deu bem. No silêncio de nossa mente talvez esteja a resposta da voz do coração. E por que não? Por que você não pode ser o melhor funcionário, o melhor aluno, a melhor esposa, o melhor líder, ou o melhor dono de si? Eu não vejo porquê.
Você tem o poder de tornar essa vida maravilhosa e de fazer do ciclo da vida, uma perfeita aventura.


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