20 Jan 2021

O Ministério da Cidadania concluiu 854 obras de infraestrutura esportiva em todos os estados do país entre agosto e dezembro de 2020. O número supera em 91% a previsão de entregas para o período, que era de 446 projetos. São reformas e construções de campos de futebol, ginásios, piscinas, quadras poliesportivas, vilas olímpicas, academias, estádios, quadras de tênis, pistas de skate, academias ao ar livre, Praças da Juventude e complexos como os do Estação Cidadania, que podem ofertar até 13 modalidades olímpicas, seis paralímpicas e uma não olímpica.

Nos cinco últimos meses de 2020, o Ministério da Cidadania repassou R$ 546,25 milhões para os municípios fazerem as obras de infraestrutura esportiva. “Foi uma decisão técnica importante da Secretaria Especial do Esporte promover essa gestão junto às prefeituras. Demos prosseguimento a muitas obras que estavam paradas e, em outros casos, investimos os recursos para finalizar projetos importantes para a população”, afirmou Marcelo Magalhães, secretário Especial do Esporte, do Ministério da Cidadania.

"Tivemos uma reunião com o ministro no início de agosto onde foi traçado um plano de entregas. Após muito empenho e dedicação do Departamento de Infraestrutura do Esporte, conseguimos concluir e entregar praticamente o dobro das obras previstas para o ano de 2020", afirmou o diretor do Departamento de Infraestrutura de Esporte (DIE), Sandro Valverde

O diretor do Departamento de Infraestrutura de Esporte (DIE), da Secretaria Especial do Esporte, do Ministério da Cidadania, Sandro Valverde, fez uma série de visitas técnicas no período para acompanhar o andamento dos projetos. Segundo ele, a iniciativa foi fundamental para que se chegasse a esses números de obras concluídas.

"Tivemos uma reunião com o ministro no início de agosto onde foi traçado um plano de entregas. Após muito empenho e dedicação do Departamento de Infraestrutura do Esporte, conseguimos concluir e entregar praticamente o dobro das obras previstas para o ano de 2020. Fizemos um monitoramento de todas as obras por meio de contato diário com os gestores e prefeituras, além de visitas técnicas em 210 obras espalhadas por 10 estados, fazendo diversas reuniões, nas quais foram assumidos compromissos com os municípios para a entrega dos equipamentos esportivos para a população”, explicou o diretor.

O maior número de entregas foi no mês de setembro, com 237 projetos concluídos, que somaram quase R$ 100 milhões em repasses. Em dezembro, o número de obras finalizadas foi de 220, o que representou um montante de R$ 117,5 milhões transferidos do Governo Federal para as prefeituras. As 854 obras concluídas entre agosto e o último mês do ano passado representam 73% do total de 1.166 entregues pelo DIE durante todo o ano de 2019.

Um dos eventos de tecnologia mais importante do mundo, o Consumer Electronics Show (CES) começa , nesta segunda (11), em Las Vegas (EUA) e será 100% virtual.

A General Motors compartilhará na CES seus vários avanços em direção ao mundo com zero acidente, zero emissão e zero congestionamento.

Para acompanhar as novidades da GM em tempo real, acesso o site dedicado ao CES, com acesso livre: https://www.gmexhibitzero.com/

Veja abaixo um resumo da programação da GM no CES:

  • A palestra de abertura do CES 2021 será proferida pela CEO da GM, Mary Barra no dia 12 de janeiro, às 11h.
  • Um estande virtual da GM na CES, apresentando novas tecnologias e com a participação de grandes pensadores.
  • A continuação da história do nosso sistema de bateria Ultium.
  • Uma discussão sobre como a GM irá liderar a adoção em massa dos carros elétricos.

GM também fará, durante a semana que vem,  das palestras e apresentações. Para assistir este conteúdo ao vivo ou após, visite o site.

 

  • Segunda (11 de janeiro) às 11h00 - Palestra com Deborah Wahl, GM Chief Marketing Officer sobre a adoção em massa dos carros elétricos sob o ponto de vista do consumidor e um anúncio especial da GM
  • Terça (12 de janeiro), às 11h00 - Palestra de abertura do CES com Mary Barra, GM Chairman & CEO sobre o progresso da GM rumo ao futuro 100% elétrico e um anúncio especial da companhia
  • Terça (12 de janeiro), às 15h00 - Painel com Alan Wexler, VP Sênior, GM Innovation and Growth sobre os agentes de mudança e pontos de inflexão de tecnologia
  • Quarta (13 de janeiro), às 10h00 - Palestra de Matt Tsien, VP Executivo, GM Research & Development sobre a adoção em massa de carros elétricos sob o ponto de vista da tecnologia
  • Quarta (13 de janeiro), às 11h00 - Palestra de Mark Reuss, Presidente da GM sobre a adoção de carros elétricos em massa sob o ponto de vista da indústria e algumas mensagens especiais sobre a GM

Estudo revela que uma a cada cinco pessoas que moram na região metropolitana de São Paulo têm acesso a um ponto de ônibus perto de sua casa. Basta andar no máximo quinze minutos a pé. A pesquisa é do Instituto de Política de Transporte e Desenvolvimento e mostra que apesar da proximidade com as paradas, o passageiro ainda sofre para pegar sua condução. 

Desde terça (5) de janeiro, os 1,9 milhão de moradores de Santo André, São Bernardo e Diadema poderão pegar ônibus de uma forma mais rápida, segura e confortável. A linha é da empresa Metra e será utilizada via aplicativo de transporte coletivo UBus. A rota sairá do Terminal Santo André Leste até o Terminal Diadema, em diversos horários de segunda a sexta-feira.

Os ônibus são todos novos, possuem assento marcado, horário pré-definido, wi-fi e acompanhamento da rota em tempo real. O valor da passagem será de R$ 7,50, podendo pagar via aplicativo (cartão de crédito ou cartão BOM). O usuário poderá baixar o aplicativo UBus gratuitamente, disponível nas versões Android e IOS. Para o cadastro, é preciso colocar dados pessoais e forma de pagamento. 

O app também é simples e autoexplicativo. Basta fazer a solicitação para o endereço desejado e colocar o ponto de partida. O aplicativo verifica a rota, dá as opções de marcação de assento, informa horário do embarque e dá uma previsão do desembarque, valor da passagem e pronto! Ao entrar no ônibus o usuário valida a sua passagem com a leitura do QRcode (que fica disponível na entrada do veículo) através do aplicativo. Simultaneamente as informações aparecem para o motorista em um tablet que fica anexado ao painel do veículo. Assim, ele pode acompanhar todos os dados relacionados à viagem.

O app foi o primeiro a ser lançado no Brasil com essa ideia e já funciona em São Bernardo na operação da BR7 Mobilidade. Os veículos não são da UBus, a startup apenas faz a ponte entre empresas de transporte e passageiros. Para utilizar o sistema do UBus a operadora deve ter a concessão pública na área de transporte coletivo, bem como toda a documentação necessária para exercer a atividade. Os motoristas também passarão por treinamentos e reciclagem para manter o padrão de excelência no atendimento. Ao final da corrida, o usuário irá avaliar o motorista e as condições do veículo, uma forma de assegurar uma experiência excepcional.

É importante ressaltar que o aplicativo é completamente seguro. Como qualquer serviço de transporte coletivo, a empresa operadora, será responsável pelos usuários, bem como manutenção de veículos e demais itens operacionais. O UBus promete ser um serviço incrível, já que é uma alternativa para desafogar o trânsito, é mais econômico financeiramente e redução de tempo entre carro e o transporte UBus, ocupa menos espaço urbano e ainda permite ao usuário trabalhar durante o caminho.

Pensando em mobilidade, sustentabilidade e segurança, o app é a melhor solução. Estudos revelam que 3% dos acidentes são causados por ônibus. Os ônibus poluem 8 vezes menos que os carros. A Metra e o aplicativo querem saber a opinião dos passageiros e dependendo da demanda poderão aumentar o número de veículos e até mesmo acrescentar outros percursos, o app do UBus está disponível em todo Brasil.

A melatonina produzida no pulmão atua como uma barreira contra o SARS-CoV-2, impedindo a expressão de genes codificadores de proteínas de células como os macrófagos residentes, presentes no nariz e nos alvéolos pulmonares, e as epiteliais, que revestem os alvéolos pulmonares e são portas de entrada do vírus. Dessa forma, o hormônio impossibilita a infecção dessas células pelo vírus e, consequentemente, a ativação do sistema imunológico, permitindo que o novo coronavírus permaneça por alguns dias no trato respiratório e fique livre para encontrar outros hospedeiros.

A descoberta, realizada por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), ajuda a entender por que há pessoas que não são infectadas ou que estão com o vírus, detectado por teste do tipo RT-PCR, e não apresentam sintomas de COVID-19. Além disso, abre a perspectiva de uso da melatonina administrada por via nasal – em gotas ou aerossol – para impedir a evolução da doença em pacientes pré-sintomáticos. Para comprovar a eficácia terapêutica do hormônio contra o novo coronavírus, porém, será necessária a realização de uma série de estudos pré-clínicos e clínicos, sublinham os autores do estudo.

Os resultados do trabalho, apoiado pela FAPESP, foram descritos em artigo publicado na revista Melatonin Research.

“Constatamos que a melatonina produzida pelo pulmão atua como uma ‘muralha’ contra o SARS-CoV-2, impedindo que o patógeno entre no epitélio, que o sistema imunológico seja ativado e que sejam produzidos anticorpos”, diz à Agência FAPESP Regina Pekelmann Markus, professora do Instituto de Biociências (IB) da USP e coordenadora do projeto.

“Essa ação da melatonina do pulmão também deve ocorrer com outros vírus respiratórios, como o da influenza”, estima.

Os trabalhos da pesquisadora com melatonina foram iniciados nos anos 1990. Por meio de estudo com roedores, Markus demonstrou que o hormônio produzido à noite pela glândula pineal, no cérebro, com a função de informar o organismo que está escuro e prepará-lo para o repouso noturno, poderia ser produzido em outros órgãos, como no pulmão.

Em um estudo também com roedores, publicado no início de 2020 no Journal of Pineal Research, a pesquisadora e colaboradores mostraram que os macrófagos residentes, presentes no espaço aéreo pulmonar, absorvem (fagocitam) partículas de poluição. Esse estímulo agressivo induz a produção de melatonina e de mais moléculas pelos macrófagos residentes, capazes de internalizar o material particulado no ar respirado pelos animais, e estimula a formação de muco, tosse e expectoração, de modo que essas partículas sejam expelidas do trato respiratório.

Ao bloquear a síntese da melatonina pelos macrófagos residentes, os pesquisadores observaram que as partículas entraram na circulação e foram distribuídas por todo o organismo, incluindo o cérebro.

Com base nessa constatação de que a melatonina produzida no pulmão altera as portas de entrada de partículas de poluição, a pesquisadora e colaboradores decidiram avaliar, agora, se o hormônio desempenharia a mesma função em relação ao SARS-CoV-2.

“Se isso acontecesse, o vírus também não ficaria disponível para se ligar ao receptor ACE2 das células, entrar no epitélio e desencadear a infecção”, explica Markus.

Análise de expressão gênica

Para testar essa hipótese, os pesquisadores analisaram um total de 455 genes associados na literatura a comorbidades relacionadas à COVID-19, interação do SARS-CoV-2 com proteínas humanas e portas de entrada do vírus, identificados em trabalhos como os realizados por Helder Nakaya, professor da Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF) da USP e um dos autores do estudo. Desse total, foram selecionados 212 genes envolvidos na entrada do novo coronavírus em células humanas, tráfego intracelular, atividade mitocondrial e processo de transcrição e pós-tradução, para criar uma assinatura fisiológica da COVID-19.

A partir de dados de bancos de sequenciamento de RNA foi possível quantificar os níveis de expressão dos 212 genes que compuseram a chamada “assinatura COVID-19” em 288 amostras de pulmão saudáveis.

Ao correlacionar a expressão desses genes com um índice chamado MEL-Index – que estima a capacidade do pulmão de sintetizar melatonina, baseado na análise do órgão de roedores saudáveis –, os pesquisadores constataram que quanto menor o índice, maior era a expressão de genes que codificam as proteínas de macrófagos residentes e de células epiteliais.

O MEL-Index também se correlacionou negativamente com os genes que modificam as proteínas do receptor celular CD147, que é uma porta de entrada em macrófagos e outras células do sistema imunológico, indicando que a produção normal de melatonina do pulmão pode ser relevante para lidar com a invasão do vírus.

Os resultados foram corroborados por um teste de correlação de Pearson – que mede o grau da correlação entre duas variáveis de escala métrica –, além de uma análise de enriquecimento de conjunto de redes e de uma ferramenta de rede que integra a conectividade entre os genes mais expressos, permitindo comparar um mesmo conjunto de gene em diferentes estados, desenvolvida pelo pesquisador Marcos Buckeridge, professor do IB-USP e um dos autores do estudo.

“Vimos que quando o MEL-Index era alto as portas de entrada do vírus no pulmão ficavam fechadas e, quando estavam baixo, essas portas ficavam abertas. Quando as portas estão fechadas, o vírus fica vagando um tempo pelo ar pulmonar e depois tenta escapar para encontrar outro hospedeiro”, afirma Markus.

Como a melatonina produzida pelo pulmão inibe a transcrição desses genes codificadores de proteínas dessas células que são portas para entrada do vírus, a aplicação de melatonina diretamente no pulmão, em gotas ou aerossol, permitiria bloqueá-lo. Mas isso ainda demandará uma série de estudos, ponderam os pesquisadores.

Outra ideia é utilizar o índice de melatonina pulmonar como um biomarcador de prognóstico para detectar portadores assintomáticos do SARS-CoV-2.

O artigo Melatonin-Index as a biomarker for predicting the distribution of presymptomatic and asymptomatic SARS-CoV-2 carriers (DOI: 10.32794/mr11250090), de Pedro A. Fernandes, Gabriela S. Kinker, Bruno V. Navarro, Vinicius C. Jardim, Edson D. Ribeiro-Paz, Marlina O. Córdoba-Moreno, Débora Santos-Silva, Sandra M. Muxel, Andre Fujita, Helder I. Nakaya, Marcos S. Buckeridge e Regina P. Markus, pode ser lido na revista Melatonin Research em www.melatonin-research.net/index.php/MR/article/view/109. Agência FAPESP

A Cacau Show lança para acompanhar os outros sabores da linha o Slack o sabor LaNut 315g, produto versátil e muito gostoso que pode ser consumido em várias ocasiões, como: no café da manhã, lanche da tarde, no preparo de sobremesas e até para comer de colher.

Um dos produtos deliciosos da marca, agora na versão creme de avelã. Por apenas R$ 24,90, preço nacional, esse produto versátil e com explosão de sabor pode te acompanhar no dia a dia. O Slack é um creme com cacau de textura cremosa e o LaNut um dos tabletes mais desejados. A junção dos dois é sucesso garantido. Para adquirir esse lançamento basta ir até uma das 2.300 lojas da marca ou acessar o e-commerce (www.cacaushow.com.br).

As microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) que desejam optar pelo regime tributário do Simples Nacional podem solicitar a mudança até o último dia útil do mês de janeiro, 29 de janeiro. A solicitação somente pode ser realizada neste período, pela internet, por meio do Portal do Simples Nacional, ao clicar em Simples – Serviços > Opção > Solicitação de Opção pelo Simples Nacional). 

Ao optar por esse modelo, o empresário tem a oportunidade de pagar oito tributos (ICMS, IPI, IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, ISS E INSS patronal), de uma única vez, o que reduz custos e facilita o pagamento das obrigações, permitindo menos burocracia para administrar o negócio.  Ao ter o pedido aceito, a adesão retroagirá ao dia 1º de janeiro.

Para saber se a empresa pode aderir ao Simples Nacional é necessário verificar as vedações previstas no art.3º, §4º e art.17 da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa (LC 123/2006). Vale registrar que o sistema automaticamente verifica a existência de pendências cadastrais e/ou fiscais, inclusive de débitos na Receita Federal da União e nos respectivos estados, municípios e Distrito Federal. Caso seja identificada alguma pendência, a solicitação ficará em análise. Durante o prazo da opção, apenas as empresas em atividades podem cancelar o pedido, salvo se já houver sido deferido.

Para as empresas que estão em início de atividade, o prazo para solicitação é de 30 dias contados do último deferimento de inscrição (municipal ou estadual, caso exigíveis), desde que não tenham decorridos da data de abertura constante do CNPF da seguinte forma:

- 180 dias para empresas abertas até 31/12/2020

- 60 dias para empresas abertas a partir de 01/01/2021

Após o deferimento, a opção passa a valer da data de abertura do CNPJ. Depois do prazo, a opção somente será possível no mês de janeiro do próximo ano, de acordo com o calendário estabelecido pelo regime.

Inadimplentes em 2020 não serão excluídos

Atendendo a um pedido do Sebrae, o Governo Federal decidiu não excluir do Simples Nacional as micro e pequenas empresas inadimplentes em 2020. Dessa forma, a ME ou EPP já optante pelo Simples Nacional não precisa fazer nova opção neste ano, uma vez que a empresa somente sairá do regime quando excluída, seja por comunicação do empresário ou de ofício, por decisão do governo.

O Sebrae também tem articulado com os parlamentares a aprovação no Senado Federal do PLP 200/2020, que institui a moratória dos tributos vencidos entre 1º de abril de 2020 e 30 de setembro de 2020 e do PLP 224/2020, que institui o PREX-SN, que trata de uma renegociação de débitos tributários do Simples Nacional, com vistas à sobrevivência das micro e pequenas empresas.

Apesar da crise causada pela pandemia, dados da arrecadação de setembro, fornecidos pelo Ministério da Economia, apontaram que os pequenos negócios estão conseguindo pagar os impostos devidos no mês junto com as parcelas que haviam sido suspensas por causa da Covid-19.


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