06 Apr 2020

Na melhor idade a pele tende a ficar mais fina e delicada especialmente na região das pernas e pés. Inchaços, ressecamento e rachaduras são bem comuns nesta fase da vida. Pensando nisso, Malu Pinheiro, podóloga e coordenadora técnica da Doctor Feet selecionou dicas valiosas para auxiliar nos cuidados diários no período de afastamento social. “No atual cenário, precisamos evitar problemas recorrentes que exijam a saída dos idosos de suas casas”, alerta. Veja abaixo quais cuidados devem ser incluídos na rotina:

  1. Após o banho seque bem os pés com toalha ou pano seco e finalize com uma toalha de papel que ajuda a remover toda a umidade entre os dedos para evitar frieiras e micose;
  2. Corte as unhas dos pés regularmente e em linha reta, mas não muito curtas. Caso haja dificuldade ou se o dedo já estiver machucado, apenas lixe-as;
  3. Mantenha a hidratação das pernas e pés com cremes hidratantes específicos, mas evite aplicá-los entre os dedos. Use os produtos toda noite, após o banho;
  4. Nos dias de clima mais ameno, use meias de algodão após a aplicação do creme;
  5. Não tome banhos muito quentes para que a proteção natural da pele seja mantida;
  6. Use meias de algodão e que não sejam apertadas, para melhor absorção do suor e evitar odores e/ou lesões;
  7. Prefira sapatos confortáveis, porém com solado firme, que ajudem na sustentação e alinhamento dos pés;
  8. Não use calçados antigos, deformados ou rompidos pois eles não te darão a correta sustentação durante o deslocamento e podem provocar acidentes dentro de casa;
  9. Dê preferência para calçados de fecho com velcros, é mais fácil de abrir e fechar;
  10. Coloque os pés para cima sempre que possível para estimular o retorno sanguíneo e a melhora da circulação;
  11. Não lixe os pés, o atrito excessivo resulta no espessamento a médio e longo prazos, e em alguns casos agrava o ressecamento causando rachaduras.
  12. Faça um exercício simples: movimente o pé para cima e para baixo e depois rotacione vagarosamente por aproximadamente 10 minutos, diariamente. A atividade facilita a circulação e ajuda a combater o inchaço.

Desde sexta-feira, 3 de abril, a Prefeitura de Diadema e o Fundo Social de Solidariedade (FSS) do município disponibilizam dois pontos de Drive Thru Solidário para recebimento de doações, sendo um na Prefeitura de Diadema e outro na Fundação Florestan Fernandes. Eles funcionam de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h.

Nos pontos, profissionais retiram os donativos sem que o doador precise sair do automóvel. A população pode doar alimentos, itens de higiene, material de limpeza e tecidos para confecção de máscaras caseiras.

As doações serão separadas e encaminhadas a famílias em situação de vulnerabilidade em razão da pandemia de covid-19. “A população precisa estar unida e seguir todas as recomendações para evitar a transmissão da doença. Além disso, é um período difícil para muitas famílias na cidade. A doação pode ajudar quem mais precisa nesse momento”, afirmou a presidente do Fundo Social, Caroline Rocha. A ação também tem o apoio da Fundação Florestan Fernandes (FFF).

O município decretou situação de emergência em 18 de março (Decreto Municipal nº 7.709) e, seis dias depois, estado de calamidade pública (Decreto Municipal nº 7.715 de 24 de março de 2020). De acordo com o Boletim Epidemiológico COVID-19 de 2 de abril, Diadema registra quatro casos confirmados de covid-19.

 

Serviço:

Pontos de arrecadação / Drive Thru Solidário De segunda a sexta-feira, das 9h às 16h.

Posto 1. Prefeitura de Diadema. Rua Almirante Barroso, 111 – Vila Santa Dirce.

Posto 2. Fundação Florestan Fernandes. Rua Manoel da Nóbrega, 1149 - Centro.

Médicos, residentes e alunos de Medicina da Faculdade de Medicina do ABC (FMABC) se uniram voluntariamente e criaram a campanha ‘ABCDoe’, com objetivo de arrecadar fundos para combater a pandemia do novo coronavírus. As doações serão utilizadas para a compra de materiais hospitalares e recursos para as comunidades carentes da região, como cestas básicas, produtos de higiene e de limpeza.

 

Até o momento a ação social já arrecadou R$ 21.904,70, além de 1.300 quilos de álcool gel, que foram entregues nesta semana a três hospitais públicos da região do ABC: Hospital Estadual Mário Covas, Centro Hospitalar Municipal de Santo André e Hospital e Pronto-Socorro Central de São Bernardo.

 

“O número de pacientes suspeitos e confirmados com a COVID-19 não para de crescer e é grande a preocupação com a eventual falta de equipamentos de proteção individual (EPIs) nas unidades de saúde, como luvas, máscaras, aventais e óculos”, alerta o presidente da Associação dos Médicos Residentes FMABC e um dos organizadores da campanha ABCDoe, Rodrigo Grizzo Barreto de Chaves, que completa: “Estamos trabalhando intensamente para oferecer todos os cuidados necessários e salvar vidas. Mas a epidemia ainda está no início e temos que ter essa preocupação com os dias difíceis que enfrentaremos”.

 

Para fazer parte dessa força-tarefa, basta acessar o site da campanha ABCDoe e fazer uma doação: https://is.gd/oDQ8uG. Toda ajuda é bem-vinda. Empresários e demais pessoas que possam contribuir com a doação direta de cestas básicas, materiais de higiene, limpeza, álcool gel e EPIs hospitalares podem entrar em contato nos telefones/WhatsApp (11) 99833-5013 e (11) 99835-8886 para combinar detalhes de entrega/retirada das doações.

 

Os bancos de sangue necessitam manter seus seus estoques abastecidos durante a pandemia do novo coronavírus (Covid-19). O Ministério da Saúde tem orientado a população para que as doações prossigam, mesmo diante da quarentena, pois o consumo de sangue é diário e contínuo para pessoas com anemias crônicas, hemorragias, complicações decorrentes da dengue, febre amarela, tratamento de câncer e outras doenças graves. 

O coordenador do Grupo de Trabalho (GT) Saúde do Consórcio Intermunicipal Grande ABC e secretário da pasta em São Bernardo do Campo, Geraldo Reple Sobrinho, destacou que a conscientização e a mobilização são essenciais para ajudar quem necessita da doação. “Uma bolsa de sangue pode ajudar a salvar a vida de até quatro pessoas. Precisamos incentivar a população a realizar este ato, afinal doar sangue é semelhante a doar vida”, afirmou. 

O Ministério da Saúde ressalta que doação de sangue é segura, não havendo riscos para o voluntário. Os serviços disponibilizam condições de lavagem de mãos, uso de antissépticos e acolhimento que minimizam a exposição a aglomerado de pessoas. Os cuidados com a higienização das áreas, instrumentos e superfícies também foram intensificados pelos hemocentros. 

Para fazer a doação de sangue o voluntário precisa ter entre 16 e 69 anos e pesar, no mínimo, 50 kg. Para menores de 18 anos, a doação deve ser feita na presença de um responsável legal e mediante a apresentação de um documento oficial com foto. É preciso estar alimentado, porém evitar refeições gordurosas nas três horas que antecedem a doação. 

O voluntário é submetido a uma avaliação médica antes do procedimento, em que será retirada uma amostra para testes de sorologia e anemia. Além disso, o doador não pode ter contraído doença de Chagas, Aids, sífilis e hepatite. Em relação à Covid-19, são considerados doadores inaptos para a doação de sangue por um período de 30 dias aqueles que apresentarem sintomas respiratórios e febre ou se tiverem tido contato, há menos de 30 dias, com casos suspeitos ou confirmados de Covid-19. 

Dentro do período de um ano, mulheres podem doar três vezes e os homens, quatro. Gestantes e lactantes, além de pessoas que tomaram a vacina contra a febre amarela há menos de 30 dias, não podem doar.

Entre as opções para doar sangue no Grande ABC estão os bancos de sangue da Associação Beneficente de Coleta de Sangue  (Colsan), com unidades no Hospital Estadual Mário Covas (Rua Dr. Henrique Calderazzo, 32, Santo André), no Hemocentro Regional (Rua Pedro Jacobucci, 440, Jardim das Américas, São Bernardo do Campo) e Núcleo Regional de Hemoterapia Dr. Aguinaldo Quaresma (Rua Peri, 361,Oswaldo Cruz, São Caetano do Sul). Os voluntários também podem utilizar o hemocentro do Hospital Estadual Serraria (Rua José Bonifácio, 1641, Vila Conceição, Paraíso, Diadema).

O número de usuários nas quatro mais movimentadas travessias litorâneas do Estado caiu 66,32% após o início da quarentena decretada pelo Governo de São Paulo. A medida entrou em vigor no dia 24 de março contra o coronavírus.

Segundo dados da DERSA, órgão vinculado à Secretaria de Logística e Transportes (SLT), na semana de 08 a 14/03 passaram 179.100 usuários nas travessias São Sebastião/ Ilhabela, Santos/Guaruja, Guaruja/ Bertioga e Santos/Vicente de Carvalho. Já na semana de 22 a 28/03 o número total caiu pra 60.322 passageiros, ciclistas e veículos.

Veja o quadro abaixo

São Sebastião/Ilhabela

De 08 a 14/03 - 17.720 usuários

De 15 a 21/03 - 10.757 usuários

De 22 a 28/03 - 1.771 usuários

Santos/Guarujá

De 08 a 14/03 - 74.504 usuários

De 15 a 21/03 - 60.040 usuários

De 22 a 28/03 -30.392 usuários

Guarujá/Bertioga

De 08 a 14/03 - 7.085 usuários

De 15 a 21/03 - 5.729 usuários

De 22 a 28/03 - 1.663 usuários

Santos/Vicente de Carvalho

De 08 a 14/03 - 79.791 passageiros

De 15 a 21/03 - 55.345 passageiros

De 22 a 28/03 - 26.496 passageiros

Em 11 de março, a pandemia foi declarada pela OMS (Organização Mundial de Saúde).

"Os números em queda demonstram que a população está seguindo a quarentena decretada pelo Governo. A medida é importante para evitar a disseminação da doença", afirma o secretário João Octaviano Machado Neto (Logística e Transportes).

A DERSA tem tomado medidas para diminuir a chance de disseminação do coronavírus. "Restringimos o número de passageiros permitido por lancha para evitar aglomeração e reforçamos a higienização das lanchas, que está sendo feita a cada viagem. Também disponibilizamos material visual contendo informações sobre as medidas de prevenção", explica João Luiz Lopes, diretor-presidente da DERSA.

O Ministério da Saúde adquiriu 15 mil respiradores mecânicos, no valor de US$ 13 mil cada, com investimento de R$ 1 bilhão. Após a assinatura do contrato, no final de março, a empresa tem até 30 dias para entregar os equipamentos no Brasil. Os ventiladores ajudam pacientes que não conseguem respirar sozinhos e seu uso é indicado nos casos graves de coronavírus (Covid-19), que apresentam dificuldades respiratórias. O Ministério da Saúde também tem mantido diálogo permanente com produtores brasileiros de respiradores para garantir a oferta no país.

“Também temos produção nacional. Contratamos respiradores que vão ser produzidos no Brasil. Essas empresas vão começar a fazer entregas semanais. Vamos ficar com esses respiradores no nosso centro de distribuição e o alocaremos rapidamente nos locais que tiverem necessidade porque a capacidade instalada chegou perto do seu limite. Se houver diminuição de pacientes nestes locais, poderemos transferir os equipamentos de um local para o outro, na medida em que for necessário", explicou o Secretário-Executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo.

Nos casos graves, a Covid-19 pode provocar pneumonia, produzindo um processo inflamatório que atinge os pulmões, fazendo com que os pacientes percam a capacidade respiratória e, portanto, necessitando de suporte ventilatório. Assim, os respiradores, ou ventiladores, são fundamentais para tratar casos graves e gravíssimos da doença. Normalmente, esses equipamentos estão disponíveis apenas em leitos de unidades de terapia intensiva (UTI).

Atualmente, o Brasil possui cerca de 65 mil respiradores, sendo que pouco mais de 46 mil estão disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS).

O Ministério da Saúde está adquirindo ainda leitos de UTI volantes, que podem ser instalados rapidamente na rede pública de saúde para enfrentamento da emergência do coronavírus sempre que houver necessidade. Nestes leitos, estão incluídos mais respiradores para ajudar na recuperação de pacientes.


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