19 Nov 2018

Menos médicos

O governo de Cuba, nessa semana, anunciou subitamente, a retirada de 8.332 profissionais que participam do programa Mais Médicos, que foi criado às pressas, em 2013, pela então presidente Dilma Rousseff (PT), em resposta as grandes manifestações por melhores serviços públicos. Os médicos tiveram que ser importados de Cuba, posto que os profissionais brasileiros, na ocasião, não demonstraram grande interesse.
A decisão repentina foi tomada após o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) sinalizar a intenção de modificar os termos do acordo, como por exemplo, reduzir o volume de recursos repassados ao governo cubano. É estimado que, anualmente, Cuba obtenha cerca de US$ 270 milhões (R$ 1,023 bilhão) com o programa.
A saída dos cubanos só prejudica a área de saúde pública do Brasil, que é frágil, ainda não saiu da UTI, e só irá causar problemas para o próximo presidente, pois poderá levar a uma desassistência temporária de 24 milhões de brasileiros, segundo o Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).  O maior impacto ocorrerá em áreas mais remotas, como partes da Amazônia e do Nordeste, e principalmente, nas áreas indígenas, onde os cubanos atuam em cerca de 90% dos atendimentos.
Além disso, não se pode negar que a cooperação cubana tinha grande simpatia ideológica, desde o início do programa, com o governo petista, e acabou ficando balançada com a eleição de Bolsonaro. Alguns analistas afirmam que a ditadura cubana objetiva criar contratempos para o próximo presidente, o que ficou sugerido, em trecho da nota oficial do governo cubano, na qual foi afirmado que houve “golpe de Estado legislativo-judicial contra a presidente Dilma Rousseff”.   
Também é possível confirmar tal análise com o desabafo feito pelo ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, responsável pela implantação do programa, em sua conta no Twitter: “É uma data triste para a saúde pública brasileira e para a política externa do Brasil. É isso que pode acontecer quando se coloca o espírito da guerra, da ideologização, do conflito na frente dos interesses, sobretudo do povo brasileiro”.
Para Bolsonaro, os médicos cubanos estão sendo submetidos a “trabalho escravo”, pois os profissionais ficam com apenas uma parte dos salários, sendo que o restante fica retido pelo governo de Cuba. E ainda, ficam afastados da família. Além disso, o presidente eleito ainda se disse preocupado com a formação médica  dos cubanos no programa: “não há qualquer comprovação que eles sejam realmente médicos e sejam aptos a desempenhar sua função”. No Brasil, os médicos formados no exterior, sejam eles cubanos ou não, não precisam passar pelo Revalida, exame de revalidação do diploma no Brasil.
Segundo dados do Ministério da Saúde, desde sua criação o Mais Médicos atendeu 3.989 cidades, das quais 1.446 (36,25%) só receberam, médicos cubanos.  Figuram entre os cinco Estados que possuem mais médicos do programa: São Paulo, com 1.394; Bahia, 803; Rio Grande do Sul, 617; Minas Gerais, com 591 e Pará, com 511. No total, o programa oferece 18.240 vagas, sendo que 16.721 estão ocupadas e outras 1.519 vagas estão disponíveis. Os cubanos ocupam 8.322, os brasileiros, 5.056 e médicos de outros países, 3.053.
Portanto, a súbita decisão do governo cubano em retirar os profissionais do País só resulta em mais irresponsabilidade e falhas do governo brasileiro, que se submeteu a uma “ajudinha” internacional para resolver algo que sempre foi um problema do País, a saúde pública. Quem perde com isso, somos nós brasileiros, que já não temos com que mais nos envergonhar.

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A sensação generalizada entre os humanos que ainda não estão completamente anestesiados pela turbulência crescente, é a de que mal-estar, insatisfação, angústia e desalento são os produtos gerados pela nossa época.
Múltiplas e simultâneas tendências prenunciam profundas mutações no convívio: urbanização, globalização, alterações demográficas, climáticas e tecnológicas, todas violentamente disruptivas.
No Brasil cresce a violência, o assassinato de uma geração sobre a qual recairia a responsabilidade de sustentar os idosos, desertificam-se grandes áreas, somem os empregos, aumenta a miséria e a exclusão. E os discursos da política-partidária são de uma indigência que provocaria riso, não fosse motivo para chorar.
Não se espere que Governo, com o “timing” curto e egoísta de cada eleição, cuide de problemas que um povo levado a se conduzir como objeto de tutela declinou de enfrentar.
É mais do que urgente transcender os limites tradicionais e forjar parcerias sustentáveis e inclusivas. O egoísmo de alguns privilegiados tem de ceder espaço para uma constatação inevitável: não adianta construir bunkers, nem blindar carros, nem se refugiar para esconderijos incrustrados em áreas contaminadas. O exemplo do Rio é eloquente: a riqueza mais exuberante e a miséria mais abjeta convivem no mesmo espaço físico. Não é muito diferente a indomável e insensata São Paulo. Favelas disputam território junto ao Morumbi, com vias públicas que a prudência determina evitar, principalmente à noite.
Ninguém está seguro numa sociedade injusta, de exclusão e de desrespeito à dignidade humana. Ou é respeitável uma cidade que suporta mais de vinte mil seres humanos ocupando as ruas, os vãos dos edifícios, os baixios dos viadutos, os canteiros daquilo que um dia já foi praça e hoje é terra devastada?
A missão é árdua, mas é confiada a todos. Não há governo, principalmente nesta Pátria em que o governante só pensa em si, que dê conta da situação calamitosa em que todos nos encontramos. Todos são interessados em encontrar alternativas e o engajamento de todos, sem exclusão, é a única via de fuga do caos que já tomou conta de inúmeros espaços.
As gerações mais novas têm de ser chamadas para atuar ao lado da academia, da Universidade, do empresariado, das entidades do Terceiro Setor, das Igrejas e de seres humanos vocacionados a cuidar do semelhante, que – felizmente – ainda existem e que deveriam servir de exemplo para os detentores de cargo público.
Incluir parceiros, incluir ideias, formular opções para sair desta verdadeira tragédia que é o noticiário da mídia espontânea durante vinte e quatro horas a cada dia, é a única opção. Encarar a verdade, reconhecer o erro e a falência da estratégia deformada de auscultar a vontade do único soberano reconhecido pela ordem fundante: o povo. O destinatário pouco ouvido e sempre desrespeitado. É hora de incluir a vontade de salvar o País em nossa rotina. Incluir na consciência o real compromisso de assumir os deveres e deixar de exigir apenas os direitos.
Nossos netos merecem um Brasil melhor. Cuidemos disso antes que o destino de infortúnios se torne irreversível. E comecemos em casa!

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A Vivo, marca da Telefônica no Brasil, está entre as três melhores empresas na categoria acima de 17 mil colaboradores, segundo o ranking “As Melhores na Gestão de Pessoas 2018”, promovido pelo jornal Valor Econômico. Em sua 16ª Edição, o estudo é elaborado em parceria com a consultoria Mercer, especializada em pesquisas e engajamento de funcionários no mundo todo. A cerimônia de premiação ocorreu na segunda (12), no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, e apresentou as 35 melhores empresas na gestão de pessoas no Brasil.
As empresas que participaram do estudo tiveram um percentual de seus funcionários respondendo sigilosamente a um questionário com 43 perguntas quantitativas, além das qualitativas dirigidas às gerências de recursos humanos. Na pesquisa deste ano, a intenção era observar a prosperidade nas organizações a partir de três dimensões: a cultura de integridade, a agilidade organizacional e a liderança responsável. A força de trabalho foi analisada pelo ambiente saudável, pelas recompensas justas e pela oferta de carreiras atraentes. Para chegar ao indivíduo próspero, foi identificado se ele é energizado, se exerce potencial completo, se está capacitado e se é pleno no que faz. Somado a isso vem o índice de engajamento, o quanto ele recomenda, tem orgulho, é comprometido e motivado no lugar onde trabalha.
Além de robustos programas de capacitação e desenvolvimento de pessoas, a Vivo possui iniciativas diferenciadas que favorecem o bom ambiente corporativo, como o programa “Vem de Você”, que libera o colaborador dos padrões de dress code tradicionais do ambiente corporativo, o incentivo à meditação, com ambiente especialmente preparado para a prática, gaming house, com espaço para jogar on line, e o Vivo Digital Labs, espaço de inovação criado para promover o espírito de start up.
A empresa mantém ambientes onde todos se sintam estimulados a desenvolver seu potencial numa dinâmica produtiva de maior compartilhamento, colaboração, mais trabalho transversal e menos barreiras para realizá-lo, como coworking e a prática de mobility, que permite maior flexibilidade e qualidade de vida aos colaboradores. Em 2018, a operadora lançou o Programa Vivo Diversidade, que estimula a cultura inclusiva e um ambiente mais diverso, para que todos se sintam à vontade para serem como são, tendo suas diferenças respeitadas. A Vivo gera 32,6 mil empregos diretos e mais de 121 mil indiretos e é considerada uma das principais marcas empregadoras do país.
Como as PMEs usam serviços digitais para se manterem competitivas
Esse infográfico personalizado para o Brasil, possui dados relevantes da pesquisa realizada pela Telefónica, feita com pequenas e médias empresas (PMEs) em todos os mercados onde a empresa atua.
As informações são referentes ao uso que estas têm feito dos novos serviços digitais e os planos para usá-los nos próximos anos, e desmistifica aspectos ainda recorrentes da digitalização, tais como “serviços digitais são caros”, “serviços assim não servem para pequenas empresas”, “a segurança não é um ponto tão sensível”, entre outros. Apesar de ser uma pesquisa de 2016, este é o estudo mais recente da empresa sobre este assunto.

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Em 2014, nós, frequentadores da Casa da Memória, ficamos sabendo por uma funcionária da Prefeitura Municipal de SBC, hoje já aposentada, que caçambas colocadas no pátio da prefeitura eram enchidas com material que contava sobre as raízes da cidade e encaminhadas para o lixo.
A administração passada não tinha nenhum vínculo com a cidade não se preocupando com a nossa memória.
Quando ela contou isso em nossa reunião, alguém lembrou que em outros municípios, já existia a Associação dos Amigos da Memória, nos informando como funcionava. Assim, foi resolvido que nós a fundássemos.
A Associação tem a finalidade de dar apoio a coleta, permanência, preservação e divulgação do acervo da Memória da Cidade. Proporcionar à comunidade maior conhecimento e participação nas atividades desenvolvidas. Promover encontros de caráter cívico, cultural, educacional, histórico e acadêmico.
Isto é um pouco das atividades que consta em nosso estatuto. Foi fundada em 29 de maio de 2015. Nossa presidente é a doutora Flora Regina Ballotim
Assim que a associação teve seus estatutos aprovados, depois de várias reuniões, fomos recebidos pelo então prefeito Luiz Marinho, uma vez que é do interesse do município termos esse órgão, que pode então fiscalizar desmandos para com a cidade.
Queremos agora, que contamos com o apoio da Secretaria de Cultura da cidade, que está revitalizando todo o setor que sempre foi esquecido pela administração anterior, para que o atual prefeito Orlando Morando conheça nossas atividades.
Queremos trabalhar junto com o setor. Uma das nossas reivindicações é sobre a manutenção dos prédios que têm os arquivos da história da cidade. A nossa Casa da Memória, que contém toda a história da cidade, registrada em gravações e filmagens, na Rua Jurubatuba esquina com a Alameda Glória, antiga Escola Santa Terezinha, um imóvel tombado pelo municíipio, assim sua reforma tem que ser se acordo com a planta da época da construção, e que está em estado de calamidade. Muitos arquivos já se perderam com infiltração de águas pelo telhado. Lastimável. Quando fazemos os eventos e trazemos convidados, ficamos envergonhados com a situação da nossa CASA.
Na rua João Pessoa, temos a Sessão do Patrimônio Histórico. Também, desculpem o termo, caindo aos pedaços. Entendemos que o município tem muito a recuperar em nossa cidade, mas, nos lembramos em nossa última reunião do incêndio no Museu do Rio.
Nosso museu da cidade está em risco. Contamos nossa história, a história dos batateiros, em anos seguidos. Nosso mais velho memorialista é o Sr João Gava, com 105 anos, lúcido e com uma memória invejável. Abib Riskallah, 92 anos, com a primeira TV na cidade. Luiz Marotti, 87 anos, o campeão das Quadrilhas Juninas. Estes dentro tantos mais amigos que nos têm deixado as boas lembranças deste Campo que tanto amamos.
Não podemos perder esses depoimentos.
Apoiem nosso AME para juntos, preservarmos nossa história.
Um abraço, Didi

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No dia 11 de novembro de 2018, fica registrado o centenário do fim da Primeira Guerra Mundial, considerada a Grande Guerra ou Guerra das Guerras, iniciada em 28 de julho de 1914 e terminada na data acima e que assim completando os cem anos. Tudo começou em 28 de junho de 1914, quando o arquiduque Francisco Ferdinando, herdeiro do trono austro-húngaro, e sua esposa, Sofia, Duquesa de Hohnberger, foram assassinados em Sarajevo, capital da província austro-húngara da Bósnia e Herzegovina. O autor do atentado, Gavrilo Princip, pertencia a um grupo terrorista armado denominado Mão Negra, que tinha como bandeira a unificação dos territórios sérvios. O Império Austro-Húngaro reagiu enviando um ultimato à Sérvia. No mês seguinte, e após obter o apoio incondicional alemão, o documento com várias requisições, entre elas a que agentes austríacos fizessem parte das investigações, foi enviado aos sérvios. O governo sérvio aceitou todos os termos do acordo, com exceção da participação de agentes, tomada como uma violação da soberania sérvia. Em decorrência da rejeição desse termo, no dia 28 de julho, um mês após os assassinatos, teve início o bombardeio de Belgrado. No dia seguinte, a Rússia, aliada histórica da Sérvia, deu ordem de locomoção às suas tropas. Os alemães que tinham garantido o apoio ao Império Austro-Húngaro no caso de uma eventual guerra, determinaram que o governo russo parasse a mobilização de tropas. No primeiro dia de agosto o ultimato expirou sem qualquer reação e os alemães declararam guerra à Rússia. A Alemanha então declarou guerra à Bélgica e, em três de agosto estendeu o conflito à França. No dia seguinte, o império britânico saiu da sua posição neutra. No início da guerra, a Itália, aliada dos austríacos e dos alemães pelos termos do acordo da tríplice Aliança, afirmou que permaneceria neutra. Porém, mais tarde, devido às pressões diplomáticas da Inglaterra e França, a Itália firmou em 26 de abril de 1915, um pacto secreto contra os austríacos, chamado de o Pacto de Londres. O Brasil entrou na guerra em 1917, enviando no ano seguinte um grupo de aviadores do Exército e da Marinha, para serem integrados à força aérea real britânica e um corpo médico composto de oficiais que foram integrados ao exército francês. A marinha também enviou uma divisão naval com a incumbência de patrulhar a costa noroeste da África, a partir de Dacar e o Mediterrâneo,   desde o Estreito de Gibraltar. Ditas operações buscavam evitar a ação dos submarinos inimigos. Em 1917, a Rússia abandonou a guerra em razão do início da Revolução Bolchevista, também conhecida por Revolução Vermelha, que derrubou a autocracia russa. Nesse mesmo ano, os Estados Unidos que somente participavam do conflito armado como fornecedores, ao ver os seus investimentos em perigo, entraram militarmente na guerra, garantindo assim a vitória da Tríplice Entende, denominação da união da Inglaterra, França e Rússia. Além desses três países, outros tiveram participação tais como: Estados Unidos, Itália, Japão, Brasil, Portugal, Bélgica, Montenegro, Sérvia, Romênia, Grécia e Sião atual Tailândia. Já as consideradas potências centrais coligadas, Alemanha, Áustria-Hungria, Império Otomano e Bulgária, que foram derrotadas, modificando de forma radical o mapa geopolítico da Europa e do Médio Oriente. Muitos dos combates ocorreram nas frentes ocidentais, em trincheiras e fortificações. As batalhas davam-se em invasões dinâmicas, confrontos no mar e, pela primeira vez na história, no ar. Lamentavelmente, o saldo foi de perto de dezenove milhões de mortos, uma matança sem precedentes. Esse conflito armado que durou quatro anos e três meses e alguns dias, refletiu sobremaneira na deflagração da segunda guerra mundial norteada pela recuperação dos territórios alemães perdidos. Em 11 de novembro de 1918, os generais mais poderosos da Europa se reuniram na cidade francesa de Compiegne, em um vagão de trem, com o objetivo de selar um acordo de paz visando encerrar a pior guerra já então vista no mundo. Os signatários que assinaram o Armistício Compiegne, chamado também de Aurora da Paz, foram o Marechal Ferdinand Fox, comandante-em-chefe aliado e Mathias Erz-berger, representante alemão. No ano seguinte, foi assinado o Tratado de Versailhes, em Paris, durante a Conferência de Paz, impondo assim oficialmente o Fim da Primeira Guerra Mundial, mas contestado pela Alemanha que alegou que o fez por imposição (diktat). Dizem os historiadores que os grandes conflitos se iniciaram sempre naquela região, por coincidência?

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Ninguém gosta de pessoas que reclamam e vivem insatisfeitas com a vida. Problema ainda maior não é quando andamos com esse tipo de gente e, sim, quando nós somos esse tipo de pessoa, pois, às vezes estamos a olhar tanto para os outros que não percebemos quem somos de verdade.
Você já parou para pensar se você é um tipo de pessoa mal agradecida com sua própria vida? Supondo que você tenha um emprego, já agradeceu por isso hoje? É fato que sempre almejamos mais, queremos mais e ambicionamos mais. Ok! Isso se chama planos e, é até saudável alçar vôos cada vez maiores, porém, ainda assim, por uma qualidade de vida espiritual melhor, é altamente recomendável ser agradecido: fica a dica para reclamarmos menos.
Se está chovendo, está ruim. Se está sol, está muito quente. Se tem um carro, quer trocar. Se a geladeira está cheia, é porque queria algo melhor. Ao mesmo tempo em que se reclama do chefe chato, também se reclama quando está desempregado. Reclama-se porque tem que ir para faculdade todo dia, porém reclama-se que não é ninguém na vida. Não espere morrer para parar de reclamar. Já parou para pensar que a segunda-feira pode ser o melhor dia de todos só pelo fato de você estar vivo? Até que ponto o problema está realmente nos outros?
E se você acordasse amanhã somente com o que você agradeceu hoje? Caramba, você não ia acordar com nada? Então que sejamos mais gratos! Agradecer por estar acordado; pela saúde que você tem; por ter um teto; por ter o que comer. Não precisa enterrar os seus sonhos, mas não se esqueça do que tens: conquistas e realizações.
E, então, você pede algo, que não lhe é atendido. Agradeça do mesmo modo! Sim, pois se enxergarmos dentro de nós, talvez cheguemos à conclusão que esse ‘não’ poderia ser a melhor coisa. Esse ‘não’ poderia ser libertador, aquilo que nos guarda, aquilo que nos protege – então agradeça àquilo que, mesmo pedindo, você não obteve, pois pode ter sido a melhor solução. Isso chama valorizar-se.
Uma nota de cinquenta reais amassada e pisoteada continuará a valer a mesma coisa. Você será apunhalado por trás, vão puxar seu tapete, mas você não perderá seu valor. E sabe por quê? Porque você dá valor às coisas - você dá valor ao que tem porque você é agradecido.

 

“Não ache um culpado, ache uma solução”  - Henry Ford, fundador da Ford Motors. (1863 – 1947)


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