20 Jan 2021

O Alentejo, maior região de Portugal, é muito conhecido por seu impressionante patrimônio histórico, que inclui imponentes castelos medievais, vestígios das ocupações romana e árabe, construções megalíticas com milhares de anos, charmosas vilas centenárias e uma infinidade de igrejas belíssimas. No entanto, os viajantes que se aventuram pelos destinos alentejanos se encantam com outra atração local: a natureza.

O patrimônio natural do Alentejo é riquíssimo, e os turistas podem não só observá-lo, como também curtir experiências inesquecíveis por entre suas paisagens. Listamos abaixo alguns cenários de natureza do destino e as atividades que podem ser realizadas neles.

Vastos campos
Com um território amplo, o Alentejo conta com muitos espaços rurais entre suas pequenas vilas e povoados. São campos intermináveis, que sobem e descem com o solo e ondulam com o vento. Podem ser avistados em viagens de carro entre um destino e outro. Durante a primavera, ficam coloridos com as diferentes flores que ali crescem; já no verão, são dominados por uma coloração dourada encantadora. São ótimos locais para piqueniques com iguarias e vinhos alentejanos, passeios de bicicleta ou caminhadas.

Vinícolas sem fim
A região do Alentejo é uma grande produtora de vinhos. Por isso, seus campos são recortados por extensas vinícolas das mais variadas castas de uvas tintas e brancas. Além de oferecer um visual incrível, as vinícolas garantem um bom lugar para atividades do enoturismo, que vão desde passeios para conhecer todas as etapas da produção de vinho até degustações completas, refeições harmonizadas e piqueniques ao ar livre.

Lagos tranquilos
Diversos lagos estão espalhados pelo território alentejano, rodeados pelo verde e refúgios de serenidade. O mais famoso deles é o Alqueva, o maior lago artificial da Europa, que fica próximo à fronteira com a Espanha, mas há muitos outros. Além da possibilidade de viver dias sossegados à beira deles ou em passeios de barco, é possível se aventurar em canoa, caiaque, stand-up paddle, esqui aquático e muito mais.

Praias de areia dourada
Se a pedida for água salgada, também não faltam opções. De fato, o Alentejo tem praias que vão desde as mais urbanas até as secretas. Ao norte de Sines, há uma única praia de areia dourada, que se estende por 50 km. Ao sul, pequenas praias escondem-se entre falésias e oferecem paisagens inesquecíveis. Só colocar o pé na areia e aproveitar o sol e o mar já é bom para estar em contato com a natureza. Mas os viajantes podem ir além: em Troia, passeios de barco levam os turistas para observar os brincalhões golfinhos que vivem no Estuário do Sado; em Comporta, as ondas convidam surfistas iniciantes e experientes; já em Melides, a melhor pedida é o kitesurfe. Para quem prefere se aventurar em terra firme, não há nada como fazer uma trilha pelo litoral, como o Trilho dos Pescadores da Rota Vicentina, que liga Porto Covo a Odeceixe.

 

Sobre o Alentejo

Considerado o destino mais genuíno de Portugal, o Alentejo é a maior região do país. Privilegiando um lifestyle tranquilo em que a experiência de viver bem dá o tom, conta com belas praias intocadas e cidades repletas de atrações ímpares, como castelos e monumentos históricos. Detentor de cinco títulos da UNESCO e diversos outros prêmios e reconhecimentos internacionais no setor do turismo, o Alentejo oferece opções para todos os tipos de viajantes, sejam famílias, casais em lua de mel ou aventureiros. A promoção turística internacional do Alentejo é co-financiada pelo Alentejo 2020, Portugal 2020 e pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER). Para mais informações, visite www.turismodoalentejo.com.br.

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) tomou conhecimento, por meio da mídia, da suposta venda pela internet de vacinas contra a Covid-19 falsificadas. De acordo com as notícias divulgadas, o produto falsificado é oferecido em sites e também a partir de mensagens enviadas pelas redes sociais. Alguns desses criminosos prometem, inclusive, entregar o produto depois de registrado no Brasil. A Polícia Civil investiga os casos.

É importante observar que, até o momento, não há nenhuma vacina contra a Covid-19 registrada ou autorizada para uso emergencial no país. Tanto o registro quanto a autorização para uso emergencial de medicamentos (inclusive as vacinas) são de competência da Anvisa. Sem essas autorizações, um medicamento não pode ser comercializado e disponibilizado à população, sob risco para a saúde dos consumidores.

É preciso ressaltar que somente empresas devidamente certificadas pela Anvisa e licenciadas pela autoridade sanitária local poderão, quando for o caso, distribuir, fabricar, importar, transportar e aplicar as vacinas de Covid-19 autorizadas. No caso de vacinas importadas, a norma sanitária prevê que a empresa importadora é responsável pela qualidade, eficácia e segurança dos lotes importados das vacinas. Cada lote importado é submetido a ensaios completos de controle de qualidade pelo fabricante e deve possuir um certificado de liberação, de acordo com as especificações estabelecidas no registro do produto junto à Anvisa.

As vacinas para consumo no Brasil e para exportação também devem ser avaliadas, de acordo com as normas sanitárias, quanto às condições de armazenamento e transporte, de modo que haja liberação de todos os lotes dos produtos pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS).

A Bridgestone, líder em mobilidade sustentável e soluções avançadas, está com mais de 26 vagas de estágio abertas para suas unidades em Camaçari, na Bahia e São Paulo, Campinas e Santo André. As inscrições podem ser feitas pelo portal Bridgestone, até 29 de janeiro.

O objetivo do programa é atrair jovens talentos e colaborar com o desenvolvimento dos alunos, trazendo uma visão integrada das atividades da companhia e atuação prática dos conceitos trabalhados em sala de aula. A nova turma de estagiários terá a oportunidade de conhecer o negócio da Bridgestone, desde a chegada de matéria prima e processo de produção, até a entrega do produto final ao consumidor, e participará de uma agenda robusta de treinamentos, incluindo a mentoria com profissionais da companhia.

As vagas são para as áreas de Auditoria; Comércio Exterior; Engenharias; Financeiro; Qualidade; Tecnologia da Informação e Recursos Humanos. Poderão se inscrever estudantes de cursos de Ensino Superior de Exatas, Humanas ou correlatas, a partir do segundo ano de graduação. O programa possui carga horária de 6 horas diárias, equivalente a 30 horas semanais e 120 horas mensais.

Para Carlos Junior, gerente de Recursos Humanos da empresa, o programa de estágio é uma oportunidade de contribuir para o desenvolvimento dos novos profissionais, além de trazer talentos e inovação para a companhia. “As primeiras experiências profissionais têm papel chave no desenvolvimento da nossa carreira. Por isso, a cada ano buscamos aperfeiçoar nosso Programa, incluindo novos treinamentos e experiências e fomentando a troca entre profissionais experientes e estes alunos que estão iniciando a sua carreira”, comenta o executivo.

“Fazer parte do processo acadêmico e ajudá-los a trilhar esse caminho enquanto fazem parte do Programa é um dos nossos principais objetivos”, complementa Elisa Waiteman, diretora de Recursos Humanos e Relações Trabalhistas Manufatura, “desejamos, por meio da mentoria e treinamentos, agregar valor à carreira que estão construindo, enquanto trazemos um olhar renovado para a companhia”, finaliza.

Além da bolsa-auxílio, a Bridgestone oferece assistência médica e odontológica, convênio farmácia, seguro de vida, vale-transporte e vale-refeição ou refeição no local. O processo seletivo é composto pelas etapas: inscrição, testes específicos, vídeo entrevista, dinâmica em grupo (on-line ou presencial) e entrevista com gestor.

Após 22 anos em andamento, uma pesquisa que investiga a doença amazônica lobomicose se aproxima de possíveis hipóteses de cura. Também conhecida como lacaziose, a lobomicose é uma doença causada por fungos encontrados em águas tropicais que causa lesões nodulares na pele e afeta principalmente os habitantes da Floresta Amazônica, como os seringueiros. No Brasil, não existe um programa de controle da doença e as falhas nas indicações de terapias são consideradas comuns. O objetivo principal do estudo é tornar a doença de notificação compulsória e, futuramente, disponibilizar o tratamento via Sistema Único de Saúde (SUS).

Resultados do ensaio clínico randomizado foram publicados em novembro do ano passado na mais tradicional revista científica do mundo sobre Medicina Tropical, a “The American Journal of Tropical Medicine and Hygiene”, com participação de dois pesquisadores científicos do Centro Universitário FMABC, de Santo André-SP: o biólogo e pós-doutor em Epidemiologia e Medicina pela Universidade de São Paulo (USP), Gabriel Zorello Laporta (foto), e a aluna de doutorado Franciely Gomes Gonçalves, mestre em Ciências da Saúde pela FMABC.

A lobomicose foi detectada em vários países latino-americanos, como Colômbia, Suriname, Venezuela, Panamá, Costa Rica, Bolívia, México, entre outros. No entanto, o Brasil tem o maior proporção de casos, chegando a 70% dos cerca de 500 registrados na região amazônica até o momento. Ao todo, participaram do estudo 103 pacientes, posteriormente divididos em três grupos. Dois receberam diferentes combinações de medicamentos e o terceiro não foi submetido ao tratamento completo. Os resultados indicaram uma probabilidade significativamente maior de cura a partir do uso de poliquimioterapia (associação de medicamentos) indicada para casos de hanseníase, doença infecciosa conhecida popularmente como lepra. O tratamento com terapia de múltiplas drogas resultou na cura de 20 de 80 pacientes tratados, ou 25%. Em geral, os grupos foram acompanhados durante quatro anos, com tratamento medicamentoso, e mais dois anos após a conclusão do tratamento. Pacientes de todos os grupos foram submetidos a procedimentos cirúrgicos para extração das lesões, com posterior acompanhamento.

Em cada fase da pesquisa, as lesões eram fotografadas e passavam por biópsias. Durante o período do ensaio clínico, os pacientes apresentaram redução ou cessação da sensação de coceira (prurido), atrofia das lesões com diminuição do número de fungos, e até a cura, caracterizada pela remissão completa das lesões sem recidiva por dois anos após o término tratamento. A pesquisa foi conduzida pelo Serviço de Dermatologia da Secretaria de Estado da Saúde do Acre (Sesacre), onde moram os pacientes. A íntegra do estudo está disponível no link: http://www.ajtmh.org/content/journals/10.4269/ajtmh.20-0090.

HISTÓRICO

A aluna Franciely Gomes Gonçalves, uma das autoras da pesquisa, é egressa do “Projeto Acre - Saúde na Amazônia Ocidental”, que tem como coordenadores acadêmicos o professor assistente da FMABC, Luiz Carlos de Abreu, além do Gabriel Zorello Laporta. A parceria é oriunda do convênio entre FMABC, Secretaria de Estado da Saúde do Acre (Sesacre) e a Universidade Federal do Acre (UFAC) e envolve o custeio para formação de 30 mestres e 10 doutores.

“Este estudo faz parte da tese de Franciely, que está cursando o doutoramento na FMABC, e conta a história de vida do médico irlandês William John Woods, que teve o insight sobre a cura da lobomicose. O ensaio clínico foi montado para servir como prova de conceito da terapêutica. Agora, o tratamento poderá estar disponível pelo SUS para atendimento da população atingida”, explica Laporta, que completa: “Tem sido um privilégio poder cumprir as atividades acadêmicas do convênio entre FMABC e Secretaria de Estado da Saúde do Acre na formação de mestres e doutores do Estado. Como coordenador acadêmico, junto ao professor Luiz Carlos de Abreu, já formamos cinco doutores e 25 mestres até o momento”, detalha o pesquisador. A parceria FMABC-Sesacre-UFAC teve início em 2015, quando foi publicada no Diário Oficial do Estado do Acre. O objetivo é formar novos professores e pesquisadores na área de Ciências da Saúde do Acre e fortalecer o ensino, a pesquisa e a extensão universitária na região do Juruá.

REFERÊNCIA

Historicamente, o precursor do trabalho de pesquisa sobre a lobomicose é o médico irlandês William John Woods, radicado há 40 anos em Rio Branco, capital do Acre. Ele cursou, durante décadas, todos os rios acreanos e afluentes, acompanhado de profissionais da saúde pública para identificar casos de hanseníase e realizar o controle da doença em todo o Estado. Seu foco é tratar especialmente de doenças tropicais negligenciadas. Por este trabalho, foi reconhecido pela Rainha Elizabeth, da Inglaterra, com o título “Sir” de Cavaleiro da Ordem do Império Britânico. Também acumula o título de Doutor Honoris Causa concedido pela Universidade Federal do Acre (UFAC).

São Caetano, por conta da pandemia do coronavírus impedindo aglomerações, irá realizar a tradicional Prova de Reis, em um formato inédito na região: virtual.

Nesta 44ª edição, os 10 quilômetros podem ser percorridos no local e horário de preferência do participante, até este domingo (17). O corredor inscrito tem de comprovar a realização da prova por arquivo GPS passado pela organização no ato da inscrição. Comissão julgadora atesta a autenticidade do arquivo e encaminha o certificado de participação ao atleta - não haverá declaração de vencedor.

Até a manhã de segunda (11), 132 atletas já encaminharam suas provas concluídas. Ao todo são 1.129 inscritos, de 59 cidades e 15 estados. Destes, 644 são homens e 485 mulheres, sendo 670 moradores de São Caetano.

“É uma alegria muito grande perceber que, com o auxílio da DTI (Divisão de Tecnologia da Informação), conseguimos manter a tradição da Prova de Reis. São 44 anos ininterruptos pelas ruas da cidade e, neste ano, excepcionalmente, pelas ruas também da maioria dos estados do País”, afirma o secretário municipal de Esporte Lazer e Juventude, Marco Astolfi.

A Prefeitura de São Bernardo publicou edital de concorrência (concessão comum), no jornal Folha de S.Paulo, no sábado (9), para a revitalização, modernização, operação, manutenção e gestão do Parque Cidade da Criança. O prazo para entrega dos envelopes é 4 de março próximo. Em agosto último, o Grupo ExpoAqua, que opera o espaço, chegou a anunciar o fechamento, mas voltou atrás em setembro, informando que iria continuar a administrar o parque.

Por meio de nota, a Prefeitura informou que o “valor estimado do contrato é de R$ 14.766.007,00, com vigência de 25 anos, contados a partir da assinatura do acordo. Atualmente, o espaço é administrado pela Expoaqua e cabe à empresa permissionária participar ou não do processo de concessão. Desde 2017, o parque Cidade da Criança não sofreu qualquer ameaça de ser fechado”.


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