20 Jan 2021

A volta às aulas presenciais, novamente, foi adiada pelos prefeitos do ABC, em assembleia geral do Consórcio Intermunicipal do ABC, para o dia 18 de fevereiro na rede privada e 1º de março na pública, apesar do governador João Doria ter determinado o retorno presencial às escolas, a partir de 1º de fevereiro, na rede pública estadual, para os 645 municípios do Estado. Poderão voltar às atividades escolas em todas as fases do Plano SP, obedecendo aos critérios de segurança, estabelecidos pelo Centro de Contingência do Coronavírus.
Porém, mais uma vez, os prefeitos da região relutam em reabrir as escolas e privilegiam o funcionamento de bares, boates e shoppings. Como justificativa, afirmam que haveria alto risco de contaminação para professores, pais e alunos, mesmo com o uso de máscaras, com os protocolos de segurança, etc. No entanto, mesmo receio não acontece em relação aos bares e boates.
Em todo o ABC é feito vista grossa para aglomerações em bares. Diariamente, é possível flagrar dezenas de jovens e adultos em bares, com copos nas mãos, aglomerados, sem máscaras, e ainda, nas principais ruas que abrigam o maior número de estabelecimentos deste setor, como a Rua Figueiras, em Santo André, a Av. Kennedy, em São Bernardo e a Av. Goiás, em São Caetano. Circulando de carro por essas vias, o flagra é garantido, para qualquer estabelecimento, basta o farol fechar e olhar pela janela do veículo.
No que se refere à contaminação pelo novo coronavírus nesses estabelecimentos, as evidências dizem que os riscos são maiores, pelo tempo de exposição sem máscara, pelo contato e proximidade com outras pessoas e, ainda, pelo simples fato da ingestão de bebida alcoólica. Afinal, o álcool tem ação direta no sistema límbico, do sistema nervoso central e age como um depressor das funções cerebrais, diminuindo o centro da crítica da pessoa, que fica mais expansiva e, portanto, mais sujeita a esquecer de colocar a máscara para ir ao banheiro, ou evitar que, após tocar boca, nariz e olhos, não toque em outras pessoas ou superfícies do local.
Já em relação às escolas, no que se referem a riscos de contaminação, as evidências dizem que as escolas vêm funcionando com diferentes graus de normalidade em número bastante significativo de países, em vários deles as creches nunca fecharam e são relativamente poucos os casos de contaminação e pouquíssimos entre crianças pequenas. Com as escolas fechadas, ainda que os alunos estejam estudando virtualmente, há enorme prejuízo à aprendizagem. No mínimo, é esperado um atraso em relação ao que os alunos da mesma série sabiam em anos anteriores, principalmente no caso dos grupos mais desfavorecidos. As perdas deverão ser desastrosas. Maiores, ainda, com o risco de deserção escolar.
No entanto, nada disso parece, de fato, gerar expressiva preocupação por parte dos prefeitos locais. A principal deliberação sobre a volta às aulas considera o início da vacinação contra a Covid-19. Já foi dito, durante reunião do Consórcio, que o ABC está totalmente preparado para receber as doses e iniciar a aplicação da vacina. Preparo é, realmente, o mais importante, para que as cenas de brigas, revolta nas filas quilométricas, além da falta de doses, não se repitam, como aconteceu pelas UBSs do ABC, anos atrás, durante a vacinação contra a febre amarela.
Dessa forma, esperar pela vacinação, com risco de adiar ainda mais, por conta de possíveis atrasos para o início, demonstra que o retorno às aulas presenciais não está entre as prioridades dos prefeitos do ABC. Não deveria haver receio. Os protocolos são conhecidos. No País e no mundo há várias experiências de escolas que já vêm funcionando. Não há mistério. É pegar e fazer, ou, largar e adiar.

Forças ocultas
O presidente Jair Bolsonaro afirmou, recentemente, que “o Brasil está quebrado. Não consigo fazer nada”. O discurso de que o governo estaria impedido de governar não é novidade no País. Em 1954, o ex-presidente Getúlio Vargas, em sua “Carta-testamento”, justificou seu suicídio, em meio a uma grave crise política, devido “às forças e os interesses contra o povo”. Em 1961, Jânio Quadros renunciou após afirmar que estaria sendo impedido de governar, por “forças ocultas”. Já o ex-presidente José Sarney, atribuiu a dificuldade de governar a Constituição de 1988, que, na sua opinião, “ tornou o País ingovernável”.
 
Último
O ex-ministro e ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), no sábado (9), escreveu seu último artigo semanal no jornal Folha de São Paulo. Na ocasião, Haddad alegou que foi agredido em editorial publicado pela Folha, na segunda (4), “com expediente discursivo desrespeitoso, ao estilo bolsonarista”, após repercutir negativamente um artigo do Estadão, sugerindo que o STF mantivesse a condenação de Lula. O petista ainda escreveu: “(…) a Folha, em lugar de discutir ideias, prefere agredir pessoas de forma estúpida”.

Contradição?
O PT irá apoiar a candidatura de Rodrigo Pacheco (DEM) nas eleições do Senado, que tem aval do presidente Jair Bolsonaro, mas na Câmara dos Deputados, irá apoiar o deputado Baleia Rossi (MDB), sob o argumento de que “não poderia estar do mesmo lado do candidato de Bolsonaro”, que é Arthur Lira (Progressistas). A justificativa da bancada de seis senadores da sigla para a “incongruência” é de o MDB tem a maior bancada, com 13 senadores, e que o PT não iria contribuir, ainda mais para esse fortalecimento, com a possibilidade de comandar as duas Casas.

Suspensa
O presidente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP), desembargador Geraldo Francisco Pinheiro Franco, cassou a decisão liminar que suspendeu a cobrança de tarifas de transportes públicos no Estado para passageiros com idades entre 60 e 65 anos. Segundo o presidente, a liminar afastava “da administração pública seu legítimo juízo discricionário de conveniência e oportunidade de organização dos serviços públicos, o que inclui o transporte”. Porém, no ABC, após reunião do Consórcio Intermunicipal, os prefeitos locais mantiveram a gratuidade para idosos de 60 e 64 anos, considerando a continuidade da pandemia.  

Lifestyle
O ex-prefeito de Diadema, Lauro Michels (PV), que governou a cidade por dois mandatos, entre 2012-16 e 2016-20, resolveu dar um tempo na política. Em suas redes sociais, tem postado vídeos inusitados de sua rotina doméstica. Nos últimos dias, Michels já apareceu, sem camisa, organizando a despensa da cozinha; alimentando seu cachorro e até tomando um café da manhã fitness, com frutas, aveia e mel.

Desembolso
A Prefeitura de Santo André desembolsa, mensalmente, R$ 28 mil para publicação dos atos oficiais do município em um jornal da região. Por ano, o gasto passa dos R$ 336 mil. Já em São Bernardo, desde a criação, em 2017, do Diário Oficial Eletrônico para a publicação dos Atos Oficiais, a Prefeitura economiza, anualmente R$ 900 mil.

Recurso
O atual secretário de Administração e Inovação da Prefeitura de São Bernardo, Adler Kiko Teixeira (PSDB), também ex-prefeito de Ribeirão Pires, que foi condenado à perda de função pública e suspensão dos direitos políticos, pelo prazo de cinco anos, teve seu recurso acolhido pela Justiça para permanecer no governo de Orlando Morando (PSDB). No recurso, a defesa de Kiko alegou, entre outros motivos, que “não houve trânsito em julgado da condenação à suspensão dos direitos políticos por improbidade administrativa; não há impedimento à nomeação.

Alternativa
Uma construtora, com empreendimento próximo ao Shopping ABC, em Santo André, para evitar problemas com as determinações do Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV), no qual, para aprovação na Prefeitura, é necessário que o prédio tenha uma única torre com até 200 apartamentos, arrumou alternativa. Como constrói mais de uma torre no empreendimento, desmembrou as solicitações junto à Prefeitura, realizando-as separadamente. Ao que consta o alvará foi emitido pela Secretaria de Obras da Prefeitura. O único detalhe que não foi levado em conta é o mesmo endereço para as torres. A questão já foi parar no Ministério Público.

Edital
A Prefeitura de São Bernardo publicou edital de concorrência (concessão comum), no jornal Folha de S.Paulo, no sábado (9), para a revitalização, modernização, operação, manutenção e gestão do Parque Cidade da Criança. O prazo para entrega dos envelopes é 4 de março próximo.

Edital I
Por meio de nota, a Prefeitura informou que o valor estimado do contrato é de R$ 14,7 milhões, com vigência de 25 anos e que “atualmente, o espaço é administrado pela Expoaqua e cabe à empresa permissionária participar ou não do processo de concessão. Desde 2017, o parque Cidade da Criança não sofreu qualquer ameaça de ser fechado”. Vale lembrar que, em agosto último, o Grupo ExpoAqua, que opera o espaço, chegou a anunciar o fechamento, mas voltou atrás em setembro, informando que continuaria na administração do parque.

Licitações
A Prefeitura de São Caetano, nos últimos quatro anos de governo do prefeito José Auricchio Júnior (PSDB), economizou R$ 323 milhões em contratações de bens, fornecimentos e serviços em geral. O valor foi poupado em mais de 400 pregões, além de concorrências, convites, chamamento público, dispensas e inexigibilidades.

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A calamitosa situação planetária sugere que os céticos em relação ao mundo virtual terão de render-se ao inevitável. Embora jurássico, nascido na primeira metade do século 20, nunca me assustei com a profunda mutação provocada pela cibernética. O mundo é outro, queira-se ou não.
Lembro-me de quando resolvemos entregar a cada magistrado daquele que foi o melhor tribunal do Brasil, o saudoso TACRIM, um notebook. Houve quem dissesse que entregaria à filha, porque ela era louca por possuir a novidade. Outro afirmou que não utilizaria nas sessões plenárias. Com efeito, na primeira vez após isso, as pilhas de xerocópias com as peças dos processos em julgamento não desapareceram.
Enquanto o Judiciário hesitava, resistia, as delegações extrajudiciais percebiam que o futuro seria diferente. Quanto menos papel melhor. Quanto menos ajuntamento de pessoas, melhor. Para desespero dos cultores da síndrome de Maria Betânia: “olhos nos olhos”.
A necessidade é a mãe das invenções. Chega o coronavírus e obriga a contenção. Oportunidade excelente para ampliar o uso da inteligência artificial, da robótica, da comunicação virtual. Enterrem-se os sonhos das grandes torres de concentração de pessoas. Hoje, menos é mais. Hora dos criativos e audaciosos oferecerem propostas sedutoras para um Brasil entre assustado e angustiado, mas com imensa parcela de irresponsáveis.
Continuar a se servir de tudo o que a comunicação virtual permite. Não ir mais a banco, nem a supermercado, nem a qualquer outro lugar. É possível dinamizar o crédito, admitindo – por exemplo – a alienação fiduciária sucessiva. Por que um imóvel de grande valor só pode servir a uma operação de crédito fiduciário? Ele pode servir para obtenção de financiamento para várias finalidades, desde que o seu valor seja suficiente a garantir todas elas.
Chegará logo a home equity e o mundo dos juristas, muitos dos quais com mentalidade labiríntica e complexa, terá de fornecer instrumentos de simplificação, de flexibilização, sem transigir com a utópica “segurança jurídica”.
Por sinal, de que adianta hoje falar em “segurança jurídica”, se a insegurança física foi aquilo que a negligência nos impôs, na medida em que preferimos cuidar de armamentos e não de pesquisa científica?
Talvez tenhamos a condição de aprender com a desgraça. A aceitar que o excesso populacional nem sempre é proveitoso para a sobrevivência de uma espécie que não hesita em destruir seu próprio habitat, envenenar o único líquido imprescindível para viver e perdeu a compaixão ao conviver com o crescente número dos excluídos e dos desprezados pela sorte.

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Volto a um tema que me parece dos mais relevantes na Educação no Brasil: a necessidade de bons professores. E relembro uma palestra de Steve Wozniak a que assisti em 2007. Padrão de racionalidade e criatividade tecnológica e um dos fundadores da Apple, Wozniak relembrou em seu depoimento que Steve Jobs, seu companheiro na faculdade e na criação do primeiro computador pessoal de sucesso, era outro tipo bem diferente de personalidade: sonhador, emocional, apaixonado e voluntarioso.
Na entrevista que me concedeu, a mensagem central de Steve Wozniak destacou, acima de tudo, a importância dos bons professores na vida humana. Ao final de nosso diálogo, ele me ofereceu um exemplar de seu livro: iWOZ, que foi lançado no Brasil pela Editora Évora, São Paulo, com o título de “iWOZ, a Verdadeira história da Apple segundo seu cofundador” - para o qual escrevi a apresentação da edição brasileira, em 2007. Em inglês, o título era “iWoz: From Computer Geek to Cult Icon: How I Invented the Personal Computer, Co-Founded Apple”
Fiz na época uma foto dele, durante a palestra de mais de uma hora, em que Wozniak encantou uma plateia de 3.500 especialistas, em New Orleans, contando com graça e espontaneidade sua experiência, relembrando “como inventou o computador pessoal, ajudou a fundar a Apple e ainda se divertiu muito com tudo isso”.
Como quase todos sabem, ambos, ainda muito jovens, fabricaram numa garagem e lançaram o Apple I, um computador pessoal, com recursos muito limitados, que fez muito pouco sucesso. Graças à determinação de Wozniak, essa primeira máquina foi reprojetada e largamente aperfeiçoada, para dar origem ao Apple II, que foi um sucesso estrondoso e consolidou a existência da nova empresa.

O papel do pai e dos professores
Na palestra e na entrevista a que me refiro, Steve Wozniak deixou muito claro quais eram as raízes de sua vocação como inovador no mundo dos computadores:
“A origem de tudo que fiz na vida foi a paixão pela tecnologia que meu pai me transmitiu desde cedo e, mais tarde, foi estimulada e consolidada por meus melhores professores” - disse Steve Wozniak.
Para o cofundador da Apple, “são os bons mestres e as boas escolas que fazem o progresso humano, que transformam crianças inteligentes em gênios, em líderes e benfeitores da humanidade”.
Nunca duvidei do poder da educação e, em especial, da importância dos bons professores para a humanidade. Contudo, Steve Wozniak reforçou ainda mais minha gratidão pelos maravilhosos professores que tive, em minha infância e na juventude.
Para concluir tenho três perguntas que não querem calar.
- Por que essa malta de políticos pilantras que nos governa não entende essa verdade tão cristalina -  que pode parecer truísmo ou obviedade? Sempre me pergunto: por que não investimos muito mais em educação e na formação de bons professores?
- Por que, há mais de 50 anos, os professores do ensino público brasileiro, em sua maioria, ganham uma miséria (menos de 10% do que ganha um deputado federal), obrigados a trabalhar em escolas pobres, desconfortáveis, com currículos inventados por burocratas medíocres, baseados em modelos do passado, em condições tão desestimulantes que acabam por expulsar os melhores mestres?
- Que futuro podemos esperar de nossas crianças e dos jovens com essa situação?

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Com imenso pesar a população de São Bernardo e região recebeu a notícia do falecimento de Odilon Luiz de Oliveira, distinto cidadão e afamado Advogado e Contabilista, deixando uma lacuna na vida do dia a dia dos familiares e da vasta legião de amigos. Após oitenta e sete anos de vida onde granjeou um incalculável número de adeptos em todas as áreas profissionais, de entidades de classe, sociais e esportivas que foram cultivadas com plena dedicação e seriedade, o jequitibá foi chamado por Deus, pois chegada a sua hora e com os deveres cumpridos. Deixou a sua numerosa família enlutada e a todos que muito o admiravam. Nascido em São Bernardo no dia primeiro de agosto de 1933, filho de Renato de Oliveira e Belmira Eboli de Oliveira, aqui sempre viveu e muito intensamente, um legítimo batateiro. Desde a infância demonstrou gosto pelos esportes nas peladas de várzea, e na juventude, praticou futebol brilhando nos campos da cidade até alcançar o profissionalismo jogando como ponta direita no Esporte Clube São Bernardo e Sociedade Esportiva Irmãos Romano. Após cumprir os estudos dos cursos regulares, frequentou e concluiu o Curso Técnico em Contabilidade no Colégio Santo André, em 1952, promovendo o registro no CRCSP - Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo, desde 1954. Formado no Curso de Bacharelado em Ciências Jurídicas e Sociais da Faculdade de Direito São Francisco, de Bragança Paulista. Em cinco de abril de 1956, montou o Escritório São Luiz com sessenta e quatro anos de atividades ininterruptas até o seu falecimento. Com reconhecida atuação na área contábil, pois interessado no desenvolvimento dessa atividade, foi nomeado Delegado do Conselho Regional de Contabilidade desde 1986 e até o ano de 2008, e ao findar o mandato foi designado como Delegado Benemérito. Foi membro da Academia Paulista de Contabilidade, tendo ocupado a cadeira nº 19, cujo patrono é Oscar Castelo Branco, atuando ativamente no CRCSP como colaborador das Comissões de Cultura e da Melhor Idade, tendo sido agraciado em 1995, com a Medalha Joaquim Monteiro de Carvalho, por suas contribuições em prol das atividades na área contábil. Na área jurídica, muito contribuiu integrando a Comissão de Representação junto à Área Contábil da Secional Paulista da Ordem dos Advogados do Brasil. Especializou-se na matéria de Direito Tributário pela Escola de Direito do Instituto Internacional de Ciências Sociais.  Demonstrava profundos conhecimentos da área contábil, pois sempre interessado na solução dos problemas afetos aos componentes do Conselho, sempre procurando dividir a sua vivência e experiência com todos os colegas, situação que sempre o animou e cumpriu com muita disposição. No ano de 1994, foi nomeado Membro do Conselho Superior do Município de São Bernardo do Campo, até o ano de 2002, com mandato renovado a partir de 2017. No dia seis de agosto de 2012, foi-lhe conferido o Diploma de Titular da Cadeira nº 19, da Academia Paulista de Contabilidade. O Município de São Bernardo do Campo conferiu-lhe o Título de Honra ao Mérito, pelo exercício da profissão, como também foi eleito como um dos Cinco Cidadãos mais Úteis da cidade. O seu percurso profissional sempre foi praticado com amor e carinho, dada a grande afeição e estima que sempre teve com os milhares de colaboradores, clientes, amigos e público em geral. Casou-se com Maria Apparecida Madeira de Oliveira, em cinco de outubro de 1956, de cujo matrimônio tiveram quatro filhos: Roberto casado com Kátia; Rui casado com Jussara; Odilon Júnior casado com Simone e a filha Simone, casada com Ennio; os netos: Alexandre, André, Eduardo, Felipe, Fernanda, Giovanni, Lorenza, Odilon Neto, Paula e Renata; e os bisnetos: Alice, Arthur, Maria Eduarda e Marina. O Escritório São Luiz prossegue com os seus filhos: Dr. Odilon Luiz de Oliveira Júnior e Dra. Simone de Oliveira Furlani, Advogados e Contadores. Odilon Junior é o atual Delegado do Conselho Regional de Contabilidade, cargo anteriormente ocupado por seu pai, e ainda exerce o cargo de Conselheiro Estadual da Secional Paulista da Ordem dos Advogados do Brasil. O saudoso batateiro das muitas atividades sempre creditou na sua trajetória de vida os seus méritos à sua esposa, Da. Cida, com quem dividia a liderança na família nos sessenta e quatro anos de vida conjugal, nas atividades sociais e de benemerência, aos filhos, netos e bisnetos, aos amigos e colaboradores. Sempre apregoava que o verdadeiro valor do homem é o seu caráter, suas ideias e a nobreza dos seus ideais. Deixou como lema: “para os realizadores de sonhos não deixe a distância entre a realidade e seus sonhos te levar para o desânimo, porque você é capaz de sonhá-los e realizá-los”. 

16 de Janeiro de 2020


Amigos do Rei
Muito triste ver a lista com os nomes de alguns secretários, anunciados pelos atuais prefeitos, que irão ocupar pastas durante o período de 2021 a 2024. Alguns têm formação em uma área, são leigos nos assuntos, mas por acordo de campanha, acabam sendo beneficiados. É uma salada geral, tem defensor de animais cuidando de Cultura, médico ginecologista cuidando de secretaria de Esportes e tantos outros.

Divisa
Todo cuidado é pouco para quem chega ou sai de São Bernardo rumo à Santo André. Bem na divisa de município, tem o famoso Córrego dos Meninos, um ‘esgotão’ ao céu aberto, com mato nas margens, baratas, insetos e ratazanas. Só que o perigo, ainda maior, está no semáforo instalado bem na divisa, um radar que multa sem dó.

Alerta
Moradores dos bairros Vila Floresta, Vila Scarpelli, Jardim Bom Pastor e Pinheirinho em Santo André, devem ficar atentos. Por lá, alguns ‘trombadões’ vem aterrorizando moradores e comerciantes. Além de furtarem, são agressivos, batem e fazem terrorismo.

Manutenção

Moradora do Centro de Santo André pede, ao Departamento de Segurança de Trânsito (DST), providência na manutenção dos semáforos que estão com luzes queimadas, dificultando a visão das cores para os idosos. Alguns não acendem mais, outros, só estão com um pedacinho do verde ou vermelho aceso.

Prejuízo
Árvores de grande porte em ruas no Centro de São Bernardo, como Dr.Fláquer, Américo Brasiliense e outras vêm passando por podas. O perigo é que as ruas são estreitas e de grande movimento de veículos e a Prefeitura tem demorado a recolher os galhos, causando prejuízo aos motoristas que circulam no local. Galhos de grande portes riscam os veículos.

Verde?
Quem chegar da Capital e entrar em São Bernardo irá se deparar com concreto. Para ver um pouquinho de verde será necessário entrar nos pouquíssimos parques que há na cidade, ou terá que partir até o Riacho Grande ou Parque Estoril. Sem árvores, os pássaros também desaparecem.

Idade Nova
Ângelo Lacava, de São Caetano, irá comemorar aniversário, na quarta (20), e vai preparar uma bela massa e beber um bom vinho como manda os costumes da bela Itália. Ângelo irá apreciar tudo na companhia da esposa, Neuza.

Aniversário
Vanderlei Jueli, comerciante de São Bernardo, comemora aniversário, na terça (19), e receberá os cumprimentos à distância, devido à pandemia. Neste ano, não será possível ir para o fogão junto com a esposa e preparar bons pratos para saborear na companhia dos amigos. Um dos momentos preferidos de Jueli é estar entre amigos.


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