21 Jan 2019

O sonho da moradia própria de 32 famílias de São Bernardo foi transformado em realidade, na sexta (11), com a entrega das chaves dos apartamentos no Condomínio Nova Tulipa, no bairro Parque São Bernardo, pelo prefeito Orlando Morando. A conclusão do edifício marca o início de uma nova etapa de entregas da Prefeitura na área habitacional. Até a segunda quinzena de fevereiro, serão entregues mais 97 unidades do programa Minha Casa, Minha Vida, desta vez, no bairro Jardim Silvina.

O prédio entregue nesta sexta-feira faz parte de um conjunto de cinco edifícios de moradias populares em construção no Parque São Bernardo, que, juntos, ampliarão a oferta habitacional da cidade em 156 unidades, beneficiando famílias previamente cadastradas junto à secretaria de Habitação, que antes ocupavam áreas de risco e foram incluídas no programa de bolsa-aluguel. A previsão é que todas as entregas deste projeto sejam concluídas em agosto deste ano.

Os 32 apartamentos contam com 42 metros quadrados cada e são compostos por dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço. Também foram realizadas melhorias na urbanização, como pavimentação do acesso ao prédio, totalizando investimento de R$ 1,35 milhão. “Esta entrega faz parte um grande programa habitacional em andamento na cidade, que está sendo realizado com planejamento e seriedade, aliado ao maior plano de regularização fundiária já realizado em São Bernardo. Esta é uma região que passa por uma profunda transformação, com obras que trarão benefícios permanentes em diversas áreas”, discursou o prefeito Orlando Morando.

A cerimônia também contou com presença dos moradores contemplados e seus familiares, além do vice-prefeito e secretário de Serviços Urbanos, Marcelo Lima, dos secretários João Abukater (Habitação), Luciano Eber (Obras e Planejamento Estratégico), Carlos Alberto dos Santos (Segurança Urbana), e vereadores. “Este prédio é fruto de um contrato assinado há oito anos e que só nesta gestão saiu do papel, sendo concluído no prazo de um ano e três meses, com todos os trâmites de documentação concluídos. Por isso, hoje é um dia de muita alegria, porque saímos com a missão de ajudar estas famílias a realizarem os seus sonhos concluída”, enfatizou Abukater.

Para a professora Eliete Lima, de 36 anos, o recebimento das chaves da casa onde irá morar com sua filha de 18 anos é um marco em sua vida. “É um momento muito especial, não apenas para mim, mas para todos os contemplados. Depois de tanta luta e espera, vamos poder recomeçar nossa história”, disse. Em abril de 2018, 12 unidades habitacionais já haviam sido entregues no Conjunto Habitacional Padre Léo Comissari, localizado no Jardim Silvina, além de cinco unidades comerciais. As entregas fazem parte de um projeto habitacional que totaliza 36 apartamentos, divididos em três torres.

Além disso, a Prefeitura está dando andamento à construção de novos projetos habitacionais, como o residencial Independência, no bairro Montanhão, que conta com 420 unidades, divididas em dez blocos, em condomínio fechado, destinadas ao atendimento de famílias enquadradas na Faixa 1 do Programa Minha Casa Minha Vida. Na área habitacional, também já foram regularizamos um total de 13 núcleos entre 2017 e 2018, beneficiando cerca de 5,3 mil famílias. Em 2019, outras 5 mil famílias serão contempladas com as escrituras de suas moradias.

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A Vila Baeta Neves em São Bernardo foi formada pelo loteamento da fazenda do Dr. Baeta Neves, se iniciou na Avenida Pereira Barreto, onde se encontra o Shopping Metrópole. Com o tempo, já chamado de Bairro Baeta Neves progrediu e sua população proliferou. Para atender a demanda educacional foi instalado o Grupo Escolar Dr. Baeta Neves, então localizado na esquina da Rua Giacinto Tognato com Rua Campinas. Também foi construído um teatro que teve muita importância na vida estudantil e da população pelos eventos realizados, mas principalmente por ter sido o local onde foi formada a bandinha mirim. A sua origem remonta a existência no bairro da Banda São José, de adultos, liderada pelo famoso maestro João Silvério da Silva, o João Gomes, que musicou a letra do Hino de São Bernardo, elaborada por Wallace Crochrane Simonsen, primeiro Prefeito da cidade, após a emancipação. Essa banda ensaiava nos fundos da casa do maestro João Gomes, na Rua Dr. Baeta Neves, com muitos músicos conhecidos do bairro, dentre eles o clarinetista Irineu Negri Braga. Foi dele a ideia de formar uma banda mirim no bairro, mas de logo rechaçada, dada a pouca idade dos meninos pretendentes e interessados, com as críticas que não tinham idade suficiente para o conhecimento musical e condições de assumir os instrumentos. Vale lembrar que, nessa época a maioria dos meninos eram carentes, com problemas familiares e sem recursos e em vulnerabilidade social, portanto uma alternativa para socialização pela música, cultura, cidadania e apoio para formação cívica, aliadas ao turno do ensino regular escolar, pois além do mais teriam de cuidar dos instrumentos e apresentação pessoal. Desse modo, diante dos insistentes apelos do musicista Irineu Negri Braga, o Prefeito de então, Lauro Gomes, convencido da brilhante ideia aquiesceu  e autorizou a aquisição dos instrumentos musicais. Nascia assim na prática o projeto da Banda Mirim Baeta Neves, e após selecionados os alunos tiveram longos estudos e muitas aulas de teoria musical e solfejo, para o alcance do pleno conhecimento e de interpretação das partituras musicais com as notas e enfim a conclusão com as melodias. Após exaustivos estudos e ensaios, a bandinha fez a sua estreia em cinco de outubro de 1963, defronte da Capela do Recanto Santa Olímpia, na Estrada do Alvarenga, atual Nestlé. Foi um sucesso absoluto, assim tornando-se a coqueluche do bairro e da cidade, recompensados os esforços do maestro Irineu, inclusive pelos inúmeros convites que resultaram nas várias apresentações durante por mais de três décadas. A bandinha carinhosamente assim chamada, tocava em eventos na cidade de São Bernardo e também do ABC, em solenidades, de colação de grau e festas cívicas. Ao tempo, a lista dos componentes foi se renovando com maior número de participantes. A bandinha se apresentou em diversos programas de televisão, tais como: Circo do Arrelia, Gincana Kibon, de Moacir Franco e do Silvio Santos, como também nos programas de rádio, como: Rádio Independência e Rádio ABC. A grande conquista resultou da apresentação no programa “Banda de todas as Bandas”, da Rádio Record, pois em fevereiro de l968, a bandinha foi a grande vencedora do concurso. Vários componentes ficaram famosos, tais como: Castilho, no trompete; Walter Squi, se tornando além de professor, tocava vários instrumentos, e que participa atualmente da Banda Marinelli; Luis Tarciso Geniaki, o Jacaré, clarinetista, um dos mais requisitados saxofonistas e participante da orquestra do programa do Faustão; Maurício Boin, trompetista, atuou em várias bandas como Linha de Frente, Reveillon e Fênix, tendo morado na Europa atuou na banda Oba Oba, de Sargentelli; Itacyr Bocato Jr., o Bocato, um dos melhores trombetistas do Brasil, tocou na Suíça e Alemanha, muito requisitado para shows em todo o Brasil, atualmente toca na orquestra do Faustão; Gerson Galante, saxofonista, atuou na Jazz Sinfônica do Estado, e toca na Soundscape Big Band Jazz; Dorival Galante, trompetista, com grandes apresentações e turnês atualmente integra a Orquestra Jazz Sinfônica do Estado; Mauro Trompete e Marcelo Trombone, tocaram com Paulo Ricardo e Banda Saint Paul, e atualmente com a dupla Gian e Giovani; Ubaldo Versolato, saxofonista alto, integrou a Banda Sinfônica de São Bernardo, e de muitas outras orquestras e de casas de espetáculos, tendo ministrado aulas em renomados conservatórios e escolas de música, e participado de diversos shows na Europa, com os maiores cantores nacionais; Júlio César Versolato, trompestista, arranjador, regente, produtor musical e diretor artístico, tem a Orquestra Versolato; Cláudio Faria, trompestista, compositor, arranjador, participou do inesquecível Show Saudades do Brasil, de Elis Regina, em cartaz no Canecão e no Tuca, com lançamento em DVD, tendo ainda atuado com vários artistas de renome e em várias bandas. Nos idos de l993, após quase trinta anos, a bandinha por motivos diversos encerrou as suas atividades. A história registra que o tempo corrige os fatos, no caso a bandinha está retornando não mais mirim, mas sênior, com a maioria dos mesmos meninos que fizeram fama como a Banda Mirim Baeta Neves. O músico Cláudio Baeta, proprietário do Estúdio Baeta, idealizou o projeto de gravação de um álbum com músicas e arranjos originais da bandinha, lançando cd, em quinze de agosto de 2018, no Teatro Lauro Gomes, com grande público, retornando assim consagrada desde os primeiros tempos. Parabéns a todos os músicos mirins e seniores e ao maestro Irineu Negri Garcia, pelo tão esperado retorno.         

Os estados têm atualmente uma situação mais grave em seus regimes de Previdência do que a União, pois os gastos com o pagamento de aposentadorias de servidores estaduais crescem num ritmo bastante superior ao observado no âmbito federal e no setor privado (INSS).
Segundo pesquisa divulgada pelo jornal O Globo, em uma década as despesas estaduais com servidores inativos obtiveram crescimento, descontando a inflação, de 93%, chegando a R$ 164,7 bilhões, enquanto que na União a expansão foi de 46%, para R$ 120, 56 bilhões.
O rombo nos regimes estaduais de Previdência saltou de R$ 24,1 bilhões em 2006 para R$ 86,3 bilhões em 2017, ou seja, uma alta de 258%. Neste mesmo período, esse déficit no sistema público federal cresceu menos: 60%, de R$ 53,7 bilhões, para, também, R$ 86,3 bilhões; enquanto que no INSS, aumentou de R$ 42 bilhões para R$ 182,5 bilhões.
Enquanto que a saúde financeira do INSS é afetada pelo desempenho da economia, com a queda de arrecadação em momentos de crise e recessão, pois há menos geração de emprego formal e com os autônomos reduzindo suas contribuições porque estão trabalhando menos; o mesmo não ocorre com os regimes dos servidores, que têm estabilidade mesmo durante crises econômicas.
Os possíveis motivos para essa deterioração das contas estaduais seriam o aumento de contratações, reajustes salariais concedidos por governadores nos últimos anos e o envelhecimento dos servidores. Os técnicos da equipe do presidente Jair Bolsonaro (PSL) terão um enorme desafio pela frente.
A proposta sugerida para mudar a Previdência no País é um regime de capitalização para os trabalhadores que ainda entrarão no mercado de trabalho. Ou seja, o segurado contribui para uma conta individual, e o valor do benefício é calculado em cima dessas contribuições, como uma espécie de poupança. Ao se aposentar, o idoso terá aquilo que foi depositado nessa conta. Não há, então, um valor mensal fixo. Esse modelo de capitalização acaba levando os aposentados a viver com menos dinheiro. Quanto mais tempo de vida, menos dinheiro se tem para a aposentadoria. Então, seria abandonado o atual modelo de repartição, no qual a atual geração de trabalhadores paga contribuição para sustentar quem está aposentado. A geração seguinte paga a aposentadoria de quem trabalha hoje e assim sucessivamente.
Porém, para os mais de 32,9 milhões de brasileiros que já trabalham, com carteira assinada, segundo dados do IBGE, deve-se lembrar que as mudanças nas aposentadorias poderiam começar pelo serviço público federal e serem estendidas automaticamente aos governos estaduais. O foco deveria ser maior nos sistemas públicos devido a alta concentração de benefícios integrais e aposentadorias especiais, com menos tempo de contribuição, como por exemplo, no caso de professores e policiais.
No Brasil, os estados que mais enfrentam dificuldade para pagar a folha de salários foram Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte. Só em Minas, por exemplo, o gasto com inativos representa 28% do Orçamento, quase o dobro da verba de áreas como Educação e Segurança, e o triplo dos recursos destinados à Saúde. Já em São Paulo, em dez anos, 50% dos servidores estarão em condições de se aposentar, relativamente jovens.
Portanto, nos estados, a reforma da Previdência deveria impor algumas condições como benefícios menores, alíquotas de contribuições maiores e aposentadoria mais tardia.

Sobe

Antonio Hamilton Rossell Mourão, filho do vice-presidente Hamilton Mourão, foi promovido no Banco do Brasil (BB), onde trabalha há cerca de 18 anos, e ocupará a vaga de assessor especial do novo presidente do Banco do Brasil, Rubem Novaes. Na sua antiga função, Rosell Mourão era assessor empresarial da área de Agronegócios e ganhava R$ 12 mil. Agora, o filho do general receberá cerca de R$ 36 mil por mês.

 

Na Venezuela

A senadora e presidente nacional do PT, Gleise Hoffman (PT), esteve em Caracas, na quinta (10), para as atividades políticas e diplomáticas da posse do presidente reeleito da Venezuela, Nicolás Maduro. Gleise esteve acompanhada da ex-deputada pelo PCdoB Socorro Gomes, presidente do Conselho Mundial da Paz.

 

Recado

Após o jornal O Estado de S.Paulo dar como manchete “governo Bolsonaro recua”, sobre o MEC anular edital que alterava as exigências do governo federal para a compra de livros didáticos, o presidente Jair Bolsonaro postou o seguinte ‘recado’ no Twitter do Estadão: “É notório o nível de desinformação nas manchetes deste jornal. A referida medida foi feita pelo governo anterior (de Michel Temer) e corrigida por nós. A credibilidade jornalística se constrói com a verdade e não com a integralidade de seu tempo tentando ludibriar o leitor. Lamentável”.

 

Em Brasília

O governador João Doria (PSDB) esteve em Brasília, na quinta (10), para a primeira reunião com o presidente Jair Bolsonaro (PSL). Os ministros Paulo Guedes (Economia) e Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) também participaram do encontro. A pauta foi a construção de um Ferroanel no Estado de São Paulo.

 

Primeira

A primeira visita ao ABC, do governador João Doria (PSDB), acontecerá em São Bernardo, na próxima terça (15), para a inauguração do primeiro restaurante popular do governo estadual na cidade, o ‘Bom Prato’. A visita deverá ser acompanhada pelo prefeito Orlando Morando e sua esposa e deputada estadual eleita, Carla Morando (PSDB).  O ‘Bom Prato’ de São Bernardo será um dos primeiros em todo o Estado a servir três refeições completas (café da manhã, almoço e jantar), a preços populares, café a R$ 0,50, almoço e jantar a R$ 1. O restaurante estará localizado na área anexa ao Poupatempo. 

 

Fora

Uma semana. Esse foi o tempo que Alex Carreiro permaneceu no comando da Apex (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos). Mesmo sem experiência na área Carreiro iria substituir o experiente diplomata Roberto Jaguaribe Gomes de Mattos, porém, o estatuto do órgão prevê que membros da diretoria tenham fluência no inglês. Como Carreiro não fala inglês, ele teve que pedir demissão do cargo.

 

Negado

A Federação Nacional dos Advogados (Fenadv) tentou, por meio de ação, ressuscitar o Ministério do Trabalho, extinto pelo presidente Jair Bolsonaro.  O ministro Dias Toffoli, presidente do Supremo Tribunal Federal, rejeitou, na quarta (9), a ação por entender que a pretensão da federação não merece seguimento por ela não ter legitimidade ativa.

 

Consórcio

O prefeito de Santo André, Paulo Serra, foi eleito na terça (8), presidente do Consórcio Intermunicipal do ABC, sucedendo o prefeito Orlando Morando, de São Bernardo. Também foi eleito o prefeito de Ribeirão Pires, Adler Teixeira Kiko, como vice-presidente da entidade. Paulo Serra terá a difícil missão de salvar o Consórcio que amarga um esvaziamento e, sem ibope, poderá ter seus dias de vida contados. Diadema, São Caetano e Rio Grande da Serra já se desfiliaram da entidade.

 

Consórcio I

Em novembro último, o prefeito de Santo André chegou a afirmar: “esse modelo (Consórcio) está provado que não funciona. O modelo que ele foi constituído é da década de 1990 e, talvez, não funcione mais. Na minha opinião não serve. Prefiro discutir isso ainda estando lá. Vou chamar todos os prefeitos para essa discussão. Do jeito que ele está, o Consórcio se tornou a 8ª Prefeitura”. Mas, durante a Assembleia Geral, o prefeito não mais tocou neste assunto. Apenas ressaltou que pretende apresentar um plano de ação específico com ênfase em questões como combate às enchentes, saúde e mobilidade urbana.

 

Braço

Fernando Marangoni (DEM), então secretário da Habitação de Santo André e presidente do diretório da sigla no município, foi oficializado, na terça (8), e na quarta (9), tomou posse como o novo secretário-adjunto de Habitação, no Governo do Estado. Marangoni possui grande proximidade ao vice-governador e secretário de Governo, Rodrigo Garcia (DEM). O prefeito de Santo André, Paulo Serra (PSDB), afirmou que Marangoni “será braço da cidade dentro do Governo de São Paulo”.

 

Vazio

Na avaliação do prefeito Orlando Morando, o ‘Consórcio está acima dos eleitos’ e que lamenta ‘a mesquinhez daqueles que de maneira inexplicável deixaram o Consórcio, que é uma instituição. É mais ou menos um prefeito se eleger e dizer que vai deixar a Prefeitura, isso não existe, não é? Aqui é um Consórcio público de prefeitos, e que deixo ele após dois anos de gestão com a consciência tranquila, com o dever tranquilo e da melhor forma possível”, disse.

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Um dos signos desta era turbulenta em que ninguém confia mais na Democracia Representativa, mas sabe que a vida precisa continuar, é a invenção de novas estratégias de controle das atividades. Aqueles que não se conformam com a hegemonia dos Bancos e querem facilitar as operações de aquisição de bens e serviços, celebração de contratos de crédito e de outras avenças, têm um filão apetitoso nas Fintechs.
O que são as Fintechs?
São startups que se propõem a substituir o monopólio das instituições financeiras, notadamente as bancárias, para operacionalizar de forma simplificada, mais célere e eficiente, aqueles ajustes de que todos dependemos para promover relações no mundo monetizado.
Houve multiplicação dessa iniciativa a partir de 2016. Ideia recentíssima, portanto. Resultado de protagonismo individual, quase sempre a cargo da juventude já antenada, aquela que nasce com chip e domina o universo desafiador das TICs – Tecnologias da Informação e Comunicação.
Elas funcionam à base de criatividade, pois a proposta é criar estratégias e alternativas aos negócios formais realizados à luz da velha concepção mercadológica. Propõem a colaboração entre as pessoas, para que compreendam que o mundo é outro e que não precisamos permanecer atados a velhas e superadas fórmulas. Em lugar do sigilo e da indisponibilidade dos dados, a ideia de compartilhamento. Quanto mais pessoas participarem do processo de alteração – para melhor – de táticas e de trâmites, chega-se à esperança de que tudo alcançará nível de aprimoramento compatível com os esforços desenvolvidos nessa direção.
Compreensão da realidade, abertura para audácias e ousadias quase sempre recusadas pelos conservadores. Quanta coisa não poderá ser facilitada se, em lugar da competição cruel, preponderar a ideia de somar ideias e iniciativas direcionadas à edificação de um novo patamar nesse universo cada vez mais complexo e sofisticado.
É importante que as crianças e jovens sejam incentivados a extrair saudável proveito dos mobiles, que aprendam programação, que saibam criar seus próprios jogos, pois a gamificação é não apenas o presente, mas significa a abertura de um novo e promissor nicho de trabalho. Para um País que tem 65 milhões de pessoas subempregadas, desempregadas e desiludidas de encontrar emprego, nada como sugerir novos caminhos, eis que os antigos estão sendo superados pela mais profunda mutação que a sociedade dos viventes já enfrentou neste planeta.

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A Samsung apresentou uma televisão de 75 polegadas (190 cm) feita de painéis modulares de micro LED, no CES 2019, em Las Vegas. Os micro-LEDs, que têm sido usados predominantemente em grandes aplicações como outdoors, podem em breve estar se dirigindo para nossas casas.
Depois de apresentar uma enorme TV MicroLED chamada The Wall no CES do ano passado, a Samsung retornou em 2019 com uma TV 4K menor de 75 polegadas que é muito mais prática para a sala de estar. Ele usa a mesma base MicroLED da The Wall, combinando “blocos individuais de MicroLEDs auto-emissivos, com milhões de chips de LED microscópicos inorgânicos, vermelhos, verdes e azuis, que emitem própria luz brilhante para produzir cores brilhantes na tela”. Essa tecnologia possibilita que os displays do MicroLED possam ser incrivelmente finos.
Mas o maior apelo do MicroLED é a qualidade de imagem que deve rivalizar ou superar o OLED sem nenhuma das armadilhas de usar um composto orgânico; é o que o O em OLED representa, afinal de contas. Teoricamente, o MicroLED deve fornecer pretos perfeitos (todos os LEDs microscópicos podem ser desligados individualmente), o melhor brilho da classe e uma paleta de cores HDR incrivelmente ampla - e esperamos que com uma vida útil consideravelmente mais longa do que os painéis OLED, já que não há a degradação natural para se preocupar.


Barca furada

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