23 Apr 2019
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A Força Expedicionária Brasileira conhecida como FEB, foi concebida com autorização através da Portaria Ministerial nº 4744, e os generais brasileiros  em coordenação com os norte-americanos, criaram a FEB em 13 de novembro de 1943, após o Brasil ter declarado guerra ao Eixo (Alemanha, Japão e Itália), em agosto do ano anterior, durante a Segunda Guerra Mundial. Com esses acontecimentos a delegação militar da FEB  enviou um agrupamento militar à Europa para integrar as tropas aliadas (Estados Unidos, Inglaterra, União Soviética e Resistência Francesa). Por curiosidade, cabe relembrar o símbolo da FEB, o de uma cobra fumando um cachimbo, como sendo uma resposta àqueles pessimistas que diziam que o Brasil não teria capacidade de ir à guerra, ou seja, só se a cobra fumasse. A motivação principal  para a entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial e para a criação da Força Expedicionária Brasileira foi um acontecimento específico ocorrido entre os dias cinco e dezessete de agosto de 1942, quando alguns submarinos nazistas torpedearam seis navios mercantes brasileiros que trafegavam pelo litoral nordestino e que provocou a morte de centenas de pessoas. Esse lamentável acontecimento provocou grande comoção nacional, o que contribuiu para que Getúlio Vargas declarasse guerra à Alemanha e aos seus aliados. O Comandante da FEB na Itália foi o General Mascarenhas de Morais, da 2ª. Região Militar em São Paulo, sendo designado ao comando diretamente pelo Ministro da Guerra, Eurico Gaspar Dutra. As tropas brasileiras atuaram  nas regiões montanhosas da Itália, entre o fim de 1944 e o início de 1945, resultando no ingresso dos brasileiros na batalha de Montese, nas proximidades de Modena, na Regione da Emilia Romagna, entre os dias 14 e 17 de abril de 1945, como parte da ofensiva  aliada final da Campanha da Segunda Guerra Mundial. Portanto, nesta data,  comemora-se os setenta e quatro anos da vitoriosa participação da FEB, tendo como forças combatentes, de um lado, unidades da 1ª. Divisão de Infantaria Expedicionária Brasileira, reforçada com alguns tanques da 1ª. Divisão Blindada Americana e, de outras tropas do 14º Exército do Grupo de Exércitos. A comune de Montese ocupa uma vasta área de colinas que faz fronteira com as Províncias de Modena e de Bologna, possuindo vários rios, rica vegetação, bosques e castanhais antigos que rodeiam os povoados medievais. Foi considerada uma região de difícil acesso devido a existência das fortificações alemãs construídas durante o período que perdurou a chamada Linha Gótica, o que garantiu a posse dos alemães naqueles locais. Foi o início de um dos mais árduos combates travados pelos brasileiros contra os nazistas na Segunda Guerra Mundial, na qual a atuação das tropas  dos soldados brasileiros foi considerada essencial e de muita importância para a retomada da Itália pelas tropas aliadas e posterior vitória contra os alemães. Não faltou fibra e coragem aos soldados brasileiros, pois além do terreno complicado e do clima extremamente frio, os soldados brasileiros tiveram que se adaptar ainda a novos armamentos, equipamentos e uniformes bem diferentes daqueles que estavam acostumados ao manuseio no Brasil. As tropas aliadas avançavam desde o início do ano de 1945, contra os inimigos, mas para conquistar o norte da Itália, era necessário que os soldados dominassem a região estratégica de Montese, sendo decisiva para a vitória final, pois determinaria a evolução do cenário  do prosseguimento da guerra. Para retomar a região, o General Gerson Menandro, Chefe de Assuntos Estratégicos do Ministério da Defesa, mirou a missão dos brasileiros dividida em duas fases, uma com o lançamento de fortes patrulhas destinadas a capturar a primeira linha de altura de posses do inimigo, e outra de ataque, precedida de intensa preparação de artilharia, apoio de blindados e cortina de fumaça. Assim, a conquista de Montese foi muito significativa porque rompeu as linhas inimigas Gótica e Gengis Khan, permitindo que os aliados cercassem  a 148ª. Divisão, aprisionando cerca de vinte e hum mil soldados inimigos.  A vitória foi fundamental para que os aliados   vencessem a guerra, pois liberou os entraves do norte para a conquista final. Apesar da vitória, a Batalha de Montese foi uma das  mais sangrentas da história das nossas Forças Armadas, com mais de quatrocentas baixas, entre mortos e feridos. Para os brasileiros, a guerra foi importante para adquirir novos conhecimentos em doutrina militar e nova visão em relação ao preparo das tropas, com atenção aos avanços tecnológicos. Fica aqui as homenagens aos Pracinhas da FEB, que bravamente lutaram e venceram com bastante fervor e dignidade, honrando a Pátria.

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Gasta-se sem critérios, dorme-se tarde demais e acorde-se muito cansado. Lê-se pouco, assiste-se muita televisão e ora-se de menos. Fato é que estamos multiplicando nossos bens, porém reduzindo nossos valores, já que, raramente amamos – ao invés - odiamos frequentemente: Quantas vezes você falou ‘eu te amo’ nessa semana? Porém, quantas vezes você fez uma fofoca de alguém ou ficou nervoso ou irritado esse dias? Aprendemos a sobreviver, mas não a viver, e isso não tem a ver com dinheiro, pois fumamos demais, bebemos demais, e por vezes dirigimos com imprudência.
Fomos à lua, mas temos dificuldade de cruzar a rua e pedir desculpa para o vizinho. Conquistamos o Espaço, mas não o nosso próprio, pois todos nós conhecemos alguém que trabalha com o que não quer em troca da necessidade do dinheiro. Durante o curso da humanidade fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores: Não adianta ter um Corcovado de braços abertos saudando a nação como uma das mais belas sete maravilhas do mundo feita pelo homem; se autoridades que deveriam dar exemplo envergonham este país.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais (ainda que virtualmente), mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos. Aprendemos a nos apressar, mas não a esperar, já que paciência é uma das grandes virtudes do homem e poucos a possuem enquanto característica virtuosa. Produzimos mais computadores para armazenar dados e memórias, porém nos comunicamos menos.
Come-se mais com menos qualidade, pois estamos na era do fast-food com digestão lenta. Estamos na era do homem grande de poder, porém caráter pequeno; lucros em demasia e ralações vazias. A era do divórcio com casas chiques, porém corações separados e lares despedaçados. Tempos da moral descartável, assim como as fraldas; dos cérebros ocos em que se espera alguma mágica.
Época de natal. Vitrines recheadas prontas para o consumo. Mas nossas despensas estão vazias. Essa é uma era em que computadores dominaram tudo e valores do espírito vão ficando para trás. Nunca foi tão fácil apenas ‘deletar’ com um simples botão. Passe mais tempo com as pessoas que você ama, pois elas estão aqui só de passagem. Seja grato, sim, pelo o que você tem e conquistou, mas lembre-se que o que você possui não te faz quem você é.

‘As pessoas que querem mudar o mundo, invariavelmente desistem’ – autor desconhecido

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Celulares… Só tivemos acesso a eles quando já tínhamos os filhos criados e casados. Eles saiam aos encontros à noite com os amigos e nós não sabíamos onde estavam. Eu, com três filhos homens, ia ver pela manhã se estavam na cama. Graças à Deus sempre estavam.
Hoje? Soube até de um site onde aparece um mapa onde os filhos estão. Muito útil para quem os quer vigiar e tem que os buscar em algum local.
Mas, o que então fazíamos quando crianças? Brincávamos, e muito e aproveitávamos a vida criando, inventando. Vamos lá....
Fora das brincadeiras comuns, além de subir nas árvores para pegar os frutos, nos equilibrarmos e pularmos os muros, tenho mais memórias de coisas diferentes.
Meu irmão, o mais velho dos 5 filhos construiu no quintal de nossos pais, uma casinha de madeira com dois ambientes. Lá brincávamos com as irmãs, primas e amigas com bonecas, panelinhas, coisas de nosso tempo. Já meu irmão, lógico, com a gente, montou um “laboratório” com animais conservados em álcool, em vidros fechados. Cobras, lagartos, aranhas... Hoje acho uma judiação, mas naquele tempo, como “cientistas” que nos julgávamos, tínhamos chapas de madeira, um com borboletas e outro com insetos que eram presos com alfinetes. Cada novo espécime encontrado era uma comemoração. E no fogão de barro, fazíamos bananas assadas e de vez enquanto meu irmão fazia bolinhos de barro dando aos menores para comerem...bem danado...
Meu irmão também fazia pequenos caminhões de madeira e montou uma oficina de consertos de bicicleta. Ganhava assim uns trocados, numa época que não se tinha idade para trabalhar.
E o que colecionávamos? Lápis: antigamente eles vinham com a propaganda de alguns setores do comércio. Assim, meu pai nos dava um pacote deles com o logotipo da Fábrica de Móveis. Eu os trocava por ou-tros de amigos. E mais: caixas de fósforo, embalagens de maços de cigarro, chaveiros, enfim, tudo era motivo para trocarmos e ampliarmos nossas coleções.
Meu tio Tede, irmão de meu pai, fez um empréstimo a alguém, que sem chance de poder pagar, entregou uma coleção de moedas antigas de vários países do mundo. As deu para meu irmão. Enchiam uma grande gaveta. Vinham em pequenas sacolas, identificadas e de tecido incomum. Cada uma contava a história do lugar de onde vieram. Lógico que as irmãs, ele sabendo e... não sabendo, colocávamos sobre a cama e íamos relembrando parte dos acontecimentos desses países. Assim fiquei com moedas da Revolução Francesa, onde em uma estava escrito o ano e “Les Misérables”, da Índia: “Queen Ana”(?), um dólar de prata americano de 4 cm. de diâmetro (essa tenho) assim como muitas outras, inclusive com o buraco quadrado no meio, as japonesas e chinesas. Uma dessas até adaptei numa corrente de prata que eu usava como colar.
Bom... mais tarde, meus filhos colecionavam selos, cédulas de dinheiro antigo e muitas das coisas que eu já havia feito em meu tempo. Nessa época, não haviam as garrafas pet ou descartáveis. Eram todas de vidro (muito mais saudáveis). Assim, em uma comemoração lá em casa, lá fui eu pegar as caixas com os cascos e não havia nenhuma. Tinham trocado na Praça Lauro Gomes, assim como minha coleção de moedas, para aumentar as coleções deles. Senti mais pelas moedas, pois essas nunca mais recuperei.
E os álbuns de figurinha? Esses nós todos os tínhamos. Eram vários por ano: times de futebol, meios de transporte, atores, cidades do exterior e do Brasil, flores, pássaros, etc. Comprávamos nas bancas de revistas aos pacotinhos. Não queríamos mais nada de presente. Cada pacote aberto era uma sensação. As repetidas iam para o jogo do bafo. Sempre tinha alguém especialista no jogo de quem os outros fugiam. E tinha aquilo: a figurinha difícil era trocada por 10, 20 ou até 50 outras mais. Os pais também se empolgavam com essas coleções. Algum álbum preenchido dava direito a um prêmio. Assim o amigo, hoje marido de uma amiga, levou uma panela de pressão para a mãe. Esta semana minha irmã fazendo hora em uma clínica, em Santo André, num bate papo com outro paciente, este lhe contou que descobriu entre os velhos pertences, um álbum de cidades do Brasil em que faltavam duas figurinhas do Nordeste. Pois indo para lá fotografou os locais e, 50 anos depois, completou seu álbum. Hoje vemos os pequenos, as meninas colecionando álbuns de princesas e os meninos de super heróis.
Boa opção para preencher o tempo...Boa semana...Um abraço, Didi

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A Guerra de Canudos foi um conflito armado que envolveu o Exército brasileiro e membros da comunidade  sócioreligiosa liderados por Antonio Conselheiro. Ele foi  um cearense que se embrenhou em terras baianas, nos anos de 1895 para comandar uma luta contra o Exército, por não concordar com a República, proclamada seis anos antes. Canudos. depois chamada Belo Monte, assim rebatizada por ele, o taumaturgo que ligou seu nome ao arraial baiano palco de um capitulo importante da nossa História. (ver, a propósito, texto de José Maria Mayrink em O Estado de S. Paulo, edição de 16/04/2017).
Euclides da Cunha em seu famoso Sertões faz breve referência ao movimento sedicioso, pois já doente  não teve como mergulhar no estudo dessa epopéia  mal compreendida por seus ideais e  propósitos de luta contra a República recém instalada.
O professor cearense Pedro Lima Vasconcelos, em dois preciosos volumes refaz a historia desse movimento, trazendo os “Apontamentos do Conselheiro” no volume 2 e no volume 1 destaques sobre o movimento que abalou o Brasil no final dos anos 1800 (cf. Realizações Editora, SP, 2017).  O prefácio desse livro é do conhecido intelectual Leandro Karnal, sob o título “O Beato que Escreve” destacando  do estudo de Vasconcelos:  “Se as elites urbanas da capital viram no Conselheiro  o brasileiro arcaico, o texto parece indicar um homem letrado acima da média e fruto do todo o  processo colonizador e missionário do Brasil”. Diz mais Karnal: “... desde que  seu corpo foi desenterrado após a tragédia de 1897, talvez seja a maior exumação do cadáver  do homem que tremeu a jovem República”.  O segundo caderno de anotações do Conselheiro de 1897, foi publicado somente em 1974, pelo professor Ataliba Nogueira, mestre da nossa Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, sendo que as anotações do Conselheiro foram encontradas depois nos escombros de Belo Monte (antes, Canudos). Os soldados que os acharam  estavam procurando o cadáver do Conselheiro,  morto 15 dias antes.
 “Longe de ser um demente mental (como muitos enganadamente o consideraram) o Conselheiro era um homem letrado e prático”, diz Pedro Lima Vasconcellos sobre os escritos e as obras do peregrino de Canudos, que trabalhou como engenheiro na construção de casas, igrejas e cemitério ainda nos primórdios de seus dias de luta pela libertação de Canudos, destruída pela República que o Beato tanto combateu.
Voltemos ao prefácio de Leandro Karnal sobre o livro de Pedro Lima Vasconcelos, da Universidade  Federal de Alagoas: Se o verdadeiro é um sonho interditado aos historiadores contemporâneos,  o verossímil ganhou muito com a publicação do livro de Vasconsellos, pois como ele mostra, “o arraial foi destruído e depois alagado. A obra de Vasconcellos revive a tragédia e seu personagem central. O sertão virou mar, enfim”.
Sobre os “Apontamentos” do Conselheiro, parte importante do livro, assinala Karnal que eles estão certamente ancorados à luz de alguma matriz literária, em particular a Bíblia Judaico-cristã e outras obras de cunho religioso, pois ele era de muitas leituras e sabia muito bem o que queria com sua luta contra a República, assumida também pela gente humilde do arraial.  Lutou em vão contra forças do Exército que dizimaram o povoado para fazer de Canudos um capitulo comovente de nossa História.                                                                                      

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No Brasil do dissenso, em que o único e absoluto consenso é a falta de consenso, algumas discussões costumam terminar pela acusação que é quase uma ofensa: “Você é um conservador!”.
Talvez quem se porte assim não saiba exatamente o que é o conservadorismo. Seria bom ter acesso ao livro de Roger Scruton, exatamente intitulado “O que é o conservadorismo”.
A atitude conservadora é a daqueles que estão cansados da política partidária. Um dos primeiros manifestos políticos do Partido Conservador Inglês apelou para “aquela notável e inteligente classe da sociedade que está muito menos interessada nas disputas partidárias do que na manutenção da ordem e na causa do bom governo”. Paradoxal, portanto, que a aversão à política partidária desse origem a um novo partido: o Partido Conservador.
A opção por participar da política partidária derivou da percepção de que só alguém em igualdade de condições poderia resistir à sanha daqueles que viessem atropelar as estruturas e aniquilar as instituições com seus arroubos reformistas.
A sociedade livre e aberta, formada pela “maioria silenciosa”, corre permanentes riscos. Estes provêm do socialismo, conforme alertou Karl Popper no seu livro “A Sociedade Aberta e seus Inimigos”. Para o conservador, a liberdade não deve existir para maltratar, para incitar o ódio, para fazer ou tornar públicas declarações traiçoeiras, difamatórias, obscenas e blasfemas. A Inglaterra, assim como outros países civilizados, dispõe de uma lei que proíbe a produção e a distribuição de material subversivo – a lei da sedição. Lei que considera ofensiva a fomentação voluntária de ódio entre diferentes grupos da população.
A liberdade do conservadorismo puro é “uma liberdade pessoal específica, o resultado de um longo processo de evolução social, na verdade um legado de instituições, sem cuja proteção ela não poderia perdurar”, diz Scruton. Para ele “a liberdade sem instituições é cega: ela não consolida nem a continuidade social genuína, nem a escolha individual genuína. Ela não significa mais que um aceno num vácuo moral”.
Sartre afirmou: “o homem foi condenado a ser livre”. Pois liberdade significa responsabilidade. E muito pouca gente sabe disso.

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Realidade Aumentada e Realidade Virtual dependerão das novas redes 5G para mudar a experiência dos clientes dentro e fora das lojas de varejo
O Gartner destaca que a Realidade Aumentada (AR) e a Realidade Virtual (VR) têm o potencial de sacudir a experiência dos consumidores, individualizando as ofertas dos varejistas e permitindo que os clientes visualizem os produtos em diferentes configurações. Até 2020, mais de 100 milhões de consumidores irão comprar em lojas on-line baseadas em Realidade Aumentada, de acordo com os últimos levantamentos do Gartner.
“Os varejistas estão diante de uma crescente pressão para explicar o propósito das lojas físicas e assumir o controle do processo de atendimento e entrega de pedidos diante das novas estratégias multicanais”, diz Hanna Karki, analista do Gartner. “Ao mesmo tempo, os consumidores estão definindo progressivamente o valor fornecido pelas experiências que recebem dos varejistas. Como resultado dessas pressões, os varejistas estão se voltando para soluções de AR e VR para oferecer aos clientes uma experiência de varejo unificada dentro e fora de suas lojas”.
Pesquisas do Gartner indicam que 46% dos varejistas planejavam implantar, até 2020, sistemas AR ou VR para atender aos requisitos de experiência de atendimento ao cliente. Além disso, as tecnologias por trás dessas soluções avançaram de 15% a 30%, ao longo do Gartner Hype Cycle, nos últimos 12 meses.
“O impacto da Realidade Aumentada ou da Realidade Virtual no varejo pode ser transformador”, afirma Hanna. “Os varejistas podem usar a Realidade Aumentada como uma extensão da experiência da marca para envolver os clientes em ambientes imersivos e gerar receita. Hoje, por exemplo, o aplicativo da IKEA já permite que os clientes "coloquem" virtualmente os produtos IKEA dentro do espaço dos clientes, simulando sua colocação no ambiente real. Além disso, o AR pode ser usado fora da loja, após uma venda, para aumentar a satisfação e melhorar a fidelidade dos clientes”, explica.
Com as interfaces imersivas de RV, por sua vez, os varejistas podem criar processos mais eficientes ou reduzir os custos associados ao design de novos produtos. Eles também podem aprimorar a compreensão das informações por meio de tecnologias avançadas de visualização gráfica e simulação. Atualmente, entre os projetos pilotos e exemplos de implementação podemos citar a experiência completa de compras da Alibaba, os passeios de realidade virtual da Tesco, os vídeos da Adidas para promover sua coleção de roupas para atividades ao ar livre e a parceria da eBay com a Myer para criar lojas personalizadas.
Rede 5G é uma oportunidade para acelerar a adoção de AR e VR nas lojas.
Pesquisa de 5G do Gartner indica que 66% das empresas pretendem usar 5G até 2020. As organizações esperam que as redes 5G sejam usadas principalmente para comunicações e vídeos, incluindo aplicações de Internet das Coisas (IoT) e sistemas para aumento de eficiência operacional. Os analistas do Gartner estimam que os aplicativos de Realidade Aumentada e Realidade Virtual já preparados para as novas redes 5G irão se tornam grandes condutores de novas receitas, em todos os casos de uso. Os recursos 5G podem suportar vários modelos de utilização, melhorando as condições para renderização em tempo real para vídeo imersivo, otimização dos tempos de download e configuração e extensão de marcas e experiências de compra além das lojas físicas. "O Gartner espera que a implementação das aplicações de 5G e AR / VR nas lojas transformará não apenas o envolvimento do cliente, mas também todo o ciclo de gerenciamento de produtos das marcas", diz Sylvain Fabre, Diretor de Pesquisa Sênior do Gartner. "O 5G pode otimizar recursos, aprimorar a análise do tráfego da loja e ativar pontos de rede que se comunicam com os smartphones dos compradores".


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