23 Apr 2019

A Toyota confirmou, na quarta (17), em evento no Palácio dos Bandeirantes, que o Novo Corolla brasileiro será o primeiro veículo do mundo equipado com propulsão híbrida flex. Na ocasião, estiveram presentes o governador de São Paulo, João Doria, o presidente da Toyota do Brasil, Rafael Chang, dentre outros membros do governo estadual, entidades e da montadora.

 Os estudos envolvendo a tecnologia híbrida flex da Toyota foram anunciados pela fabricante em março do ano passado, enquanto a confirmação de produção aconteceu em dezembro do mesmo ano. Impulsionando um novo ciclo de evolução tecnológica no País, o anúncio está em linha com os propósitos do Programa Rota 2030 que busca, entre outros temas, estimular a produção de veículos mais eficientes.

 A 12ª geração do Corolla, o carro mais vendido globalmente, promete, mais uma vez, ser referência não só em seu segmento, mas em toda a indústria automotiva nacional. Único veículo a contar com um motor elétrico e outro de tecnologia flexfuel, o Novo Corolla, com essa motorização, será o automóvel movido a etanol mais eficiente do Brasil e o híbrido mais limpo do mundo.

 O modelo será montado sobre a plataforma TNGA (Toyota New Global Architecture, ou Nova Arquitetura Global da Toyota, em tradução para o português), que já equipa veículos da marca como o Prius, o SUV compacto C-HR e o sedã grande Camry. Com ela, o Corolla, que já é referência por seus atributos, dará um salto ainda maior em qualidade, conforto, dirigibilidade e estabilidade. Tudo isso aliado a uma série de novos equipamentos, fará deste futuro Corolla um carro completamente renovado e pronto para surpreender aos mais exigentes dos clientes.

 A nova geração do Corolla tem previsão de chegada às concessionárias brasileiras no último trimestre de 2019. Para os mercados latino-americanos onde o veículo é exportado – Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile, Peru e Colômbia – a Toyota planeja sua comercialização a partir do primeiro semestre de 2020.

 “Nos últimos 50 anos, o Corolla foi sinônimo de confiabilidade, segurança e qualidade. Com essa nova geração, queremos que ele seja reconhecido também como símbolo de modernidade e, acima de tudo, como uma nova forma de mobilidade. Somos entusiastas de motores eletrificados e precursores da disseminação em massa dessa tecnologia. Agora, estamos mais uma vez fazendo história, trazendo a propulsão híbrida flex para um dos maiores ícones da indústria automotiva”, afirma Rafael Chang, presidente da Toyota do Brasil.

 Desenvolvimento do propulsor híbrido flex

 Até chegar à formatação do primeiro protótipo, a Toyota realizou diversos testes em escala de laboratório, que tiveram início há quase quatro anos, em meados de 2015. O projeto colocou lado a lado as equipes de engenharia da Toyota Motor Corporation, no Japão, e da Toyota do Brasil, para somar esforços e buscar sintonia entre as tecnologias híbrida e flexfuel.

 O trabalho foi direcionado no sentido de extrair o potencial máximo de cada solução: alta eficiência, baixíssimos níveis de emissões e capacidade de reabsorção dos impactos de gás carbônico (CO2), ao utilizar combustível oriundo de fonte 100% renovável.

 Em março de 2018, a Toyota anunciou os testes de rodagem com um protótipo híbrido flex no Brasil construído sobre a plataforma de um modelo Prius. A ideia foi colocar à prova a durabilidade do carro em diversos tipos de estradas para avaliar o conjunto motor-transmissão quando abastecido com etanol.

 Durante esses meses, uma série de dados relacionados à performance e comportamento do carro foram coletados de modo a contribuir na busca pelo balanço ideal de todo o conjunto.

Estudos realizados pela Toyota do Brasil apontam que o híbrido flex, quando abastecido com etanol, possui um dos mais altos potenciais de abatimento da emissão de CO2. Isso ocorre ao longo do ciclo de vida do etanol, desde que o biocombustível é extraído da cana-de-açúcar, passando pela disponibilidade nas bombas de abastecimento e sua queima no processo de combustão do motor. Quando abastecidos apenas com etanol (E100), os resultados de abatimento do CO2 estão entre os melhores do mundo.

Uma das datas mais esperadas e deliciosas do ano está chegando. A Páscoa é um dos momentos que as pessoas costumam trocar presentes e fazer ceias. Mas, o que as pessoas acham de um dos principais produtos a serem comercializados na data, os ovos de chocolate? Essa é a dúvida que uma pesquisa feita pela Toluna, empresa fornecedora líder de insights do consumidor sob demanda, espera tirar. Neste estudo a Toluna apurou que:

- 91% dos consumidores acreditam que os ovos de Páscoa são ou caros, ou muito caros;

- 8% acreditam que eles têm um preço justo;

- 1% acham que eles são baratos ou muito baratos.

Esses números têm um efeito direto na resposta de outras perguntas. Ao serem perguntados em que momento devem comprar os ovos de Páscoa:

- 20% das pessoas disseram que irão comprar após a data, quando devem encontrar promoções;

- 36% dos respondentes devem gastar entre R$ 51,00 e R$ 100,00 com os doces;

- 31% menos de R$ 50,00;

- 23% entre R$ 101,00 e R$ 200,00;

- 9% devem gastar mais de R$ 201,00 com os chocolates.

“A população em geral gosta de celebrar a data e dar ovos de Páscoa de presente para os parentes e amigos, mas, ao mesmo tempo acham os preços elevados e procuram por ovos caseiros, promoções ou presentes alternativos”, afirma Luca Bon, diretor da Toluna para a América Latina.

Porque não comprar

O estudo também perguntou se as pessoas pretendem comprar ovos de Páscoa no próximo feriado.

- 83% disseram que adquirirão os doces, sejam ovos industrializados, sejam caseiros (sendo destes, 15% apenas os caseiros). Destes compradores, 57% vão dar um ovo de presente para alguém e obter pelos menos um para eles mesmos, 30% vão só presentear alguém e 13% vão só comprar para si mesmos.

Ainda 49% das pessoas já deram outras coisas que não chocolate na Páscoa, especialmente brinquedos e roupas, por causa do preço comparado aos ovos (53%) ou pela variedade (32%).

Entre as pessoas que afirmaram que não vão comprar ovos:

- 56% dizem que não o farão devido aos altos preços;

- 18% porque preferem chocolates em barra ou bombons;

- 12% afirmam que não comemoram a data;

- 11% responderam que estão desempregadas e não querem gastar com doces;

- 3% falaram que não gostam de chocolates

Uma das datas mais esperadas e deliciosas do ano está chegando. A Páscoa é um dos momentos que as pessoas costumam trocar presentes e fazer ceias. Mas, o que as pessoas acham de um dos principais produtos a serem comercializados na data, os ovos de chocolate? Essa é a dúvida que uma pesquisa feita pela Toluna, empresa fornecedora líder de insights do consumidor sob demanda, espera tirar. Neste estudo a Toluna apurou que:

- 91% dos consumidores acreditam que os ovos de Páscoa são ou caros, ou muito caros;

- 8% acreditam que eles têm um preço justo;

- 1% acham que eles são baratos ou muito baratos.

Esses números têm um efeito direto na resposta de outras perguntas. Ao serem perguntados em que momento devem comprar os ovos de Páscoa:

- 20% das pessoas disseram que irão comprar após a data, quando devem encontrar promoções;

- 36% dos respondentes devem gastar entre R$ 51,00 e R$ 100,00 com os doces;

- 31% menos de R$ 50,00;

- 23% entre R$ 101,00 e R$ 200,00;

- 9% devem gastar mais de R$ 201,00 com os chocolates.

“A população em geral gosta de celebrar a data e dar ovos de Páscoa de presente para os parentes e amigos, mas, ao mesmo tempo acham os preços elevados e procuram por ovos caseiros, promoções ou presentes alternativos”, afirma Luca Bon, diretor da Toluna para a América Latina.

Porque não comprar

O estudo também perguntou se as pessoas pretendem comprar ovos de Páscoa no próximo feriado.

- 83% disseram que adquirirão os doces, sejam ovos industrializados, sejam caseiros (sendo destes, 15% apenas os caseiros). Destes compradores, 57% vão dar um ovo de presente para alguém e obter pelos menos um para eles mesmos, 30% vão só presentear alguém e 13% vão só comprar para si mesmos.

Ainda 49% das pessoas já deram outras coisas que não chocolate na Páscoa, especialmente brinquedos e roupas, por causa do preço comparado aos ovos (53%) ou pela variedade (32%).

Entre as pessoas que afirmaram que não vão comprar ovos:

- 56% dizem que não o farão devido aos altos preços;

- 18% porque preferem chocolates em barra ou bombons;

- 12% afirmam que não comemoram a data;

- 11% responderam que estão desempregadas e não querem gastar com doces;

- 3% falaram que não gostam de chocolates

A Prefeitura de Santo André apresentou, na quarta (17), o projeto de intervenção e revitalização do Cine Theatro de Variedades Carlos Gomes, marco simbólico da cultura andreense. O evento foi realizado na área frontal do edifício, localizado na rua Senador Fláquer, 110, no centro da cidade.

O equipamento é um bem tombado como Patrimônio Cultural Andreense pelo Comdephaapasa (Conselho Municipal de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arquitetônico-Urbanístico e Paisagístico de Santo André) desde 1992, mas está fechado desde 2008 devido a problemas estruturais.

“Estamos recolocando na cidade um novo conceito de atividade cultural, de políticas públicas na área da cultura. Estamos resgatando essa cultura de base que Santo André já teve um dia e temos muito orgulho de tudo que está acontecendo nessa área. O dia de hoje marca o resgate de mais um símbolo importante, estamos resgatando o orgulho do sentimento de pertencimento do município, as pessoas estão resgatando esse orgulho, resgatando que a nossa cidade é para ser curtida por nós”, afirmou o prefeito Paulo Serra.

O projeto de intervenção no Carlos Gomes foi elaborado pela equipe de arquitetos da Prefeitura e prevê a reforma, recuperação e preservação das estruturas e dos elementos protegidos pelo tombamento. A intervenção tem como objetivo a recuperação e a reocupação do edifício, importante referência cultural e espaço de sociabilização do município.

De acordo com os responsáveis, o projeto trabalha com o conceito de praça coberta para permitir o trânsito do público. O trabalho prevê a recuperação e valorização dos elementos existentes identificados como de interesse na preservação da memória, como é o caso das paredes internas com pintura decorativa, a boca de cena e a estrutura de madeira da cobertura.

“Hoje é um dia muito especial por ser o primeiro cinema da cidade, mas principalmente por ser um espaço de sociabilidade. O Carlos Gomes possui um valor afetivo imenso, por isso resiste. Sou uma pessoa que não gosta do termo resgate cultural, porque a cultura não morre, ela sempre se transforma, mas no caso do edifício eu acho que esse termo resgate é adequado porque ele está em risco, no caso da memória afetiva não, porque ela está sã e viva”, comentou a Secretária de Cultura, Simone Zárate.

Optou-se ainda pela não reposição de elementos suprimidos, o que evidencia a perda do patrimônio nos últimos anos. Exemplo disso é a não reconstrução da fachada principal e do palco. Para evidenciar esta perda, o projeto determina a inserção de elementos contemporâneos, como a reconstrução do mezanino e das frisas, que resgatam a referências e a configuração espacial original do antigo prédio.

Após a apresentação pública, o cronograma de ações prevê a elaboração do projeto básico e executivo de intervenção e licitação até meados de 2019. O início das obras está previsto para o mês de outubro, com conclusão para o próximo ano.

História - O Cine Theatro de Variedades Carlos Gomes, considerado o primeiro espaço cultural da região, foi inaugurado em 1912 pelo italiano Vicenzo Arnaldi na rua Coronel Oliveira Lima, esquina com a atual Salvador Degni. Em 1925 foi reinaugurado pela empresa Arnaldi, Masini & Gianotti na localização atual, onde foi construído um novo edifício com detalhes arquitetônicos neoclassicistas e instalado um medalhão retratando o perfil do músico Carlos Gomes.

Em 1932 passou pela primeira reforma, quando foi construído o anexo para abrigar um rinque de patinação e acesso para automóveis. Em 1947 foi construída a marquise e modificada a fachada. Outras reformas se sucederam, tanto interna quanto externamente. Fechado em 1987, foi ocupado por uma loja de tecidos e por um estacionamento, quando sua fachada foi descaracterizada. Foi desapropriado em 1991 por pressão popular e está fechado desde 2008.

Em 2013 foi celebrado um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) entre a administração municipal e o Ministério Público Estadual, que determinou a preservação do Cine Theatro Carlos Gomes e estabeleceu ações e cronograma de recuperação para retomada de seu funcionamento. O prazo estabelecido para conclusão das ações de restauro é janeiro de 2023, mas a atual gestão planeja entregar o equipamento em 2020.

Em mais uma ação com objetivo de modernizar e desburocratizar a administração pública, a Prefeitura de São Bernardo acaba com o tratamento formal entre os servidores diretos e indiretos. Nesta sexta (17), será publicado no jornal Notícias do Município (NM), decreto que determina a todos que exercem cargos ou funções públicas da administração direta e indireta se abstenham do uso de pronomes formais de tratamento como “Vossa Excelência”, “Ilustríssimo”, “Digníssimo”, entre outros.

O texto foi proposto pelo prefeito Orlando Morando e tem o objetivo de estabelecer igualdade de tratamento entre as diferentes funções públicas na comunicação verbal e escrita, eliminando barreiras que criem distinção e distanciamento. “Os ocupantes de funções públicas têm o dever de servir o cidadão e não o contrário. Baseamo-nos no princípio constitucional da igualdade, com o compromisso de simplificar e desburocratizar os seus atos”, afirmou o chefe do Executivo.

A referência a qualquer cidadão ou ocupante de cargo, emprego ou função pública, independentemente do nível hierárquico deve ser feita com o mesmo respeito e consideração, mediante o emprego do pronome de tratamento “Senhor”, devendo ser flexionado para o feminino e para o plural, quando necessário.

Isso será válido na comunicação verbal, bem como na comunicação escrita por meio de ofícios e demais documentos. O decreto também valida agendas oficiais públicas, organizadas pelo Cerimonial. “No passado, o uso de tratamento formal fazia sentido. Hoje, precisamos deixar a comunicação mais direta e dinâmica. E essa medida, por mais que pareça simples, ajuda otimizar os trâmites administrativos, além de manter o respeito de uma forma acessível com as palavras ‘Senhor e Senhora’”, disse o secretário de Administração e Inovação, Pedro Pinheiro.

O decreto não se aplica nas comunicações entre agentes públicos municipais com agentes ocupantes de cargos e funções públicas não vinculadas à administração municipal como Poder Judiciário e do Poder Legislativo, na hipótese de exigência de tratamento especial da outra parte.

A coleta de lixo realizada pelo Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) está próxima ao grau de excelência. A constatação faz parte de pesquisa do instituto Indsat (Indicadores de Satisfação de Serviços Públicos). Segundo o levantamento, a coleta de lixo da cidade é a melhor entre as 10 maiores cidades do Estado de São Paulo, sendo ainda o serviço público mais bem avaliado pelos moradores do município.

"A qualidade dos serviços públicos prestados à população é foco de constante aprimoramento por parte da nossa gestão. E o bom desempenho da coleta de lixo no município reflete a busca pela excelência, sobretudo na limpeza e manutenção da cidade", destacou o prefeito Paulo Serra.

O estudo apontou que, no 1º trimestre deste ano, a coleta de lixo recebeu a avaliação de 796 pontos em Santo André, o que a enquadra no grau de excelência, atribuído aos serviços que recebem entre 650 e 799 pontos, segundo critérios do Indsat. Ainda de acordo com o instituto, o serviço está a apenas quatro pontos do alto grau de satisfação, ou seja 800 ou mais, que é a maior classificação atribuída pelo estudo.

O levantamento constatou também que a avaliação da coleta de lixo realizada pelo Semasa tem melhorado ao longo dos últimos trimestres. Em 2017, os índices ficaram entre 724 e 774 pontos. Em 2018, a área apresentou evolução nos quatro trimestres consecutivos, atingindo sua melhor pontuação no último trimestre do ano: 783 pontos.

Aterro e coleta seletiva - Além da coleta de lixo comum, Santo André realiza a coleta seletiva porta a porta em todo o município. São ao menos quatro coletas semanais, sendo três para os resíduos úmidos e uma para os secos. Santo André também é a única do ABC a ter aterro próprio, com avaliação 9,4 da Cetesb, a melhor pontuação da região metropolitana de São Paulo. A cidade ainda possui 21 estações de coleta, ou ecopontos, que recebem resíduos especiais e volumosos gratuitamente, inclusive aos domingos e feriados.

Segundo o Indsat, para calcular o grau de satisfação dos munícipes com os serviços públicos da cidade, é adotada uma metodologia exclusiva de classificação. O cálculo leva em conta os critérios avaliativos de ótimo, bom, regular, ruim e péssimo. No caso da coleta de lixo em Santo André, 11% dos entrevistados a consideram ótima, 79% boa, 8% ruim, 1% ruim e 1% péssima. Ao todo, na pesquisa Indsat, os moradores julgam a qualidade de 16 serviços públicos prestados no município.   


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